Les Fleurs du Mal
15 Capitulo 14
Notas iniciais

Capitulo 14
Pureza – Melodias de um anjo sem asas
“...Enquanto ninguém estava colocando atenção, perdi algo
Suando repentinamente me dei conta, você foi embora
deixando atrás somente as lembranças
Nesse momento agitado me voltei muda
Como uma boneca
Como gemidos de um gato abandonado miando nas esquinas da rua
Eu escuto um grito silencioso
Si eu pudesse te ver uma vez mais
Somente haveria uma coisa que gostaria de te dizer
Obrigado, obrigado…
Incluso se me machuca algumas verses, quero sentir você
Ao menos minhas lembranças são um consolo
Você estada aqui comigo para sempre
Si eu pudesse te ver uma vez mais
Somente haveria uma coisa que gostaria de te dizer
Obrigado, obrigado…"
Alice Aimer apesar de haver nascido em japão tinha descendências de sangue francês, por a parte da família do pai, e o mesmo. Esta parte da familia também havia concedido a ela o dom músico que possuía. A familia Aimer era uma familia muito conhecida no âmbito musical, desde tempos passados, sempre havia nascido músicos e pessoas com bom ouvido para a mesma música.
A menina tinha um dom natural, tanto para o canto como para tocar qualquer um instrumento, sem ao menos precisar praticar tanto como os demais músicos, já em seus 4 anos todos ao seu redor a admiravam, tanto como músicos de sua idade como veteranos, todos falavam da garota com voz de anjo, chamando-a de “Anjo da musica” pois ela tinha um parecido com os tais e por sua voz que atingia a perfeição de um.
Alice era muito amada, tanto por aqueles que a conhecia, como por aqueles que não mais conheciam sua musica, todos críticos e ate pessoas que não conheciam tanto do habito da musica, ao escutar sua voz acabavam se sentido felizes e também chegavam ate a lagrimar sentido a profundeza dos sentimentos de Alice…
Amy, a irmã um ano mais jovem de Alice era sua melhor amiga e uma das pessoas quem ela mais amava no mundo, eram confidentes e sempre estavam juntas, apesar de que Amy não era tão parecida a irmã com o do musical, Amy sempre apoiava a Alice fazendo-a se sentir mais segura e feliz.
Tanto Amy como Alice era próximas, não se largavam nenhum instante e Amy sempre estava presente nas atuações de Alice, em uma das atuações de Alice, uma das mais importantes, pois Alice havia sido convidada para um concurso de canto em Viena, a capital da musica internacional, Alice foi o grande descobrimento de aquele dia…
Porém ao sair do tal lugar, o carro em onde ia Alice e sua família sofreu um grave acidente, sentido a pior carga as duas irmãs. Alice havia ficado sega e Amy perdera a vida trás o acidente…
A experiencia contribuiu para o distúrbio mental de Alice, sem ver chão em seus pés, desesperada ao se sentir culpada de não ter sido ela quem tivesse morrido em lugar de sua amada irmã, Alice entrou em uma grande depressão, em um abismo sem fim carregada de culpabilidade e dor.
Durante este tempo, Alice acabou dando tudo de si para a musica, fechando-se em seu própio mundo, acabando se distanciando da realidade humana, diferencial das meninas de sua idade, sem amigas, apesar de não ser uma pessoa fria nem muito menos grosa, apenas se torno distante, remarcando o peso da dor em suas infinitas melodias…
Sua audição se torno sensível, muito mais sensível que a audição de um humano normal, os pais preocupados por que Alice não pudesse viver sem se sentir culpada, sem precisar da musica, trataram de tirar-lha deste âmbito, porém a mesma pediu que eles não se preocupasse pois ela era “Musica”, trás isso eles unicamente puderam apoiar a filha, apesar dos mesmo se sentirem culpados por não puder fazer nada pelo sofrimento dela.
Os únicos amigos que Alice se permitiam ter eram Sun e Moon, seus animaizinhos de estimação, Sun era um pequeno canário amarelo, enquanto Moon um cãozinho beige de pelagem fofa… Alice jamais se sentiu a vontade junto as pessoas, apesar de ser amável com elas e se mostrar ser doce e delicada, todos sabia que havia uma barreira que a afastava do mundo das pessoas: — Talvez era o medo ao apego e o medo a perder quem ela amava…
Quinta Flor – Uma escolha
Alice não podia ver a pessoa a sua frente, apenas podia sentir que ela estava ali, seus olhos a contemplavam com calma e paciência, Alice sentia o mínimo movimento de seu corpo e ate mesmo o pequeno movimento de seus lábios encurvados em um sorriso, como um arco abovedado.
