O quarto era brilhantemente decorado, a cama estava coberta com o mais rico tecido élfico, lindos travesseiros de penas de ganço decoravam o colchão coberto de uma rica seda élfica.

Elrond vestia uma túnica fina de seda em tom vinho, levemente puxado para o lilás. Já Legolas, vestia uma roupa com mais detalhes, um conjunto que costumava sempre vestir para as batalhas.

O elfo mais jovem encontrava-se sentado na cama, enquanto que o que tinha mais tempo, encontrava-se próximo de um móvel e enchia um copo com licor que tanto apreciava.

– Devo ser muito ansioso.
– Sim, és... mas todos os jovens o são.

Comentou Elrond finalmente se virando e tomando um gole da taça. Legolas não deixou de observar que o Senhor de Valfenda tinha uma beleza escultural, seu olhar, lábios, orelhas, tudo parecia perfeitamente encaixado em sua cabeça, isso tirando seu corpo, Legolas permitiu-se olhá-lo, agora, finalmente entendia o porquê de seu pai não pensara duas vezes antes de abandonar a sua mãe.

Legolas desabotoava sua própria roupa, Elrond tomou mais um gole e recolocou a taça sobre uma bandeja, feito isso, caminhou até a cama, parando diante dela, ficando de pé ali.

– Venha a mim, Legolas.

Disse oferecendo-o uma das mãos, Legolas se levantou e seguiu até o outro. Elrond tocou uma das mãos na cintura do elfo loiro, já a outra afagava-lhe a carne nova da face.

– Sente-se inseguro?
– Um... um pouco.

Disse já levemente ofegante, os olhos do loiro fugiam um pouco dos do outro, mas o Senhor entendera que deveria ser devido ao nervosismo de principiante.

– Tente aceitar meus afagos... não resista.
– Co..como assim...?

Elrond esbanjou um sorriso discreto, comentou calmo:

– Seu corpo está tenso, retesando a cada toque.
– É que... causa formigamento...
– Entendo.

Elrond segurou-lhe firme por um dos pulsos, virando Legolas sem que ele percebesse e quando finalmente percebeu, estava com ambas mãos apoiadas na cama, com o corpo arqueado para a frente e Elrond estava detrás de si, beijando-lhe docemente a nuca enquanto que suas ágeis mãos desabotoavam a vestimenta do mais novo expondo-lhe a carne alva. Legolas não pôde evitar, soltava gemidinhos e seu corpo reagia como um vulcão, todo seu baixo ventre já doía, a ereção incomodava dentro da calça élfica que vestia.

– Temos todo tempo do mundo... — sussurrou o moreno detrás do loiro.

Elrond lambeu-lhe a parte posterior da orelha, percorrendo todo seu comprimento chegando até a pontinha, feito isso, voltou-se a sugar-lhe a nuca com os lábios, dando beijinhos estalados, sua saliva morna umedecia a pele e sua discreta pelugem.

– Ahhmmm......

Legolas deixou sua cabeça tombar para a frente, finalmente sentiu o calor do corpo detrás de si diminuir e, de repente, sua parte superior da roupa ser puxada para trás, sendo retirada calmamente.


Elrond olhava aquele torço com uma musculatura gentil e delicada, voltou a encostar-se ali e agora abria-lhe a calça, feito isso, adentrou com a mão apertando a ereção do loiro por cima da cueca que vestia.

– Ahmmm...... huuumm...... — Legolas mordia fortemente o lábio inferior, lambendo-lhe também.
– Meu elfo... amável e inexperiente....
– Ah... ah...

Elrond segurou-lhe gentilmente uma das mãos o guiando a se sentar na cama, feito isso, ajoelhou diante do novato puxando sua calça e cueca, com o corpo livre, tocou-lhe o meio das pernas, apertando ali com a palma das mãos, para logo aproximar a ponta da língua da ereção, lambendo-lhe desde o meio do saco até a pontinha, o elfo mais novo deixou o corpo tombar na cama, até dobrara as pernas apoiando as solas dos pés delicados no colchão, apertando os dedos na macia seda.

– Ahhh... ah.... hum... ah...

Elrond segurou o membro numa das mãos, e logo voltou a roçar a língua ali, em cada centrímetro daquela ereção que apontava para cima, o membro de Legolas chegava a empurrar a mão do outro de tão duro que estava. Elrond finalmente engoliu-lhe colocando-o completamente na boca, o retirando apenas parcialmente para logo engolí-lo novamente.

– AHHHHHHH.........

Legolas mexia com a cabeça para os lados, debatendo-se, forçando a cabeça no colchão, deixando os lábios semi abertos, e estes emitiam agora, gemidos altos.

