Legolas e Aragorn / Elrond e Gandalf - PARTE II
19 Agonia e Dilaceramento na Floresta. – Thranduil e Éomer.
Mal o espadachim adentrou ali, dando alguns passos, mais especificamente, três, sentiu uma mão tocar-lhe o meio das costas e empurrá-lo de encontro a uma árvore, um corpo sutilmente mais alto que o seu, embora mais esguio, foi pressionado em suas costas. Ambas as mãos do cavaleiro encontravam-se presas, acima de sua cabeça, ele sentia sua armadura incrustar-se na madeira diante de si, numa tentativa de afundar-se nela, mas o máximo que conseguiu foi arrancar algumas lascas.
Éomer mantinha uma fisionomia de êxtase, reconheceria aquele cheiro de terra úmida, de mato virgem em qualquer lugar, a respiração do elfo tocava-lhe a orelha, descompassada, quente, ligeiramente morna.
– Saudades?
Retrucou o cavaleiro numa tentativa de empinar a bunda, logo sentiu ser jogado na direção do chão, ao sentir seu corpo quicar ali, no solo, uma espécie de solo argiloso, virou-se deitando de frente, para logo sentir o pé de Thranduil tocar-lhe o meio do peito. Éomer teve a impressão de perceber que o rei pareceu engolir em seco, embora tentasse de todas as formas manter seu controle, que a seu ver, parecia impossível para aquele elfo.
O rei soltou um sorriso ligeiramente sádico, postando as mãos em sua própria cintura, apertando mais o pé ali, de encontro ao peito do outro, criando um rangido em sua armadura.
– É assim que me recebe, elfo abusado... só porque é um rei, mas não deixa de ser um elfo maldito, hahaha!
Thranduil deixou seus olhos diminuírem de tamanho, apertando-os, parecendo observar mais atentamente aquele “reles” humano.
– Somos tão parecidos.
Comentou retirando o pé dali, Éomer logo se levantou, tomando fôlego, encostando-se a uma árvore. O Rei Sindarin encontrava-se de costas para o outro, mantendo os braços cruzados. O cavaleiro não deixou de notar os fios dourados, quase prateados do outro, estes lhe descendo harmonicamente pelas costas eretas e esguias. O cavaleiro deu um passo na direção do elfo, fato que o fez virar-se parcialmente para ele, olhando-o lateralmente, de perfil, para logo virar a face em sua direção, permitindo que um sorriso esnobe se formasse em seus lábios.
– Eu ouvi o que conversaram.
– ...
– Rohan, está... dominada.
Thranduil entrelaçou os dedos detrás de seu onipotente tronco, andava para um dos lados, passos lentos, vagaroso, mas os mesmos não emitiam um som sequer, bem diferente do som de suas botas na jaula, quando Éomer estava preso. A impressão que dava era que ele nem mesmo amassava a grama ou a argila debaixo de seus pés, parecendo até mesmo flutuar ali.
– Sim. Segundo Gandalf.
– Entendo. – O elfo parou, virando-se para Éomer, olhando-o demoradamente. — Irás participar desta guerra?
Éomer sinalizou que sim com a cabeça.
– Se torne meu escravo, assista tudo daqui... sem precisar se... – O elfo soltou uma risada deleitosa, mas consideravelmente sádica. – Expor.
– Eu lutarei ao lado do meu rei.
O elfo numa agilidade sem tamanho postou-se diante de Éomer, encarando-o bem próximo, as faces quase se tocavam, no entanto as orbes de Thranduil encontravam-se arregaladas, raivosas, profundas de ódio e ressentimento.
– Achei que o seu rei fosse eu.
– Porra, eu não sou um elfo! Tenho que ter um rei humano! Que ideia... porra.
E encostou-se numa arvore ali, cruzando os braços.
– Aliás, Rohan foi meu último reino, ao qual servi e tinha herança. – Se desencostou dali e continuou com uma voz mais alterada- É o meu povo! Minha terra! Acha que sou o quê? Um idiota sem pátria? Eu fui expulso, mas minha lealdade se mantém!
Thranduil deixou uma risadinha fazer-se presente, retrucou irônico:
– Será que esta lealdade vai se manter em seu túmulo?
– Foda-se! Não espero que um elfo que vive milênios, me entenda mesmo! Errei ao vir aqui e...
De repente, ao virar-se para sair dali, sentiu um de seus braços ser segurado pelo rei.
