Lendo Hermione Granger Black Riddle - HIATUS
16 Tempo Livre, Visita Inesperada e Primeira Aula
Notas iniciais
Andamos em várias lojas, brincamos como crianças e isso só aumentou quando nós nos encontramos com Harry e os Weasley.
Quando voltamos para Hogwarts já era noite, todos estavam muito cansados, mas teriamos leitura depois do jantar e todos tinham que estar no Salão Principal. Subi para o dormitório e entrei no banheiro levando minha toalha, liguei o chuveiro na água quente e deixei o banheiro ser inundado por vapor, retirei minhas roupas e entrei embaixo da água quente. Após o banho, vesti uma roupa quente e desci para o Salão Principal onde todos já se encontravam. O jantar foi servido e todos comeram ainda animados pelo dia livre e pela leitura que viria. Eu me seri com frango e batatas, comi observando as pessoas a minha volta e lembrando do nosso dia, após sairmos do bar de Madame Rosmeta eu e Sírius nos encontramos com os Weasley e Harry, todos estavam juntos, até Molly e Arthur estavam, nós fomos a Zonk's e a Dedos de Mel, comemos, brincamos, e nos divertimos, esquecendo toda tristeza e agônia que iriamos enfrentar pela frente.
– O que vocês fizeram hoje?- Perguntei a Tonks e a Remus que estavam sentados lado a lado.
– Estavamos no Ministério da Mágia registrando as coisas acontecidas na leitura, o Minístro vai manter tudo em sigilo até a leitura acabar, mas já estão sendo tomado providências. O mesmo livro chegou nas outras escolas que não estão participando do Torneio Tribruxo.- Eu arregalei os olhos.- Calma um bilhete de você do futuro que mandou, só que lá eles estão vendo tudo o que acontece aqui durante as leituras, então eles resolverem preparar todos os jovens para o futuro. Forccinari no Brasil foi a primeira a começar a leitura depois de nós, eles se juntaram com com a Escola de Magia do Corcovado e formaram um ''exercito'' contra futuros ataques, eles chamam a Governante do país de Umbridge, pois ele é a cara da Umbridge, é uma tal de Dilma, ela é trouxa mas dizem que ela está do lado de Voldemort. A Escola de Magia Salem já estão lendo e a Escola do Japão também, temos um exército.- Falou Remus. Todos já estavam prestando atenção em nossa conversa.
– No Minístério tinha uma representante do Brasil, ela estava me falando que lá teve protesto contra o governo, que começou pelos bruxos, e que lá eles sabem de tudo que acontece aqui, e souberam da Umbridge, durante os protestos muitos bruxos faziam cartazes e levavam as ruas, mesmo os trouxas não entendendo, os cartazes estavam escritos, ''Dolores Umbridge pelo menos dá mais valor a educação do que a quadribol, e você Dilma? A que dá valor?''.- Tonks disse rindo.
– Mas o Brasil é o país do futebol.- Falou um menino de Dürmstrang.
– Isso não quer dizer que ele tenha que ser bom em futebol e péssimo em educação, os trouxas não recebem conhecimento lá, o Brasil é o país que mais cobra imposto no mundo, e até os bruxos sentem isso no bolso, e os governates a maior parte é corrupta, não vou dizer todos pois tem alguns honestos, mas eles precisam investir mais em educação e saúde. A corrupção trouxa lá afeta mais os bruxos do que Voldemort aqui.- Falei. As mesas se encheram de burburinhos, todos conversando ao mesmo tempo. Ficou um tempo assim até que Dumbledore chamou nossa atenção, mas uma luz verde surgiu no meio e de lá surgiram várias pessoas, quando a luz fui se apagando dava para ver as feições. Mas ainda não dava para identificar.
– Tom eu não disse pra você não fazer com luz verde, irá assustar os estudantes, menos os Sonserinos, mas tinha que ser verde?!?!- Falou uma voz muito parecida com a minha.
– Calma amor, eu só quis impressionar..
– Assustar você quis dizer!- Falou a voz brava.
