Segui o caminho de volta com aquele adorável bebê no colo, durante todo caminho ele olhava com bastante atenção e sorria.
Optei seguir outro caminho já que sabia que tinha os fofoqueiros de plantão e também por causa do preconceito em relação ao orcs.— Chegamos querido! Esta é a minha casa, mas agora ela é sua também.Entrei e fui colocar a cesta de frutas, depois deitei o bebê na minha.— Agora que percebi que ainda não sei se você é menino ou menina, bom vamos descobrir.Comecei a tirar o pano que o cobria e estava mesmo certa.— Eu estava certa, você é um menininho o menininho mais lindo e fofo. — disse fazendo cosquinha nele que soltou aquele risinho de bebê.— Que risada mais gostosa!Continuei fazendo nele e enchi de beijinhos.Aquela tarde estava ocorrendo tudo bem até o pequenino começar chorar, e eu tentava de todo jeito acalma-lo, mas não conseguia.Droga! Eu não entendo nada de cuidar de bebês e agora o que faço? Espera! Tenho vários livros provavelmente, há um sobre bebês.Depois de uma boa olhada achei o livro.— Aqui diz que há diversas maneiras para um bebê chorar pode ser fralda, cólica e principalmente de fome.— Fome é claro! O pobrezinho, imagino quanto tempo ele ficou ali.Mas tinha outro problema como ia, alimenta-lo? Ele era um recém-nascido e nessa fase só podia tomar leite.Eu não podia fazer isso. Ah! Como eu gostaria de poder amamentar!.......S/N começou a sentir algo estranho e um formigamento nos seios e seu vestido estava machado.— Isso é leite? Mas como isso é possível?Será que alguém está ouvindo minhas preces? — pensou.S/N decidiu não questionar e começou a dar o peito.— Calma rapazinho mais devagar desse jeito vai acabar se engasgando.E como se entendesse a obedeceu.— Você é tão lindo! Ei! Você precisa de um nome.— Já sei vou ti, chamar de Adam. Sabe Adam você realizou o meu sonho.
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