Notas iniciais
Primeiro, o capitulo mais longo ate agora... Explicando: - Eu estive pensando em fazer a primeira parte como um capitulo e a segunda como outra, porem achei que iria enrolar assim que fiz tudo junto de uma vez, sei que todas estão impacientes pelo romance e vou provocar que ele aconteça enquanto antes queridas e ate mesmo queridos se rapaces gostarem xD Kanato-Kun já tem noiva, assim que os 10 estão completos, ela ainda não apareceu porem no proximo já a veremos em ação, meu proposito já é de colocar todas assim que talvez o capitulo especial de Kanato possa ser antes (no proximo capitulo) ou nos seguintes! esperem ;) Outra coisa triste, ainda estou sem internete, porem tenho a biblioteca publica no lado de casa, posso vim algumas vesses (Algumas vesses saio de casa e nao posso vim ;( ) Por hora tratarei de escrevendo e enviando capitulos ate que a internet seja resolvida! Ate lá desculpem se eu demoro para responder os comentarios! Nao pensem que eu as abandonei minhas amadas leitoras, apenas nao me sinto bem respondendo em zonas publicas... Sou Androfobica ( Medo aos homens-humanos... era assim xD) e também me faz parecer que nao tenho privacidade nem inspiraçao para escrever pois tem gente (ao lado ¬¬) que fica pertubando... Malditos pirralhos de aqui ao laod... Bem queridas nao enrolo e a ler ;)

Capitulo 18

Meio dia – Humaninade

“Tu que, como uma punhalada, Em meu coração penetraste
Tu que, qual furiosa manada De demônios, ardente, ousaste,

De meu espírito humilhado,

Fazer teu leito e possessão — Infame à qual estou atado Como o galé ao seu grilhão,

Como ao baralho ao jogador, Como à carniça o parasita, Como à garrafa o bebedor
– Maldita sejas tu, maldita!

Supliquei ao gládio veloz
Que a liberdade me alcançasse, E ao vento, pérfido algoz,
Que a covardia me amparasse.

Ai de mim! Com mofa e desdém, Ambos me disseram então: "Digno não és de que ninguém Jamais te arranque à escravidão,

Imbecil! — se de teu retiro Te libertássemos um dia, Teu beijo ressuscitaria
O cadáver de teu vampiro!" ”

Charles Bauderlaire – O Vampiro

Havia-se passado duas semanas desde a morte de Komori Yui e uma semana apos a festa. Durante este tempo, cada vampiro havia tido seu própio tempo para se própio raciocínio, para pensar no que havia acontecido com a jovem por quem eles haviam sentindo-se atraídos.

Tantos os Sakamaki como Mukami estavam ciente de que cada coisa que havia acontecido, mesmo depois da morte desta, era parte de um plano maior. Principalmente logo depois de comprovarem com a mulher, Arisugawa Tsubaki, quem faziam também exatamente uma semana que não havia volto a ver-lha, isto que a mesma havia dito que ‘cuidaria’ deles, pois ajudar Karl Heinz era parte dos própios interesses da vampira.

Por outro lado, havia algo que mexia ainda mais com eles, no mesmo dia da festa, sem saberem uns dos outros, cada um havia conhecido uma pessoa em especial.

Subaru quem não havia podido pronunciar nenhuma palavra trás conhecer a moça que o lembrava a noite, não deixava de pensar na mesma, não entendia o por que, todas as noites, quando se levantava e admirava o escuro céu, se perdia em pensar por que gostaria de poder haver falado com ela, quem tanto lembrava a ele.

Ayato pelo própio lado estava frustrado, tudo girava em sua cabeça e pior de tudo, sentia fome. O mesmo estava tão sedento de fome que não sabia o que fazer, depois da morte de Komori, ele não havia volto a se alimentar, o mesmo entendi o que sentia, porem sua fome pareceu remover suas tripas ao se topar inesperadamente com doces olhos azuis, o cheiro dela, ainda estava impregnado em suas narinas, como um animal salvagem, ele havia marcado alguém quem mal conhecia e nem saberia se voltaria a encontrar, como sua cobiçada presa.

