Notas iniciais
Amores desculpem-me a demora, eu to empacada nesse capitulo e não terminei. Vocês acreditam que eu já fiz dois capítulos enormes do livro mas não estou conseguindo fazer o passeio? kk Ah, quero agradecer a Princesa da Destruição pela linda recomendação, amei *-* E a miss_halle (Linda Taty), a MayMalfoy, a Larissa Toledo, a Thay, a Thai, a Babi, a Sarah, ao Doug e a todas as meninas que estão no meu grupo no Whatsapp, gente vcs são a alegria dos meus dias kk Quem quiser entrar no grupo me chama lá: 06291304087 . Bom, sem mais delongas, vejos vcs nos reviews ♥

– Vamos comigo a Hogsmead amanha Hermione?- Perguntou Sírius assim que saimos do Salão Principal e seguiamos para o Salão da Grífinória. Me virei pra ele e entrelaçei nossos braços.

– É claro, eu preciso conhecer melhor meu pai não é.- Falei rindo.

– Você me conhece mais do que eu te conheço.- Ele falou fazendo bico e eu imaginei ele fazendo sucesso na adolecencia com as garotas apenas fazendo esse biquinho acompanhado de sua beleza.

– Vamos nos conhecer melhor ainda.- Falei sorrindo.- Afinal, agora eu descobri ter mais um pai.

– Como você se sente em relação a isso Herms?- Perguntou sério enquanto andávamos.

– Depois de pensar um pouco mais, eu acho que fiz foi ganhar, ganhei mais um pai, um pai que eu amava antes mesmo de saber desta ligação de sangue.- Falei com lágrimas nos olhos.

– Eu tambem sentia uma afeição muito forte por você, eu te olhava imaginava como seria ter uma filha assim como você, e isso só se concretizou, só aumentou. É muito incrivel como a cada leitura eu só quero te proteger mais ainda.- Ele falou e me abraçou. Ao me soltar eu vi que Ron e Harry tinham parado a alguns metros de nós. Andamos até eles e eu me coloquei entre os dois apoiando a cabeça no ombro de Harry.

– Eu só quero minha cama.- Falei com preguiça, andando quase arrastada com braços me apoiando para andar.

– Eu acho que as oscilações de humor da Hermione é de família.- Falou Sírius me fazendo olhar pra ele.- Eu sou assim, uma hora estou triste, outra feliz, ora com raiva, ora não. É confuso.

– Bota confuso nisso.- Falou Ron.

Nós ficamos rindo um pouco e conversando após chegar no Salão comunal, mas meu sono estava mais do que a mim mesma. Me despedi e fui correndo para o quarto, encostei a porta e tirei minha roupa ficando apenas de soutian e calcinha, joguei minha roupa em um canto qualquer e deitei em minha cama fechando as cortinas. Logo adormeci, caindo em um sono profundo.

Gina me acordou logo cedo, disse que todos estavam lá embaixo e que haveria um café da manha para todos nos Jardins de Hogwarts. Me arrumei colocando uma calça jeans colada, uma camiseta manga comprida com o desenho do Rei Leão estampado, calçei um tenis e fui no banheiro fazer minha higiene matinal, deixei me cabelo solto e desci. Gina estava me esperando no Salão Comunal e nós fomos juntas, chagando lá havia uma enorme mesa onde todos estavam sentados, casas misturadas, muita gente junta conversando ao mesmo tempo, ao longe eu vi quatro meninas de casas diferentes conversando, eram primeiranistas e provavelmente ainda não havia desputa de casas entre elas. Quase na ponta da mesa se encontrava os professores e quase toda a Ordem da Fênix, Harry, Ron e os outros Weasleys também estavam lá.Gina correu e se sentou entre os Gêmeos, e eu fui me sentar entre Harry e Rony.

– Dormiu bem?- Harry perguntou.

– Sim e você?

– Bem também.- Disse fazendo careta.

– E você Ron dormiu bem?- Perguntei.

– Como uma pedra.- Ele falou rindo.

– Novidade.- Eu falei fazendo graça e ele me empurrou com o ombro. Peguei um copo e me servi com chocolate quente. Ouvi ao longe umas meninas rindo e olhei para a direção que elas olhavam, e em suas miras estavam alguns meninos da Dürmstrang, que apenas olhavam-nas de volta e mais nada. Bebi meu chocolate quente e comi alguns bolinhos recheados rápido, Sírius já havia terminado seu café.

– Vocês vão para o passeio?- Perguntei.

– Todo mundo vai.- Respondeu Ron.

– Atá...

– Vamos Hermione.- Chamou Sírius.

– Claro.- Me levantei rápido.- Vejo vocês mais tarde.- Disse a Harry e ao Ron, eles acentiram e eu fui até a Senhora Weasley para lhe dar um beijo na bochecha e depois fui até Sírius. Nós adamos até a saida de Hogwarts sem dizer uma palavra até que eu não aguentei e falei.

– Como você teve coragem de dormir com Bellatriz no passado?- Perguntei curiosa.

