Les Fleurs du Mal
25 Capitulo 24
Notas iniciais

Capitulo 24
Meia-noite – Um ato diferente
“…Enxergando através destes olhos cegos,
Como um pássaro engaiolado,
A luz deste sol da tarde é a mesma luz que te ilumina lá de fora
Esta previsão não se alterou, eu ainda a sinto
Mas aqueles dias começam a ficar embaçados aos pouquinhos...
Eu sinto que esta estação do ano que se passa verá minha promessa se quebrar
E mesmo que eu alcance minhas mãos meu coração pemanecerá distante
Por que você fica a olhar para o céu
com esses seus olhos embaçados?...”
L’arc~en~ciel – Blurry Eyes
Subaru ainda não entendia as circunstâncias em a qual se encontrava, para ele resulto algo bastante estranho reencontrar-lha, a jovem que se assemelhava a noite. No momento em que a viu pela primeira vez, se sentiu bastante desgostado com as emoções que ela provocava nele toda vez que seus olhos estavam centrados nela.
O maior problema é que reencontrar-lha, fazia ele querer não desviar o olhar o que o incomodava ainda mais, fazendo-o se frusta lembrar que em um principal momento Komori também o havia feito se senti de aquela forma. Acabou se incomodando tanto, se incomodava mais cada vez que lembrava que estava em aquele lugar e ainda mais quando percebeu consigo mesmo que não desejava ir embora.
Yurie quem havia se surpreendido ao reencontrar-lho, mesmo que mal o conhecia, não pode evitar de sentir um pouco de embaraçosos sentimentos ao rever-lho. Ele a atraia e ela não mentia para si mesma porem, ele era um vampiro, não que isso a incomodasse, ela já havia lido muitos livros sobre vampiros e a verdade que ela gostava desses seres da noite. O problema era muitas e muitas outras coisas que voltava sua mente, principalmente o albino, para saber se estes sentimentos eram profundos a mesma sabia que deveria conhecer-lho, mais o mesmo não se deixava ver muito por nenhum lugar.
Por outro lado, Yurie acabou se entrosando com as moças, apesar de mal gostar estar entre a multidão, ela não sabia definir o que, mais ate conseguia se sentir a gosto com as demais moças, sem contar Akemi ou Celestia as que viviam mais aos margens de a convivência apenas de dois dias e meio.
– Você acham que esses vampiros são realmente medonhos tal e como disse a senhorita Tsubaki? –Anne perguntou as demais moças reunidas em uma das salas de sofás que havia no quarto piso.
– Por o que da para aparentar ate agora, até são um pouco sem sal e bastante antissociais não acham? – Nathaly parecia algo descontenta com os vampiros. – Mesmo que são bastante bonitos… Vocês não se sentem atraídas por algum deles?
A pergunta de Nathaly fez cada uma reflexionar por sua parte. Querendo ou não cada uma lembrava já em aquele momento que havia tido encontro em especial com um deles.
– Não creio…! Claro que não! – Ninally parecia emburrada e falava quase sozinha ao relembrar a Kou, com que ela havia tido um novo encontro e havia chegado a se lembrar do mesmo.
– Não me diga Nina-chan! Ao parecer esta interessada em um… — Brinco Nathaly, logo fazendo a jovem ficar com as bochechas coradas e negar com toda a raiva pela timidez que tinha, seu caráterTsundere não queria admitir que em parte a beleza de Kou a havia encantado e odiá pensar nele.
Yurie presto um pouco de atenção na conversa das moças, ela estava um pouco afastada do lugar mais podia ouvir-lhas perfeitamente, tanto que não deixou de pensar no jovem albino com quem um tempo atraz havia se encontrado ao vim a aquela sala em onde acostumava quase todas as moças a se reunir depois de acabar suas tarefas e afazeres.
– Não acham que sobre o assunto que comento Tsubaki conosco no dia em que eles apareceram por primeira vez tem a ver com que eles estejam assim mais na deles? – Disse Anne, Nathaly e mais algumas das moças como a mesma Yurie ate passou a concordar com aquilo.
– Então Anne, quem é ele? – Nathaly admirou nos profundos olhos safiras de Anne que repentinamente percebeu como seus pômulos havia tomado um róseo pêssego, e se conteve um pouco ao falar.
