Les Fleurs du Mal
24 Capitulo 23
Notas iniciais

Capitulo 23
Meia-noite – A presa e o cazador
“…De que lado eu estou, que lado eu sou?
E a febre começou a se alastrar
Do meu coração até as pernas
Mas o quarto está tão silencioso
Embora eu não estivesse perdendo a cabeça
Era um chamado tão sublime
Mas o quarto está tão silencioso
Eu procurava por um sopro de vida
Um pequeno toque de luz celestial
Mas todos os coros em minha cabeça cantaram "não"
Para ter um sonho de vida de novo
Uma pequena visão do final…”
Florence and the Machine – Breath Of Life
Havia-se passado uns dois dias desde aquele reencontro em particular para alguns, não para Celestia, mais ela tinha claro pelos comentários que havia ouvido e pelo que havia percebido, que alguns já haviam se encontrado de alguma forma, mais não estava preocupada.
Três dias e nada de bom havia acontecido, as aulas em Kuroutsuki eram bastante fáceis para ela que era um prodígio. Se sentia claramente tediada, sentia falta do treinamento que seu pai colocava para ela, era mais duro do que aquele lugar, sem dúvidas alguma os vampiros não estava com nada até fez se perguntar a Celestia o que havia acontecido tempos atrás com eles, a perdida que Tsubakihavia mencionado parecia haver resultado no lado emocional deles.
Quando quase estava chegando quinta-feira, Tsubaki fez a mesma pergunta a todas, a que havia feito no inicio: — Vocês irão fica? Este domingo espero que me deem a resposta final do que decidiram.
Celestia percebeu que a maioria estava meio pensativa, ate mesmo Kimiko e Ninally, as duas que sentiam tanto medo de vampiros no inicio, para os olhos de Celestia, elas haviam mudado de alguma forma. Por outro lado Celestia não se sentia muito agradável com o tal ‘trabalho’, não era o que ela esperava, muito menos havia visto aos vampiros, eles pareciam estarem por ‘ai’ mais era como se não existissem em muitas das vesses. Somente se apresentavam para o jantar e algumas outras comidas.
Ate algumas vesses havia coincidido com o tal Shuu Sakamaki, mais o mesmo não parecia nem mesmo um vampiro e sim um baita de um preguiço sem sentido para viver, o mesmo nem movia o dedo e mesmo quando ela passou por ele, seguia em um profundo sono parecendo apenas um cadáver que ocupava o sofá ou o lugar em que estava descansando.
Celestia começava a pensar que não tinha motivos aparente por que esta ali e as vontades dela estava quase claras de abandonar, mesmo que fosse um trabalho para um amigo do pai dela…
– Que baita de um tedio, como pode ser possível que dez vampiros ‘sanguinários’ seja pior que as fadas daquela novela que deu ainda mais fama a eles depois da incrível obra de Dracula, é realmente um riza. – Celestia comentava consigo mesma enquanto metia uma serie de bombons de chocolate na boca.
A mesma se encontrava no último piso, o terrado do edifício, vendo como a noite transcorria com tamanha calma e paciência, o silêncio era mórbido e pela falta da lua somente havia as estrelas para iluminar o tal lugar. O relógio anotava as duas e meia da manha e como a mesma havia seacostumado a vida noturna sentia isso como se fosse as duas da tarde de um sábado no relógio normal de um humano.
Celestia não havia se entregado de completo as outras moças, não se sentia muito a gosto com elas nem com ninguém em aquele lugar, cada vez que se intrometia em alguma conversa, perdia a paciência por a falta de educação de como a tratava, apesar de tudo ser resultando de seus atos rebeldes e bastante pouco amáveis.
Ao relembrar o mal que se encontrava por não ter nada de bom em estar em aquele lugar, a morena segurou uma quantia de bombons de chocolate para meter a maioria em sua boca com a raiva que sentia alguns dos quais cairão ao chão, a mesma nem se importo e comeu os que estavam na boca com uma mal postura desejando que alguma coisa a distraísse mais do que os doces.
– Que desperdício… — Celestia abriu os olhos que se havia fechado trás querer escapar de aquele boêmio lugar e para sua supressa era um dos vampiros quem ela encontrava.
Passou os momentos vendo o pequeno corpo deste agachado enquanto este segurava um dos bombons e o despedaçava com os dedos, assim que este levantou pode contemplar seus cabelos roxos claros sem vida, seus olhos com grandes bolsas de sono o fazia parecer recatado e ate calmo, entre os braços dele havia um urso de pelúcia quem Celestia considerou uma fofura e desejou tocar-lho.
Kanato admirou a Celestia, captando o olhar dela em Teddy, o que o incomodo mais do que o incomodou não ter sua sala de pelúcias em onde acostumava comer para mais de cinco bolos de todos os tipos. Kanato estava tão entediado como Celestia, porem o pior de tudo era a fome que sentia, a cede de sangue estava deixando a garganta dele seca, mal havia se alimentando bem desde fazia quase três semanas, desde a morte de Yui havia um vazio maior nele, ate maior do que foi a morte de sua mãe, mesmo as cinzas de Cordelia que havia estado com ele, Kanato conseguia sentir a falta de alguma espécie de carinho distorcido que a mesma devia ter por ele.
Consequentemente Kanato também sentia a falta de Yui, seu brinquedo, sua presa fácil e também, a humana que parecia haver conseguido mexer com seus sentimentos em relação a todas sua distorcida historia.