– Espere.
– Esperar o quê?
Thranduil encarava-o fixadamente, seus olhos nem sequer piscavam.
– Siga o conselho daquele velho caduco... aproveite.
E soltou-lhe o braço, Éomer o encarou surpreso, com a testa franzida.
– Aproveite.
Repetiu o rei em tom de ordem, olhando-o “de cima”, ereto, com ambas as mãos para trás do corpo, os dedos entrelaçados.
– O seu tempo já é tão curto... – Ele fez uma fisionomia de deleite, deixando a cabeça tombar discretamente para um dos lados, mantendo uma face de entrega, passiva. Soltou um longo suspiro. – Me visite, cavaleiro. Passe o curto tempo que lhe resta comigo. – Soltou uma risada jocosa. — Não era isso que planejava, vindo até aqui?
O elfo seguiu até o outro, ficando a um passo dele.
– Eu vi seus horários de ronda, estavam no quarto do meu filho... imagino que Aragorn tenha haver com isso... mas isto não importa agora... – Tocou a face de Éomer encarando-o fixadamente. – Que importa é que veio de encontro a mim... e não deixarei que saia facilmente daqui. – Arregalou os olhos rangendo os dentes.
O cavaleiro afastou a mão do elfo de seu braço e quando foi sair dali, sentiu uma lâmina tocar-lhe a lateral do pescoço, Thranduil foi se aproximando lentamente dele, ainda segurando a lâmina, agora, diante do pescoço do cavaleiro.
– Esta espada foi feita por elfos, seu corte é formidável... ela arranca cabeça de orcs com apenas o encostar, imagina a pele de um humano... imagina o que seu fio perfeito faria.
Éomer nem conseguira engolir, ao sentir o metal gelado quase encostado ao seu pescoço, mas logo a mão do elfo tocou-lhe a bunda, apertando uma das abas, então ele fechou os olhos, gostando daquele abuso, daquela invasão em seu corpo.
Ele queria xingar aquele elfo, mas temia que o fio cortasse-lhe a pele, mesmo assim, retrucou enfezado, rangendo entre os dentes:
– Elfo maldi...
Éomer fez uma fisionomia de dor quando sentiu sua epiderme rasgar superficialmente e um líquido quente, que ele deduziu ser sangue, descesse pela frente de seu pescoço, foi então que jogou a cabeça para trás, sua nuca encontrou no ombro do elfo que logo retirou a lâmina dali, a guardando, pondo-se prontamente a segurar-lhe a cintura, o quadril, puxando-o para si.
– Sei que queres que abuse de você... e eu quero realmente fazer isso.
Éomer permitiu-se ser levado por aquele elfo, mas ao menos o cavaleiro pensara que Thranduil o levaria nos braços, terrível engano, uma corda foi amarrada em seu pescoço, o elfo o puxou tão bruscamente que Éomer levou ambas as mãos ali, segurando-a firme sentindo-se quase asfixiar com o solavanco dado.
– Quer me matar, seu cretino?! Vou morrer em campo de batalha, não aqui, caralho!
Thranduil puxou-o mais uma vez, pondo-se detrás dele, Éomer estava ajoelhado, com o corpo de quatro ali, sentia suas mãos afundarem no barro, sujarem seus dedos, mas o que o deleitou foi ver fios dourados descendo pelos seus ombros, deduziu que o outro estava detrás de si, embora ele se movesse com uma agilidade tão grande que às vezes sua proximidade ou localização nem era percebida. O elfo apertou a corda, puxando o pescoço para trás, sussurrando próximo ao ouvido.
– Esqueceu de quem dá as ordens? – Deu-lhe uma longa lambida na orelha, a mordendo agressivamente, a ferindo, o que arrancou um grunhido de dor do cavaleiro. – Sou eu!
Afastou-se desferindo-lhe um tapa forte na bunda, sorte ele estar de armadura ainda, a saia de malha de aço que vestia protegeu-o da pancada, mas repreendeu-se de qualquer ato provocativo ao ver que o elfo olhava para a própria, mão, deduziu que o ato doera ao outro.
Éomer engolira em seco, falando baixo:
– Machucou? Quer que beije para sarar?
Thranduil lambeu demoradamente a própria mão, parecendo um felino, enquanto olhava para o cavaleiro, rodou a corda numa das mãos, criando uma amarra segura e postou-se diante dele.
