Les Fleurs du Mal
17 Capitulo 16
Notas iniciais

Capitulo 16
Amarílis – Orgulho e Elegância
“…Ela é só uma garota e está em chamas
Mais quente que uma fantasia
Solitária como uma rodovia
Ela está vivendo em um mundo em chamas
Sentindo a catástrofe, mas sabe que pode voar para longe
Oh, ela tem os pés no chão
E está incendiando
Oh, ela tem a cabeça nas nuvens
E não irá voltar atrás
Esta garota está em chamas
Esta garota está em chamas
Ela está andando sobre as chamas
Esta garota está em chamas
Parece uma garota, mas é uma chama
Tão brilhante que pode queimar seus olhos
Melhor olhar para o outro lado
Você pode tentar, mas nunca esquecerá seu nome
Ela está no topo do mundo
As garotas mais quentes dizem
Oh, temos nossos pés no chão
E estamos incendiando
Oh, temos nossas cabeças nas nuvens
E não iremos voltar…”
Alicia Keys — Girl Or Fire
Nathaly Hill Mitchell sempre fora a queridinha da família, por ser a menor e a mais adorável menina da família de lords e ladys ingleses. A menina mostrava um encanto sem igual, sempre decidida e perfeita, adquiriu assim uma personalidade remarcada pelo egoísmo, algo de abuso e bastante egocêntrica. Era totalmente capaz de mandar e desmandar, mesmo com pouca idade todos a escutavam e complicam com seus mimos sem se importar se a estavam mal criando ou não.
A jovem menina mostrava seus dotes e encantava as pessoas, mesmo sendo como era acostumavaconseguir tudo o que queria sem menos ter precisão de gritar como uma criança desesperada, pois seu orgulho de pequena dama a impedia de agir incoerente a sua personalidade esplêndida e esperta.
Nathaly também mostrava bastante inteligência, apesar de seu egoísmo, sabia as horas exatas de dividir ou oferecer. Também sempre se mostrava a mais animada do grupo, ate mesmo frente a liderança dos filhos dos empregados com quem ela não se importava de brincar, com tanto que os mesmos fizessem tudo que ela queria sem duvidar de suas ordens ou afirmação.
Com o tempo foi crescendo, com o orgulho de seu pai que era um empresario e o mesmo gosto pela moda como sua mãe que era uma desenhadora de moda famosa. Nathaly mostrava a clara presenciar exuberante da família Hill Mitchell quem todos tanto admiravam.
Seu caráter imperativo e egocêntrico fazia sempre dela uma aventureira nata, sempre leva em frente tudo e jamais fora daquelas que leva desaforo para casa, mesmo com sua pouca idade se notava cada vez mais que a menina seria uma mulher decidida e batalhadora nos momentos mais inoportunos.
Aos seus dois anos de idade ela foi viver com seus pais, quem viviam de viagens de negócios, em Estados Unidos, em seus dez anos foi viver em Japão, assim por diante viveu uma vida tumultuosa e em constantes viagens que ela adorava, amava conhecer a cultura de cada pais e se soltar na aventura de descobrir as pessoas em cada lugar do mundo.
Trás uma vida de constantes mudas e viagens, Nathaly acabou perdendo seus pais em seus quinze anos de idade, fazendo de seu irmão Thailer, seis anos maior que ela, e quem sempre a havia mimado se encarregar dela e das empresas enredadas por parte de sua família. Por um lado Thailernão mostro ser fraco, o mesmo era igualzinho a ela, decidido, inteligente e esperto.
Nathaly se manteve forte diante da dor da perda de seus pais, apesar de sofrer constantes pesadelos a ver com a morte, ela seguia firme sua vida o dia a dia, por mais que as noites ela acolhe-se a melhor amiga junto a ela para puder dormir sem nenhum pesadelo. Ela seguia cada dia firme sem abaixar a cabeça e sem deixar de ser a mesma menina mimada e egocêntrica, queria dar orgulho aos seus pais mesmo que eles tivessem que ver-lha desdou céu.
Oitava Flor – Mudança de vida
Nathaly teve seu início de semana tumultuoso, recebeu a visita de uma mulher em especial que pareceu sem dúvidas atrativa e misteriosa, a mesma se dizia haver sido uma antiga alunam de sua falecida mãe que havia dado aulas sobre moda quando tinha disto, nas universidades mais prestigiadas da profissão.
