Les Fleurs du Mal
4 Capitulo 3
Notas iniciais
Capitulo 3
Escuro — Flor de Camelia e a flor de pesêgo

"...Na almofada do mal é Satã Trimegisto Quem docemente nosso espírito consola,
E o metal puro da vontade então se evola Por obra deste sábio que age sem ser visto.
É o Diabo que nos move e até nos manuseia! Em tudo o que repugna uma jóia encontramos; Dia após dia, para o Inferno caminhamos,
Sem medo algum, dentro da treva que nauseia..."
Les Fleurs du mal — Charles Bauderalire
Karl Heinz estava ali? Ou era apenas parte de sua essência O pensamento ressonava forte na mente de cada um dos vampiros das duas famílias. Todos recorreram juntos o local buscando pelo cheiro que ressaltava entre a multidão, o cheiro do rei dos vampiros.
Era impossível que eles se enganassem? Uma pequena confusão? Um plano
... — A cada minuto mas perto do que parecia a presencia dele, mais eles duvidavam. Passando sem problemas algum pela multidão, encontraram uma espécie de caminho feiro por um tapete de uma cor escura logo ao extremo que dava a uma área reservada do terraço, havia uma pequena tenda negra, totalmente coberta, nem mesmo os verdadeiros olhos de Kou poderiam afirma a verdade do que havia ali dentro, o único que podia perceber era a presencia dele.
Ayato havia sido o mas apresando, juntamente seguido por a maioria dos Sakamaki e dos Mukamique chegaram logo seguido, vendo Ayato abri o tecido da tenda permitindo a passagem de si, seguido por os outros. Repentinamente o cheiro de Karl Heinz se misturava com o cheiro de perfume de camélias, era quase nulo, mas estava aí.
Todos os vampiros levaram uma supressa, pois a tenta era muito mas do que o dobro de grande do que realmente era vendo-a desde fora, continuava o seguinte tapete negro, dando aos dois extremos mesas e cadeiras que brincava com o decorativo entre o negro e o branco. O local era puramente elegante, ate mesmo os convidados vestiam de acordo com as cores presentes dando a notar que estes convidados não eram a maioria vampiros mas que humanos.
As brandas Luzes de uma ponta a outra eram de um florescente branco prateado, dando um aspecto enriquecedor para a decorativa, os vampiros contemplaram aos recém chegados, a diferencia dos de fora, este mantinha um porte mas forma e enriquecido, tinha uma áurea quase tão superior aosSakamaki, porem eram de um escalão mas baixo que a tal família do rei dos vampiros. Encurvaram um pouco o corpo dando a bem vinda aos herdeiros dos Sakamaki. Os mukami sabiam bem que eles não tinham muito haver como estes, porém também era tratado de uma forma cordial por os demais vampiros.
Primeiramente impressionados pela quantidade de vampiros nobres que havia, estes perderam meio a consciência do que vinha fazer, porém voltaram a perceber no caminho, era como a estrada de tijolos amarelo do mago de oz, porém era uma estrada de tijolos negros até onde apontava a essência deKarl Heinz.
Passando por alto os demais vampiros, estes seguiram ate o que viram como a mesa principal, como a pintura da ultima ceia havia um grupo de vampiros que se destacavam diante dos demais, estes brindavam com taças de sangue fresca, também jogavam conversa a fora, a atenção dos Sakamaki eMukami logo se centraram ao meio, em onde estava uma cadeira bastante confortável e estilo trono de um rei da época barroca com uma costa realmente alta.
Algo dizia que eles deviam chegar ali por que era aquela ‘pessoa’ quem os esperava, e assim foi. Para a supressa de todos era uma vampiresa tão puramente como qualquer um deles ou ate mais.
– Vejo que receberam meu convite para entrar em esta tenda, apesar de que sei que quem vocês esperavam encontrar agora era Sakamaki Tougo, ou como melhor conhecido Karl Heinz… — A vampiresa comprimiu um sorriso de par em par, estes perceberam na incrível beleza que achava a atenção até mesmo deles que eram vampiros.
Esta estava sentada de forma elegante, como se fosse a verdadeira rainha de aquele lugar, tinha uma pele incomum para a rasa vampira, esta era de uma cor parecida ao por do sol, de um pardo delicado, bastante exótico aos olhos destes. Seus cabelos, penteados especialmente para que caíssem em ondas cafés ao lado esquerdo de seus ombros, eram longos e mostravam uma vivacidade imprópria da cor. Diante dos toques escuros do cabelo e da pele parda o que chamava ainda mas a atenção, era a cor violeta brilhante, desenhando por perfeitos e longos cílios que os deixava mas grande do que já era. Os olhos vampíricos que os admiravam penetrando de um a um, analisando-os como se pudesse captar a essência de cada um, algo que chegou a incomodar-lhos muito, mais do que já estavam incômodos…
…Esta também possuía médios lábios bastante carnosos, em formato glamoroso pintados com um bato escarlate mate, quase sangue. Dava-se para ver, apesar de esta sentada que esta possuía um belo busto e corpo, remarcado pelo vestido negro decotado de alças coberto por perlas brancas que combinava com os grandes brincos que caíam em pedraria desde suas orelhas ate chegar aos ombros, o bracelete posto delicadamente em seu braço sobre a mesa e o a coloração de seus olhos.
