Les Fleurs du Mal
29 Capitulo 28
Notas iniciais

Capitulo 28
Meia-noite – Lagrimas da sereia
“…"Por que não sou eu?"
Eu me perguntei, mas não é um tipo
De exemplo tão tolo
Você estava lá, como se eu nunca tivesse visto antes
Como se eu pudesse apenas, apenas
Sentir de muito distante
Como vou ser capaz de expressar essa emoção?
De tempos em tempos, a traisteza do teus olhos
Me mostraria o motivo, dessa forma...
Aquilo que pode ser dado á você
Eu não posso dar, ninguém pode dar...
Somente aquela pessoa que entende tão bem pode?
Quando você a perdeu da última vez?
Naquela vez, eu descobri a verdade
Eu enxerguei através das verdades
E por mais que fingisse que eram verdade, é tão...
Exageradamente, tão vazio... Este sentimento...”
Ayumi Hamazaki – Is This Love?
A cozinha era bastante ampla, a área ocupava uma boa parte da planta baixa dando a possibilidade de caber bastante pessoas cozinhando ao mesmo tempo. Havia um balcão que separava a cozinha em duas partes, de um lado havia duas pias e um jogo de armários, entre o jogo de armários de madeira de linóleo em contrastes de cores brancas e negras, havia uma superfície sem armários, de onde sobressai a geladeira de duas portas amplia.
O balcão que separava a cozinha em dos, era perfeito para a elaboração dos pratos culinários, havia um móvel que ocupava a cima deste balcão em onde se encontrava uma serie de objetos de cozinha, na extremidade da superfície, a qual estava colada na parede, havia um jogo de facas e alguns outros elementos, pela ampliada do balcão cabiam perfeitamente dois fogão com um total de oito bocas, e dois fornos, todos feitos em alumino e bastante modernos.
Do outro lado havia prateleiras de vidro com vários jogos de pratos, todos de design e bastante elegantes, também havia as devidas prateleiras com jogos de taças, copos, xicaras e talheres. A cozinha toda tinha as cores da casa, branca e negra, tudo de uma forma elegante e bem arrumada, apesar de que precisamente em aquele momento a cozinha estava em um estado um pouco de caos com as pessoas que ali estavam.
Aquele fim de semana todas decidiram fazer uma pequena festinha de cupcakes em especial para agradecer a Tsubaki pelo mês que elas havia vivido em aquela casa e por toda a amabilidade da mesma, aparte disso também pensaram que seria bom para agradar seus novos ‘amigos’, ate mesmo as que menos se intrometia no grupo como Akemi e Celestia havia comparecido ao convite das demais moças para que isso fosse feito.
– Nossa Anne! Que lindos que ficaram seus Cupcakes! Que lindos! – Nathaly admirava os cupcakes de Anne, os quais eram de morango com chantili que por sinal Nathaly os adorava.
– O mais incrível foi a flor que fez com os morangos cristalizados, estou apaixonada. – Nathaly deixou a Anne algo vermelha, mais ela soube se portar formal diante da timidez e o nervosismo.
– Anne você se dedica as artes também? – Perguntou Kimiko admirando o lindo cupcake de Anne.
– Meus avós tem uma partísseis e muita vesses quando estava em casa os ajudava e aprendi muitas coisas de meu avô, ele sim que é o artista dos doces, eu somente sou uma principiante. – Ela disse com amabilidade e sorriu com carinho ao lembrar de seus avôs.
– Tks… Vamos por que não se acha um pouco mais, sempre tão perfeitinha… — As palavras de Celestia chegaram aos ouvidos de Anne e as outras moças.
– Por que você não deixa de ser impertinente menina? – Nathaly a encarou com um certo desdem. –Anne não é para nada como você…
– Não, nem um pouco… — Celestia riu com sarcasmo e deu de ombros.
– Somente esta desfazendo dela por que o dela saiu mais bonito. – Akemi, quem por supressa das outras também era bastante sarcástica apesar de falar pouco.
– Isso acredita você e não eu, com toda certeza o meu é bastante mais bonito que o de todas. –Celestia não demonstrou nenhuma humildade e sim o total egocentrismo que era presente em cada uma de suas frases.
– Pois sim, esta incrível senhorita Celestia… — A mesma Anne admirou o cupcake de uva e lilas que havia elaborado Celestia. – As uvas de glace, a pasta de manteiga lilas e o chocolate combinam muito bem, acredito que esta bastante gostoso.
– Que…? – Celestia se surpreendeu um pouco com a observação de Anne e também suas amáveis palavras, ela estava acostumado aos elogios, mais não de aqueles que ela considerava rivais.
– E o da senhorita Akemi também, chocolate negro coberto com cerejas, deve esta super gostoso. Que vontade de provar a todo. – Todas admiraram a face animada e bastante feliz de Anne, a qual havia dado a ideia dos cupcakes e havia sido uma das instrutoras principia.