O nome da moça ou dama como a mesma considerava era Tsubaki Arisugawa, os olhos de Nathaly a observaram com total curiosidade, pois Nathaly a viu como alguém que a mesma seria capaz de admirar, vestia bem e Nathaly sabia exatamente que a mesma era uma reconhecida desenhadora de moda Europeia, apesar da mesma ter descendências Japonesas.
Nathaly não duvidou em se levar bem, as duas tinha uma personalidade tão parecida que foi amizade a primeira vista, conversaram sobre muitas coisas da alta sociedade e do mundo da moda, a mesma Nathaly queria presta exames de ingresso na melhor universidade de moda que se encontravam em Inglaterra, seu país natal no qual ela ainda vivia em aquele dia da visita.
Arisugawa logo mostro interesses por saber o que ela esperava do futuro, e Nathaly foi sincera ao dizer que queria ser tão grande desenhadora como uma vez foi sua mãe. Ai chegou o momento da proposta a qual Nathaly duvidou por um tempo, mais ela era segura de mais de si para saber o que queria.
– Não creio que me importarei muito de viver em japão se for ter aulas suas senhorita Arisugawa, sera um prazer se aluna da que foi aluna de minha mãe… Sei que ela era boa e sinto orgulho do que ela foi, assim mesmo quero dar orgulho a ela e buscar o melhor. – Nathaly logo sorriu para Arisugawa, quem mostrava calma e também um sorriso facial delicado e refinado.
– Minha vontade é de ter-lha como minha aprendiz, posso ajudar em tudo que faça falta para você melhorar, apesar de que acho que tem um tão bom como sua mãe, desculpe, não duvido nada disso e sei que as duas pudemos cresce juntas, pois os aprendizes sempre superam seus maestros e ao mesmo tempo o maestro acaba sendo o aluno. – Arisguawa riu, fazendo as rizas logo ecoarem pela sala de visita esplêndida que mostrava o típico esplendor vitoriano inglês.
– Me sinto lisonjeada vindo de uma de minhas desenhadoras preferidas do momento, a senhorita nem sabe quanto me alegra que venha especialmente me perguntar isso e que acima me pague o bilhete de avião e tudo para estudar na escola Kuroutsuki, a escola mais prestigiada de todo japão, tanto para ídolos como superdotados. – Nathaly sabia que iria adorar aquele lugar e apesar de em um momento duvidar por temer que seu irmão ficasse sozinho e seus traumas as noites, estava ciente de que era uma grande oportunidade para estudar, aumentaria mais seu currículo para a universidade e para futuramente seus trabalhos como desenhadora Japão era um centro importante como de moda tanto como de estudos.
Ao mesmo tempo que ela aceito não passou nem dois dias, ao falar com Thailer as duas partiram juntas a japão, Nathaly se sentia também lisonjeada em comparti o jato privado de Arisugawa e conhecer-lha ainda mais, também se sentiu a gosto quando conheceu a Sakamaki Touya o prodígio musical de apenas quinze anos, era mais jovem que ela, mais Nathaly via ele como um belo jovem, parecia ter muito mais do que quinze anos, como observadora e calculista estava ciente de que o jovem ocultava músculos bem formados traz as roupas, tal e como seu irmão.
Também, assim como a bela irmã, Touya mostrava uma beleza de outro mundo, coisa que Nathaly até acredito que poderia existir, um mundo fantástico das histórias de ‘vampiros’ que ela gostava de ler, assim como outros seres mítico. Estava ciente de tudo.
Antes de ir voar pode contar as coisas a sua melhor amiga quem semanas atrás também havia recebido uma proposta de trabalho para uma impressa japonesa, as duas decidiram se encontrarem em japão assim que Nathaly chegasse, apesar de que o curioso para ela foi que assim que chegou sua amiga disse ligou a ela dizendo que por questões de trabalho não poderia ir a sua visita, pois seu chefe e os outros empresários havia indo de viagem a Coreia em onde se reuniriam com sócios do mesmo pais.