– Me desculpa minha castanha.- Falou a voz masculina manhosa.
– Falando assim.- Disse a voz parecida com a minha.
– Só o que me faltava agora é ver seus pais se agarrando Anne!- Disse uma voz masculina.
– Cala a boca Albus, se não eu te mando pro seu pai numa caixa.- Disse a primeira voz masculina.
– Tio você não teria coragem de machucar mais nenhum Potter.- Disse outra voz desdenhando.
– Cala a boca você também James, o que eu fiz pra Merlin pra merecer esses filhotes de testa rachado no meu pé.- Falou a primeira voz masculina agora dramática.
– Papai, não pertunta o que você fez não, a lista é grande.- Uma voz feminina falou e os outros riram.
– Tá Anne.- Respondeu a voz masculina.
– Se apresentem visitantes.- Falou Dumbledore e as pessoas andaram até a frente da mesa dos professores, algumas pessoas eram conhecidas, principalmente eu. A eu do futuros era mais bonita, seu cabelo era mais liso, ela usava um vestido que marcava suas curvas, ao seu lado havia uma homem muito bonito, com os cabelos pretos caindo sobre os olhos azuis escuros gélidos, era alto e com porte atlético.
– Sou Hermione Riddle e esse é meu marido Tom Riddle.- A eu do futuro falou se apresentando e apresentando seu marido.- Esses são meus filhos, Anne Riddle e Damon Riddle.- Ela falou apontando uma menina de cabelos castanhos e olhos azuis, magra e bonita, e um menino de cabelos pretos e olhos azuis assim como o pai, era práticamente uma cópia.- E esses são James Sírius Potter, Alvo Severo Potter e Lily Luna Potter.- Indicou um menino de cabelo cachiado castanhos e olhos também castanhos, alto e bonito, o outro tinha o cabelo bagunçado e preto como o de Harry, era uma cópia perfeita do pai, já a menininha era ruiva e é como se eu visse Gina no seu primeiro ano outra vez.- Esse é Teddy Lupin e ela é Victória Weasley- Ela apontou um menino de cabelos azuis e uma menina de cabelos loiros.- Já esses são Rose e Hugo Weasley- A menina era ruiva e olhar determinado, já o menino que também era ruivo tinha feições sonhadoras.- E esse é Scorpion Malfoy.- Apontou para o menino loiro com cara de tédio.
– Espera você vieram de que ano mesmo?- Perguntou Molly assustada.
– De 2010.- Hermione do futuro respondeu.
– E quantos anos tem essas crianças?- Molly perguntou.
– Molly, antes de eu falar, saiba que a guerra foi culpa de tudo, além dos hormonios a flor da pele, ainda tinha a vontade de fazer tudo antes de morrer.- A eu do futuro falou nervosa.
– Temos mesmo que passar por isso de novo.- Perguntou Tom fazendo careta.
– Temos sim, Molly os mais velhos tem treze.- Ela falou e eu fiz a conta de cabeça, isso dá 1997, eu ainda teria 17 anos.- A Anne e o Damon tem 13, o James tem 13, o Alvo tem 12, a Lily tem 11, o Teddy tem 14 a Victória tem 13, a Rose te 13, o Hugo 11 e o Scorpion tem 13.- Ela falou e as pessoas ao meu redor foram perdendo a cor, já os Weasley's foram ficando vermelhos.
– Antes de começarmos as broncas antecipadas digam quem são os pais.- Falou o Senhor Weasley.
– Eu e o Dam somos filhos da Hermione e do Tom, nem precisa brigar vô.- Anne falou numa voz meiga que fez Arthur se acalmar. Eu senti um carinho enorme pelos dois no momento em que bati os olhos neles, meus futuros filhos
– Jay, Al e eu somos filhos de Harry Potter e Gina Weasley Potter.- Lily falou e nesse momento todos os Weasley's ficaram vermelhos e pareciam que iam partir pra cima de Harry, Gina apenas abaixou a cabeça na mesa esperando a bronca por coisas que ela ainda nem tinha feito, e nessa hora eu senti vontade de rir.