– Não sei, apenas estava pensando que ao final devemos ajudar-lhos e gostaria de entender-lhos melhor não é que… — Anne se encontrava algo em duvidas sobre Ayato, havia concedido com eles algumas vesses, até admirava sua beleza, mais não podia dizer assim que estava gostando dele, somente queria entender-lho a ele e os demais vampiros.
– Tudo bem, você pensa que ainda esta sendo para afirmar qualquer coisa, respeito isso. – Nathalydeu um sorriso gentil para Anne, a qual correspondeu de forma acanhada.
Uns dias mais se passaram, cada uma das moças seguiam pensando nos assuntos e com o tempo, cada uma reencontrava com aquele em especial, alguns havia conseguido conversar com eles, e outras como Yurie não tinha tanta a sorte, mesmo que Yurie não era de aquelas profundamente romântica tendo um caráter mais reservado, sentia um pouco de duvidas sobre Subaru, com que havia volto a se topar em algumas vesses, o mesmo a admirava sem pronuncia nenhuma palavra, logo se retirava do local em onde ela se encontrava.
Cada vez mais era habitual o encontro dos dois, mesmo que Subaru fosse o primeiro a tentar evitar, tanto como Yurie, sentia a vontade de querer encontrar-lha e puder entender esta vontade estranha. O mesmo começava a se frustrar por parecer tão ‘idiota’ para seus própios pensamentos.
– Tsk… — O mesmo estava sentado sobre a superfície plana entre a janela e o arco de seu novo quarto, este não havia mudado muito, apenas com o caixão, sua cama de sempre e o mesmo ar desolado e simples que havia ali.
Subaru não se sentia muito a gosto em pensar nela pois tinha as imagens claras de Komori Yui, os sentimentos começavam a ser contraditórios com ela, a jovem como a noite. Era rápido de mais para simplesmente ter interesses em alguém que não fosse ela.
Um dos punhos de Subaru se choco contra o vidro da janela que se rachou e finalmente se estraçalho em vários cacos de vidros que o mesmo nem sequer se importo de ajuda, mais se surpreendeu quando o mesmo se ajeito como por passe de magica bem frente a sua face.
– Ao parecer se sente incomodo Subaru-kun… Vejo que deseja ir embora, mais algo o impede não… -Subaru admirou os olhos violetas de Tsubaki Arisugawa, sentindo um pouco mais de desconforto e raiva do que já sentia, tal e por que aquela mulher havia se atrevido a falar o que ele sentia em alto.
– Se pode saber o que faz aqui mulher? – Ele se levantou, a mesma nem pareceu se imutar diante da presencia dele que era um pouco mais alto do que a mesma que levava saltos realmente altos.
– Sou a mentora de vocês e apenas venho ver como se encontram, ao final vocês vampiros são um baita de um saco… Sempre com as mesmas réplicas mentais e a tal incompreensão do amor… -Subaru apertou ainda mais os punhos. – Estará com raiva de mim Subaru-kun, porém venho lhe dizer que depende de você mesmo tratar de entender e tratar de demonstrar as coisas que entendam se você não agi, ninguém agira por você… Mesmo que você quebre toda esta casa não vai conseguir sai deste bucle se não se acalmar e pensar…
– Quem você acha que é para querer dar lições de vida vampira… — Subaru sentia a total fúria que imponha as palavras de aquela mulher que o deixou totalmente incomodo com o que dizia.
– Não sou ninguém melhor do que você, eu sei bem disso Subaru-kun. – Tsubaki afinou um sorriso carinhosos para ele. – Mais tento o meu melhor para que se sinta bem consigo mesmo, e acho que seria agradável se você tentasse se fazer amigo um pouco das moças em especial da que tanto você pensa…
Os olhos de Subaru se arregalaram diante das palavras de Tsubaki, ele sentiu a raiva ferver dentro de si, mais repentinamente ela se desfez deixando-o ainda mais confuso e sem reação a nada, principalmente por que Arisugawa havia desaparecido da frente dele.
Passou-se mais um dia de aquele acontecimento, as palavras um pouco incompreensíveis de Tsubaki a Subaru, deixaram um pouco mais frustrado, mais o mesmo repentinamente se deu conta de que pensar seriamente nelas fazia piorar a sua frustação assim que decidiu colocar a mente em branco, mesmo que era impossível, havia muitas coisas que o impedia.
Subaru conseguia escutar as moças que algumas vesses conversavam alegremente, os risos delas algumas vesses eram uma sensação agradável, não somente para Subaru como para os outros vampiros, mesmo que tal e como eles eram não sentiam estes fatos como agradáveis e sim um sentimento indescritível para eles, era algo novo.