– Sim, você me feriu... seu corpo... humano... por isso, beije meus pés e peça desculpas.
Éomer o olhou, suas orbes douradas buscavam encarar a face do pai de Legolas sem muito sucesso, pois logo o outro apertou uma das mãos ali, em seus fios cacheados e dourados, o forçando a abaixar a face na direção de sua bota.
– Beije!
E o rei voltou a se colocar de pé, o cavaleiro parou um tempo olhando aquela bota, ali, diante de si, lambeu os lábios sentindo certo nojo, mas logo tocou a boca ali, pressionando os lábios, ato que arrancou um gemido agonizante do elfo.
– Ahhh!
Thranduil lambia demoradamente os lábios, sentindo todo seu corpo arder em chamas, seu baixo ventre guerrilhar e implorar por atenção.
– Heh! – Soltou uma bufada de êxtase. — ... me siga, meu capacho humano.
E puxou rudemente a corda, Éomer se levantou apertando as mãos ali, tentando liberar um pouco de espaço na amarra em seu pescoço, mas aquela corda não cedia, era mágica, feita por aquele povo élfico, um povo, a seu ver, macabro e sinistro.
Adentraram pelos fundos do castelo, o cavaleiro sentia seu corpo pesar, sentindo falta de uma respiração firme completa, o ar lhe era rarefeito, fato que o causava uma sonolência e uma fraqueza perturbadora, tendo a impressão que a qualquer instante desmaiaria, mas logo foi jogado sobre uma cama, ao mesmo tempo que a amarra se desfizera e tombou ali, num grande pedaço de madeira nobre, só agora se dera conta que estava no setor de armas e vestimentas de batalha.
Thranduil rodeava a corda numa das mãos, a ajeitando com seus dedos hábeis, para logo dependurá-la num cabideiro próximo da entrada. Éomer olhava para os lados, não tinha uma sombra de acolhimento ou aconchego, tudo era muito rústico e rude, a grande tora de madeira sobre a qual estava deitado não tinha acolchoamento, encontrava-se sobre a madeira crua e nua. Ele tinha a respiração ofegante e encarava aquele elfo sutilmente raivoso, ao se perceber tratado como um lixo qualquer.
– Maldito! Nem uma bebida ou um agrado? Simplesmente me possuirá e me mandará embora?! Hã?
Thranduil encontrava-se ainda próximo da porta, parecia se deliciar em observar o desespero do outro, mantinha-se encostado ali, com os braços cruzados, um sorriso singelo floreava seus lábios bem delineados, macios e carnudos.
– Me tratar que nem uma bosta? Hã?!
Éomer se levantara, gesticulava raivoso, pegando alguns equipamentos e jogando-os para os lados, como uma besta enjaulada e raivosa. Ele puxara algumas estantes com espadas, arcos, derrubando-as ao chão, alguns elfos vieram naquela direção aproximando-se da porta devido ao barulho, mas estes rapidamente pararam ao ver a mão de seu rei sinalizar para que voltassem para seus postos e assim o fizeram. Dado a ordem, o elfo voltou a cruzar os braços, voltando sua face jocosa para o outro, lambendo demoradamente os lábios, realmente se deliciava.
– Maldição! Tô aqui com um reles elfo, um maldito elfo! HAAA!!!!
Thranduil permitiu que sua boca se abrisse, escancarando-se, sorrindo agora, notadamente, no entanto sua risada não emitira nenhum som, quando o paladino foi pegar uma jarra de água e jogá-la no chão, Thranduil o empurrou de encontro à “cama”, sentando-se sobre sua cintura, o próprio elfo ofegava, deixando sua respiração descompassada saísse pelos lábios parcialmente abertos. Seus olhos, arregalados e tomados de um êxtase sem tamanho, se fixaram naquela face deliciosa e humana, seus dedos ágeis foram logo despindo sua armadura, a puxando para o alto, para logo joga-la para um dos lados, exposto o peito do outro, mesmo que parcialmente, por se encontrar com uma malha de couro por debaixo da sua malha de aço, Thranduil catou uma adaga que se encontrava próxima e rasgou-lhe a frente dali, puxando apressado a roupa de couro expondo o tórax bem definido do outro, aproximando os lábios dali, mordendo forte um dos mamilos.
– AHHH!
