Notas iniciais
Mais um capitulo graças a net da casa de minha tia... Bem não pertubo mais e leia a historia ;)

Capitulo 17

Magnólia – A mestiza

“… Por você, irei oferecer tudo agora,

se o desejo for realizado.

O que eu desejei foi apenas um pouco de calor de verdade.

Não solte as mãos unicas.

Como um grito derramado que desaparece

No meio de uma cidade tumultuosa.

Por que nós nascemos na mesma estrela,

E acabamos chegando em lugares diferentes?

Mesmo que aquele paisagem que nós vimos juntos desapareja,

Com o pouco brilho que ainda resta nesse mundo deformado

Prestes a ser destruido, irei atrás de você que se perdeu em mim.

Irei entregar este sentimento até onde puder,

Que continua transbordando.

Irei te trazer de volta do mais distante do além,

Por isso não desvie esses olhos.

Por você, irei oferecer esta alma,

Por que nós encontramos.

Os dias que passaram nunca mais vão voltar,

Mas não solte as mãos unidas…”

Abingdon Boys School – Kimi no uta

Megumi Yagami nasceu de uma relação de interesses e sem amor, ao menos pela parte materna. O pai de Megumi, Yagami Sora, havia verdadeiramente se apaixonado por Shinomiya Ai, a mãe de Megumi, a qual era uma vampiresa de nascença.

Enquanto Sora era carinhosos e bondoso com a filha, a amava de uma maneira tão profunda e dedicada ensinando-a a todo tipo de coisas da vida, Ai era uma mulher fria e rígida, querendo que a filha fosse a primeira em tudo ate o ponto de decidir mandar-lha a um colégio interno puramente feminino.

Megumi nunca parecia fazer o bastante para o gosto da mãe quem sempre exigia mais e mais dela, Sora tratava de acalmar a esposa, quem o controlava apesar de não controlar o amor incondicional que sentia por a filha, ela achava que era toxico para a menina ter o carinho do mesmo.

Sempre que vinha a casa para as ferias, Megumi era obrigada a estudar quase todo o dia e noite, Sora que era um empresário bastante conhecido das empresas de editora de livros, quando podia esta com a filha, fazia dela a menina mais feliz do mundo.

Em uma das festas empresárias do grupo Yagami, Megumi esteve presente, levada pelo própio pai, pois a mãe se oponha a isso, considerando que Megumi ainda não era toda uma dama para ser mostrada em público. Megumi chego a conhecer dois de sua mesma espécie…

Ela conheceu a Arisugawa Tsubaki e a Sakamaki Shuu, com quem acabou brincando e se divertindo muito em aquele dia, um dia inesquecível para ela, principalmente por ter conhecido a Shuu, quem acabou sendo seu primeiro amor, aquele quem compartiu um momento de gentileza e felicidade junto a ela, o menino risonho que havia dado a ela uma pequena pedra preciosa da cor que ela consideravaaquamarina, parecida aos olhos da mesma.

Shuu prometeu a ela que voltariam a se ver assim como a mesma Tsubaki, quem havia sido considerada uma boa amiga por parte de Megumi, se alegrava tanto de haver-lhos conhecido, seus primeiros e únicos amigos…

Para a supressa de Megumi, a próxima festa que assistiu, apenas pode coincidir com Tsubaki, quem conto a ela que Shuu estava sendo tratado com mas rigidez por parte da mãe, Megumi se sentiu triste, porem entendia a vida de Shuu e esperou por voltar a ver-lho…

O tempo passou, Megumi cada vez voltava menos a casa, pois a mãe colocava mais desempenho em sua educação particular no própio colégio em que vivia. Na primavera de seus quase doce anos, quando volto a casa por um feriado, Megumi descobriu que seu pai havia falecido a meses, sema o menos ser comunicada nem nada…

Para Megumi foi um grande choque, se sentiu mal e ferida, acabou por replicar a sua mãe o que havia feito, porem a mesma nem sequer a olhou ou a consolo, apenas disse a ela que continuasse estudando…

As frias palavras da mãe de Megumi fizeram a desistir de tratar de agradar a mãe a menina percebeu que se a mesma não tratasse de sobreviver e segui seus própios ideais na vida, acabaria sendo devorada pela frialdade da mãe, a ganância e riqueza que segava os olhos da vampiresa sem coração: — Megumi se recusava em ser alguém sem coração, ela carregava o coração humano que pertencia ao seu adorado e carinhoso pai.

Megumi acabou se esfoçando para se tornar uma escritora de novelas e relatos, tal e como o seu pai, ela lembrava das historias que o mesmo liam para ela em sua infância, o mesmo adorava escrever para crianças mais era apenas um hobby pois não considerava isso um dom, já que o avô de Megumi não deixou que o filho fizesse o seu sonho de ser escrito realidade pois fez o mesmo que a mãe de Megumi fazia com ela, justamente para este chegar a ser o presidente da empresa literária, Megumi decidiu fazer o sonho dele possível por conta dela.

