Legolas e Aragorn / Elrond e Gandalf

31 O barril de pólvora: Aragorn, Legolas e Arwen.


Aragorn parara de caminhar e tomava fôlego, mantendo as mãos na cintura e permitindo que seu corpo arqueasse para frente, tomava grandes e espaçados goles de ar devido a correr recentemente.

O elfo caminhou calmo na direção do moreno, tocando-lhe um dos ombros, permitindo-se arquear também, mesmo que de leve, para frente, procurando a face do outro de maneira sutilmente desesperada.

– Que besteira você fez? – Observava ansioso o elfo, apertando mais a mão no ombro do amigo.

Finalmente o moreno se levantou emitindo uma grande bufada, engoliu em seco.

– Você nem imagina.

Legolas apertou os olhos, passando a observá-lo mais atentamente, tentava desvencilhar os pensamentos do outro percebendo suas reações corporais.

– Me diga, então!

Aragorn levou uma das mãos à testa, sentindo-a úmida, suada.

– Bem... – O espadachim andou até a janela onde Legolas estava, tocou ambas as mãos ali, no parapeito. Seu corpo ficara sutilmente inclinado para frente, sua bunda discretamente empinada na direção do elfo, que acabou por olhá-la demoradamente, observando seu sutil contorno por cima da grossa calça que vestia.

– Aragorn...

Legolas se pôs ao lado dele, voltando a tocar-lhe o ombro, mantinha uma face preocupada.

– Ela resolveu desfazer o casamento? Disse que não terá filhos?

– Não. – O moreno engoliu em seco novamente. – Ela quer você... – Finalmente voltou a face para o elfo, encarando-o, Legolas não esmaecera, olhando-o fixadamente – ...Também.

– O... o quê?!

– Ela quer nós dois naquele quarto. – Ficou a olhar para frente.

Elrond apenas os ouvia atentamente, próximo a uma porta aberta, Gandalf comentou baixo de dentro do quarto:

– Melhor não ouvi-los, são os novos tempos, meu caro.

E o mago levantou-se puxando o senhor para dentro do quarto e fechando a porta, mas antes de fazer isso, olhou para os dois, ali, próximos de uma considerável janela, que mais parecia uma abertura numa das paredes rochosas do castelo e deixou-se soltar um sorriso sincero, para logo fechá-la.

Os dois olharam na direção da porta, depois se entreolharam.

– Acho melhor conversarmos em outro lugar. – Comentou baixo o elfo.

– Vamos logo para o quarto... – Resmungou desanimado Aragorn, olhando a paisagem escurecida devido a ser noite.

– Mas... você não me explicou direito – O elfo olhava a paisagem também, tomou ar e continuou, voltando a encarar Aragorn, mesmo que de perfil — Ela quer fazer amor com nós dois?

– Não é isso. – As orbes verdes depositaram-se nas do elfo, este estremeceu levemente ao sentir-se absolvido pelo seu brilho esverdeado. – Ela sabe que nos amamos... ela disse que poderei ter uma relação contigo e ela comigo... ela disse que aceita nossa situação. Plenamente.

Legolas balançou a cabeça para os lados, não parecia acreditar, pôs-se a andar de um lado para o outro, até que parou, voltando-se para o moreno, mesmo que encarando suas costas.

– Eu quero possuir você. – Olhou na direção da bunda do moreno, fitando ali demoradamente, mas continuou a falar elevando o olhar, encarando-lhe a nuca. – Acha mesmo que ela permitiria isso? – Disse dando uns passos na direção do moreno, puxando-lhe a nuca pelos cabelos, deixando um sorriso sacana inebriar-se nos lábios. – Acha mesmo?

Aragorn deu um passo para trás, colocando as mãos nas laterais das pernas do elfo, apertando ali, puxando-o de encontro a si. Forçou provocante a nuca no ombro do elfo, virando parcialmente a face para o lado, procurando-lhe o rosto, este o encarou, com os olhos sutilmente arregalados, os lábios abertos, a respiração já ofegante. Legolas permitira seu corpo encostar-se no outro, sua ereção cutucar aquele traseiro macio.

– Sim, ela irá deixar.

Virou-se Aragorn, segurando a face do elfo, o puxando para um beijo, parou por uns instantes, encarando-o fixadamente:

– Eu quero tanto... que me tenha... que me possua...

Legolas o encarava levemente surpreso.