– Arisugawa Tsubaki… — Shuu disse e assim que terminou até abafou um riso sarcástico ao lembrar a velha amiga, para ele foi como uma brincadeira do destino traçado de um mal gosto impressionante.
– Sakamaki Shuu, quanto tempo querido amigo. – Os demais vampiros ficaram algo supressos com descobrirem que os dois se conheciam, porém como sempre, não demonstraram isso fisicamente, souberam manter suas posturas diante de aquilo. – Se quiser me apresento por mim mesma…
– Pode deixar, acredito que hoje sinto mais vontades de falar que nunca… — Ele admirou os irmãos e osMukamis e começo a presentação da vampiresa. – Esta é Arisugawa Tsubaki, atual líder do clãAsirugawa, não é um clã especialmente de vampiros e sim de bruxas, porém sua mãe acabou casada com o pai dela que sim era um vampiro… Este morreu a muito tempo e a mãe de Tsubaki manteve relações precisamente com aquele homem…
– Um relacionamento precisamente sem casamento, por isso vocês não chegara a me conhecer, masShuu sim, uma vez, em uma das festas que foi convidado por Karl Heinz por ser o maior de vocês… Para resumir, somos bons amigos apesar de que Shuu custa de manter o contato. – Ela sorriu graciosamente.
– Então, é você que esta com o cheiro de Karl Heinz? Você esta do lado dele…? – Ayato encarando-a como se pudesse devorara-la apenas com os olhos de um felino enfurecido. — Odeio a Karl Heinz tanto como você garotão… — Arisugawaencostou as costas na cadeira e coloco os dois braços sobre os braços da cadeira, mostrando um faceta neutral e um pouco aborrecida. – Sakamaki Ayato, ouvi muito falar de você… Filho de Cordelia. Aquele quem se crê tão grande…
Ayato não aguenta nenhum momento que ela estivesse mencionada coisas de sua vida, alguém tão impertinente que muito menos o conhecia. A ira se ocupo dele, muito mas por ter presente todo o mal que fizeram seus pais a ele, toda a confusa historia. Frustrado bateu com as duas mãos na mesa, fazendo os convidados para atenção, porém Arisugawa não se multou nenhum pouco.
– Deixe de falar de mim… — O olhar de Ayato se torno os de um ferroes assassino ao pronunciar aquela frase. Era uma ordem mais do que um pedido.
– Sem preocupações garotão, não o trouce aqui para discutir muito menos acaba com você… — Mal haviam percebido, mais Arisugawa mantinha um cincerro com um cigarro Black incendido, o qual logo segurou entre os dedos e deu uma calada, expelindo o ar que cheirava a camélias. – Naturalmente quem os convidou a esta festa foi o própio Karl Heinz. Ele desejava que vocês, tanto os Sakamakicomo os Mukami, conhecessem a alta sociedade do mundo vampírico e humano.
– Tudo isto forma parte do plano dele? Se diz que o odeia como pode seguir-lho? – Reiji afinou o olhar, tratando de deduzir qual eram as verdadeiras intenções de Arisugawa, ele não confiava em ninguém, muito menos nela.
– Querido… Suponho que deve ser Sakamaki Reiji. – Ela deu um sorrisinho sarcástico, como havia dado durante todo os minutos em vê-los, mas somente ai perceberam. – O move a todo mundo, humano ou vampiro, ou ate mesmo nos bruxa são os puros interesses, Karl Heinz me prometeu uma coisa e eu acedi, como diz o velho Maquiavel “ Os fins justificam os meios”.
– Se pode saber que uma bela vampiresa tanto deseja? – Laito a analisava com um olhar realmente minucioso, encontrava-a atrativa, tanto ou mais que sua própia mãe.
– A liberdade de meu irmão… — Laito se surpreendeu, porem mostrava um sorriso ainda mas concreto do que o anterior. – Não tenho problema em comenta-lo… E apesar de odiar mencionar isso, vocês deveriam conhecer-lho… Ao menos os Sakamaki, não sei se os Mukami tem algum interesse a isso.
Os Mukami apenas permaneciam calados diante a conversa que a maioria dos Sakamakis estavam tendo com a tal Arisugawa, em um princípio se interessavam já que também estavam incluídos nos planos de Karl Heinz, porém o celebro da equipe, Ruki raciocinava e prestava atenção nas informações, preferia isso antes de fazer perguntas concretas. Yuma estava começando a se entendia, colocando um de seus cotovelos sobre o ombro de Azusa, quem tratava de manter o pesado corpo do irmão e Kou podia ver as verdades ditas por a vampira quem ele também conhecia bastante bem.