Nathaly temia esta sozinha mais em todo momento percebeu que Arisugawa era tão gentil com ela que até a mimava muito tal e como fosse de sua família. Arisugawa havia permitido que os primeiros três dias a mesma Nathaly vivesse com ela, passando bastante bem conhecendo vários amigos famosos de Arisugawa, as duas também haviam saído de comprar e muitas outras coisas, a moça era como a irmã maior que Nathaly ate gostaria de ter, apesar de nunca ter do que se queixar de Thailer quem era um exemplo de irmão maior, este também preocupado com ela a chamava todos os dias para saber como ia sua vida.
A supressa foi quando Nathaly foi convidada a festa de uma das impressas do pai do meio-irmão de Arisugawa, as impressas Sakamaki, para sua completa supressa a mesma impressa era dona do colégio Kuroutsuki e muitos dos convidados eram ídolos e famosos que estudavam lá, assim como filhos de pessoas ricas e de alta sociedade, Nathaly se sentiu bem durante a festa, apesar de que Arisugawa se desculpou com ela por ter que deixar-lha sozinha, já que tinha assuntos a resolver.
Em um momento Nathaly se sentiu meio sozinha, mais seguiu diante e foi capaz de se incorporar em várias conversar, porém acabou por incomodar-lha muito dos jovens quem ela considero filhinhos de papai idiotas sem estar nem a autora dos pés dela para tentarem tirarem gracinhas com ela. Sem se importar dize as verdades na cara de muitos, fazendo os mesmos se frustrarem com ela, mais sem serem incapazes de contestar-lha, ela adorava isso, mesmo estando no estrangeiro ela conseguia ter o controle.
Para a supressa de Nathaly quem começasse a esperar que não haveria ninguém realmente interessante em seus olhos apos dez vitorias contra moços achadinho, em meio a uma de suas vitorias, um curiosos rapaz a admirou de tal maneira sublime que capto sua atenção: — Ele sim estaria a altura dela? – Talvez, poise lá não desejava supor nada, porém ela não conseguia mentir que os esmeraldas olhos dele a encantaram…
Se podia dizer que o mesmo tinha estilo, seus cabelos eram de uma cor ruiva puxada para o Marlon, quase imperceptível por o mesmo usava um chapéu, seus lindos olhos brilharam a admirar-lha, assim como o seu própio sorriso, como cortesia e uma estranha troca de olhas de uma maneira sublime, Nathaly trocou um cortejo com ele, o qual se adiantou a vim ater ela, como se isso fosse uma perdição atendida por à mesma.
Nathaly pensou que ele chegaria perto dela e os dois acabariam conversando de algo trivial, porém o mesmo foi detido por um grupo de rebanhos da quelas que ela adorava chamar de “patricinhas extremamente grudentas e nojentas". Nathaly então torceu o sorriso, sentia que a única oportunidade de falar com alguém mais interessante que ela mesma havia se perdido, pois ao observa a cena, percebeu que o mesmo deveria ser de aquele tipo de homem que encantava a todas, um mulherengo de primeira…
… O pior de tudo que Nathaly apesar de não conhecer-lho se sentiu frustrada e com muita raiva de que aquelas estupidas vadias interrompessem a diversão que ela poderia haver tido, porém engoliu o orgulho e saiu do lugar com o queixo alto, passando por o lado de aquele grupinho de moças que gritavam.
– Laito-san…
–Kyaa… Laito-san não seja mal conosco, queremos sua atenção…
Foi o que ela conseguiu escutar, sorrindo vitoriosa, pois sabia que ela não era a única decepcionada, se as vadias falavam com aquela voz melosa, seria o fato de que o mesmo estava olhando para ela, mais ela não olharia para ele, queria que ele soubesse que ela não era fácil, nem muito menos abaixaria o queixo por que ele estava rodeado de mulheres e ela não havia sido atendida, Nathaly sorria tanto por dentro como por fora, mesmo que não admirasse ele diretamente sentia seus olhos bem fixos em suas costas nuas pelo vestido provocante e negro que havia sido presente da mês minha coleção de galã de Arisugawa Tsubaki.
A impressão de Nathaly era que o voltaria a encontrar, com sorte ate seria divertido para ela voltar-lho a ver e tentar provocar-lho, se ele estava interessado seguro que correria atrás e se não se encontrassem, quem sabe não demoraria para a mesma encontrar alguém quem ela poder provocar.
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