– Então, vamos. – Disse segurando nas laterais da cintura do moreno.

E ambos seguiram pelo extenso corredor, de mãos dadas, sorrindo entre si.

– Até que é justo, sabe o porquê? Porque desde que você faça um filho, eu estando lá, literalmente também és meu.

– Hahaha...

E finalmente entraram no quarto, o elfo primeiro, seguindo em direção à cama, engoliu em seco e voltou-se para Aragorn, este trancou a porta e quando se aproximou do elfo, parando ao seu lado, pôde ver um discreto volume debaixo do lençol.

Arwen foi deslizando pelo sedoso lençol, fazendo um barulho baixinho, devido ao contato gerado pela sua pele e o tecido, nitidamente audível para a potente audição de Legolas, que ficou a encarar Aragorn e o seu olhar na direção da esposa, suas orbes verdes que demonstravam a mais pura volúpia e desejo.

O elfo baixou a face, lamentando, mesmo que por uns segundos, estar ali.

Arwen percebeu o desanimar do elfo e elevou uma das mãos, chamando o loiro que postou-se ao lado da cama, agachando-se ali. Ela tocou-lhe a face, pressionando a ponta dos dedos ali, na macia pele, comentando baixo:

– Nós três nos amamos... vamos apenas compartilhar este momento... de puro amor.

– Sim. – Legolas virou a face, olhando para o moreno, este quando se viu observado, aproximou-se do elfo, que logo se levantou e o abraçou por trás. Legolas sentia a excitação do espadachim tocar em si, fez uma fisionomia angustiada, deixando a cabeça pender para trás, soltando um gemido baixo.

Enquanto sentia Aragorn morder-lhe a nuca, lamber-lhe a orelha percorrendo-a até a sua pontinha com a língua, Arwen desabotoava-lhe a roupa, expondo seu tórax discretamente musculoso. A meia-elfa sorriu, era impressionante como os elfos eram mais magros e delicados do que os homens, por uns momentos, lembrara-se de seu pai, mas o mesmo tinha um corpo mais forte, por ser mestiço.

Ela aproximou ambas as mãos do pescoço do elfo, abrindo-lhe o colarinho e assim que exposta a região, Aragorn permitiu-se distribuir beijos por todo local, mordendo-lhe bem de leve a pele com os lábios, a beijando, sugando-a com a boca. Arwen sentia seu corpo reagir àquela imagem, vendo Legolas revirar os olhos, o elfo mostrava seus mamilos já completamente duros, assim como a ereção que se fazia presente em seu baixo ventre.

– Ah... ah...

Gemia o elfo deixando a cabeça pender para trás, virando a face e acabando por beijar Aragorn demoradamente, este segurava-lhe o pescoço de maneira dócil, auxiliando-o no ato.

Arwen retirara a parte superior da roupa do jovem elfo, e agora, abria-lhe a calça, puxando-a para baixo. Ao se abaixar de forma a expor-lhe o corpo, percebeu-lhe o membro duro que dançava batendo nervosamente em sua barriga. Ela pegou aquele membro com uma das mãos, esticou a língua para fora e lambeu-lhe toda extensão, até que finalmente o engoliu.

– Ahhhhhhh.........

Legolas deixou a cabeça tombar para frente, sentia o ar faltar-lhe, e neste instante, Aragorn saiu detrás de si. O loiro o olhava com uma fisionomia de êxtase, orgásmica, sem resistir, abandonou os afagos de Arwen em si e se postou diante do moreno, ajudando-lhe a despir a roupa, expondo-lhe o peito, depois retirando-lhe a calça. Feito isso, segurou-lhe as mãos e foi andando para trás, puxando Aragorn consigo e ao parar ao lado da cama, sorriu safado e aproximou a boca do ouvido do outro, sussurrando entrecortado:

– Quero ter você... agora.

E o empurrou ali, Aragorn caiu de frente para a cama e sua bunda pareceu mais atraente ainda. O elfo postou-se sobre o cavaleiro, sentando-lhe um pouco abaixo das nádegas, olhou para Arwen com um olhar que misturava ciúme, raiva e direcionou uma das mãos a ela, segurando-lhe brutalmente a nuca, apertando os fios negros numa das mãos, a jovem, no entanto não reclamou, ficando a encará-lo passivamente, embora sua face expressasse que sentia dor.

– Você não passa de uma vadia...

Comentou Legolas a soltando, lambendo demoradamente os lábios.