– Touya… — A voz de Arisugawa foi suave e amável ao chamar pelo irmão, fazendo-a parecer até mesmo que era a mãe do tal.
– Onee-sama… — Os vampiros sentiram a pura essência de Karl Heinz nele, não dava para mentir, ele também era um Sakamaki, o único que realmente sabia de aquilo era Shuu quem nunca havia tido puramente vontades de comentar com nenhum outro irmão.
Sakamaki Touya apareceu perto a cadeira de Arisugawa, sua meia-irmã que logo segurou sua mão e o admirou com um sorriso puramente fraternal, este mostrava um aparecer serio e mal contraia sua face neutral, somente o brilho dos olhos, que eram do mesmo gélido e brilhante violeta da irmã se intensificara.
– Este é Touya, meu meio-irmão e também o meio-irmão de vocês… Touya, comprimente-os – Touyaparecia agir de uma forma neutral mas educada.
– É um prazer conhecer-lhos… — O alto rapaz fez uma reverência com a cabeça.
Ele era um pouco mas alto que Yuma, tinha um porte puramente masculino, com a mesma cor parda que Arisugawa, os mesmos olhos violetas brilhantes. Mudava nele as características varonis como os ombros amplos e definidos. Seus cabelos também eram diferentes, caiam como uma franja ao lado direito, como os de Arisugawa, mas eram da cor negra como a noite. Seus lábios tinham menos volumes que os femininos lábios de Arisugawa, e seu pescoço era muito mas grosso. Sakamaki Touyaera tão belo como qualquer um dos Sakamaki, um ponto a mas, era seu redefinido corpo alético e músculos algo mas definidos.
Todos foram algo menos educados que Touya e mal se importaram com dizer um ‘oi’ ao quem acabavam de conhecer como um mas dos Sakamaki. Touya também não pareceu se importa em relação a isso, permaneceu com a cara de peixe morto que parecia ser sua habitual faceta.
– Se ele é um de nos… O que quer dizer com a liberdade é que nos não somos livres? – Reiji estava ciente das respostas que Arisugawa iria dar a eles.
– Claro que não garotão, ninguém é realmente livre quando esta nas teias de Karl Heinz, nem mesmo aqueles que caem por acaso como a jovem komori… — Todos então sentiram uma pontada em seus corações. – Ninguém neste mundo esta livre da influencia de Karl Heinz, apenas os que se posicionam no tabuleiro de jogos dele e tenta conseguir algo… Eu apenas quero dar a suficiente liberdade a Touyapara que ele possa obter por seu própio futuro… E ele me assegurou isso…
– Esta se posicionando a que não há mesmo escapatórias das garras dele… Por mas que os ‘fins justifiquem os meios’… — Um pensar inteligente do celebro dos Mukamis. Ruki havia conseguido tirar estas últimas conclusões, em ver por onde estavas e dirigindo a conversar. — Sim, é assim Mukami Ruki, tristemente é a realidade, mas como disse, você pode jogar o mesmo jogo que ele, apenas não tratando de permaneceres submisso a todas suas ordens como vocês em especial fizeram dez de o dia em que nasceram…
– Bobagens… Isto é uma maldita e puta alegoria de algo que não me serviu para nada… — Ayato sorriu com ódio e rancor. – Esta me dizendo que realmente não podemos nos livra dele, esta me dizendo que seguíreis nesse jogo…
– Você esta aqui não esta? – Arisugawa contempla os esmeraldas olhos de Ayato quem brilhavam com fúria, com seus calmado e anatistas olhos.
– Tsk… — Ele suspirou ainda mas frustrado. – Eu irei me embora desta puta farsa…
Ayato havia cindo ate mas rápido que Subaru em cair na ira e na raiva, Subaru, sentia a mesma vontade, mas seus pensamentos estavam tão confuso com todo que havia sido revelado que não teve tempo para mostrar seu caráter ‘Tsundere’ forte. Os demais vampiros cientes da verdade também permaneciam sem saber se jogavam o jogo, se tratar de se livrar de tudo ou se seguir como estavam.
– Vamos garotões! Aproveitem a festa, ela é em especial feita para vocês… Ao menos tentem tirar estes pensamentos por hora… — Arisugawa disse em um tom animado, levantado da cadeira e segurando o braço do irmão. – Acredito que seja os melhores que podem fazer por hora… Ate podem conhecer pessoas especiais, é uma ocação em tanta.
Traz as palavras da vampiresa, os vampiros pensaram ao respeito, mais por hora não podiam fazer muito e como uma escusa para relaxar de deixar de pensar, até pensaram em tentar em ‘serem sociáveis’: — Não estavam em suas condutas e talvez a ordem de Karl Heinz fosse forte de mais para ser contradizia.
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