Já Reiji se tratava de encontrasse calmo, apesar de que se enraivava cada vez que lembrada de tal impertinente mulher, sentia vontades de encontrar-lha novamente e dizer o que pensava, concertar sua ignorância e mal educação por si mesmo, porem cada vez que pensava o quanto absurdo era este pensamento se infartava de si mesmo, assim que mal havia saído do própio quarto, mal se importava se estavam bagunçando a mansão ou não, deixou que os seus própia experimentos tratassem de curar sua infâmia.

Laito não havia tirado a beleza da ruiva de sua mente, ele havia visto suficiente para desejar-lha, desejar possuíra, principalmente quando percebeu que a mesma se facial a forte por que tinha interesses nele, em apenas olhar-lha de costas, percebeu que a mesma seria uma presa muito divertida com quem brinca, mesmo que o consciente dele percebia que ela não era tão fácil como a ‘Bitch-chan’, o que parecia haver animado o seu própio lado masoquista.

O mais velhos dos Sakamaki, Shuu, havia volto a mostrar um habitual de sempre, dormia por qualquer canto, sem se importar muito, escutando suas músicas quem pareciam transporta-lo ate sua própia dimensão privada. As pessoas que ele havia reencontrado, tanto Tsubaki, sua melhor e velha amiga, como a moça quem ele parecia ter uma pequena lembrança de ter-lha conhecido porem nãolembrava de quando, acabavam por tomar seu tempo de raciocínio. Acabou mal se multando com o assunto de Karl Heinz, estava bastante acostumado a ser persa do jogo do mesmo, apenas queria entender o que seria que Tsubaki faria…

… Em parte assuntava a Shuu, não queria pensar que outra pessoa poderia tomar o lugar de Komori, aparte de que ele teve sentimentos por ela, estava um pouco harto de se carinho com as coisas e logo elas desapareciam de sua vista.

O jovem Kanato era o único que parecia realmente haver volto a ser o de sempre, apenas se sentia um pouco afamado e entediado, não havia ninguém que brigasse com ele, algo que acabava por irar-lho uma vez ou outra e descontava em alguns de seus animaizinhos de pelúcia, más logo voltava a se acalmar, era um total bipolar.

Os Mukami também encontravam-se iguais aos anteriores vampiros, apesar de que eles sabiam sobre os planos de Karl Heinz desde um inicio, quando descobriram que jamais podia ser o ‘Adam’ se sentiram desolados pois a ‘Eva’ foi significativo para eles, fez-lhos lembrar do tempo em que todos eram humanos e voltar a sentir sentimentos e lembranças humanas havia torturando-os um pouco.

Kou mostrava algo de desdém por o modo extrovertido como sempre se portava, pensava na voz da moça que havia escutado e logo quando a mesma havia reagido verdadeiramente preocupada, algo dentro dele o reteve para si, temia a aproximação dela que o fez agir tal e como era em verdade, egoísta e sarcástico… Ele somente havia sido assim com ‘Eva’, o que estava acontecendo com ele, ainda mais por que sentia a vontade de voltar a ver-lha.

Por outro lado Yuma parecia um pouco com bom humo, o que não era habitual com o tal, pois o mesmo se entediava rápido de tudo, cuidava com toda cautela o seu horto, lembrava que a mesma ‘Eva’ o havia acompanhado algumas vesses e assim era, ela seguia acompanhando-o como as estrelas no céu. Ele pensava que mesmo se um dia sua própia luz se apagasse talvez haveria alguém que o visse tal e como aquela inocente menina que o havia feito rir, o mesmo se achava estranho pensando apesar de não entender muito bem, mais parecia volto a recuperar algo de quando era humano.