– Eu sou filho de Remus Lupin e Nimphadora Tonks, mas parte da minha infancia eu fui criado pelos meus padrinhos, Gina e Harry.- Vi que Tonks se emocionou e Remus segurou sua mão.
– Eu sou filha de Guilherme Weasley e Fleur Dellacur Weasley, e meus pais já eram casados viu.- Falou Victória sorrindo sapeca, Fleur ficou vermelha igual a Gui.
– Hugo e eu somos filhos do Ronald Weasley e Luna Lovigood.- Disse Rose, timida.
– E eu sou abviamente filho de Draco Malfoy.- Falou Scorpion.
– E quem é sua mãe?- Perguntou Dumbledore.
– Ela pediu pra fazer suspense.- Ele falou sorrindo.
– Fala logo.- Gritou Draco agoniado.
– Astória Grenggrass.- Ele falou e Draco sorriu.
– Vocês iram ficar para a leitura?- Dumbledore perguntou.
– Só as crianças, Minerva os liberou das aulas, mas nós temos que trabalhar, vamos ficar só para a leitura de um capítulo.- A eu do futuro falou sorrindo.
– Então vamos ler mais um capítulo, depois podem ir para os dormitórios, os alunos da bronca do Senhor Weasley continuem no Salão, incluindo você senhor Malfoy.- Dumbledore falou sério.- Podem se sentar onde quiserem.
Todos se dirigiram para perto de mim, a eu do futuro se sentou ao meu lado, e Tom sentou do outro fazendo eu ficar no meio.
– Horcrux você não mudou quase nada.- Ele falou e ela sorriu. Eu arregalei os olhos e perguntei.
– Horcrux?
– Calma, nós não vamos virar uma horcrux, você irá saber por que ele me chama assim.- Ela falou e eu me acalmei.
– Quem vai ler o próximo capítulo?- Dumbledore perguntou.
– Eu leio.- Disse Tom ao meu lado, ele pegou o livro e começou. ''- Conhecendo.
– Minha cara Black, faz apenas duas semanas que nosso ano letivo começou, então é mais fácil a senhorita se atualizar em nosso regime escolar. Riddle a acompanhe até o Salão da Grifinória, e peça a senhorita McGonagall para que apresente a Grifinória para ela. Avise a Minerva que amanha vocês dois irão apresentar a escola para Hermione na parte da manha, pois na hora do almoço ela será apresentada ao resto da escola. — O Diretor Dippet falou e Tom acentiu com a cabeça.
– Até mais Diretor Dippet, Dumbledore.- Eu disse educadamente e me retirei da sala acompanhada por Riddle.
– Pelo menos vou ter a manha livre.- Tom murmurou.
– Mas com duas Grifinórias.- Eu falei baixo, rindo.
– Esse é o único incômodo.- Ele disse com um sorriso sarcástico.
– Um incômodo suportável não?- Falei sorrindo de lado.
– Um pouco.- Eu não disse nada, apenas continuei andando, seguindo-o. Chegamos a frente do quadro da Mulher Gorda e paramos.
– O que faz aqui jovem Riddle?- Perguntou a Mulher Gorda séria.
– Por favor, você poderia chamar a senhorita McGonagall pra mim?- Tom falou educadamente.
– E o que o senhor quer com ela?
– Existem quadros que deveriam ser queimados.- Tom falou enquanto lia.
– Concordo.- Damon falou.
– Para o dois.- A eu do futuro falou e eles pararam na mesma hora, mesmo emburrados.
– Não seja entrometida e chame-a logo.- Tom disse ríspido, mudando completamente sua atitude. A Mulher Gorda desapareceu.
– Voce não deveria ser tão grosso.- Eu falei.
– Ela é apenas um quadro! É mais inferior que um elfo doméstico! Seres imundos!- Enquanto ele falava minha raiva só aumentava.
– Você se acha mesmo mais superior que os outros?- Falei tentando controlar minha raiva.
– Claro.- Murmurou e eu ri.