– Ela era bonita na época, estava prestes a se casar, eu estava fora de mim, tinha brigado com minha namorada. Ela ainda não era esse monstro que é hoje, mas também não era uma flor, ela sempre foi má.- Falou pensativo.

– Sua namorada era a Marlene?- Perguntei.

– Sim. Eu era o garanhão e todas se arrastavam aos meus pés, menos ela, ela era determinada, forte e teimosa, nossas brigas sempre era ela quem começava.- Ele falou rindo.

– Ah, e você nem provocava né?

– Nunca, as garotas que se atiravam aos meus pés e não ao contrário, eu era um otário.

– Como era na sua época?- Perguntei. Nós já estavamos dentro da carruagem, chegando a Hogsmead.

– Nós, os Marotos, viviamos brigando com a Soncerina, mas eles não eram nosso único alvo de briga não.

– Quem? Nunca ouvi falar de outro grupo famoso em Hogwarts.- Flaei séria enquanto deciamos da carruagem e andavamos até a cidade.

– Era um grupo com quarto meninas, mas elas não tinham um nome específico pro grupo e nem eram baderneiras, pelo contrário, elas eram muito estudiosas e sérias. Era Lily, Marlene, Dorcas e Emelleiny, nós as emplicavamos por que era muito bem vê-las com raiva e perdendo a cabeça. Fomos para a diretoria diversas vezes.- Ele contou rindo. Era bom vê-lo sorrir.

– Pelo menos um briga serviu pra alguma coisa né.

– É, ô se serviu.- Ele gargalhou.- Agora mudando de assusto. Eu quero saber mais de você. Como foi sua infância? Seu primeiro sinal de magia? Eu quero saber tudo o que eu perdi.

– Vai com calma garotão.- Falei erguendo as mãos em sinal de rendição e rindo.- Uma pergunta de cada vez. A primeira: Minha infância foi comum, meus pais me mimavam muito, faziam tudo por mim, e ainda fazem. Mas eu nunca fui uma patricinha, pois eles sempre me ensinaram a me virar, sempre falam que um dia eles podem faltar, e eu tenho que saber as coisas. Agora a segunda pergunta: Quando eu tinha quarto anos, eu estava tentando pegar um pote de Nuttela de cima do armário e eu queria tanto pegar, chamava minha mãe e ela não vinha, ai eu peguei uma cadeira, subi, mas mesmo assim não conseguia alcansar, e do nada o pote de Nuttela flutuou e parou na minha mão. Minha mãe fala que estava na porta da cozinha só vendo o que eu ia fazer e que viu tudo.

– E ela se assustou?- Perguntou quando estavamos entrando no bar da Madame Rosmeta. Nos sentamos em uma mesa afastada pois muita gente nos olhou quando chegamos.

– Ela disse que não, que ela e meu pai sempre tiveram na cabeça que eu era uma bruxa, que eu era especial.

– Deve ter sido parte do feitiço da Bellatriz.- Sírius falou.

– Agora que você falou deve ser mesmo, nem tinha pensado nisso.- Flaei sorrindo e peguei sua mão que estava em cima da mesa.- É bom saber que eu tenho dois pais agora.- Eu falei e ele sorriu apertando minha mão.

– Que bom que eu descobri sua existencia, eu me sinto mais responsável agora que sou pai.- Ele falou e eu gargalhei.

– Anem pai.

– Fala de novo.

– O que?- Peguntei confusa.

– Pai.- Ele falou.

– Pai, pai, pai, pai, pai.- Cantarolei.

– Eu amo ouvir você me chamando assim.- Ele falou e eu ri. Madame Rosmeta se aproximou da nossa mesa, ao ver Sírius ela estacou no chão.

– O que esse assassino esta fazendo aqui? O que esse monstro está fazendo aqui? Senhorita Granger, o que está fazendo aqui com ele?- Ela práticamente gritou olhando para nossas mãos juntas em cima da mesa. Eu me levantei imediatamente e me pus a frente de Sírius.

– Madame Rosmeta eu não irei aceitar que fale assim do MEU PAI! Ele é inocente! O minístro já sabe toda a verdade e ele foi inocentado! Pedro Pediggrew foi quem matou os treze trouxas, ele que entregou os Potter a Voldemort! MEU PAI É INOCENTE!- Gritei com Madame Rosmeta, Sírius me abraçou de lado me fazendo acalmar. As pessoas a nossa volta ficaram estáticas, assim como Rosmeta.

– Se-Seu pai?- Rosmeta gaguejou.

– Sim, sou pai da Hermione, sou inocente, e agora tudo está provado.- Sírius falou controlando a respiração.

– É difícil acreditar.- Ela falou. Eu apenas peguei na mão de Sírius e o puchei pra fora daquele lugar. Eu fiquei nervosa demais pra ficar naquele lugar.

– Acalma, eu já passei por isso muitas vezes, a diferença é que agora é provado minha inocência, vamos andar, ir nas outras lojas.- Ele falou e eu acenti com a cabeça o seguindo.

Notas finais
Esse capítulo não passou por correção.. Beijos, até a proxima parte do passeio ^-^