Notas iniciais
Olá depois de tanto tempo! Ontem naão tive tempo de vim mais cá estou mi x) Espero que gostem! O capitulo tem de tudo... Um pouco de tudo, mais gora mais entorno a 6 personagens :0 O seguinte já esta preparado e venho postar ele amanha ( se postar dois seguidos perde a graça de deixar curiosidade - Ao menos para os que le com tempo xD) Aproveitem!

Capitulo 36

Escuro – Trovões e tempestade

“Odeio distorcer sua mente
Mas Deus não está do seu lado
Uma velha crença dilacerada
(Grave no mundo seu último esforço)

Carne queimando, você pode sentir o cheiro no ar
Porque homens como você têm uma alma tão fácil de roubar (roubar)

Você deveria saber o preço do mal
E dói saber que você pertence a esse lugar, sim
Ooh, é o seu maldito pesadelo!
(Enquanto o seu pesadelo ganha vida)

Não consigo acordar e suar
Porque não acabou ainda
Ainda estou dançando com seus demônios
(Vítima de sua própria criação)

Além da vontade de lutar
Onde tudo o que há de errado está certo
Onde o ódio não precisa de uma razão
(Repugnando o suícidio)”

Avenged Sevenfold — Nightmare

Os olhos de Akemi estavam fixos nas adagas de prata que ela limpava com todo cuidado. O tamanho cuidado que ela colocava sobre aquele ato era de uma total e mínima concentração. Ela tinha uma grande cura sobre os objetos que ela acostumava a usar em suas cansadas, sua paixão variava entre espadas, adagas, facas, armas e variados objetos de tortura e que se pudessem usar para a mesma.

Ela sabia que as adagas de prata podia matar não somente humanos como vampiros, se conformava levando algumas delas consigo pois era uma das que menos se fiava de qualquer ser de aquele lugar.

Akemi segurou a adaga em posição de tiro em menos do que um pisca de olhos ela lanço o objeto por detrás de suas costas, virando no ato, mais a sua presa, foi esperta de mais para segurar com as pontas do dedo o objeto sem haver nem se movimentado de onde havia aparecido.

– Como se nota que é uma assassina bastante esperta… — Akemi nunca o havia visto antes, os seus finos olhos fechados, o sorriso de par em par era misterioso, seus cabelos negros como a noite destacava ainda mais sua alva pele sem vida. Akemi podia jurar que era um de aqueles vampiros, mais não era assim, pelo cheiro que ele emanava, era algo diferente, parecido mais diferente.

– Você não é um deles… — Os olhos de Akemi afinaram e observaram o sujeito que vestia com trajes elegantes, ela definiu que deveria ser alguém com alta pose, envolvida nesse mundo sombrio, ele deveria ter algo que queria para vim visitar-lha, apesar de seu contento sorriso o jeito dele não mentia a ela, ele tinha o que se deveria ter para ser considerado um sociopata e o pior desagrado, era que o jeito dele ate lembrava de aquele que ela odiava lembrar, seu irmão.

– Esperta-Esperta… — Ele ajeito o monóculo e sorrio ainda com mais vontade.

– Você fede. – Ela murmurou encarando-o com certo toque de raiva.

– Hm, verdade…? – Ele se cheiro, dando um toque teatral e ate mesmo cômico. – Eu que achei que o banho de algumas horas havia servido, não importa, porem, como a senhorita tem um algo que eu gosto, talvez você não esteja gostando nenhum pouco de mim, mais sei que você trabalha bem e se possível Akemi-chan, se você desejar eu gostaria de trabalhar com você, mais é certo que a ultima palavra você da…

Akemi não falou nenhuma palavra, tinha o resto das adagas preparadas para qualquer movimento em falso do misterioso homem, o tanto que ele falava, o tanto que ele parecia saber, isso a desagradava bastante, por mais que pudesse ser um futuro cliente, ela acostumava a nem se importar tanto se o seu futuro cliente a desagradava, ela se encargava até de eliminar-lho ao terminar o trato se fosse o caso desse ser mais importunador do que parecia.