– Você deve ter passado muito tempo perto de trouxas não? Deveria ter aprendido o quanto nós somos superiores. A magia é superior!- Seus olhos estavam brilhando de raiva, estavam vermelhos. Eu apertava minha própria mão, tentando segurar a raiva.
– Não pode se achar uma coisa que você não é, isso é errado.
– Não é errado, eu sou o melhor.- Ele falou e não consegui segurar o riso.
– Oh Merlin, dai-me paciência!- Falei rindo.
– Então você se acha melhor que eu?- Ele perguntou sorrindo de lado.
– Muito melhor.- Falei séria, o desafiando, seu sorriso aumentou.
– Veremos então quem é o melhor.- Falou.
– Veremos.- Eu falei, ele ia falar mais algum,a coisa mas o quadro a nossa frente se abriu. De lá saiu uma garota riuva, seus cabelos iam até a cintura em cachos perfeitos, com os olhos castanhos e severos, uma garota realmente linda, ela usava um robi vermelho com o simbolo da Grifinória, mostrando as curvas do corpo de dar inveja em qualquer menina, mas Riddle nem olhou.
– Tia Minnie?- Perguntou muitas pessoas.
– Sim, ela era bonita, mas uma chata, grifinória e mestiça.- Tom falou.
– E eu sou o que?- A eu do futuro perguntou.
– Linda, maravilhosa, chata, grifinória, mandona, irritante, amor da minha vida, mãe dos meus filhos e se chama Hermione.- Ele falou e ela sorriu. E ele continuou lendo.
– O que quer Riddle?- Ela perguntou.
– Vim trazer a nova aluna da Grifinória, está no sétimo ano. O Diretor Dippet pediu para avisá-la que amanha na parte da manha, iremos mostrar a escola pra ela, então nos encontramos amanha antes do café. Boa Noite senhorita Black, McGonagall.- Ele disse tudo de uma vez e se foi, me deixando sozinha com minha professora com aparencia cinquenta anos mais jovem. Olhei pra trás, mas Riddle já havia desaparecido. Então estendi minha mão para comprimentá-la.
– Prazer, Hermione Granger Black.- Falei e ela pegou minha mão em um aperto firme e sorriu.
– Minerva McGonagall, o prazer é meu.- Ela falou e fez menção pra eu entrar.- Você é mesmo uma Black?
– Sim...
– Como veio parar na Grifinória?- Perguntou abismada.
– Meus pais eram traidores de sangue pelas más linguas, contra os princípios da familia.- Falei dando de ombros. Nós nos sentamos no sofá perto da lareira, olhei pra todos os lados e senti uma vontade enorme de chorar mas consegui conter as lágrimas, e agradeci mentalmente pois McGonagall nem percebeu. O Salão Comunal era praticamente igual ao do futuro, só mudava algumas coisas minimas, é como estar em casa novamente.
– Bom, eu sou Monitora da Grifinória, e amanha nós vamos ter que acordar cedo, tenho que parecer responsável e cumprir o que o Diretor pediu.- Ela falou rindo.
– Gostei de você.- Falei rindo também e me levantando.- Então onde eu durmo?
– Ah.. Descobri por que que apareceu outra cama no meu quarto, acho que somos colegas de quarto. Vamos.- Falou e começou a subir as escadas, eu a segui, ela parou em frente a um quadro enorme entre o dormitório feminino do sexto e sétimo ano.
– Confiança.- Disse a senha e o quadro se abriu revelando um quarto enorme, tinha uma porta no fundo que imaginei ser um banheiro, havia duas camas, o quarto é todo vermelho com dourado, mas estranhei que em uma cama, que está perfeitamente arrumada e tem um um pequeno vira tempo em cima da mesma.
– Essa é sua cama.- Minerva fala e aponta pra cama arrumada, ela vai até sua cama e se deita, apenas me observando.
