Notas iniciais
Espero que gostem =)

“Na escuridão das trevas, onde a luz não ousa chegar, existe um lugar onde a vida apenas sobrevive. Muitos chamam esse lugar de inferno, outros de fim de mundo. Nós chamamos de lar”

Central Parque , Nova York — 20 de Dezembro 14h39 a.m

Willian andava tranquilamente entre as pessoas no parque movimentado, família inteiras faziam piquenique crianças brincavam, casais namoravam. O sol radiava aquela tarde tão bela compatível com a felicidade de todos caminhou ate uma parte do parque a onde havia terra perto do parquinho.

Olhou ao seu redor pegou um pedaço de madeira e desenhou no chão um grande símbolo retirou de dentro da bolsa que levava uma garrafa cheia de sangue de virgem e despejou no chão refazendo o símbolo. Esticou a mão em frente ao símbolo e começou a falar em voz alta.

-O Sacrifício aqui feito a frente de testemunhas no portal para o mundo inferior. Eu a invoco e a chamo para este mundo para libertar o príncipe das trevas.

Eu a invoco, sangue puro por suas asas, o sangue do mal por sua vingança e o sacrifício por sua libertação

Conforme dizia as palavras ele derramava o resto do sangue no meio do símbolo, cortou o seu pulso a onde saiu um sangue preto e derramou-o no chão e por ultimo passou a faca em seu pescoço cortando ele e deixando o corpo sem vida no chão que foi coberto por uma fumaça preta no chão que queimou o sangue que fazia o símbolo desaparecer.

Varias pessoas gritaram alto e agudo algumas na tentativa de impedir o sacrifício e outras ao vê-lo.

A fumaça negra que saiu do cadáver morto, sumiu dando lugar a uma mancha do chão. Uma luz branca surgiu tomando conta de uma boa parte do parque, a luz saiu do meio de terra e cegou muitos das pessoas que desviaram o rosto e a luz sumiu no horizonte.

Presidiu Feminino– 21h03p.m

O refeitório estava lotado, as presidiárias pouco falava algumas estava já comendo enquanto as outras ainda pegavam o seu alimento. Todo o perímetro era de paredes cinza com cerca de sete mesas de ferro e polícias de olho em tudo e em todo mundo.

Uma mulher com cabelos marrons, de estatura media rosto belo coberto por feições de tristeza e raiva que aparentava ter uns trinta anos.

Joe pegou sua bandeja e caminhou até o banco mais isolado para comer. Outra presidiária pegou sua bandeja e caminhou até onde Joe havia se sentado, conforme andava olhava para outras companheiras de presídio e trocavam sorrisos sentou – se ao lado de Joe. Quando percebeu que havia alguém ao seu lado se levantou para afastasse, mas a outra mulher em um pulo se levantou e puxou o cabelo de Joe fazendo – a cair no chão.

Joe, deu um giro nas pernas e bateu com o pé na cara da mulher que puxou o seu cabelo fazendo ela cair de cara na mesa. Outras vieram para cima dela, duas pegaram o seu braço em quanto uma terceira esmurava o seu rosto e sua barriga, juntou toda a sua força e se livrou das mãos deu um giro do tornozelo e chutou o rosto da mulher que bateu nela, pegou bandeira jogou em direção a outra que estava parada na sua frente, a bandeira pegou no meio do pescoço da mulher que caiu sem conseguir respirar. Mas antes que conseguisse se defender sentiu algo na sua costa e depois uma corrente elétrica passando por sue corpo e caindo de encontro no chão.

22h47 p.m

Os olhos foram se abrindo lentamente, havia pouca luz a onde estava a não ser por uma claridade que entrava por algum lugar. Seu corpo doía por inteiro o chão frio amenizava um pouco esta dor.

Com alguma dificuldade Joe se sentou e olhou para onde estava, a sala era completamente escura e pequena e havia somente uma porta de ferro a onde a luz entrava por de baixo dela. Sabia muito bem a onde estava e não sairia tão cedo de La deitou se novamente no chão frio para relaxar o corpo. Estava no isolamento por causa da briga e não sairia tão cedo dali não era a primeira vez, que ia parar na solitária sempre arranjavam briga com ela que se defendia e ai parar – La na ultima vez ficou quinze dias e aquele era a segunda noite fora de lá mais acabou voltando em menos de 72 horas.

Aquele não era o seu lugar. Um dia foi uma publicitária de sucesso iria se casar com o homem que escolheu, mas um dia após uma festa ela e seu noivo beberam muito ela dirigia quando bateu o carro e foi parar lá por causa da morte de seu noivo e de mais duas pessoas que ela atropelou vinte anos de prisão regime fechado, e hoje agradecia ao sue noivo professor de luta por ensinar ela, pois iria precisar muito aqui dentro era considerado o brinquedo das outras presidiárias, mas não deixaria barato.