– Você esta aqui justamente por que sente curiosidade por estes seres da noite, ate podia ser divertido matar algum que outro? Mais sabe bem que ainda tem que observar-lhos, pelo que vê, os vampirinhos que aqui vivem são tão… — ele fez menção de esta pensando na palavra correta. – Mais é culpa de aquele homem, é culpa da obsessão que ele tinha por aquela ‘maldita’ coisa… Hm, uma pena que Cordelia tenha morto e consequentemente a ultima portadora do coração dela… Hm…

O homem dizia coisa com coisa, Akemi não entendia muito, mais sentiu um pingo de curiosidade sobre o assunto, parecia envolver tudo o que era o mundo de aqueles vampiros, aquele homem quem ele falava, quem seria ele? As dúvidas começaram a se infiltrar pelos tímpanos de Akemi, ela mostrara calma e também mostrava ao homem que não tinha nenhuma dúvida que estava preparada para pular encima do seu pescoço e estraçalha-lo.

– Akemi-chan, acho que por mais que você não admita, tenho coisas que podem interessar a você… Coisas que envolvem aquele… Hm… Se você for boazinha e quiser a informação em troca, ate poderia informar-lha, mais ate eu gostaria de algo em troca… — As sobrancelhas de Akemi se franziram, ela não entendia o assunto, sentia curiosidade, mais não sabia o por que isso a interessaria muito mais do que podia interessar. – Isso se você quiser saber mais sobre o tal Sakamaki-chan...

As pupilas de Akemi se engrandeceram e diminuirão em menos de cinco segundos, suas róseas íris se colocaram um pouco sem cor e por um momento color em duvida seu envolvimento com os Sakamaki, em especial aquele quem ele queria se referir, idiota ela não era e sim era esperta de mais para entender o que aquele homem estava querendo colocar na mesa. As intenções dele não pareciam ser boas em nenhum momento a dúvida maior era por que ele estava interessado nela, que trabalho seria esse.

Ela tento reagir a tal afirmações que a deixaram algo descontrolada, não suporto o homem em nenhum momento, muito menos suporto que este afirmassem coisas que não tinha a ver com ela, incomodava tanto ela que ele quisesse envolver-lha: — Ela ficou completamente sem norte ao não entender que por dentro sim tinha um interesse maior.

A reação dela foi completamente tarde, o momento de dúvida e repleto de emoções de Akemi, permitiram que aquele ser escapasse sem muito problemas, o que a assustou um pouco, por mais que a ela não se assuntasse, o murmuro controlado dele ressono em sua mente.

– Voltarei quando souber que esta me chamado Akemi-chan… — ela entrelaçou seus dedos em seus loiros fios de cabelos, e levou ate uma parte de sua cabeça, apertando o lugar e logo suspirou, não gostou nada de que ele tenha entrado em sua mente, odiava aqueles seres especialmente se tinha o poder de ler mentes, esta ‘nua’ para um ser assim, não era nada de seu agrado.

···

O som do vai e vem da agulha do relógio e as gotas de chuva que se chocavam contra o cristal, era o único que se podia escutar na afastada sala em onde se encontrava Ruki, o mesmo havia deixado de ir tanto na biblioteca, não queria estar em aquele lugar que ele podia considera como seu quarto por que não era seu. Incomodo mais grato por aquele lugar se tão grande que mal tinha como coincidir com quem quer que fosse.

Seus olhos se deleitavam com a leitura de um livro de relatos bibliográficos sobre um sociopata, em onde o foco principal eram as cartas do serial Killer, o maior interesse do vampiro era na mente do assassino, ele gostaria de compreender o que fazia alguém agisse de aquela maneira, ele queria saber o que tinha de divertido em brincar com aqueles que gostariam de ‘pegar-lho’.

– Uffs, quase não chego, lamento a demora… — A voz brincalhona e até mesmo meio criancinha de Kou incomodo um pouco o momento de leitura de Ruki, mais não demorou em colocar o marcado de livros entre a página que havia lido e a que faltava para ler, fechando o livro logo nos atos seguintes e admirou seu irmão.

