Les Fleurs du Mal
38 Capitulo 37
Notas iniciais

Capitulo 37
Escuro – Tormento
“…Eu não consigo sentir as coisas que lhe causaram dor
Eu não posso limpar meu coração do seu amor
Cai como a chuva, não é o mesmo
Eu ouvi você me chamando de longe
Rasgando minha alma, eu apenas não posso
Pegue outro dia, quem é o culpado?
Se nós pensarmos algum tempo em tudo de novo, baby
…
Você não pode me dar apenas mais um dia?
Você não pode ver que meu coração está se arrastando ultimamente?
Eu procuro as palavras para dizer…
Você não sabe o que tem até perder
Não sei o que eu fiz tão errado
Agora sei que o que tenho
É apenas esta música
E isso não é fácil de se ter de volta
Precisa de muito tempo…”
Cinderella — Don't Know What You Got (Till It's Gone)
Kanato contemplo a Tsubaki, a mesma continuava sumida em pensamentos, pensando no ocorrido de uma hora atrás, ela realmente não sabia muito bem como conversar direito com o vampiro, ele tinha uma infância complicada pelo que ela podia saber e com a mãe que teve e o que ela havia feito, produto de uma conduta criada pelo mesmo Karl Heinz, Tsubaki sabia que tarde ou hora aconteceria algo assim principalmente se tratando de um dos menos incontroláveis.
– Por que ainda me retêm aqui…? Que conversar mais não sabe por onde começar Tsubaki-san? – Kanato apresentava um caráter calmo e controlado apesar de esta como estava, ele não acostumava muito a se entrosar com seus irmãos, foi-se o tempo disso, e muito menos era amigos de outras pessoas nada mais do que Teddy, mais estava sumamente paciente diante a vampira por que ele possuía apenas sentimentos de indiferencia.
– Você é bastante sábio jovem Kanato, é bastante sábio… — Tsubaki cruzo as pernas por debaixo da mesa, ela havia levado a Kanato a sala pessoal dela, em seu escritório em onde acostumava se encargar das contas e todas as papelagens de sua plácida vida. Ela sentava em uma confortável poltrona com uma costa bastante larga, enquanto Kanato estava frente a ela sentado na cadeira a frente sem muitas mudanças.
Kanato observava alguma vez ou outra as prateleiras de livros e arquivos que haviam dos dois lados da sala, também observo o jogo de cadeiras e o sofá chester negro que brindava ma zona de conversação ao redor de uma mesa pequena com seus respetivo cincerro.
A sala era retangular e parecia grande o suficiente para conter mais do que uma simples prateleira, a mesa de escritório e a respectiva poltrona o jogo de sofás e um pequeno bar com garrafas e garrafas de licores caros. Havia também alguma que outra mínima decoração, um toca disco antigo e outras espécies de objetos que pouco dava para se ver na branda luz do abajur ligado sobre a mesa que os dividia.
– Você é uma vampira, o que há de mal em que os humanos sejam tratados como devem ser tratados? Eles são muito menos do que nos… — Kanato tinha aquela ideia clara e não parecia recuar com ela. – São tão efêmeros.
– O que era Komori Yui para você jovem Kanato? – Ele a encarou nos olhos sem desviar, uma imensa emoção o envolveu e repentinamente seu caráter mudou.
– Por que acha que eu devo dizer isso a você? ACHA MESMO QUE EU DEVO DIZER O QUE ELA SIGNIFICOU PARA MIM?! – Ele gritou meio descontrolado, tal e como se fosse um animal ferido o qual Tsubaki acabava de remover uma cicatriz.
– Ela foi importante. O seu jeito de ser, não nega… — Tsubaki suspirou de cansaço e dor de cabeça.
– Disse a você para não se intrometer! – Kanato abraço com mais força a Teddy, mais Tsubaki não parecia nenhum pouco alterada, era sem dúvidas a que parecia passar sobre as reações de Kanato.