Eu ando até a cama e me sento pegando o vira-tempo, percebo que não é um vira-tempo realmente e sim uma réplica como uma gargantilha. Coloquei a gargantilha no pescoço e peguei minha bolsinha de contas que havia amarrado na cintura, tirei de dentro dela o uniforme e um baby dool vermelho e verde curto e me direcionei ao banheiro. Tomei um longo banho, vesti o baby dool e deichei meus cabelos soltos. Voltando ao quarto reparei que Minerva já dormia e me deitei na cama, logo adormecendo.
Acordei com uma voz me chamando, era Minerva. Ela já estava pronta, uniformizada e bonita. Me levantei e fui fazer minha higiêne matinal, vesti meu uniforme e sai do banheiro. Minerva estava só me esperando, e arregalou os olhos quando me viu.
– Que foi?- Perguntei.
– Seu uniforme...
– O que tem ele?
– É fora dos padrões da escola... M-Mas eu amei, é lindo.- Assim que ela falou foi que eu realmente reparei em seu uniforme, ele era mais comprido, tampava praticamente todo o corpo, já a minha saia está na metade da coxa e minha gravata está solta com os dois primeiros botôes da minha camisa abertos, quase mostrando meu busto.
– Hermione seduzente.- Gina brincou e eu ri.
– Atá... Fazer o que? Só tenho esse.- Falei sorrindo e dando de ombros.
– Você quer tomar o café da manha agora?- Ela perguntou meiga.
– Pra mim tanto faz, não estou com fome.
– Eu também não.- Ri.
– Eu posso te chamar de Minnie?- Perguntei me lembrando dos gêmeos.
– Claro, como você sabia me apelido?- Perguntou curiosa.
– Intuição, você parece com Minnie. Pode me chamar de Mione se quiser, era assim que meus amigos me chamavam.
– Ok... Então vamos.- Ela falou e eu acenti com a cabeça e peguei minha bolcinha amarrando-a no pulso. No salão Comunal não havia ninguém, ainda é muito cedo, todos ainda devem estar dormindo. Fomos para frente do Castelo, e não foi nenhuma surpresa ao perceber que Tom Riddle já nos esperava, ele me olhou dos pés a cabeça e arqueou a sobrancelha.
– Estão atrasadas.- Ele disse friamente.
– Não estamos não, ainda não é nem hora do café.- Eu disse.
– Sim vocês estão atrasadas, eu disse que era pra estarem aqui antes do café, significa, meia hora antes.- Falou me encarando.
– Antes do café significa a qualquer momento antes, pode ser ao amanhecer ou até mesmo um minuto que antecede o café da manha.- O encarei séria. Ele sorriu de lado.
– Chega Riddle, temos que mostrar o Castelo pra ela.- Falou Minnie encarando Tom com raiva. Ele apenas concordou com a cabeça e começaram a me mostrar o Castelo, eu não precisa muito fingir surpresa, estar em Hogwarts é maravilhoso... Mágico... Nem parece que eu vivi que minha vida toda aqui.
Quando terminamos de ver o Castelo já era hora do almoço. Seguimos para o Salão Principal e todos já estavam lá. Entramos e ninguém tirava os olhos de mim, achei que iamos nos sentar mas Tom e a Minnie continuaram andando. Perto da mesa dos professores Dumbledore estava de pé, e ele indicou para nós ficarmos ao lado dele.
– Alunos, nós temos uma nova aluna na Escola, Hermione Black. Fizemos a seleção ontem a noite e ela foi selecionada para a Grifinória. Então quero que sejam educados e recebam a senhorita Black muito bem.- Dumbledore falou, todos aplaudiram e imediatamente começaram os murmúrios. A Grifinória toda começou a aplaudir. Dumbledore falou alguma coisa baixar com Tom e Minnie, Tom acentiu e foi para a mesa da Sonserina, Minnie sorriu e entrelaçou nossos braços sorrindo, andamos e nos sentamos entre um ruivo, muito parecido com Ron só mais musculoso, com os olhos dos gêmeos e o sorriso da Gina, fiquei impressionada comigo mesma ao perceber que vi detalhes de cada um em uma pessoa só, o outro é um moreno de olhos castanhos e óculos quase identico ao Harry. Olhei para os dois de boca aberta.