Apesar de não voltar a ver Shuu, seguiu sua amizade com Tsubaki, quem sempre a amiga que preenchia suas horas de visita e sempre a ajudava no que podia.

Novena Flor – O reencontro

Os olhos de Megumi se arregalaram quando ele falou aquilo para ela, por um momento áquilas palavras a assuntaram, algo que não foi comparando com admirar-lho cara a cara…

O coração de Megumi palpita mais rápido, apesar de ser uma vampira, seu coração batia como o de um humano, forte, bobeava o sangue… Tinha em sua frente, a pessoa que ela não se atreveu a chamar pelo nome, ela entendia que ele não lembrava dela, mais ela sim dele.

Megumi manteve a compostura e sorriu com amabilidade para a ‘pessoa’ a frente, ela decidiu guarda para si, Shuu, aquele menino sorridente havia mudado, era totalmente outro e ela também, sabia que o amor de uma criança era especial, porem os dois era completamente diferente de aquela época. Megumi havia mudado tanto como ele.

– Sim, sou. – O mesmo não parecia mostra interesses, fechou os olhos e se levantou do sofá, Megumi percebeu que ele havia crescido tanto que já era todo um homem, o tempo para ela também foi notado como algo difícil, lembrava de seu pai, lembrada do tempo em que havia desejado voltar a ver-lho…

– Hm… — Ele murmuro sem vontade, passando por perto dela, e foi quando seus ombros colidiram, fazendo Megumi sentir um pequeno pequeno aperto, chegou a desejar que ele não fosse embora.

Por um momento seus pensamentos gritavam com ela “ Fala com ele!”: A mesma se controlava, o tempo era o inimigo dela, ele não lembrava dela assim que seria melhor deixar-lho em silêncio.

– Você o viu não foi? – Tsubaki tinha um sorriso sobre a face, um sorriso amável e preocupado pela amiga.

– Não achei que voltaria ver-lho tão inesperadamente… — Os olhos de Megumi afinaram para entristecer um pouco mais seu sorriso, o mesmo mostrava uma felicidade triste, bastante triste.

– Em aquele tempo Shuu tinha a típica alegria de um menino humano Megumi, ele a encantou por que lembrava a mesma amabilidade e gentileza que tinha seu pai com todos… — A mesma Tsubaki sorriu e também afinou os olhos. – Os humanos chegam a ter um encanto profundo, é invejável como a natureza do amor deles é…

– Sim, devo admitir que somos assim. – Megumi levou a mão ao seu coração sentindo-o palpitar,lembrando de seu pai, lembrando do momento que o reviu, e se sentiu feliz por ter este órgão tão humano.

– Pode bem crê Megumi-chan – Tsubaki levou a mão para acariciar os acidentados cabelos da mais jovem a quem ela considerava uma irmãs pequena e adorava-a. – Mais não se preocupe, você terá mais oportunidades de rever-lho assim que começar suas aulas em Kuroutsuki…

– Tsubaki-san, mais nem cheguei a aceitar ainda… — Megumi sorriu sem conter a emoção em voltar a ver-lho sorrio e admirou a Tsubaki.

– Vamos que vejo em esse sorriso que a chama do amor pode voltar, Shuu é difícil mais acredite em mim ele vai lembrar.

– Você me da medo com suas predições. – Megumi falou entre riças apenas demonstrado para Tsubaki, a única amiga que tinha.

– Mais elas sempre acostumam a ser certas assim que poso dizer que quem sabe algo pode acontecer… — Tsubaki não acostumava a contar sobre suas predições, apenas comentava pequenas coisas que Megumi havia mais ou menos entendido.

Para Tsubaki, sua preferencia era ajudar os demais tal e como fora mandado a ela, mais seria de sua forma, o mais recata possível, o futuro podia mudar se ele era cem por cento revelado e ela não queria que ninguém seguisse os clichês pedidos por Karl Heinz, para que o plano dele fosse completo deveria deixar que as coisas fluíssem tal e como deviam ser, sem interversões diretas.

Notas finais
A ultima noiva que devia presentar sua historia! Gumi-Gumi ! Espero que fique nas suas expectativas Dany-chan! Fiz o maximo para fazer-la boa e também achei interesante já inventar uma historia de fundo dela com Shuu, sera como o primeiro couple 'feito' porem ainda falta saber se Shuu lembra dela ou nao?? Gostaram? Aprovaram! Consegui de novo vim na casa de minha tia para postar... Espero que ainda hoje ja tenha a net... pois quero muito saber o que acharam do capitulo, ate por que é o ultimo das noivas, a noiva do Kanato... Uffs... to triste por ele, mais vou dar um jeito... como estou na casa de parente nao sei o que escrever muito... me fazem perder a antençao tratando de flaar! Assim que eu der um jeito respondo todos os comentarios tanto de Fanfiction Nyah como de Social Spirit!!! Sorry por esta sendo como uma discuidada... sinto muito... mais ate o proximooo :*****