– Anne… — A voz suaves de Alice fez Anne centrar sua atenção nela, a mesma estava ajudando na criação dos Cupcakes e havia criado um especial de crema de chantili e baunilha.
– Sim? – Anne perguntou com amabilidade para Alice, a qual sentia que a voz de Anne não tinha uma tonalidade realmente feliz. Alice percebia bem que havia algo de estranho com a moça.
– Desculpe mais você esta realmente bem? – Alice queria tirar as duvidas, a mesma nem entendia como mais agora se sentia a gosto com todas e as mesmas quem sempre se preocupavam com ela e ao mesmo tempo a tratavam como uma a mais sem tratar-lha como invalida, a havia feito se sentir ate um pouco mais ‘aberta’ em relação aos sentimentos de amizade.
– Eu…? – Anne não podia mentir para si mesma, estava se encontrando algo mal, os acontecimentos em todo o mês não havia sido nada bom para ela.
Desde que conheceu a Ayato e consequentemente o reencontro, descobriu que ele era um vampiro e ainda por cima vivia baixo o mesmo teto, Anne não estava muito segura do que acontecia com ele.
Ela não negava para si, havia algo nele que a atrai, a personalidade dele meio distante a desconcentrava e justamente por haver notado desde um inicio tal e como ele se encontrava e descobriu por Tsubaki que ele havia perdido alguém importante a pouco. Anne estava tão confusa, mais sentia a vontade de saber o que rodeava essa misteriosa perdida, tal e por que ela havia perdido seus pais e entendia bem o que ele estava sentido, queria fazer algo por ele.
Durante o mês, Anne coincidiu com ele, tanto por que viviam na mesma casa como frequentavam a mesma classe. Ayato se demonstrava indiferente frente a ela, algumas vezes ate se demonstrava com seu egocentrismo se auto denominando ‘Ore-sama’ e obrigando de vez enquanto a Anne a sair da frente dele.
Ayato não gostava nada de ver-lha, cada vez que a contemplava frente a ele sentia uma pitada de raiva e auto mandava ela para longe, Anne o irritava, ele odiava cada pequena parte dela, de seu rosto, sua voz delicada, seus cabelos loiros e lisos, sua pele branca…
E o cheio que ela tinha tão característico dela: — Ayato não sabia definir o que, mais ele não gostava nenhum pouco da forma amável como ela se portava com todos. Era impensável como ela era tão gentil, amável e alegre, tão diferente dele que se enfartava, tal e como uma vez Komori o havia infartado.
A alguns dias antes, Ayato e Anne havia coincidido em um dos corredores do colégio, Ayato decidiu ignorar-lha como sempre fazia, com seu certo desprezo pelos seres humanos e sua forma superior a qualquer outro ser, desta vez decidiu não admirar-lha, mais seu perfumem era tão característico que ele não pode evitar de perceber sua presencia que tanto o incomodava.
– Ayato-san… — Para o cumulo de tudo, Anne havia quebrado o ato silencioso e indiferente entre os dois. A mesma havia percebido que ele parecia te ruma certa raiva dela, já ela se sentia mal por isso,Anne queria saber o que havia feito ele se portar assim com ela, por que ele a tratava tão mal e por que parecia odiar-lha tanto.
Ayato encarou os olhos tristonhos da moça que o admiravam sem desviar, como se ele fosse qualquer outro, como ela ousava olhar-lho como se fosse ‘qualquer outro’…
– Eu… — Começavam a duvidar, a parecer nervosa, triste, preocupada, a pulsação do seu coração, o sangue dela… Começo a se incomodar mais uma vez.
– Tks… Fala logo o que você quer peixe… Acha que ‘ore-sama’ tem todo o tempo do mundo para te escutar? – Nem Ayato, nem Anne sabia o por que de aquele apelido, mais ele decidiu que a chamaria assim, tal e como um peixe irritante que nadava em círculos ela parecia, um de seus animais menos preferidos.
– Que… Pe-i-xe? – Anne se assuntou um pouco com o apelido estranho que ele havia dado a ela, mais ela nunca havia tido nada contra os peixes.
– É tão lenta como um peixe maldito… — Anne começo a perceber que ele a chamava assim por que parecia não gostar do animal e também que ela o irritava.
– Como pode ser tão mal educado! Os peixes são animais bastante bonitos! E alem do mais são bastante rápidos. – Anne sentiu que começava a se irritar com ele, ela toda considerada querendo saber por que ele se sentia tão irritado com ela, e ele era tão
Ayato segurou as bochechas de Anne com uma mão e apertou criando um bico de peixe na mesma,Anne se assuntou, ate sentiu suas bochechas doerem pela força dele mais para sua supressa ele guiou sua face para perto da dela, deixando-a nervosa e constrangida. Os pômulos de Anne coraram.