Celestia o admirava sem dizer, nada, o mesmo a admirava sem desviar com uma cara como se estivesse assustado, a jovem desejava entender o que se passava na mente de aquele vampiro, mais não o conhecia, mal havia coincidido com ele para poder supor o que tinha nele, somente via algo de esquisito no jeito esquizofrênico que parecia ter ele.
– Você deve me servi… — Foi o primeiro que ela conseguiu escutar depois dos minutos de silencio, aquelas palavras a ofenderam fazendo-a contrair a face em um desgosto total.
– Servi? Eu…? – Ela acabou se colocando em pé, já que havia estado sentada na beira da varanda, colocou em seguida uma mão sobre os quadris e sua face denotava curiosidade e ao mesmo tempo raiva ao pensar no que o vampiro havia dito a ela “Servi”. – Não me faça rir vampirinho acha mesmo que eu vou servi você seja o que for que você queira que eu sirva? Tsk…
– É claro que me servira, tem que servir como meu alimento, vocês esta aqui por isso não é? – Kanatotambém mostrou uma leve raiva com as atitudes de Celestia, ele não gostava nada da tonalidade de como ela falava com ele e como o encarava como se fosse mais do que ele.
– Alimento? – Celestia deu uma risinha falsa que dava o desdém de aquela palavra para ela. – Acha mesmo que vai me morde pequeno vampiro?
– É desagradável! Como pode falar assim, você é apenas um simples alimento, os alimentos não falam assim! – Kanato começava a se enfarta com as atitudes de Celestia a qual acabou por rir com prazer ao descobrir este lado impaciente do vampiro.
– Oh! Assim como pequeno vampiro? – Ela deu um riso sádico e torto, afinando um pouco os olhos ao contemplar como Kanato acabava se enfartando das atitudes dela.
A mão de Kanato segurou forte o braço dela, Celestia estava querendo provar-lho ate onde ele iria em relação a sua cede, ele a agarrou forte cravando as unhas em sua pele mais a mesma não sentiu dor, ela era praticamente imune a dor por conta dos treinamentos de sua família. Celestia capto todo o momento em que Kanato chegava perto de seu pescoço, deixando cair o urso de pelúcia de sua mão livre, Celestia viu os dentes afiados de Kanato vindo até ela, suas pupilas se dilataram pela curiosidade então…
O sabor dos bombons de chocolate logo invadiram o paladar de Kanato, o mesmo ficou supresso em relação ao gosto, pois pensava que este seria do líquido vermelho que tanto desejava. Quando percebeu sua boca se movia para comer-lho, incocientemente. Ele viu como em um estalo de dedos,Celestia havia virado o jogo, dando a ele uma quantia de bombons de chocolates antes que o mesmo pudesse morder-lha.
– Nossa que fofinho o seu ursinho… — Celestia disse ao segurar Teddy em braços o que fez Kanatocuspi os bombons para fora e limpar o sujo que restava com a mão, mostrando uma incrível reação de raiva.
– NÃO SE ATREVA A TOCAR-LHO! – No mesmo momento elevou as garras para dar um tapa na mão de Celestia, os reflexos dela foram mais rápidos e se desvio do tal ato por parte de Kanato.
– Mais se nem fiz nada com ele… — Ela sorriu de uma maneira que irrito a Kanato completamente, porém para a supressa dele. – Pegue… — Celestia entregou para ele Teddy com um sorriso distinto que até fez seus olhos admirar-lha de uma forma distinta.
Kanato ficou completamente sem palavras admirando a Teddy em seus braços novamente, a irritação acabou se tornando algo passageiro e no momento as duvidas invadiram sua mente, vendo comoCelestia sorria com satisfação.
– Prove outra vez de tratar de se alimentar de mim, sera divertido ganhar de você quantas vesses for… Hm… Qual era seu nome mesmo? – Kanato estava sem palavras diante aquela humana quem ele considero estranha e irritante. – Laito… Ayato… Kanato?
Os olhos dele se afinaram ao escutar o nome de seus outros dois irmãos, não gostava de ser confundido com eles, soava como se ele fosse menos importante, tal e como Cordelia o havia tratado em toda a vida… Mais ela havia lembrado do nome dele, deixando-o enigmaticamente supresso.
A jovem Celestia quem a minutos atrás se sentia entediada, havia conseguindo tirar um pouco de seu tedio e havia podido curiosas um verdadeiro e esquizofrênico vampiro bipolar: — A mesma acabousentir um pouco de entusiasmo com o ocorrido, seria os outros vampiros tão interessantes como pareceu Kanato de interessante para ela?
Já Kanato não se sentia nada agosto com a presencia de Celestia, o egocentrismo dela e a falta de trato com ele, era o que menos ele havia gostado, algo na mente dele infligia a que não gostaria nem um pouco da situação que eles havia estado, mesmo minutos rápidos, resulto para ele incomodo, somente o fato dela ter deixando-o com mais cede ainda o irritava bastante.
Ao fim quando chegou domingo, a resposta de Celestia foi positiva, desejava aprender um pouco mais dos vampiros em especial se fossem tão fácil de brinca e irritar como Kanato. Tsubaki não havia se surpreendido muito com a resposta de Celestia a mesma sabia que Celestia encontraria um bom passatempo com Kanato, apenas duvidava se os dois não acabariam dando bastante conflito para a casa, mesmo que Tsubaki considerou interessante a ‘amizade’ que eles poderiam ter ao decorrer do tempo.
Nos seguintes dias, os encontros de Celestia e Kanato passaram a ser mais habituais, tanto para ele como para ela. Kanato não suportava ser a espécie de presa de Celestia e Celestia amava cada vez mais ver-lho se irritar com seus joguinhos de gato e rato.
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