-Joe – alguém a chamou

Assustou-se com o chamado, não havia ninguém ali muito menos homem na que le presídio.

-Joe – a voz masculina e doce a chamou novamente.

Olhou assustada em direção a porta e viu uma silueta para da lá olhando ela que se aproximou mas ate ficarem centímetros de distancia

-Você esta sonhando, mas isto não significa que não seja real. – disse o homem.

-Você não e real – rebateu Joe sentando –se.

-E claro que sou.

-Micah? – perguntou Joe

-Não sou seu noivo Joe. Sou um anjo.

-Um anjo?

-Meu nome e Deodora.

-Anjos não existe mem Deus.

Deodora abriu um sorriso para Joe e disso.

-Anjos existem, mas Deus eu duvido. Não sou um anjo do céu um dia eu fui, mas hoje sou um anjo do inferno.

— O que você que de mim?

-Estou aqui por que você e especial. Existem poucas pessoas como você.

-E mesmo?

-Você e um recipiente. Um recipiente muito poderoso.

-O que quer dizer exatamente?

-Preciso possuir sua mente e seu corpo. Pra ser honesta, vai ser provavelmente desagradável pra você. Mas e necessário.

-Se for o mesmo para você gostaria de acordar agora.

-Eu te disse isto e real. Não tenho medo você escolhe. Você me precisa me convidar pra entrar.

-Mesmo que seja real o que é estranho, mas digamos que seja, por que diabos eu faria uma coisa dessas?

-Vocês, humanos, nós entendem mal. Nos chamam de Demônios. Chamam o meu irmão de “satã” e “ diabo”, mas... Sabe qual é meu crime? – perguntou Deodora se sentando ao lado de Joe. Que balançou a cabeça não sabendo o que responder.

-Eu amei, eu amei os meus irmãos e eu amei alguém demais como você amou Micah. E por Isso, ele nos traiu e me castigou. Assim como ele castigou você tirando o que mais amava. – Joe virou o rosto quando sentiu lagrimas brotarem em seus olhos e começarem escorrer por sua face. – Afinal de contas como Deus pode ficar parado quando você pegava aquele carro e levava seu noivo a morte. Só há duas respostas racionais Joe: ou ele é sádico ou simplesmente não se importa. – Joe olhou para Deodora – Esta com raiva têm todo o direito de estar. Eu também estou. Por isso quero libertar o meu irmão e fazer Deus pagar por suas ações. Tenho um exercito inteiro para guiar ao lado de Lúcifer e fazer Deus pagar. Só porque ele nos criou não quer dizer que pode brincar com nós.

-Se eu te ajudar... – Joe parou de falar para engolir mais lagrimas que saiam de seus olhos – Pode trazer o Micah de volta?

-Lamento. Não posso. Mas posso te dar uma ótima alternativa. Posso fazer sua dor desaparecer e posso te dar a liberdade. – disse Deodora olhando ao redor – e paz.

-Como eu sei que esta dizendo a verdade?

-Ao contrario da crença popular, eu não minto. Não preciso mentir. Eu só preciso de você. Joe eu preciso que você diga sim.

Joe olhou para vago e as lembranças felizes que teve com Micah e as triste que teve dês de sua morte veio a sua cabeça.

-Então Sim.

Uma luz branca surgiu no lugar e se apagou. Os olhos da mulher reabriu se ela esticou o corpo alongando os músculos e abriu um sorriso.

-Bem vinda, Deodora – disse ela soltando uma longa risada. E o corpo sumiu de dentro da sala e de dentro de presídio.

Los Angeles 21 de Dezembro — 1h23 a.m

As ruas estavam escuras um sereno fino molhava o chão a horas, a lua cheia no céu estava tão linda. Em um baque forte um corpo caiu no chão assustando ratos que estavam na rua e nas lixeiras.

Um homem caiu no chão e com pouca dificuldade levantou o tórax ficando ajoelhado no chão, tombou a cabeça para trás e olhou para o céu escuro com apenas a luz da lua e a chuva que ameaçou cair na noite inteira desabou sobre ele. Miguel se escondeu da chuva em baixo de uma proteção de um dos prédios, o cão latiu forte e agudo quando viu o homem, que em um geste de susto tirou das veste uma adaga e a levou em direção ao cão, após ver o animal abaixou a faca e a trouxe para perto do corpo novamente. Com as mão rasgou a sua blusa e deixou to o peito e a costa a mostra. Neste momento grandes asas saíram de sua costa fazendo uma grande sombra na parede, e com dois gestos rápidos ele passou a adaga nas costa cortando as suas asas fora, derrubou a faca e deu dois altos gritos de dor o seu sangue corria junto com as águas que caia do céu.

E ao seu lado caiu uma grande coleira de ferro.