– Eu o chamei? – Ruki encarou o loiro.

– Não, na realidade não Ruki, apenas vim vê-lo, o noto bastante tenso ultimamente.– O moreno não deixou de admirar-lho, mais assim que terminou este fecho os olhos e bufo um riso, como se loiro tivesse dito algo que o fizesse graça.

– Tenso… — Ele murmuro de uma forma calma e controlada. – Por que estaria tenso? Acho que você que esta bastante relaxado Kou, desde que seus interesses são unicamente para aquela humana, esta igual aos seus outros dois irmãos…

– Acha que deveríamos esta menos tenso? Que deveríamos esta desagradados em estar aqui? – Kou notou a tonalidade da voz de seu irmão e sabia muito bem ao que ele se referia, ele via o que Ruki estava sentido. – Ruki foi você quem esteve de acordo em que viéssemos aqui… — Tudo a ver com aquele homem… Porem ele não esta aqui. – O mais velho suspirou.

– Entendo que esteja desconcentrado, não esta sabendo o que fazer ou o que faremos…

– Não diga besteiras Kou, sei o que devemos fazer…

– Então diga e o faremos Ruki, você é quem esta nos guiando, estamos aqui por você. – Kou o pressiono.

– Me diga Kou, o que opina que faríamos se eu não tivesse dito que viríamos? – Ruki começava a mostrar dualidade em suas falas, o mesmo sabia que começava a se contradizer, não era sua escolha ele odiava ser o que não tinha nenhuma ideia do que realmente estava fazendo no momento.

– Não posso responder, sabe que eu não tenho nenhuma ideia o único que posso dizer é o de sempre Ruki. – Kou suspirou profundamente justamente pelo significado se suas seguintes palavras: — Seja onde for, tal e como quando nos conhecemos, sempre o seguirei Ruki e sei que tanto Yuma como Azusa também pensam assim…

– Você sabe por que estamos aqui? – Os cinzas olhos de Ruki contemplaram com firmeza a imagem de Kou, quem se deixou capturar por suas pupilas quem os admirava com a mesma rigidez e seriedade, que o vampiro sempre transmitia ao tratar um tema importante como o que eles tratavam agora.

Kou penso na resposta, penso em tudo o que havia acontecido ate o momento, o que Ruki pretendia por que ele estava fazendo estas perguntas a ele, mesmo sabendo que seus pensamentos implicavam ser comparados a uma dúvida que Ruki não passaria desapercebido e logo seria cobrado caro quando ele respondesse.

– Estamos aqui por aquele homem... – Kou não estava nervoso, mais por alguma coisa dentro de si, a frase dita rezou como um simples eco passado quase como uma pequena dúvida.

– O que você acha então que deveríamos fazer? – Desta vez Kou não entendia a pergunta de Ruki, era como incompleta para ele, faltava algo que fez Kou ergue uma sobrancelha e dar a Ruki o motivo que ele precisava para jogar isso em cara do irmão. – Acha que deveríamos estar aqui mesmo quando não há nenhum misero rastro de aquele homem? Você acha que esta certo que você se torne amigo de aquelas humanas?

Kou viu como Ruki parecia esta replicando-o o que estava fazendo até agora, tal e como ele falava as coisas demonstrava que o mesmo estava completamente chateado por sua aproximação as humanas.

– Você ainda lembra quando nos conhecemos? Ainda lembra o que viu nas mentiras humanas e em seu coração? Não acha que esta confiando cegamente nos humanos novamente? – As perguntas de Ruki somente faziam crescer envolta de Kou quem começava a se sentir oprimido por elas, o menor logo percebeu que seu irmão também estava se sentido ameaçado pelas mesmas perguntas que ele fazia a ele, talvez fosse um pretexto para Ruki insistir.

