Ali bem na sua frente estava um orc para ser mais específica uma mulher orc que estava deitada em meio as flores, mas que o mais chamou a atenção era um embrulho que ela estava segurando que não parava de se mexer.

S/N começou a se aproximar bem devagar da orc já tinha medo de acordá-la; quando olhou para o embrulho lá estava um bebezinho s/n ficou encantada quando o viu, mas começou a se questionar.

— Será que ela não está ouvindo seu bebê chorar? — pensou s/n.

—Com licença senhora, mas seu bebê está… — mas quando s/n colocou a mão sobre o corpo da orc percebeu que ela estava fria e seu coração não batia.

— Ela deve ter dado à luz aqui, mas seu corpo não resistiu. Eu não posso deixar esse bebê sozinho.

S/n pegou o bebê com cuidado e começou a ninar para, acalma-lo.

— Shiu! Está tudo bem neném vou cuidar de você.

— Você é tão fofinho! — o bebê tinha o tom de pele verde, os olhos azuis, o cabelo arrepiado na cor preta e pequenas presas em sua boca.

— Não se preocupe senhora orc vou cuidar bem do seu bebê como se ele fosse meu.

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Longe dali Griffin e o clã estava cavalgando de volta para o seu lar, porém ele sentiu um estalo como se precisasse voltar.

— PARE!

— O que houve chefe? — perguntou um dos orcs.

— Precisamos voltar. Recuem!

Todos os orcs obedeceram à ordem de Griffin se ele estava dando havia alguma explicação.

Os sentidos de Griffin o levaram até o canteiro de flores que sua mulher estava; o que chamou sua atenção era que seu filho não estava do lado dela e dois cheiros diferentes ele sentiu. Ele não sabia de quem eram os cheiros, mas de uma coisa ele sabia que tinha que encontrar seu filho.

Notas finais
O bebê orc: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcQv51QwcSCG3V_POJWovpXBnvJXdX3CvEit-c64NUzOJhzpOUDo