Se podia dizer que Alice admirava da mulher a sua frente, ela mostrava dotes de musica tal e como ela.
– Senhorita Aimer, a quanto tempo sem ver-lha… — As delicadas mãos vestida por luvas encontraram as mãos bem cuidadas de Alice, cumprimentando-a.
– Perdão, nos conhecemos? – Alice não chegava a lembrar se ela a conhecia, pois ela não tinha em mente guardar o nome de todas as pessoas que conhecia, sua barreira não a permitia.
– Me chamo Arisugawa Tsubaki, a tempos atrás fui ver-lha no concerto que fez em Viena, também por que meu irmão participava, apesar de que o concurso dele era de violino e o seu de canto. – Alice sentiu uma pontada de dor ao lembrar de aquele dia, mais se manteve calma e em paz. – Sua voz é realmente fenomenal, me apaixonei por ela, como musica e também cantante devo dizer que sinto uma inveja e um tamanho aprecio.
– Obrigada senhorita Arisugawa, agora lamento por comentar que… — Alice acabou lembrando donome e deduziu a voz da mulher a sua frente. – A conheço porem não sabia que era musica, acreditei que…
– Sou modista sim, eu sei, sou mais conhecida por minhas prendas de vestir e minha marca que por minha carreira musical, isso por que meu irmão, Sakamaki Touya é o que tem dom Musica não eu… — As palavras de Tsubaki indicavam a Alice, que a mesma, Tsubaki, tinha um amor incondicional pelo irmão, o carinho que ela tinha era parecido ao que Amy tinha por ela. – Eu adoro apoia-lo em tudo que faz, principalmente na musica que é uma de suas paixões.
– A senhorita o ama mesmo… — Alice sussurrou com um sorriso na face, apesar de que este mostrava uma nostálgica saudade e tristeza, lembrava claramente a irmã, doía, mais a até mesmo a pequena dor era querida quando se tratava de Amy.
– Você deve ter percebido, todo irmão ama incondicionalmente ao seu irmão, por mais que briguem ou por mais que qualquer coisa que se interponha… — Alice sentia a intensidade das palavras de Tsubaki, concordava com elas. – A pesar que existe pessoas mais, sei que ao final o sentimento esta ali de alguma forma…
– Sim, eu também acho…
– Desculpe-me, por desviar do assunto, agradeço por haver vindo na festa de ontem a noite, sua atuação comoveu todo o publico estimaria que na próxima festa estivesse presente. – Alice sentiu pela entonação de Tsubaki que ela tinha algo a perguntar a ela e não era sobre uma outra festa, porém foi educada e espero que a mesma falasse. – Sei que estou desviando do assunto, porém… Gostaria de perguntar a você uma coisa.
– Perguntar? – Alice sabia que ela queria perguntar, mais a entonação dela mudou para uma entonação até mesmo carinhosa nos ouvidos de Alice.
– Sim, tive uma conversa com seus pais eles me deram a permissão, porém é algo que somente você pode decidir… — Os batimentos de Alice eram uma contínua melodia que bombeava o sangue um pouco mais depressa, algo estava dizendo a ela que a pergunta que ela devia responder seria algo decisivo para ela. – Aparte de me ocupar como modista, também tenho um trabalho como professora no colégio de Kuroutsuki, uma academia para pessoas com talentos, a maioria são ídolos ou querem se enturmar neste ambiente, também para bons estudantes, deve saber que a academia deKuroutsuki é uma das academias de mais prestigio do japão e gostaríamos de contar com sua presencia.
Alice engoliu o seco, ela conhecia aquele lugar, ela sabia o que era e como eram, havia recebido outras propostas, porem nenhuma das pessoas que há havia proposto entrar na academia a havia convencido, ela sentia que não tinham intenções boas a não ser se aproveitar do talento dela… Mesmo que ao fim isso não a importasse, pois ela podia escolher, porém, Arisugawa Tsubaki mostrava um outro tipo de interesse em suas palavras, não era um interesse ruim nem mal, pelo contrário, pareciam um interesse que implicava o bem esta de Alice.
– Pode pensar com calma, virei pela resposta quando me chamar, ou você mesma pode se apresentar na próxima segunda-feira… O único inconveniente é que o horário de aula é noturno… Somente peço que você reflita, minhas intenções não são mais, o único que tenho um interesse, ainda não posso dizer o por que, somente posso esperar sua resposta…
Alice apresentava confusão, não sabia o que realmente pensar, mais algo em seu coração dizia a ela o que poderia ser… Bom?
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