Les Fleurs du Mal
28 Capitulo 27
Notas iniciais

Capitulo 27
Meia-Noite – Inesplicavel
“…Olhos azuis somente sorriem para o mundo
Cheios de sonhos e com fascinação
Logo ela viu que suas mãos estavam
acorrentadas e pressionadas sem nenhuma liberdade
É sempre o mesmo, eles temem sem saída
Eu não posso me libertar, eu não posso mais suportar
Está me queimando por dentro
Perdi todas minha lágrimas, não posso chorar
Sem razão, sem significado
Somente ódio
Não importa quão arduamente eu tento
Você teme a besta por dentro
Está crescendo, está esperando
Só para lhe machucar
Este coração foi machucado pelas luzes
E eu vejo seu mundo que tenta negar
Agora tudo que eu amo
morreu ou foi despedazado…”
Within Temptation – Blue eyes
As coisas na nova moradia tanto das moças como dos vampiros, estava em um ponto em onde começava a se ver uma certa integração por parte de alguns dos vampiros e algumas das moças.
Um dos vampiros que parecia ate aproveitar um pouco da companhia das moças era Laito como esperado, apesar do caráter dele pervertido que fazia muitas terem muito cuidado com ele, acabaram percebendo que a que adorava para os pés dele era Nathaly e algumas vesses Tsubaki quem se integrava no grupo.
Azusa também parecia mais sociável em termos de tratar a maioria com quem se topava com total respeito e educação. Shuu era indiferente no contato com todas, muitas o viam uma que outra vez jogado nos sofás da casa e não se atreviam de disturbar o sono dele.
Casualmente algumas das vezes estava sendo hábito de encontrar a Ruki, quem muitas vezes se encontrava lendo algum que outro livro na biblioteca o algumas vezes o mesmo se apresentava na cozinha para provar em fazer algumas de suas recentes receitas descobertas. Subaru seguia suas rutas de seu modo solitário, quase não havia-se visto em todo a semana assim como outros de seus irmãos, Kanato e Ayato. Reiji tratava de comprazer as ordens da casa, sempre presente para as devidas comidas e pouco mais.
Yuma também era indiferente as humanas e seguia com sua própia vida sem parecer se importar muito com, ou ao menos aparentar a diferencia de outro de seus irmãos, Kou que parecia manter um certo relacionamento em especial com uma das humanas.
– Nossa! Como você estuda Chibineko-chan – Ninally quem mal esperava por que ele vinha perturba-la, tomou um susto de campeonato, fazia horas que ela estava centrada nas tarefas, fazendo o possível para terminar tudo a tempo antes da janta.
– V-você?! – Ela levantou meio bamba da cadeira, mostrando já uma aparência frustrada e nervosa diante dele. Ninally o temia por ser vampiro mais odiava a forma como ele se portava com ela, ele havia se acostumado a perturba-la como se fosse um jogo e ao certo era, Kou se divertia com o jeito Tsundere de Ninally, ela sempre era como um copo cheio de água que somente uma pequena palavra para trasbordar a água.
– Ops, a assuntei… — O sorriso que Kou apresentava na face era sádico, algo que Ninally odiava. Kouconversava na boa com todas as moças, compartia pequenos momentos normais como qualquer outro rapaz humano, o problema é que somente com Ninally ele tinha aquela forma desprezável, ao menos no contexto dela quando os dois estavam a sois, na frente dos demais ele tinha uma cara totalmente diferente, mostrava-se gentil, amável e bastante educado com as outras moças, coisa que Ninally não entendia que era somente com ela que era assim.
– Não ria de mim! – ela bufo frusta.
– Você acha que pode mandar em mim? Ao menos deve me oferecer algo em troca para que eu a deixe…
– Ninally congelo assim que ele apareceu tão perto dela e sussurro isso bem perto do pescoço dela com seus caninos tão perto de sua pele.
Kou sentiu o bombardear do sangue da jovem, o cheio traz a camada de pele alva dela não o deixava delirante por provar aquele leito tão venerado por os de sua espécie. Kou abriu a boca e a dirigiu com calma até o pescoço da menina, Ninally fecho os olhos e o empurro.
– Para! – As palavras e o frágil empurrão da jovem desconcentrou um pouco a Kou do que estava fazendo, ele volto a si percebendo que ela agarrava sua camisa totalmente trêmula tratando de empurrar-lho. Ela não tinha nenhum pouco de força e mal podia contrariar a força que ele possui.