Miguel levantou e caminhou ate a uma das lojas que estavam fechadas, quebrou o vidro e entrou dentro dela, pegou uma peça de roupa enxugou seu corpo limpou as manchas de sangue e se vestiu, gemeu de dor algumas vezes quando a roupa pegava o recente corte em sua costa e saiu da loja.

Caminhou pela rua escura arrombou um deposito de armas, Miguel adentrou e começou a pegar tudo que era arma e munição colocou em duas grandes bolsas, revolver 38, metralhadoras e muito mais. Caminhou para sair do lugar, mas se deparou com uma grande porta de ferro em sua frente.

A rua estava iluminada pelos poste de luz, e na rua inteira tinham mendigos, viciados em crack estavam sentados e deitados em toda rua. Um carro de policia passa pelo lugar em sua ronda de rotina.

-Malditos animais, em noites assim eu gostaria de incendiar esta cidade para ver todos estes desgraçados queimarem.

-Ia dar um churrasco em tanto, não é?

-Um novo começo e disso que este lugar precisa – disse o policial que dirigia, colocou dois dedos para fora do carro e simulou um arma a tirando em todos mendigos da rua.

-Fala serio- disse o seu companheiro voltando a olhar a papelada que estava em sua mão.

Uma explosão surpreendeu os policias que pararam o carro bem na frente do lugar que explodiu. A fachada de uma loja pegava fogo e tinha um buraco gigante com o formato de uma cruz um homem bem vestido e com duas grandes bolsas saia pelo buraco.

-Droga – disseram os dois policias juntos descendo do carro com suas armas apostas para impedir o ladrão.

-Pare, soltes as malas e põem a mão da cabeça!

O homem parou olhou para o policial e disse.

-já começou, não a muito tempo.

-cala a boca e solte as malas agora!

O homem abriu as mãos e soltou a malas. O outro policial se aproximou dele.

-Mãos na cabeça. Na cabeça! – e o homem atendeu levando as duas mãos até a cabeça. – vire-se, vire- se agora!

O homem virou e o policial foi ate ele com a as algemas mas quando foi passar elas no pulso do assaltante, ele deu um golpe tomou a arma do policial e colocou ele como refém com a arma posta em sua cabeça.

-Solte – o! – gritou o companheiro desesperado. – Solte –o!

-Atire nele, Arthur, atire nele.

O policial viam se aproximando quando o seu corpo começou a tremer e seu rosto ficou turvo todo embasado ate que ele parou.

-Mas que p...? – falou o policial que estava de refém. – Arthur.

Depois que seu corpo parou de balançar o policial olhou com olhos negros sem alma para frente e disse.

-O que esta fazendo Miguel? Essas não foram suas ordens.

-Agora sigo as minhas próprias ordens – disse Miguel ainda com o policial de refém.

-Então você morrera junto com eles.

O policial atirou no outro Miguel revidou e acertou o homem possuído. Pegou as duas malas guardou no carro e saiu do lugar dirigindo ele.

Nova York – 3h12 a.m

Deodora estava parada na frente de uma casa olhando para ela, uma mulher abriu a cortina e a fechou e em seguida abriu a porta encarou Deodora e disse.

-Vai ficar muito tempo ai parada entre antes que eles te vejam.

Deodora entrou sem dizer nada.

-Você demorou pensei que chegaria mais cedo.

-tive que resolver uma negocio antes.

-Não me importo. Peguem suas coisa e comesse já com isso, ele não agüenta mais esperar Deodora.

-Não vem ensinar o meu serviço Meg. – disse Deodora encarando a mulher.

-ok, tem peça de roupa no quarto, armas tudo que você vai precisar.

— E as espadas?

-Também estão La foi difícil recupera ela depois que Willian te libertou.

-mas não Fo impossível – respondeu Deodora subindo a escada deixando Meg sozinha na sala.

No quarto tinha uma peça de roupa, um jeans, camisa, casaco e um bota junto com uma mochila e do lado duas espada uma de cor cinza chumbo e outra de um tom de marrom para dourado. Tirou o macacão laranja do presidiu se vestiu e pegou sua bolsa e as espadas colocando elas presas no cinto da calça, depois de tudo arrumado retirou a faca marrom do cinto e desceu as escadas.

-Já esta pronta? – perguntou Meg

-estou sim, obrigada por tudo.

-só estou cumprido com suas ordens.

-eu sei mas obrigada assim mesmo – disse Deodora pegando na mão de Meg e apertando depois deu um sorriso para ela.

-Traidora – disse Meg antes de poder reagir levando uma facada no peito bem no coração.

Seu corpo jorrou uma fumaça preta que queimou o chão de madeira e sumiu.

-Demônio, idiota. – disse Deodora guardando a faca e saindo da casa.

Notas finais
Reviews na caixinha ai embaixo, aceito qualquer coisa elogio critica ok. XD