– Sejá bem vinda a Grifinória, eu sou Septimus Weasley.- Falou o ruivo beijando minha mão. Eu sorri e olhei o moreno.
– Muito prazer, sou Charlus Potter.- Disse ele.
Tom fez uma careta.
– Vivo rodeado de Weasley's e Potter's até hoje!- Reclamou.
– Calado tio.- Disse James.
– Moleque você não me manda calar a boca, você sabe o que eu posso fazer!
– O que? Contar pros meus pais?- Ele perguntou.
– Depois você verá.- Falou.
– Fica queto James! E você Tom pode voltar a ler!- Ralhou a ''eu do futuro''. Logo Tom voltou a ler.
– O prazer é meu, sou Hermione Black.- Falei e eles riram.
– Nós ouvimos.- Falou Weasley e eu ri.
– Você é parente dos Black da Sonserina ou é nascida trouxa?- Perguntou Charlus.
– Sou parente das serpentes sim, prima, mas não os conheço.- Falei dando de ombros rindo.
– A única que presta lá é a minha doce e linda Druella.- Charlos falou.
– Como assim eu não presto Charlus?- Falou um garoto atrás de mim, me virei rápidamente, o garoto era incrivelmente lindo, tinha os cabelos e os olhos negros, seus cabelos era um pouco compridos.
– Esqueci de você Orion, Hermione este é Orion Black, o segundo Black que presta.- Falou Charlus rindo.
– Meu pai.- Disse Sírius, todos olharam pra ele tensos.
Orion pegou minha mão e a beijou. Nesse exato momento me lembrei da tapeçaria dos Black, a árvore da familia, Orion Black é simplismente meu avô, pai de Sírius.
– Prazer.- Falei.
– Minha mãe me mandou uma carta no café falando que recebeu uma carta de Dumbledore informando que uma prima havia chegado a Hogwarts e que seus pais eram renegados da familia pois isso nunca tinha ouvido falar de você e que eles morreram. Isso é verdade?- Perguntou.
– Sim. Mas eu aprendi com meus pais a não me importar com a família Black. — Falei e ele deu um sorriso.
– Gostei de você.- Falou e se retirou.
– Estranho.- Murmurei.
– Ele é assim, é meio estranho mas pelo menos não fica como o resto da família.- Disse Minnie.
– Tá já podemos comer? Estou faminto.- Disse Septimus.
– Espera, Septimus seu nome é por você ser o sétimo da família Weasley nessa geração?- Perguntei já sabendo a resposta.
– Sim.- Ele respondeu tímido.
– Imaginei, pode comer agora.- Falei e ele avançou na comida, me senti na casa dos Weasley's outra vez.
Todo mundo da familia Weasley me olhou sorrindo.
Coloquei batatas assadas em meu prato e uma coxa de frango, comi observando Septimus que comia desesperadamente. Sorri o observando.
– Que é?- Ele perguntou.
– Nada, é só que... É que você e o Charlus me lembram meus melhores amigos, Harry e Ronald.- Falei.
– E eles são bonitões como nós?- Perguntou Charlus fazendo graça.
– Bonitões não sei, mas são iguais.- Disse rindo.
– Sem graça.- Charlus fez bico. Eles voltaram a comer e eu instintivamente olhei para a mesa da Sonserina, meus olhos se encontraram com o olhar de Tom sobre mim. Minnie terminou de comer e se levantou, foi até Dumbledore que lhe entrou um papel e logo ela voltou a mesa, eu ja tinha acabado de comer.
– Aqui estão seus horários.- Ela falou e me entregou o papel, olhando a lista eu percebi que tinha aulas especiais.
– Você é da minha turma?- Perguntei.
– Só não sou das especiais, são apenas algumas pessoas nas aulas especiais, minhas aulas são a maior parte as normais e duas avançadas.- Falou.
– Então tá.
– Qual é sua primeira aula?- Ela perguntou.
– Poções.
– A nossa também.- Charlus e Septimus falaram ao mesmo tempo.