O líder dos Mukami havia permanecido muito mais tempo fechado no própio quarto, relia e lia sem parar o livro de sempre, aquele quem ele tinha como lembrança e um tesouro em particular, pertencente ao pai biológico. Muitas vesses acabava mal desentendido como havia passado tantas páginas do livro pois seus pensamentos viajavam em tudo o que havia acontecido, saber que ele não havia podido ser o ‘Adam’, a morte de ‘Eva’, Karl Heinz quem ele havia confiado e havia acabado tracionando, apesar do mesmo sentir gratidão por ele ter tirado de aquele lugar…

… Seus planos de se vingar da humanidade havia saído por água abaixo, mal se importava com isso, apesar de ter presente que ele desejava não deixar de ser o mesmo, porém, algo havia mudado, quando escutou aquele mortal cantado, no seu interior ele viu uma paisagem muito mais do que belo.

Ruki havia visto ali, algo que desejava muito mais do que qualquer outra coisa, porém se infartavapois não entendia o quer, ele nunca havia entendido os bons sentimentos, nem muito menos quando era humano, sempre havia sido malcriado não se importava com o próximo: — Tudo parecia um redemoinho em sua cabeça, se somava o fato das declarações de Arisugawa… Jamais seria realmente livre, mais a música o havia feito sentir livre, ele queria sentir uma vez mais essa sensação.

Por outro lado, Azusa estava confundido, se perguntava a si mesmo por que tanto queria voltar a ver a moça que parecia uma boneca. Ele era um dos poucos que mentia para si, sempre era sincero e perguntava a sua ‘Yui-san’ : — Por que você parece voltar a bater cada vez que eu penso nela?

Azusa sabia bem que ele somente sentia isso, em um princípio quando tratavas se ‘Eva’, porém ela não estava mais ali…

Tal e como todos, cada um havia percebido que sentimentos assim apenas Komori Yui os havia feito sentir, distorcidamente se perguntavam se os humanos eram capasses de fazer-lhos sentir sempre assim? Tantas emoções, tantas e tantas dúvidas: — Era a primeira vez que não somente Shuu se perguntava sobre o que havia a mais no mundo humano. – Até mesmo Ayato que se sentia enraivado ou os Mukamis que devia conhecer sobre os humanos pois um dia foram, sentia a curiosidade pelos humanos.

O que seria o plano de Karl Heinz, se o mesmo queria se vingar da humanidade, por que parecia ter agido da forma como que cada um acabou sentido interesses pela humanidade?

Para a supressa dos Sakamaki e Mukami, havia recebido outro convite, porém desta vez não era o convite de Karl Heinz e sim o convite de Arisugawa quem os esperava em uma sala em particular do colégio de Kuroutsuki, na qual os mesmos nunca haviam estado presentes.

Os dois clãs se questionaram no que deveriam fazer, encontrara-se separadamente, cada um em sua moradia e trataram de manter uma conversa familiar adequada, principalmente os Sakamaki os quais eram irmãos biológicos porem se tratavam pior uns aos outros que os Mukami que eram irmãos adotivos.

Apos uma breve discussão do que fazer, eles não puderam se negar a ir, desejavam saber de uma forma ou outra o que a vampira desejavam deles, talvez ela teria alguma espécie de mensagem deKarl Heinz, se soubessem o próximo passo, talvez eles poderia opinar melhor, ainda era cedo e eles não tinha ideia de como reagirem a se seguiria trancados em seus respectivos quartos e mações ou se seguiria com a cabeça erguida, algo que poucas vesses havia feito, mais agora era diferente, cada um possuía um senso maior do que antes, os sentimentos por Komori havia complementado uma parte da personalidade de cada um.

As limusines os levaram diretamente ao colégio com um ambiente refinado e deslumbrante como uma arquitetura puramente europeu do Barroco Francês. O colégio Kuroutsuki fazia pensar que havia saído de japão para estar na mesma frança. Até mesmo os alunos tinham um ar mais refinado e educado que outras escolas, o colégio era de uma elite equivalente muito superior e igual de privilegiado que um colégio europeu, os melhores estudantes deles, sempre soliam ganhar becas de estudo noestrageiro e muitos outros privilégios.