– Ruki? – Desta vez foi Kou quem o admirou bem nos olhos e tentou que Ruki centrara sua atenção a ele com o fim de que algo de proveito pudesse ser tirado de aquela conversa. – Você também notou que…

– Não digas besteiras Kou! – A voz de Ruki alcanço um tom forte, tal e que fez Kou percebe que o havia de alguma forma acurralado com apenas uma frase mal acabada. Tanto Ruki como ele havia percebido o mesmo e parecia não haver volta atrás.

– São besteiras Ruki…? Acha mesmo? – O loiro coloco as costas contra a parede e ergueu sua mão direita justamente para tocar em aquele olho que já não era mais.

– Você algum dia foi algo, talvez não de seu agrado, mais eu vivi toda minha vida buscando por aquele céu azul… E então apareceu aquele homem, depois de todas as crueldades depois de tudo o que havíamos sofrido o que ele prometeu a nos? A vingança contra a humanidade…

– Você mudou então Kou? – O mais velho não conteve o suspiro nem a pergunta, começo a ver que nada podia ser como antes, nada, muito menos ele própio.

– Yui… — O único nome para fazer-lhos aos dois sentir algo que parecia meio esquecido. – Foi ela quem nos mudou ou fomos nos? E agora, o que estamos vivendo. Ruki, eu não tenho nenhuma ideia…

Nenhum dos dois havia sabido o que dizer. O silêncio impero no lugar, quebrado apenas pelas gotas de chuva que começavam a se intensificar…

···

Os passos de Celestia se intensificaram ao escutar a chuva cair com mais força, a menina sabia o que viria a continuação e isso a incomodava. Cada som intensificado a deixou desconcentrada, ao ponto de que aquela pessoa de gelo e egocêntrica parecia agora apenas um eco de um passado muito longinho.

Por mais quem o pai de Celestia tratara de tirar este medo que ela tinha, era seu calcanhar de Aquiles, não escapava deste medo pavoroso que os trovões faziam a ela, mesmo que quisesse, desde que era uma pequena menina era um modo de desconcentrar-lha de fazer-lha correr o mais rápido que podia, esquecia de quem era e como devia se comportar, perdia toda a compostura diante de aqueles sons que a apavoravam.

O medo jamais foi algo simples, todos tinham medo e Celestia sabia disso, temer a algo era compreensível mesmo que ela não quisesse compreender por se achar superior, tal e como todos os seres, era incapaz de escapar de uma das coisas mais antigas na mente dos seres pensantes: — O medo.

O peso de Celestia parecia se multiplicar, conforme a sola do sapato pisava com mais força quanto mais se apresava para ir direto ao seu esconderijo, não era nada raro para Celestia fugir de aquelas coisas que tanto a apavoravam e parecia que nunca perderia aquele medo.

Celestia viu a intensidade da luz de um relâmpago, ofusco parte da visão da menina que logo se perdeu… Ela fechou os olhos com força e praticamente quase se jogo no chão, se encolhendo contra a parede e tapou seus ouvidos com toda a força para não ouvir o estrondo seguinte do trovão que rasgo os céus. Ela encolheu mais seu corpo ao perceber que outra luz se disparava, suas mãos taparam com força seu ouvido e ela desejo pensar em qualquer coisa em aquele momento mais não conseguia.

Kanato estava ali, praticamente perseguindo-a por curiosidade, quando a viu correndo e apresando o passo, concluiu que algo acontecia a menina já que nem sequer ela se fixou que ele estava ali, em uma das esquinas por a qual ela havia passado com toda a presa. As pupilas púrpuras do vampiro se intensificaram ao contemplar o pavor que ela estava sentido de aquele barulho.

Ele concluiu que seu ponto fraco era aquele barulho – Mais por que? -. Kanato até considerou engraçado que a alguém como ela lhe fizesse medo uma coisa tão banal e a aquele estava acostumado já que chovia muito pelas regiões, o estado dela era deplorável em seus olhos e a vontade de rir foi substituída por um incomodo de ela nem sequer perceber-lho.

