Leonetta
133 Não.
Notas iniciais
Feliz NATAL, minha gente.
– O QUE?! — Eu e Diego. Meu deus, o meu amor.
– Sim, nos estavamos na rua, quando um cara chega e aponta uma arma a ela, e antes que eu dissesse algo ele atira e ela cai no chao. Eu tentei dete-lo mas ele saiu correndo, a pos em um carro e foi.– O QUE?! — Meus olhos marejaram, logo ja chorava tanto qque minha costela doeu.– Sim, o cara tinha cabelo preto, era magro.– Ah, não.– Não, o que, Diego?– O "cara" é o Thomas.– Como?– Ontem, ele veio aqui e tentou ...– O que?– ... Abusar ... Da Violetta.– O QUE?!– Ela tá em perigo.– Eu ja chamei a policia. – Diego, voce tem o telefone do Thomas?– Tenho. — Pegou, o chamou e pos no viva-voz.LIGAÇAO ON e gravando.– Ah, Diego pelo jeito já sabe.– SEU CANALHA, SE VOCE ENCOSTAR UM DEDO NELA, EU TE MATO! — Gritei.– Ah, Léon... Como fará isso com a costela quebrada? – Léon? — Era uma voz fraca ... Violetta!– VIOLETTA! Meu amor, voce esta bem?– Ah, ela acordou, só um segundo. — Ouvimos uns gritos de Violetta. — Fica calada, se não eu te mato e mato o Leon.– Não, me mata! Mas ele não. Por favor! — Meu deus! Por favor a protega. – Fica parada e toma logo a droga! – NÃO! NÃO FAZ ISSO COM ELA! — Gritei.– Ah Léon, tarde de mais, ela ja está apagada. Embaixo de mim. — Isso significa que... — Ela é linda Leon, ainda mais sem roupa.
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