Meio dia – Adentrando

Tanto os Sakamaki como os Mukami não mostravam supressa de ser encontrarem na mesma sala. A mesma tinha uma área e largura retangular quase sendo um quadrado, a frente da sala, havia umas escadas que levavam a uma parte mais alta, em onde se eduzia que estivesse o professor o a pessoa que presentões a tal classe, as mesas estavam dividias em filas, descia como degraus, semelhante as aulas de faculdade americanas. As mesas eram largas apenas se separavam para permitir a passagem dos alunos e encontrar seus própios lugares.

Aparte dos Sakamaki e Mukami não havia ninguém em aquele lugar, todos encontraram seus própios e respectivos lugares, apesar de estarem desejando se separarem acabaram um pouco mais junto do esperado.

Havia se passado um pouco mais de um quarto de hora, Arisugawa havia marcado com eles as dez e meia e já quecê era as onze da noite. Odiavam esperar, alguns estavam perdendo a paciência, enquanto que outros estavam em silêncio. Todos estavam se sentidos incômodos, ao parecer não era de cada um estas sempre em grupo, todos gostavam de estarem nos seus afazeres como cada um tinha gosto particular e bastante diferente sua forma tão oposta um dos outros era o propio fato que os fazia ter suas paredes formadas para conhecerem uns aos outros.

– Lamento fazer-lhos esperar queridos… — Tsubaki simplesmente apareceu frente a eles, frente a mesa do professor, a mesma vestia sua vestimenta elegante, um vestido que remarcava e afirmava cada curva de seu corpo em contrastes brancos e negros, seus cabelos estavam presos em um penteado que deixava parte de seus cabelos soltos. A mesma tinha uma altura implementada pelo salto alto de seu sapato de agulha fino.

A mesma deixou a bolsa de marca sobre a mesa, também uma pasta negra de couro que levava, volto o olhar para eles que estavam mais do que aborrecido, a mesma os analisou um a um, passando seu olhar comprovando cada um dos irmãos Sakamaki e Mukami.

– Que ótimo, ninguém falto e isso que achei que poderia temer que qualquer um de vocês adorados destorcidos faltassem. – Eles não entenderam no momento se a raiva deles incremento ao que ela falasse assim com eles ou se era parte de seu descaro por nem pedir desculpa pela demora.

– Você deveria ter um pouco mais de educação. – Reiji disse a ela, quem não duvidou em admirar tal e como ele continuava com o ‘tic’ de ajeitar os óculos enquanto falava ‘sabiamente’. – Acha que pode chegar tarde e logo nos tratar como destorcido pelas bem? Nem a conhecemos para isso. – Shuuacabou rindo do irmão, fazendo este se percanta e o mesmo o encaro de reolho, sem admirá-lo diretamente.

– Lamento a demora, já disse Reiji-kun, também lamento tratar-lhos de uma forma mal-educada... – Ela afino os olhos e também o sorriso. – Culpem o contexto de serem filhos de alguém que odeio muito, lamente também comparar-lhos a ele, mais é que cada um é tão…

Sem contar a alguns como Mukamis ou Shuu, Tsubaki contemplo como os olhos dos Sakamaki se tornavam vermelhos de raiva, apenas por começa a mencionar sobre o homem quem eles mais odiavam no momento. Shuu sabia como Tsubaki era, falava as coisas sem pensar, apenas sendo ela mesma sincera o bastante para ser odiada por muitos, ele não a odiava, muito menos se importava das verdades que ela dizia, era uma das coisas que mais apreciava nela, por que podia contar com que ela sempre era boa de conversa e também sincera.

– Ops, vamos tirar este assunto então… — Todos viram como Sakamaki Touya aparecia da nada, isso não os imutavam pois estavam acostumados apesar de que o que surpreendeu a alguns foi ver que o mesmo vestia o uniforme do colégio.