– Esta vendo como parece um peixe, chato e perturbador… — Ayato sorriu de mal maneira, com um jeito sarcástico e egocêntrico como sempre. – Será que você esta me seguinte por que sente vontades de que eu tome de seu sangue? Esta apaixonada pela minha grande pessoa, não me estranharia, todas as humanas são assim…
Anne pisco os olhos algo nervosa, Ayato apertava um pouco mais sua bochecha e guiava suas presas caninas para o pescoço da mesma quem não pode evitar o arrepio envolvente de todas as emoções do momento.
– Vou fazer você se arrepender de ter tirado meu tempo precioso somente por que acha que pode ser mais especial que Ore-sama. – A mesma cena havia se repetido, tal e como na festa, Anne sentia vontades de dize algo a ele, mais o único que pode fazer foi milagrosamente se soltar das mãos desse milagrosamente.
Os peitos de Anne baixavam e se erguiam, com certa dificuldade a mesma ganhava ar, colocando uma das mãos sobre uma de suas bochechas, sentindo-a dolorosa, não sabia de onde havia saído a força que havia tido mais não ia deixar-se pisar por aquele sujeito.
– Acabo de compreender que fui idiota em achar que podia haver algo bom em sua pessoa! – Ayatoainda estava meio assuntado por ter retrocedido com o golpe da mesma, mal a conseguia admirar bem. – Somente queria saber por que se sentia tão incomodo comigo… Mais não me importo mais! –Anne o encarou novamente, Ayato ia contrariar-lha dizendo que ele era ‘ore-sama…’, porém ao ver o rosto sumido em lagrimas de Anne e tal e como ela se encontrava principalmente pelo dramatismo da noite e das brandas luzes, o deixou sem saber o que dizer.
Anne engoliu o seco e limpo suas lagrimas, as quais ela não entendia por que surgiam da nada, pensou que possivelmente era pela dor na bochecha, talvez por que pensava que ali havia uma marca e principalmente mais tarde teria seção de fotos para a produtora que trabalhava, como ela era umaidolo, que sua face sofresse algum acidente a preocupava muito: — Mais em aquela noite não era nada de aquilo. A forma que Ayato a tratava, feria seus sentimentos.
O vampiro ficou sem reação, vendo como a jovem saia correndo de onde estava. Em um primeiro momento Ayato lembro que havia sido cruel e pouco amável com Yui Komori, ele a havia perdido e agora se arrependia de muitas coisas por que ela havia dado a ele algo que ele havia desejado… Ela se foi por sua própia escolha o havia abandonado, as duas mulheres com as quais ele havia tido mais contato, tanto sua ‘mãe’ como Komori Yui mostravam uma parte de egoísmo, uma de uma forma e outra de outra…
Em compensação a moça que havia sido capaz de encarar-lho frente a frente, que em outro momento havia sido amável com ele…
Ayato não sabia por si mesmo, mais Tsubaki quem o admirava desde longe, havia ajudado a Anne a escapar, ela o observava fixamente e sabia o que significava aquele olhar de campação que Ayato mal podia dar por sir, ele ignorava tal e como Tsubaki o via, mais Ayato começava a demonstrar empatia com os humanos, mesmo pouca, mais assim era, tal e como os outros humanos.
– Achei que Karl Heinz queria acabar com a humanidade… — Tsubaki admirou a Touya que estava ao seu lado, o qual não entedia o conceito do que estava acontecendo, somente seguia sua irmã.
– Entendo seu ponto de vista Tou-chan. – Ela deu duas palmadinhas suave sobre um dos ombros do irmão e sorriu para ele. – Assim como seus meios irmãos e seus irmãos adotivo, Karl Heinz provou a mudança na vida dele… Como sempre dizem os humanos “ Existem mais ministérios entre o céu e a terra do que todos imaginam”, é a única verdade que acaba sendo consequente das pequenas coisas da vida, ao final, humanos ou vampiros, jamais escapamos do destino maior.
– Sim irmã… — Touya piscou seu par de olhos violeta brilhante e volto seu olhar para a meia lua no céu.
– Por que não vai ver como esta Anne, parece preocupado… — Tsubaki sorriu para o irmão o qual desapareceu logo que ele viu os olhos da irmã.
– É realmente interessante esse ato de Karl Heinz… — Tsubaki admirou o homem que acabava de aparecer ao seu lado.
O mesmo tinha cabelos negros, uma pele branca alva e sem vida, seus olhos estavam finos e bem sorridentes tal e como sua boca que sorria, tal e como as típicas raposas japonesas, para impossibilitar mais a visão de seus olhos, ele usava óculos redondos, finos e de bastante elegância, fazendo-o parecer com um nobre homem dândi inglês já que suas vestimentas era arrumados tal e como um, vestia um colete formal, gravata e camisa branca forma, conjuntado com os sapatos e a calça.
– Hades…? – Tsubaki arregalou os olhos ao ver-lho, bastante intrigada em saber o que ele estava fazendo ‘ali’.
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