O oral intensificou-se ao ponto de Elrond sentir-lhe o gosto do pre-gozo. Feito isso, ele mesmo levantou-se largando, mesmo que temporariamente, o membro de Legolas. Elrond foi desabotoando lentamente cada botão de sua túnica branca, encarando o outro com um olhar distante, pois para si, aquilo era somente sexo e ansiava pelo encontro íntimo que ocorreria com Gandalf numa outra oportunidade.

Legolas observava-o destacar e abrir cada botão, sem paciência se sentou na cama ajudando o outro com esta ação, Elrond permitiu que sua túnica escorregasse pelos seus braços, descendo até caírem completamente no chão. Ele tocou as mãos na face do outro elfo levantando-lhe a face e inclinou-se dando-lhe um beijo de língua bem demorado. O elfo moreno não tinha piedade daquele jovem e iria sim, mostrar como se deveria fazer. Depois de roçar a lingua algumas vezes na de Legolas, voltou a por-se de pé e direcionou uma das mãos do menino até o seu próprio membro. Legolas entendeu e começou a tocá-lo, ao olhar para o Senhor de Valfenda, este aproximou o dedo indicador da própria boca mencionando o que Legolas deveria fazer, recebida a orientação, o loiro começou a lamber aquele volume notável e o mesmo pareceu pulsar quando Legolas o engoliu.

O filho de Thranduil masturbava-se enquanto treinava aquele oral no outro, Elrond mantinha ambas mãos na própria cintura, apenas observando como um mentor dedicado.

– Sugue com mais força Legolas, aperte os lábios e sugue.
– ...

E o loiro obedeceu, Elrond ao ver que ele mesmo já estava próximo do orgasmo, tocou a face de Legolas pedindo que parasse.

– Pegue um travesseiro e coloque na altura do peito, apóie-se sobre as pernas e empine o quadril. — ordenou o elfo moreno logo posicionando-se atrás — Irá doer um pouco, mas logo se acostumará.

Dito isso, começou a inserir-se ali, Legolas agarrou o travesseiro e mordia-lhe a fronha. Elrond continou embora tenha sentido um certo tremor crescente do quadril conforme se inseria ali.

– Falta só mais um pouco. Pronto. Agora, tente relaxar.
– S... sim!
– Queres agradar Sir Aragorn, não é?

Disse Elrond apoiando ambas mãos na cama, mantendo os braços esticados, comentava ao pé do ouvido, com uma voz suave.

– Si...sim...
– Está indo muito bem, criança...

Elrond voltou a apoiar-se sobre os joelhos e feito isso, puxou o quadril de Legolas de encontro ao seu baixo ventre segurando-lhe forte na cintura, começou a estocar devagar, bem lentamente, porém enfiando-se todo ali e quase não saindo da entradinha virgem de Legolas, pois queria que o elfo loiro se acostumasse logo. As estocadas começaram a acelerar, e quando o Senhor de Valfenda viu que estava próximo, retirou o membro dali, segurando a nuca do menino, puxando-lhe levemente pelos cabelos para trás.

– Vire-se.

Legolas o fez e Elrond abriu-lhe as pernas segurando-lhe pela parte posterior dos joelhos, levantando-as. Feito isso, voltou adentrar o jovem. Depois de um tempo, apoiou as pernas de Legolas sobre seus ombros, e inclinou-se mais para a frente estocando mais profundamente. O elfo loiro permanecia inebriado e perdido em sensações, tinha a cabeça jogada para trás e os braços abertos, enquanto que seus lábios permaneciam abertos e emitindo gemidos altos.

– Toque-se, Legolas.

O elfo jovem levantou a cabeça com uma face atortoada e começou a se masturbar, e só agora, percebera que Elrond estocava na mesma velocidade em que se tocava. Não demorou muito para que ambos gozassem. Terminado, Elrond sentou-se ao lado do jovem que virou-se de costas e ficou quieto. Embora Legolas tivesse de costas, dava-se para ver que sua respiração era ainda agitada, desconpassada.

Elrond se aproximou de uma janela, tinha os pensamentos longe, pensava se Gandalf estava bem, soltou um suspiro dolorido.

– Obrigado.

A voz do elfo jovem quebrou o silêncio, Elrond sorriu-lhe.

– Disponha. Aprendeu direitinho?
– Sim, senhor.

Legolas sentou-se ali e sorriu para o outro, que o correspondeu dizendo calmamente.

– Que bom.
– Não se preocupe... dará tudo certo.
– Sim.

A lua cheia se revelava no horizonte.