– Esta doendo não é? – As palavras de Tsubaki perfuraram uma parte de Kanato, ele não devia sentir nada, devia esquecer, ela não estava mais porém, por que essa vampira se intrometia com ele, ele queria saber. – Eu também perdi alguém bastante importante para mim…
– Acha mesmo que me interessa? – Kanato riu como um menino pequeno que ria de um desenha animado em onde o gato saia perdendo. – É tão patética em dizer que perdeu, eu jamais a perder… Agora ela é toda minha.
– Ninguém se importa, ao final e acabo isso somente nos importamos nos quem o perdemos… — Tsubaki sorriu de uma ponta a outra, vendo como Kanato parou de rir mais não deixou de admirar-lha e até se pois meio confuso como ela tinha se posto.
– Não escuto, eu não as perdi… Ainda estão comigo…
– Você sim, tem razão jovem Kanato, você ainda as tem com você de alguma forma ou outra eu também, ao menos ainda tenho o veneno dela em minhas veias. – Tsubaki encosta suas costas na poltrona descansado a vista ao fechar os olhos. – Ah, sim, entendo tudo o que sentiu…
– Como pode entender? – Kanato começava a presta atenção e se mostra curioso, talvez por que Tsubaki parecia agir como ele, os dois tinha uma espécie de loucura ao dizer coisa com coisa que talvez um não entenderia.
– Não estou falando dela, porem entendo o que sentiu com Cordélia e logo com Yui… Também tive uma mãe que passou completamente de mim e consequentemente alguém que amei tanto e fui traída pela mesma…
Kanato começo a parecer mais do que parecia a uma infantil criança, prestava atenção na história que começava a contar Tsubaki, como se de um conto de fadas se tratara.
···
Os olhos de Ayato estavam embasados, produto da fome que sentia. Havia tentado tomar aquele maldito sangue que Tsubaki o oferecia, mais a mesma sangue não sabia nenhum pouco bem em seus lábios, era nojento e sem sabor algum. Tão frio que o chegava a infartar.
Cada dia se via um pouco mais deplorável por não ter em veias o que desejava, ainda restava vestígios do sabor do sangue dela, por mais que tentasse borrar, a fome o incitava a buscar por seu cheiro como um corvo atrás de carniça, sem possibilidades de fazer qualquer tipo de banquete.
Tal foi o ato deplorável do vampiro que saia algumas vezes a buscar por ele mesmo sangue de algumas companheiras de colégio que conhecia o que ele era, a verdade sobre ele. Elas não se assuntavam, mais como? — Estavam seduzidas pelo vampiro o qual não se importava muito. – Mesmo assim o vampiro não encontro nada que pudesse exercer sua sede e pesava estas consequências sobre ele, estava cansado de buscar algo que o enchesse e cada vez que pensava em algo.
Não era Komori com seu sangue em que pensava, ele acabava lembrando de aquela ‘peixe’, talvez o sangue dela tinha um cheiro bom para ele, por isso não a podia tirar da cabeça, mais como uma simples humana poderia ter aquele cheiro…?
O sangue que ele provo de Yui era o mesmo que corria pelo coração de aquela quem ele devia todos e cada uns de seus atos obsessivos, ela não tinha nada que ver com nenhuma das duas, era completamente diferente, mais não o deixava esta, ao ponto de que quando volto a casa, coincidentemente topou-se com ela.
– Ayato-san? Esta todo molhado – Sua voz tinha uma entonação aguda e suaves ao mesmo tempo, parecia ter um equilíbrio vocal própio de sua personalidade educada e feminina.
Ayato estava sim completamente ensopado pela chuva, não se importava com isso e nem sabia qual era a coincidência fatal de topar logo com ela em onde ele apareceu.
Ayato não pode olhara-la diretamente, Anne o desconcentrava e sabia que não demoraria em cair em sua face de encanto que escondia mentiras, ele odiava que ela se demonstrasse preocupado com ele tal e a algumas semanas quanto tiveram seu confronto por que ele a tratava ‘mal’ – Sim ‘mal’ disse ela -, mais Ayato concluía que tudo era culpa dela, era amável de mais com as pessoas e ele não queria ser apenas mais um desse números de pessoas com quem ela sorria e fingia amabilidade.
