Leonetta
132 - E-la.
Notas iniciais
– A porta é ali. — Leon aponta e todos riem. — Quando posso sair daquo?
– Daqui a uma semana.
– E você?
– Pela manhã. — Todos foram embora e, eu e Leon estavamos deitados na cama dele. Ele passava seu braço por de baixo de minha cabeça e eu mantinha o meu em seu peito. Ele, fazendo carinho nos meu cabelos, me fez dormi.
No dia seguinte:
Acordei e Leon me encarava com ternura. Era a hora de eu ser liberada:
– Só vou para a casa tomar banho e volto com Federico para fazermos compania para voce.
– Ok.
Fui, meu pai havia botado grade na minha janela. E em todas. Federico estava me acompanhando para o hospital. Quando tudo ficou preto.
Por Leon:
Depois que a Vilu saiu, um medico entrou, e ele era familiar. Era Diego.
– Diego?!
– Ah, oi Leon. Como se sente?
– Bem, acho. Desde quando é medico aqui?
– Faz um tempo. — Fomos interrompidos por Federico correndo, chorando e ofegante.
– Cade a Vilu?
– El-a f-oi s-eques-trada.
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