Éomer jogou a cabeça para trás, fazendo uma fisionomia de dor, agarrara o corpo do elfo de encontro ao seu, o puxando para si, apoiando os pés ali, na madeira, arreganhando as pernas, as abrindo e fazendo com a cintura para frente, atolando-se no corpo do outro que logo levantou a face e o segurou forte pelo pescoço, o ferindo mais, fazendo o rasgo ali brotar sangue novamente.
– Pare com esse abuso!
Ordenou o elfo se referindo à cintura do outro, este parou, permitindo que ela tocasse denovo na madeira, ficando ali, comportada embora sua ereção fosse notável por debaixo da calça. Éomer ofegava bastante, tentava conter-se de todas as formas e ele soltou um gemido agoniado quando sentiu Thranduil sentar sobre sue baixo ventre.
– Quer me possuir?
Comentou o elfo ao ver que o cavaleiro parecia mais comportado, o elfo lambia demoradamente os lábios, sentindo-os secos, foi quando se pôs de pé ali, desabotoando cada botão, enquanto apertava um dos pés no peito do cavaleiro, mantendo-o parado onde queria.
Éomer não respondera, tinha a respiração ofegante e parecia sentir um gosto de sangue na boca, seria da ferida? De seu próprio nariz brotava algum líquido rubro dali, mas ele não se importava, tocou as mãos naquela bota, abrindo-a. Thranduil parou de desabotoar sua túnica quando viu que o cavaleiro parecia retirar-lhe o calçado, ele sorriu, elevando um pouco o pé, facilitando a retirada, feito isso, colocou o outro pé ali e Éomer repetiu a ação.
– Hum...
Thranduil o olhava com as mãos na cintura, soltou uma risadinha sádica e terminou de abrir a túnica, a retirando, ficando apenas com sua calça élfica, a qual se aderia às suas coxas. Apertava a sola do pé ali, ainda lambia os próprios lábios e aproximou os dedos da boca do cavaleiro, dando-lhe uma ordem:
– Lambe, bem devagar... cada dedo, sugue cada um deles e beije. Nesta ordem.
O espadachim segurou cuidadosamente o pé do elfo, com as mãos calejadas que possuía, começando com o dedo mindinho, depois seguiu para os outros, roçando a língua ali, sugando um a um, depois beijando, distribuindo beijos por toda a sola. Thranduil tinha uma face de deleite, quase orgásmica, sentia seu próprio membro endurecido dentro da calça, molhar-lhe sutilmente o baixo ventre, umedecendo-o com o pré-gozo.
– Isso... ah...
Engoliu em seco o elfo, que finalmente retirou a calça e ficou se masturbando enquanto que o cavaleiro repetia o que foi ordenado com o outro pé. Thranduil sorriu, tocando seu membro, sua ponta, sentindo os dedos melados com sua excitação, sentia-a grudada em seus dedos, esticou-a com as pontas, sentindo-a pegajosa e logo sentou ali, no quadril do outro, enfiando-lhe os dedos gozados ali, na boca daquele humano, este ao sentir o gosto do elfo, segurou firme aquela mão, roçando vorazmente a língua ali, sugando-lhe qualquer amostra de gozo, limpando-lhe completamente os dedos.
O elfo retirou os dedos, ao senti-los limpos, ele ofegava bastante, ambos estavam assim. Ele foi se posicionando entre as pernas do cavaleiro, puxou-lhe as botas e logo depois, as calças, e pôde ver o estado de Éomer era tão critico quanto o seu. Suas orbes azuis se direcionaram para o cavaleiro, buscando as suas douradas, fato que o fez sentar-se e tocar a nuca daquele elfo, o puxando para um beijo. Thranduil não reagiu, permitindo-se aquele contato, o elfo, ao contrário, afundou-se mais naquele beijo, empurrando o outro para trás, fazendo-o se deitar novamente e ao causar isso, direcionou a boca para o pescoço dele, lambendo-lhe a ferida, engolindo um pouco de seu sangue, sentindo-o se misturar à sua saliva.
– Ahhh......
Éomer sentiu uma ardência enorme ali, rangeu os dentes, mas não evitou o que o outro estava fazendo e aceitou, tocando-lhe a nuca, apertando uma das mãos ali e quanto o elfo voltou a encará-lo, com os lábios levemente avermelhados, o cavaleiro segurou-lhe a cintura, roçando-se no quadril do elfo, criando um atrito com as ereções ali presentes. O elfo apenas o olhava com um sorriso ameno nos lábios, até que numa calma sem tamanho, retrucou com uma voz rouca e melodiosa:
– Não sou uma elfa... o que está pretendendo?