O mesmo Touya entregou uma pasta com papeis a vampiresa que o recebeu com um delicado e carinhoso sorriso apenas dirigido a ele, seu amado irmão.

– Como lembra, tivemos uma conversa faz uma semana… Falando nisso, como se encontram pequenos? Tem ando bastante deprimidos? Apesar de ver que algo mudou em vocês, ate parecem mais maduros e mais velhos do que nosso primeiro encontro. – As palavras cordiais e amáveis deTsubaki deixaram alguns realmente fartos de aquela conversa.

– Estou um tanto harto que trate a ‘Ore-sama’ assim! – Ayato demonstrava raiva e impaciência, batendo forte contra a mesa, estava mesmo farto de tudo, farto de Karl Heinz, de sua própia vida e ate mesmo da sede que sentia que o descontrolada ainda mais.

– Calme-se ‘Ore-kun’, calme-se… — A vampira mostrava tamanha calma, todos estavam com os olhos fixos nela, menos Shuu que não se imutava para nada.

– Acredito que seria hora de você nos explicar o que esta fazendo aqui, o que deseja de todos nos… Se esta metida no plano de aquele homem supõe que pode nos contar muito mais. – Ruki conservava a calma enquanto contemplava a vampiresa a sua frente, esperando pela resposta, Ayato tento se controlar apesar de que sua cabeça pulsava de raiva e ódio.

Subaru se manteve observando o local, apesar de ser o que rapidamente saia de controlo, ele sentia que precisava entender o que havia com a vampira a sua frente e o que queria seu pai dele e dos demais. Kanato brincava com o Teddy sem pronunciar nenhuma palavra, estava a escuta mais não tinha saído do controle assim como Laito que se divertia vendo o círculo pega ‘fogo’. Reiji estava se frustrando tanto como Ayato, mais controlava a calma e a paciência por educação.

Os Mukami estavam um pouco mais relaxados, Kou estava sentido tedio de esta em aquele lugar e basicamente brincava com uma das mechas de seus cabelos areia. Yuma mostrava sono e tedio, mais não se estresso e Azusa como sempre se colocava na sua olhando suas cicatrizes e falando mentalmente com elas.

– O acordo me impede falar atualmente sobre tudo, vocês são como são… Alguns são mimados, outros prepotentes, etc. Não irei entrando em questão particular com nenhum, alem do mais por que espero me levar bem com vocês. – O sorriso dela era falso, Kou comprovo que ela não tinha muitos interesses na verdade, porém ela fazia sua parte e realmente parecia tentar. – Karl Heinz me pediu para cuidar de vocês e assim farei queridos vampiros, a partir deste momento me declaro como a nova tutora de vocês.

– Tutora? – Kou bufou e riu sem pronuncia nenhum som.

– Sim, você pode ver Kou-chan. Eu serei a nova tutora de vocês. – Ela parecia se divertir com o que dizia. – Pode não parecer mais tenho alguns anos mais do que alguns de vocês. Antes que me interrupção explicarei claramente, assim que sejam tão educados como Reiji.

Por momentos Ayato, Reiji, Subaru, Ruki, Kou e também Yuma sentiram vontades de sair de ali, porém algo que não entendia os fazia querer ficar.

– Primeiro ponto, serei a tutora de vocês assim que viverão juntos a mim, abandonarão a casa de vocês, o mesmo Karl Heinz deu permissão a isso, assim que não poderão dizer não, suas coisas já foram trasladadas aos apartamentos próximos ao campo escolar, uns apartamentos novos criados exclusivamente por Karl Heinz a vocês. – Eles queriam reprochar, porém aquilo era novo de mais para eles e mal tiveram tempo de pensar ela poise lá continuou. – Segundo, vocês irão aprender mais sobre os humanos e seus costumes, Karl Heinz deseja que vocês aprendam a se valer neste mundo, a maioria de vocês esta ponto para cumprir a maior idade e tem alguns que já cumpriram, por isso, escolheu pessoas em especial que irão nos ajudar, a maioria serão humanas…

– Mais Bitch-chan’s? – Laito refinou um sorriso pervertido e a mesma Tsubaki riu achando uma graça.