Celestia tinha problemas maiores, tentava de todas as formas possíveis tirar aqueles barulhos de sua audição, quase era impossível mais conseguiu o suficiente para se sentir ao menos um pouco melhor.

Kanato não desviou o olhar, a encarou e logo parecia apenas olhar-lha, dentro dele um monte de sentimentos dualistas fruto de sua bipolaridade se misturavam como um redemoinho sem coerência. Em outros momentos adoraria ver qualquer uma de suas presas de aquela forma, era encantador como alguém podia sentir tanto medo dele, como podia gritar, tentar se esconder e o prazer de beber o sangue vendo como suas lagrimas caíam…

O que havia de diferente? Nada estava sendo provocado por ele e não era a Celestia que ele gostava de ver, o vampiro começava a se agradar de seus pequenos ‘combates’ de como ela reagia e era capaz de tomar a situação, por mais que ele tentasse não conseguia domar-lha, ela ria dele de uma forma estranha, tão diferente de Yui Komori e a vez tão rara como a mesma.

Celestia abriu os olhos mostrando o pavor que sentia juntamente com a supressa por sentir como alguém tocava sua cabeça acariciando-a. Ela encontro com a face de Kanato e Teddy quem seguia entre seus braços como todas as vesses que ela o havia visto, a supressa dela foi ainda maior e se desconcentro no que fazia, percebeu que tinha lagrimas nos olhos e que não estava em ‘si’ justamente por que havia deixado que precisamente ele a vise de aquela maneira tão débil.

– SAI DE AQUI! – Celestia grito com toda sua força, mostrava descontenta em sua voz, e suas lagrimam pareciam se forma ainda mais, uma parte era a vergonha que sentia por que ele a havia visto assim, odiava precisamente que quem quer que seja a visse assim, era impensável para ela, a prodígio da família de Meuron se visse tão débil e ainda por cima chorando.

Ela tento espantar Kanato com todas as forças, seus olhos seguiam fechados e por isso custava a ela conseguir empurrar o mesmo que acabou se sentido furioso quando a mesma deu um tapa em sua mão que a acariciava.

– COMO SE ATREVE A ME TOCAR MALDITA HUMANA! – O mesmo acabou perdendo a paciência.

– FOI VOCÊ QUE COMEÇO MALDITO VAMPIRO! – O olhar escarlata de Celestia parecia em brasa, ela sentia raiva de Kanato e ele dela, era tão contrária as emoções que os dois tinha e ao mesmo tempo tão parecida que nenhum dos dois se calaria.

– Deveria agradecer ao menos a amabilidade que estou tendo com você… — Kanato franziu as sobrancelhas com raiva.

– Não deve se importar! Eu não preciso de sua amabilidade! – A briga parecia se intensificar, mais uma coisa era certa, nem que fosse momentâneo Celestia havia esquecido o som dos trovões que não era tão barulhentos como a voz dos dois juntos.

– Então me devolva ela! AGORA MESMO! – Kanato segurou os dois braços de Celestia fazendo Teddy cair contra o chão, ele mal se deu conta, estava frustrado de mais com a menina a sua frente.

Não demorou para que Kanato conseguisse estar acima de Celestia quem estava realmente débil por haver estado quase semana sem dormir direito, ela deveria esta acostumada a isso, porém o medo dos trovões e a forma que ela tentava se esconder, não escutar-lhos havia tomado suas maiores forças.

– Você vai me devolver minha amabilidade agora! – Ele ordenou, mais a menina não cedeu e tento forçar tudo o que podia para sair debaixo dele quem sim tinha uma força impressionante em aquele momento e a segurou o mais forte, até mesmo Celestia sentia aquela coisa que deveria ser chamada de dor, mais ela estava também acostumada a isso.

Os olhos do vampiro adquiriram a cor vermelha, Celestia nunca o havia visto de aquela maneira e não gostava nada do que estava acontecendo. Kanato chegou próximo a ela e para a supressa ainda maior, ajunto seus lábios com os dela, fazendo-a se petrificar pois bastava para ela palavras, emoções, sentimentos ou o que merda fora para explicar o que ele estava fazendo: — A confusão adentro na mente de Celestia.