– Bem...

Olhou as costas do moreno, arranhou-as com a ponta dos dedos, forçando a unha ali, arrancando-lhe gemidos de dor.

– Como disse, meu amigo...

Inclinou-se para frente, sussurrando ao pé do ouvido:

– Adoras me arrancar dor.

Arwen tocou um dos ombros do elfo que a encarou com um olhar assassino.

– Legolas...

Disse meigamente, embora sua expressão fosse preocupada.

– Não se preocupe, você vai engravidar.

Disse o elfo friamente. Aragorn apertou-lhe uma das pernas, sinalizando que queria que parasse, o elfo saiu de cima de si, sentando-se ali, próximo, olhava para os dois com a face horrorizada, mantendo uma das mãos sobre a própria boca, estava surpreso consigo mesmo, por uns instantes, lembrara-se de seu pai, de sua prepotência, de sua raiva e agressividade.

– Des... desculpe!

Disse sentindo o ar faltar-lhe, Aragorn sorriu-lhe gentil tocando-lhe a face.

– Está tudo bem... isso é novo para mim, para você e para...

O moreno olhou para a jovem, chamando-a, esta se postou fielmente ao seu lado, sorrindo gentil para Legolas, acariciando-lhe o rosto, porém ele virou a face numa direção, não parecendo gostar de seu afago. Retirada a mão, Legolas comentou baixo:

– Tá... acho que... só fiquei um pouco...

Sua face era dolorida, seus olhos piscavam nervosamente, parecia disposto a chorar. Aragorn o encarou por um tempo, interpretando-lhe os sinais e quando viu que o loiro parecia querer chorar, abraçou-o apertado, comentando baixo:

– Por favor... se continuar assim, eu não conseguirei...

Disse se distanciando um pouco, tocando-lhe a face, Legolas o encarava fixadamente também, o silêncio voltou a imperar.

Num outro quarto, Elrond comentava com Gandalf sobre si, abraçado a ele:

– Temo o que Legolas fará, ele descende dos Elfos das Florestas, eles possuem um gênio terrível, são ignorantes e consideravelmente grossos.

– Eu sei, não vi o Senhor Elrond com o Senhor Thranduil? – Comentou o mago com uma voz brincalhona apoiando seus cotovelos no peito do outro, o encarando na face.

– E Legolas é filho dele, temo pela segurança da minha filha. — Comentou Elrond.

– Eu confio tanto em Legolas quanto em Aragorn, e além disso, ele não deixaria que algum mal fosse feito a ela.

– Tomara.

Resmungou Elrond voltando a abraçar o mago, que logo depositou sua face sobre o peito do outro, ouvindo-lhe o coração acelerado, devido a sua preocupação.

O loiro fechou os olhos e respirou profundamente, acabando por abri-los e esboçar um sorriso gentil na direção do cavaleiro, tocando-lhe a nuca, apertando bem de leve a mão ali.

– Sim, irá sim...

Sorriu mais uma vez ficando a olhar a jovem, finalmente sorriu-lhe gentil, embora seus lábios mostrassem um pouco de dor ainda.

Arwen pegou uma das mãos de Aragorn, tocou-a em seu seio, fazendo-a roçar por todo seu contorno para finalmente apertar ali, sentindo aquele volume consideravelmente mole massagear-lhe a palma. Legolas observou o ato por uns instantes, mas logo voltou a focar a face do moreno, que sorriu doloridamente colocando-se sobre a meia-elfa, o moreno deu nela um beijo demorado, e gemia baixo, ao senti-la molhada debaixo de si, mas antes de penetrá-la, olhou para o elfo por cima de um dos ombros, parecendo chamá-lo.

– Vamos... ao mesmo tempo. – Disse Aragorn.

– Sim...

Legolas levantou pondo-se de pé na cama, aproximando propositalmente o quadril da face de Aragorn e direcionava sua ereção para boca dele.

– Tens que me umedecer...

O cavaleiro o olhou sutilmente irritado, comentando baixo:

– A garrafa, esqueceu?

O elfo deixou que Arwen ficasse entre suas pernas, colocando-se propositalmente ali, seu quadril sobre sua cabeça e ela podia ver-lhe o saco e parte da bunda, o loiro tocava-se dobrando parcialmente as pernas, direcionado seu membro para a face de Aragorn, que virou a mesma em outra direção.

– O que queres, Legolas, nossa...