– Deveria se cansar… — Ele estava harto que seus olhos azuis sempre mostrassem aquela disposição para admirar-lho como se fossem iguais, isso era mais um dos fatos que o incomodava.
– Me cansar? – Anne não entendeu a onde ele queria chegar, a voz dele era um murmura roco, apenas se podia escutar, ela pensava que poderia haver escutado mal.
– Tks… Por que enche tando peixe mentida a ser boazinha, você é como qualquer outra mulher fácil que pouco se importa com os outros… — Infantilidade era o que acostumava a apresentar Ayato, o proposito? Um total enigma já que era incompreensível.
Anne não pode contestar a isso, pois cada vez mais Ayato parecia afastar-lha dele, por mais que ela quisesse entender de que modo ele a admirava, era difícil, enquanto ela era um peixe, ele era um pássaro que voava por um céu desconhecido para ela.
···
Shuu se encontrava totalmente submergido no que deveria ser um sonho, o mesmo sonhava com tantas e tantas coisas que para sua supressa, quando acordou, sentiu o cheiro de algo que pensava que jamais sentiria.
O maior dos Sakamaki se ergueu e se sentou no sofá que havia por um dos corredores da mansão, se sentiu meio estranho e primeiro pensou se seria imaginação suas, “ele estava começando a delirar?”, fazia um tempo que havia volto a sentir o cheiro de um sangue conhecido, mais era impossível.
···
Aquela noite a chuva se amenizou, nada mais caía gotículas minúsculas que apenas se podia sentir o som, deixando o ambiente mais hostil para o que parecia começar a acontecer em aquela moradia.
As moças conversava sobre coisas triviais na mesma sala de sofá que sempre pareciam estar, falavam sobre coisas como maquiagens, atores e atrizes, musica, roupas, talvez banais nos ouvidos de uns, mais ela eram humanas e querendo ou não mulheres falavam sobre isso, ta e como os rapazes humanos falavam sobre mulheres, futebol e algum interesse comum.
Elas estavam ignorantes dos acontecimentos com Celestia quem depois de haver tido uma calma conversação com Tsubaki, havia ido ao seu quarto e havia conseguido por fim dormir, apesar de que em um momento Celestia se sentia vagamente pensativa. Tsubaki teve algo de culpa de que ela dormisse rápido, no chá que a havia oferecido, havia colocando um pouco de suas mágicas poções para que a menina tivesse um sonho duradouro até o próximo dia e pesado para que não escutasse muito mais sobre os trovões (fato que Tsubaki não menciono a ela que sabia sobre sua fobia).
Quem não estava presente também era Anne, quem havia praticamente acabado de chegar de pois de uma causativa entrevista que fez para um dos programas famosos da T.V a qual as outras não haviam período tempo para ver. Akemi quem algumas vezes sim até estava presente, aquela noite em especial tinha sua cabeça em outros temas, havia saído sem que ninguém soubesse, na calada noite e, não voltaria até o dia seguinte.
Subaru conseguia ouvi desde longe do corredor as rizinhas vozes, ainda se surpreendia como um grupo de garotas humanas falavam tanto, era habitual nelas, mais essas, apesar de em um inicio se mostrarem tímidas havia mostrado a ele que realmente eram como qualquer outras humanas, ele não sabia muito sobre elas, o que sabia era pouco o que tinha visto ao conviver com Komori, a mesma não tinha quase nenhuma amiga, dependia deles, mais ate mesmo em um momento havia visto este lado dela com algumas companheiras de classe.
– Subaru-kun interessado na conversa das moças? Será possível que seja um safadinho pervertido… — Laito apareceu ao lado dele, fazendo-o tomar um pouco de susto, sem demonstra-lo fisicamente mais pode dentro.
– Tks… Cala sua boca maldito Laito… — Ele falou revidando com sua raiva ao admirar o meio irmão.