– Então vamos.- Falou Minnie. Nos levantamos e seguimos em direção as masmorras, era frio lá. Chegamos e já havia um professor. Entramos e ele veio todo sorridente em minha direção.
– Seja bem vinda senhorita Black, sou Horáce Slongorn, Dumbledore e Dippet falaram muito de você, espero que seja tudo como disseram.- Ele falou e eu ri.
– Obrigada professor.- Falei corando.
– Sentem-se em seus lugares por favor.- Ele disse e eu me sentei ao lado da Minnie, Septimus e Charlus se sentaram atrás de nós. Passado pouco tempo a sala já estava cheia. Era Grifinória e Sonserina.
– Já estão todos aqui, hoje eu quero que você criem qualquer poção, mas tem que ser uma poção difícil, e ter que ser a que tenha um preparo demorado, mas você vão ter que fazer o melhor em apenas três horas, poderam fazer qualquer poção que tenha o preparo mínimo de duas semanas. Isso é um desafio, o aluno que fizer a melhor irá ganhar cem pontos para sua casa. E esse ano será práticamente revisão então podem começar.
Fui até o armário e peguei os ingredientes para uma poção polissuco que o prepáro e de um mês, Minnie pegou para fazer uma poção de cura. Tom Riddle pegou alguns ingredientes e foi para sua mesa.
Eu comecei a colocar os ingredientes na ordem certa, nem precisei olhar no livro, lembrava cada passo da poção. Uma poção demorada e que eu estava fazendo o mais rápido possivel, o que era difícil mas eu concegui, faltava já hora para a aula acabar e eu já estava terminando, estava na cor certa de cada etapa. Faltava apenas cinco minutos para acabar o tempo e eu terminei. Levantei minha mão.
– Sim, senhorita Black.- Disse o professor.
– Terminei.- Falei e nesse momento todos me olharam.
– Povo bobo, ela fez essa possão no segundo ano.- Ron falou.
– Por isso ela tem o título de garota mais inteligênte de Hogwarts.- Completou Harry. Senti minhas buchechas esquentarem
– E qual foi sua poção?
– Poção Polissuco senhor.- Falei e muitas pessoas riram, tinham praticamente certeza de que eu não havia conseguido.
– Muito bem, então quem se faz de voluntário para esperimentar a poção?- Perguntou mas ninguém se volutariou, ele perguntou outra vez mas outra vez não ouve resposta.
– Eu faço, tenho certeza que deu certo.- Falei.
– E em quem você vai se trasformar?- Perguntou esperando que eu pedisse o cabelo de alguém, mas eu apenas desenrrolei minha bolsinha do pulso e procurei dentro dela um saquinho onde eu havia colocado vários vidrinhos com cabelo, peguei um vidrinho que tinha o nome escrito Gina e retirei um fio de cabelo ruivo, guardei o saquinho na minha bolsa.
Coloquei a poção em um copo de vidro que o professor tinha me entregado e coloquei o cabelo, nesse momento a poção ficou escarlate brilhante, como se fosse sangue, só que brilhava.
– A poção polissuco fica da cor da alma da pessoa, no caso da vermelha, é uma alma forte, impulsiva e a brilhante quer dizer pura, sem maldade. De quem é esse cabelo?- Perguntou o professor.
– Agora ela vai se achar.- Falei.
– Eu não me acho, eu sou.- Falou e todos riram.
– Da minha melhor amiga. — Falei e bebi. Senti um gosto bom, doce na boca, e logo senti as mudanças, meus cabelos se alisaram e ficaram ruivos, emagreci um pouco e fiquei mais alta, virei Gina.
– Uma versão feminina do Weasley.- Exclamou um loiro sonserino, presumi ser um Malfoy.
– Parece mesmo.- Disse Septimus.
– Cem pontos para a Grifinória.- Disse Slongorn batendo palmas, todos da Grifinória comemoraram, olhei para Tom que me olhava sério, quando viu que eu também olhava ele deu um sorriso de lado.
– É jovem Riddle agora você tem uma concorrente a altura.- Slongorn disse batendo em suas costas e eu sorri com a careta que ele fez.
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