O vampiro lembro de si mesmo em outros tempos, tal e quando ele havia percebido o inferno em que havia vivido. Kou levou a mão a um dos pulsos de Ninally, a mesma o admirou sem desviar sentindo medo por sentir-lho apertar com um pouco de força. Ele tentou ler o coração dela e o que viu foi os sentimentos incompreensíveis que ela o fazia sentir e os que ela sentia por ele.
– Acha mesmo que pode deter um vampiro com essa pouca força. – Ninally viu um certo desprezo nos olhos de Kou, não se podia ver muito através de aquelas paredes congeladas que Ninally tratou de captar.
Ela o admirou com medo, ele chegou a apertar bastante forte o pulso dela, tanto que a mesma não sentia. Ninally não deixou de sentir medo de como ele a olhava com um completo desdém e desprezo, ela engoli o seco e algo dentro dela percebeu que ele tinha algo de estranho que ao final fez mudar seu olhar de pavor a um olhar de pena e incompreensão.
Kou não demorou em notar a mudança de sentimento que apresentava Ninally em sua face, o desconcertou, a menina não chegava a confiar em homens, muito menos em vampiros, ela os temia por que eles existiam, Kou tinha mostrado a ela que podia morder e machucar-lha, ela nem sequer poderia fazer muito, mesmo assim Ninally dentro de si pensava que ele não chegaria a machucar-lha de verdade, um sexto sentido a fazia duvidar de tudo.
O acontecimento foi confuso, tanto para ele como para ela, Kou e Ninally se admiraram sem desviarate que o mesmo pareceu notar que isso não estava nada bem – Era uma das primeiras vesses que se arrependia de machucar alguém. –. Ele solto o pulso dela e voltou ao seu típico e falso sorriso sádico.
– Isso acontece com você por baixar a guarda na frente de um vampiro sádico, Chibineko-chan… — O sorriso dele se afinou e como se desfrutasse de aquilo admirou novamente os olhos dela, quem recuou um pouco para traz pensando em que ele havia mudado de ideia e sabe lá o que iria fazer com ela. — … Não ache que da próxima vez terá muitas chances como essa, acontece que tenho umas coisas que fazer… Tchauzinho.
Ninally somente parou de caminhar para traz, quando sua costa esteve bem pregada na parede, logo que sentiu sua costa contra a parede firme, deslizou seu corpo e sentou no chão totalmente sem entender o que há havia feito mudar de ideias e ficar em aquele lugar. Ela estava tremula e seu coração bombardeava o sangue de tal maneira que parecia que ele estava para sair de sua garganta. Seus ombros estavam tensos ao ponto de parecer que pedras caiam sobre ele tal e como suas mãos suavam como se fizesse um calor infernal.
O vampiro havia desaparecido muito antes disso. Kou sabia que ele havia se segurado muito para não acabar mordendo-a, ele estava ciente de que sentia fome e queria fingir que não entendia que havia parado e que se sentia confuso e desentendido por que a menina o fazia sentir emoções que parecia haver perdido quando ela havia morrido.
Ele lembrava que jamais havia sentido isso antes, mais quando conheceu a Komori, chegou um momento em que o mesmo acabou sentido emoções por ela e quando ele havia descoberto sobre isso a havia perdido e agora, o que significava que estas emoções estivesse multando de uma forma estranha e diferente?
– Nina…? – Ninally volto sua face para contemplar as duas pedras esmeraldas brilhantes de Sadie, quem a admirava com certa preocupação, fazia algumas horas que a mesma continuava sentada em aquele lugar até o qual o vampiro a havia recuado e não havia se movido.
– Ah! Sadie… — Ninally tomou um susto, batendo sua costa contra a parede e logo olhou de um lado a outro percebendo que seguia na sala de estudos de aquela casa.
– Você esta bem? – Sadie insistiu por saber como se encontrava a jovem Ninally.
– Ai… Sim, estou some… — Ninally moveu a face de um lado para outro sem entender o que estava acontecendo ate o ponto em que se sentiu meio tonta mais logo admirou a Sadie com um meio sorriso algo nervoso. – Lamento preocupar-lha, é que eu…
Ao mesmo tempo sem saber como completar a frase, Ninally se levantou, Sadie permaneceu ali preocupada com ela, mais Ninally foi incapaz de dizer o que estava acontecendo, ela ainda se perguntava sobre isso, não entendia a fixação que Kou tinha sobre ela e tinha medo da maneira de ele ser, havia algo distante e diferente nele que a deixava sem saber como explicar nada de nada.
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