– Não querido Laito-kun, são humanas e merecem respeito como todos… Elas não serão noivas de sacrifício assim que irão aprender modais para se controlarem ante elas. – Aquilo foi o cúmulo para tentar começar uma discussão porém Tsubaki os interrompeu. – Assim como elas aprenderão com vocês sobre a escola, o referente a que devem ajudar-lhas em tudo que precisarem, já que algumas vêm de fora... E a maioria são estudantes que conseguiram becas muito prezadas pela própia academia Kuroutsuki.

– Então não irão brincar comigo…? – Kanato perguntou parecendo frustrando com o que a vampiresa conto a eles.

– Não Kanato-kun, é parte do plano de Karl Heinz que vocês aprendam a controlarem o instinto vampírico, pois ele pretende fazer que todos os filhos dele, tanto Mukami como Sakamaki se incluía em sua alta sociedade, já que o plano de ‘Adam e Eva’ foi um puro de um fiasco, ele entendeu que vocês precisam de algo maior para serem independentes e se tornarem vampiros de verdade. – A mesma Tsubaki deu de ombros e sorriu. – Ele considerou que Touya é um bom exemplo para vocês, fui eu quem o criei, assim que por isso pediu que os criasse, ainda que é difícil criar a vampiros na idade de rebeldia. — Esta dizendo que viver com humanos é parte do plano de que nos aprendamos uma espécie de modais ou… — Kou ergueu uma sobrancelha, tentava entender o que havia se passado com o aquele homem quem parecia odiar tanto os humanos, o que o havia feito mudar de contexto tão repentinamente.

– Não sei dizer a onde ele quer chegar queridos meus, mais tenho presente que vocês viveram bastante tempo em um só lugar e precisam conhecer o mundo… Eu também tive uma vida semelhante a alguns de vocês, também sou a herdeira de um clã que exigiu muito de mim mais que ao fim consegui escapar de minha própia condena para algo muito melhor, mesmo que eu não goste muito de cada um de vocês, não por ter nada em partícula mais pelo meu ódio pessoal a Karl Heinz, devo dizer que farei o meu melhor com tanto que Touya possa ter o própio futuro sem ele ter que escolher o mesmo…

Arisugawa Tsubaki não confessava isso, mais tinha pena deles, tal e como uma vez havia tido pena deTouya, sabia que de uma forma ou outra ela acabaria se encariaria com os mesmos a diferencia deles, muitos achavam que não poderiam suportar-lha tal e como se apresentava a forma controladora que a mesma mostrava, o que havia com ela?

– Pequenos, o próximo passo sera que iremos ver a moradia de vocês, mais antes vocês irão reencontrar com as adoradas moças. – Nenhum deles entendeu as últimas palavras que pareciam as palavras de loucura da Vampiresa que havia perdido seu senso do comum.

Notas finais
Um capitulo cansativo? Parece uma enrolação? NAo sei, mais eu adoro colocar os pontos na I assim que sempre trato de fazer o melhor que posso mesmo que algumas vesses sei que todas estao esperando pelo romance prometido e por tudo mais... Porem para isso devo colocar ainda bem a historia em seu curso... No proximo, como dito, seguramente teremos as noivas e a noiva de Kanato, esperem ate o proximo e espero ter internet ainda esta semana T-T Lamento a demora, e lamento profundamente ainda nao responder os comentarios, nao pensem que me tornei uma autora antipatica que nao gosta de responder ou falar com ninguem! Nao pense isso de im e nao me abandonem lindas T_T Lucy fara o melhor pelo proximo chegar em quanto antes, apezar de que amanha estarei o dia fora e sabado e domingo nao virei a biblioteca pelo mesmo, se eu nao tiver net esperem a proxima segunda feira!!! Kissus e bom proximo final de semana, estare ansiosa para ler os comentarios lindos de todas ;*****