Éomer engolira em seco, realmente, Thranduil tinha razão, o máximo que conseguia com aquele ato desesperado, foi causar uma dor devido aos falos estarem a ponto de explodir de excitação, o contato causava uma dor que prosseguia por todo abdômen, já que este estava completamente duro e contraído.
O elfo tocou a face humana, afagando gentilmente ali, aproximou bem lentamente a boca da do outro, beijando-lhe demoradamente, com toda calma do mundo, e foi, neste ato, que Thranduil empinou sua própria bunda e começou a tocar os dois, ao mesmo tempo em que se beijavam, o elfo massageava os falos na palma de sua mão, Éomer virou a face para um dos lados, sentindo os dedos deslizarem harmonicamente e de maneira ágil pelo seu membro latejante, até que sentiu os dedos descerem, adentrando a ponta do indicador em seu ânus.
– Ah... AH!
O cavaleiro fez uma fisionomia de dor e pôde ver que o elfo pareceu sair de cima de si e se posicionar ali, entre suas pernas, logo Thranduil puxou o quadril do outro ao encontro do seu, deixando suas nádegas malhadas sobre a parte frontal de suas pernas dobradas, foi então direcionando seu membro até aquela entrada, o elfo gemeu ao sentir seu falo ser direcionado para baixo, sim, este ato doera já que estava tão duro.
– Ah... meu reles humano...
Adentrou ali, fazendo coma cintura para frente, permitindo que seu tronco arqueasse, passando a segurá-lo pelo quadril, começando a estocar, enquanto observava aquele homem ali, se contorcer de prazer, então o elfo pegou uma das mãos do outro e direcionou-a para o falo dele.
– Se toque, idiota.
Sorriu o elfo, desferindo-lhe um tapa na face, para logo apertar fortemente os dedos ali, em seu queixo.
– Anda!
Éomer voltou a olhá-lo, sua face era de puro êxtase, era impressionante como seu corpo estava adequando-se àquelas investidas homossexuais.
– Ah... meu rei... é tão bom...
Gemia entrecortado, com uma voz falhada, se tocando, sentindo o próprio pau quase melar sua mão, quase atingindo seu pico de excitação.
– Aguente mais um pouco... me aguarde!
Ordenou o elfo sentindo a entradinha do cavaleiro apertar-lhe a ereção e o seu quadril se contrair, além do membro do outro encontrar-se totalmente duro, a ponto de ejacular e foi neste instante que ele tirou a mão humana dali e apertou aquela cabeça inchada na palma da sua mão, arrancando um gemido dolorido de Éomer.
– Só depois de mim, humano idiota.
Dado a ordem, voltou a estocá-lo com toda força e agilidade que conseguia, direcionou as pernas do outro para as laterais de seu corpo, as abrindo mais e consequentemente expondo mais a entrada, permitindo que seu corpo inclinasse para frente. O quadril do espadachim o acompanhou, elevando-se, distanciando-se da cama e ele estocava ali profundamente, numa velocidade sobrenatural e quando finalmente sentiu-se próximo do gozo, voltou a direcionar a mão de Éomer até sua própria ereção.
– Agora, pode.
Sorriu afundando-se todo ali, soltando jatos dentro daquele homem, Éomer nem chegou a se tocar, estava inebriado ao sentir-se preenchido por dentro, depois das deliciosas pontadas que lhe foram dadas, então, foi neste instante, que Thranduil engatinhou para trás, inclinando-se na direção do quadril do outro, Éomer sentou-se afobado ao ver a intenção do elfo, seus olhos dourados se arregalaram ao ver que Thranduil segurava-lhe o membro e estava expondo a língua para fora, parecendo lambê-lo e foi neste estado de orgasmo visual que Éomer gozou antes mesmo que a língua tocasse ali.
– AHHHHHHHHHHHHH!!!!!!
O cavaleiro permitiu que seu corpo tombasse para trás, contorcendo-se na cama, inclinando-se completamente na direção dela, suas pernas tremiam, seu corpo ainda dava notáveis solavancos de prazer.
Thranduil deitou-se ao lado dele, de frente para o cavaleiro e tocou uma das mãos ao seu peito, o qual se levantava e descia devido a sua respiração completamente alterada, o elfo ainda permitiu-se sentir seu coração aos pulos e deixou que um sorriso amoroso brotasse ali, em sua boca.
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