– Quero sua boca, aqui.

O cavaleiro soltou um longo suspiro abrindo os lábios, mesmo que sutilmente contrariado. Arwen deixou um sorriso sair de seus lábios, mas conteve-o com uma das mãos, era nítido o ciúme do elfo chegando a ser consideravelmente infantil, mas ela entendera até isso, pois Legolas era um elfo jovem, provavelmente Aragorn era seu primeiro amor, como fora para si também. Então, como forma de provocá-lo, tocou-lhe os calcanhares, apertando as palmas de suas delicadas mãos ali, massageando-lhe as batatas das pernas, até que finalmente sentiu o volume de seu esposo adentrá-la. A jovem soltou um longo gemido forçando a cabeça no travesseiro, abandonando as pernas do loiro, deixando ambos os braços abertos e dobrados, jogados sobre o próprio travesseiro.

Legolas segurava-lhe os fios castanhos nas palmas das mãos, estocava deliciosamente na boca do cavaleiro, que de certa forma, inebriava-se com isso, sentindo seu membro pulsar dentro de Arwen de tanto desejo. De repente, um gosto salgado invadiu-lhe a boca, era o pré-gozo do elfo. Legolas ajoelhou-se ali, diante do moreno, ficando a encará-lo, segurando-lhe as mãos.

– Estou pronto...

– Tu...tudo bem... – Respondeu o moreno entrecortado, extasiado e ainda fodendo a jovem, estocando mais devagar por tentar se concentrar em Legolas, ali, diante de si, pedindo atenção. – Não esqueça...a garrafa...

– Sim.

E em segundos, Legolas estava detrás do cavaleiro, colocou-se ali, detrás dele, ajoelhado, segurava-lhe as laterais da cintura, apertando os dedos naquela macia carne e parecia admirar aquela bunda notável, musculosa e volumosa. O elfo lambeu lentamente os lábios, fazendo uma fisionomia de êxtase. Sem mais se aguentar, direcionou o próprio membro ali, adentrando a cabecinha, e neste instante, Aragorn parou de estocar, ficando apenas a olhá-lo por cima de um dos ombros, com o quadril levemente empinado. Legolas se deleitava com a imagem, aquele rabo delicioso, redondinho, avantajado, ali, somente para si, para o seu prazer.

O moreno deixou a cabeça, e não só ela, todo o tronco arquear para frente, até mesmo sua ereção saíra de dentro de Arwen que acabou por olhar Legolas aparecer, devido ao corpo de seu marido encontrar-se encostado e sobre si. O elfo mantinha uma feição de volúpia, seus olhos pareciam inebriados com a sensação que se espalhava por todo seu corpo, estava dominando um homem, um cavaleiro. Num ato de frenesi, agarrou a nuca de Aragorn, puxando-lhe os fios para trás e começou a estocar com certa força, enfiando-se todo ali, bem fundo.

Legolas agarrara o tronco do outro, o puxando para si, fazia com a cintura variadas vezes para a frente, adentrando o moreno, que agora, entoava gemidos e sentia o próprio falo duro balançar no ar.

– Ahhh.... ahh.hh....h.h....

Aragorn gemia demoradamente, toda vez que o loiro adentrava-se tocando fundo em si, era uma sensação diferente, um êxtase que percorria por todo corpo, espalhava-se por todo ele, para novamente explodir, a cada estocada, numa sensação mais profunda, mais quente, extremamente prazerosa. O moreno tentou olhar para a Arwen, esta olhava-o levemente preocupada e novamente o afundar, a sensação de ser tomado era deliciosa, irresistível, e ele acabara por empinar mais o quadril, facilitando as estocadas, apertando o lençol da cama entre os dedos, gemendo agora, com a boca completamente escancarada, de seus lábios saíam amostras consideráveis de saliva.

Legolas sentia aquela imagem como que um estímulo sem tamanho, seu próprio corpo estava adorando manter-se colado ao de Aragorn, sentindo-lhe o suor derreter-se sobre sua própria pele, colando-se a ela, o tranco do corpo do outro sobre seu baixo ventre era delicioso, excepcional, delirante.

– Es... está bom?

Disse o elfo abraçando o moreno por trás, puxando-o para si, afundando-se completamente nele, mas parando com as estocadas, mesmo que seu pênis ainda pulsasse e latejasse lá dentro. O próprio membro do moreno apontava para frente, imóvel , completamente duro e dali pingavam sutis gotas de orgasmo.