– O que tanto te atrai ao querer saber o que esta acontecendo com as moças então? Você tem a atenção posta em alguma? – Laito ergueu uma de suas sobrancelhas, mostrando total interesse no que Subaru responderia ou como agiria.
– Não diga besteiras! Deixa de encher meu saco estupido – Subaru segurava sua fúria apenas tratando de insultar o meio irmão o que deixou meio supresso a Laito quem achou que este destruiria algo, “em fim, ele era todo um bruto”, pensou o mais velho.
– hm… — Laito sorrio ao perceber os gestos de Subaru. – Você também esta começando a sofrer? – Laito admirou sua mão como se pudesse ver algo mais além disso. Subaru não disse muito mais, tal e como viu a Laito reagir ele também deveria perceber. Os vampiros estavam notando a falta de sangue, e não parecia ir pelo bom caminho.
···
Azusa contemplo a fina chuva pela janela da biblioteca, havia comparecido a mais uma das reuniões que Ruki acostumava a marca com eles em aquele lugar, mais em aquela noite não estava o maior quem sempre era pontual, Azusa ate pensou que havia se enganado, mais ao aparecer diante dele Yuma, acho que não era o ultimo mais sim provavelmente o primeiro.
– Azusa… Esta noite Ruki disse que não teremos reunião, Kou acaba de me falar que Ruki não esta em um bom momento… — O mais alto deu um longo suspiro cansado, se sentia exausto por tantas coisas que mal sabia dizer qual era o principal ponto.
– Ruki também sente falta se sangue…? – Azusa olhou para Yuma quem ergueu uma sobrancelha sem dizer muito e logo mostrou um pouco de aborrecimento.
– Não acho que seja por isso… Ao menos não pelo que disse Kou. – Yuma movimento seu antebraço sentido a falta de circulação voltar ao normal, logo ele dirigiu a mão para detrás da nuca e tentou fazer estala seus ossos do pescoço.
– É apenas uma tormenta que logo passara… — Azusa olhou o horizonte onde ele pode ate ver uma parte do céu despejado.
– Tks… — Yuma bufou uma riza descuidada e morna. – Algumas vezes estas metáforas da vida me cansam…
···
– Assim como vocês, eu nasci de uma mãe que mal se importava comigo, sorrio ela nunca se importo muito com ninguém, mais a diferencia dela, até lembro que meu pai tinha carinho por mim, mesmo o sangue de demônio que corria por suas veias… — Tsubaki sorriu ao lembrar do mencionado pai. – Ele tinha pouco tempo de vida assim que mal podemos passar juntos, minha mãe teve que se encargar de mim, até por que me viu como sua sucessora, eu era a adjunção de um demônio vampiro e uma bruixa… Minha avó havia iniciado o clã Arisugawa e obrigou sua descendente, minha mãe se encarga dele e consequentemente ela foi um dos motivos pelos que minha mãe também fizesse o mesmo comigo…
– … Mesmo que essa somente tinha o proposito imposto. Quando ela conheceu a Karl Heinz, este de algum modo a convenceu de ter relações com ela, ela nunca fora boba nem muito menos tinha aprecio por nenhum homem, assim que duvido que o ‘tal’ encanto que todo afirma que Karl Heinz tinha influísse nela, tanto que quando Touya nasceu ela mal o olhava, nem sequer deu um nome a ele, imagina viver por um bom tempo e ser chamado apenas de ‘Sakamaki’?
Kanato não parou de presta a atenção no detalhe da história de Tsubaki, tinha muitos furados como o mesmo percebeu, mais tinha coerência, ao menos no que podia escutar o jovem vampiro.
– Então, um belo dia, como em um conto, Karl Heinz volto a aparecer, lembro bem que ele conversou algo com ela e consequentemente ela desapareceu, sem deixar qualquer tipo de rastro… — Tsubaki pisco os olhos, admirando longe como se ainda pudesse ver aquela conversação entre o fino fiapo aberto de porta, viu com o homem se comportava com serenidade mais sua mãe mostrava uma loucura esquizofrênica. – Surreal foi o momento por que o que ele deve ter dito a ela, foi um mistério completo ate hoje para mim, mais eu sei bem o que ele me disse em aquela noite.