Kanato sentiu os carnosos lábios da moça contra o seu, ela havia parado de revidar, deixando-o uma permissão até se sentia a vontade com isso, quase como um permissão que o vampiro acostumava a aceitar. Ele mordeu os lábios inferiores de Celestia e sentiu o gosto de sangue que não demorou em beber até mesmo com um pouco de ânsia, fazia tempo que não sentia aquele doce néctar tão venerado por eles, os vampiros.

– É igualzinha a Yui-san… — Ao escutar as palavras do vampiro, Celestia volto a si, incomoda ao fim tirou uma espécie de força que nem mesmo ela nem Kanato esperava e conseguiu tirar-lho de cima empurrando-o e se levantou o mais rápido que pode totalmente enraivada.

– SEU MALDITO VAMPIRO! – Ela limpo a boca enojada por o mesmo, Kanato que parecia supresso por um momento, já que achava que ela havia ‘desfrutado’, acabou se erguendo para revidar mais não conseguiu se mover e o mesmo Celestia.

– Por favor, parem os dois… — Tsubaki apareceu entre eles, com sorte de que a coisa não fosse pior do que estava.

Notas finais
Primeiro Kissu da historia! Apesar de o romance esta no 50% já que Kanato é como é e Celestia bem... Bem a gente perdoa os dois, mais achei interesante que a historia deles rolasse de uma maneira assim, já que em parte Celestia desconhece o amor... Já veremos a reação dela depois do primeiro beijo... E Kanato... Bem ele é como é e tenho que aprender mais sobre ele x) Outras coisa a comentar... Hades com Akemi... O que sera que ele esta planejando, acho que no final sera revelado, somente se eu morrer antes de poder contar (dramas de Lucy), já tenho tudo bem pensadinho assim que deixo na curiosidade por enquanto (Mesmo que a historia de Diabolo dos games sera o que ira acontecendo isso já nem ser sproile u-u Ou ao menos para mim que já li... assim que quem nao viu ainda já vou avisando que havera uma grande serie de Sproiles dos Games e da historia :o ) Não esperava que a historia chegasse a tanto... Ainda falta muito para terminar por que ainda resta muito romance, tragedia... Dramastismo e tal dos vampiros e tudo xD Tanto é que Ruki e Kou deram o ar dramatico da historia... Eles em duvida sobre o que estavam fazendo, seus propositos... Acho que nos proximos capitulos veremos os Mukami um pouco mudados... No sentido mal eu não acho, o que quero dizer, bem vocês já comprovarão... Mais o que acham?? a historia esta dividida em Suspense+Misterio / Dramatismo+Psicolocologico / Psicologico+Romance O proximo capitulo... Hm... Adianto que se naão estou lembrando mal aparecerão muitos dos personagens, ainda sem os segundarios mais se coloca interesante por que... Não posos dizer perde a graça TuT (Lucy acabara apanhando por deixar todos curiosos) Por outro lado... Thanks por todos comentarios, cada uma sabe que cuido de suas personagens com todo o carinho e que aprecio a cada um de vocês minha leitoras ate mesmo as que não comentam, em fim que sempre digo o mesmo, é bom saber que esta sendo bem recebida a historia por que trato de fazer meu melhor para melhorar cada dia minhas tecnicas de esccritura... Nota (Sem muito haver com a historia) Uma pergunta pessoa... Alguem gostaria de ler uma historia que estou fazendo... Queria opinão mais isso ninguem se sinta obrigada por que tem uns quantos capitulos porem estou tendo pequenos problemas e queria umas terceiras e quartas e quintas e quantas seja de opinaão mais sei que nem todo mundo faz isso por gosto... Ao final o tempo nos mata... Mais claro se alguem se atrever a leer quase 25 com 205 paginas (Escrevo muito, tanto como falo...) Me digam que posso passar por Email... É uma historia fantastica meio Harem para garotas xD