– Si...sim... simmm...

Aragorn entoava sutis gemidos, tinha a respiração ofegante, os lábios abertos e seus olhos pareciam perdidos em alguma direção, completamente envoltos em puro prazer. Arwen não deixou de notar que ela mesma se excitara com a cena, ela tocava-se com os dedos, sentindo-os úmidos em seu próprio gozo, para logo entrarem parcialmente ali, na sua entradinha quente e umedecida.

O elfo percebeu as intenções da rainha, sentia-lhe o cheiro de sua vagina espalhar-se por todo quarto, então foi aí que ele decidira sair de dentro do moreno, deitando-se na cama, direcionando o seu membro para cima.

– Vem, senta aqui, meu espadachim.

Aragorn ainda parecia tomar fôlego, mas a sensação de Legolas sair de dentro de si afetou-o profundamente, ele queria mais, queria que o elfo estocasse muito mais e logo se ajeitou sobre ele, descendo o peso de seu corpo de encontro ao do loiro, usando as mãos como apoio para adentrar o membro duro em si, em sua entradinha, permitindo que fosse novamente invadida, gradativamente.

Legolas segurava-lhe o quadril, ajudando a direcionar seu membro naquele anel que agora, desejava a si, de uma forma espetacular.

Ao sentir-se todo dentro do cavaleiro, este começou a balançar com o quadril, movendo-o para cima e para baixo, enquanto que usava ambas as mãos detrás de seu corpo como apoio, mantendo ambas sobre o colchão e os braços esticados.

Legolas deixara um sorriso sacana direcionar-se a Arwen e comentou cínico:

– Vai ficar só olhando, minha rainha?

A jovem sorriu-lhe gentil entendendo finalmente a intenção do elfo, o porquê dele ter parado e resolvido, a principio, mudar de posição.

A jovem se colocou de pé diante do cavaleiro, que agora a olhava e parou mesmo que por alguns segundos de dançar sobre o outro, fato não acompanhado pelo elfo que continuou a estocá-lo fundo, segurando-lhe fortemente pelo quadril. Legolas mantinha a cabeça sobre o travesseiro, completamente jogada para trás, seus lábios encontravam-se escancarados e emitiam potentes bufadas de ar, pois aquilo estava sendo extremamente prazeroso para si, já que agora, a entradinha não lhe oferecia mais nenhuma resistência.

Aragorn continuara com a cintura parada e observava Arwen descer sobre si, segurar-lhe o membro que latejava e adentrá-lo em si mesma, a semi-elfa apoiou ambas as mãos nos ombros do cavaleiro, que deixou a cabeça tombar para trás, inebriado pelas fortes estocadas que ocorriam dentro de si.

– Ah! AH.... ahh...

Deixou a cabeça pender para um dos lados, tendo os olhos fechados, perdidos em sensações, enquanto que o elfo, ainda afundava-se nele sem dó nem piedade, adquirindo uma considerável velocidade, mas que a tal não feriu-lhe, ao contrário só aumentava o prazer do moreno.

Arwen começou a se mover ali, na ereção do rei, este a observava com uma face que expressava puro êxtase, por se encontrar, afinal de contas, com dois amores de sua vida.

A jovem demorava-se a sentar, permitindo que seu quadril ficasse um tempo parado sobre o do moreno, Aragorn jogou mais uma vez a cabeça para trás, e ao sentir-se todo dentro da semi-elfa, acabou por gozar ali, soltando jatos que a preencheram completamente, Arwen o abraçou fortemente, permitindo-se ser invadida pelo orgasmo do outro, e, como se tivessem combinado, Legolas soltara também, naquele momento, numa estocada mais funda, seu prazer dentro de Aragorn, permitindo que sua cintura pendesse para frente, preenchendo o cavaleiro. Quando sentiu ter liberado tudo dentro do outro, seu falo saiu da entrada de Aragorn e caiu sobre sua própria barriga, já consideravelmente mole.

O elfo mantinha-se deitado e olhada para o lado, observando Aragorn abraçado à esposa, esta esticou o braço e tocou a face do elfo que prontamente aproximou-se dali, abraçando-o também e tocando a face de Arwen que lhe sorria amorosamente.

Aragorn deu um beijo demorado na testa de um e depois na testa do outro, feito isso, os puxou para si, apertando o abraço.

O Sol já nascia no horizonte.