“ …Você deve cuidar de meu filho, quando tudo estiver planejado virei buscar-lho e assim como prometido eu cumpríreis um de seus três desejos…”
– Uma das coisas que desejava era trazer meu pai de volta, quisera saber o verdadeiro motivo de sua morte… — Os olhos de Tsubaki se fechou. – O seguinte desejo era saber o que ele havia dito a minha ‘amada’ mãe, ele me disse que quando chegasse a hora eu saberia… E um último, nem menos muito importa era o que eu queria me tornar…
Kanato percebeu que aquele desejo do qual falava em aquele momento Tsubaki, era algo mais privado e mais serio que os anteriores, algo diziam a ele que a vampira tinha um desejo ainda maior do que poderia ser saber a resposta sobre sua mãe ou até mesmo sobre seu pai por que ela parecia ter alguma espécie de bom sentimento que Kanato nunca entenderia.
– Como eu poderia me tornar humana? Com o tempo fui crescendo percebendo que aquele desejo que nasceu de algum conto fabuloso que eu li em época era um desejo muito incomum para um vampiro… Karl Heinz, nunca soube dizer, mais pelo que vi em aquele dia, o galã inescrupuloso e sombrio apenas tinha um desejo maior, mais eu era jovem para saber o que era aquilo, não tinha muitos controles sobre meus presenciar muito menos em presenciar de tal… Nem mesmo hoje acho que seria uma boa ideia tentar lê-lo…
– … Mais o final dessa primeira parte, acho que você deve saber para entender o que irei contar a continuação, isto se ainda estiver interessando em saber outro dia, hoje somente posso dizer com o último que fiquei, tanto de minha ‘amada’ mãe como de seu ‘amado’ pai…
Touya
–… Fiz do pequeno minha primeira criação, em um início eu odiei ter que cuidar-lho, odiava qualquer tipo de responsabilidade, já arcava com os cruéis treinamentos de minha avó, já tentava ser a ‘filha’ perfeita para a mãe que somente ligava para si mesma… Arca com aquele ser que vivia miudamente perto da cama de aquela mulher, resultou ser repugnante, o odiava, justamente por que era como qualquer um de vocês, não tinha nenhum sentimento…
– …Ao fim e ao acabo, Sou um demônio, que o diga os que me conheceram a muitos tempos atrás. Mais – Tsubaki riu quase chegou a gargalha. – Decidi fazer de Touya meu animal pessoal, tal e como vocês fizeram de Komori, Touya até achou que era minha amabilidade, mais eu não tinha nenhuma amabilidade com ele, era apenas produto de minha mente esquizofrênica… Qualquer de meus histerismos minhas provocações, Touya tudo cumpria, qualquer coisa que eu dizia ou dava a ele, ele chegava a tomar isso como um presente…
– … Sim jovem Kanato, Touya viu em mim a projeção da mãe que precisava ter não importava o cruel que eu fosse, ele se agarrou a aquilo como seu ultimo suspiro e foi então que eu percebi que ele era totalmente diferente… — Kanato ate mesmo se surpreendeu das lagrimas da vampiresa quem logo coloco a mão para tapar-lhas e apenas se pode ver o sorriso. – Quando percebi o que Touya tinha sentir ciúmes, tal era o sentimento que cheguei a convertido em um incondicional amor por ele… Não os de um homem por uma mulher não, não se engane, o amor que eu cinto por ele iam muito mais longe…
– …Sem querer amei de mais a bondade que ele tinha dentro de si ao ponto de me odiar, todas e todas as vezes que o fiz mal e ele sorriu para mim como se eu fosse o seu anjo da guarda… Alguém como eu não merecia tal bondade… A humanidade estava nele, não em mim… Tal era minha vontade de ser humana que somente percebi que ser ‘humano’ não era o que eu queria e sim queria e desejava cegamente as emoções que os humanos possuíam…
Touya cumpriu esse desejo…
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