O que causava tudo, era que cada um de aquela casa não estavam muito acostumados com o tal sentimento de ‘felicidade’ ou ‘alegria’, as moças por sua parte ao menos algumas delas também encontrava isso um acontecimento raro, mais ao passar dos tempos acabou sendo algo confortável e ate cotidiano.
No seguinte domingo, Yurie não tinha motivos para querer ir embora assim que decidiu permanecer, tal e como as outras moças, e por outro lado também os vampiros.
E com a aceitação das demais moças e até mesmo os vampiros, a convivência contínuo sem muitos contras. Ao pouco tempo dava para se defini a aproximação de uns e de outros, até mesmo dos mesmos vampiros.
Subaru quem tento se manterá a margem, continuou encontrando e desencontrando com Yurie com o pouco tempo logo se sentiu cômodo com a presencia dela mesmo que ainda o incomodasse e não fosse muito capaz de pronunciar muitas palavras em concreto com ela.
Em uma das noites depois do termino da aula, Yurie desfrutava de um passeio por o jardim de sua nova moradia, ela se sentia bem estando com as moças, mais se sentia um pouco melhor podendo esta sozinha e calma para admirar as estrelas do céu e a lua cheia.
Yurie já se sentia bastante acolhida em aquela moradia e se sentia um pouco melhor em relação a tudo que acontecia, mesmo os encontros casuais com Subaru, acabou se acostumando ao modo em como ele levava aquilo, era estranho e ao mesmo tempo agradável para os dois.
Porem aquela noite foi um pouco diferente das demais na qual eles acostumavam se encontrar no jardim.
As flores do jardim estavam abertas de par em par, todas de diversas cores, pareciam brilhar como uma única cor ao ser banhada pela luz prateada do luar eterno e belo, a fonte que havia em aquele lugar jorrava a água com calmaria deixando o som da noite ainda mais misterioso e agradável para Yurie.
A jovem não demorou em se ver as costas de Subaru, quem ao parecer se encontrava admirando a lua sem desviar, Yurie não conteve uma pequena sorriso, apesar de que tentou esconder-lha e se manter calma.
– Os vampiros realmente gostam de admirar a luz da Lua… — As palavras de Yurie fizeram Subaru voltar o olhar para ela, ele sabia que ela estava ali, mesmo que para supressa dele ela tinha quebrado o voto de silêncio que parecia haver entre eles.
– Na realidade me incomoda… — Subaru não demorou em responder, algo seco, o que fez Yurie perceber que havia algo distinto nele em aquela noite, a mesma o admirou comprovou que seus olhos brilhavam algo mais vermelho e viu como ele apertava os punhos.
– Não sou de me intrometer nos assuntos das pessoas… — Yurie sentia curiosidade, apesar de que ela sabia que não acostumava em agir assim. – Mais posso saber o que tanto o incomoda…?
– É melhor ficar longe de mim. – Ele volto a se virar de costas para ela, deixando-a meio inquieta, mesmo que ela tratou de manter a calma traz um suspiro descuidado. – Fique longe de qualquer vampiro… A lua cheia nos deixa com bastante mais fome do normal…
Subaru desapareceu de frente de Yurie, deixando-a algo supressa com isso pois, apesar de ásperas palavras e até ignorantes nos ouvidos alheios, Yurie pensou que Subaru falou aquilo para o própio bem dela e não estava enganada. O mesmo não conseguia controlar a fome que sentia, há haviabuscado a ela mais fazia mês que não comia direito, desde que Yui havia morrido…
Apesar da fome que sentia Subaru tentava se controlar as diversas emoções que Yurie o fazia passar, a nova moradia e as situações em que se encontrava, o fizeram refleti se seria o adequando de tratar de se alimentar dela, por primeira vez, Subaru havia temido em se alimentar de uma humana, mais pelo fato que o mesmo desconhecia, não sabia definir se era por temer se apegar mais a ela ou se ele queria livrar-lha dele ou se em verdade não queria machucar-lha.
Um verdadeiro e incompreensível gesto por parte de Subaru por Yurie que não passou desapercebido pela mesma, mais por quanto tempo Subaru aguentaria a falta de sangue, os sangues dos doadores que Tsubaki o oferecia, ainda não parecia o suficiente para os vampiros que estavam acostumados a tomar sangue na hora em que mais desejavam.
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