Legião: Anjos do Apocalipse
2 Perdão Deus, pois eu pequei
Notas iniciais
“Nesta despedida, Não há sangue, Não há álibi
Porque eu retirei arrependimento
Da verdade, De mil mentiras
Então deixe a compaixão chegar
E limpar, O que eu fiz
Eu vou me encarar
Para eliminar o que eu me tornei
Me apagar, E esquecer o que eu fiz” (Linkin Park)
Luz tomou conta da pequena sala em segundos sumiu, a mulher esticou o corpo alongado todos os músculos e sorriu.
-Bem vinda Deodora.
E o corpo sumiu da sala do presidiu para o nada.
Nova York – 23h 16
A cidade que nunca dorme faz jus ao seu nome, as ruas estavam movimentadas, lojas abertas – pessoas não paravam de fazer suas compras, o natal estava próximo e havia muitos presentes a se comprar.
Não muito longe do centro movimentado havia uma parte mais calma. Uma grande catedral que estava com suas portas abertas recebendo os fiéis que viam agradecer pelo ótimo ano e homenagear o pequeno Jesus, que em alguns dias estava para nascere todos os cristões comemorava o seu 2010 aniversario.
Dentro da igreja havia poucas pessoas – um casal de idosos estava sentado perto do altar orando, mais ao meio tinha uma mulher ajoelhada orando e um grupo de pessoas passeava por dentro da igreja admirando as obras de arte que se encontrava lá. Era bonito de se ver o local, o ambiente em si era sombrio a estrutura lembrava os castelos antigos às paredes eram de um cinza escuro os bancos eram de madeiras, o altar era um espetáculo aparte, seus detalhes eram banhados a ouro e as esculturas dos anjos e santos eram magníficas.
Um coroinha apareceu no alto do altar e disse com a voz alta e bem tranqüila.
-Fecharemos a igreja em cinco minutos – após disso ele se recolheu enquanto as pessoas que estavam no interior da igreja começavam a se retiram e apenas a mulher permaneceu em seu lugar.
O padre saiu da sacristia pra fechar a igreja quando avistou a mulher em um dos bancos ajoelhada e rezando, ele sem jeito caminhou até ela parando próximo ao banco a onde ela se encontrava.
-Senhora – chamou o padre mais percebeu que a mulher não tinha mais de trinta anos se corigiu. – Senhorita, sinto muito mais estamos fechando, a senhorita podia voltar amanha o confessionário estará aberto pronto para recebe lá- disse ele vendo que a mulher estava concentrada em suas orações.
O padre era o mais novo nesta igreja tinha apenas trinta e cinco anos sua juventude e sua beleza faziam que as jovens que freqüentava, a igreja o cortejassem. Tinha cabelos pretos pele clara e olhos de um azul tão claro que diziam que era o espelho de uma alma pura.
-Senhorita estamos fechando – repetiu ele se aproximando mais e percebendo que o macacão vestido pela mulher era de um presidiu – Por favor queira se retirar, amanha a senhorita pode voltarse quiser um padre pode ouvi lá – repetiu ele.
A mulher se sentou no banco e não olhou pra o padre até que ela abriu um sorriso e as portas da igreja se fecharam em um baque forte mesmo sem ninguém te lás fechados. O padre deu um salto com o susto que levou e olhou para os lados a procura de quem as fechou.
-Agora sente se Rafael temos que conversar. – disse a mulher olhando para o padre que arregalou os olhos quando nos olhou da mulher e sua pele ficou uns dois tons mais claros – Senta antes que caia duro no chão – advertiu a mulher –
-Mas como e possível? – disse Rafael voltando em seu estado normal – como?
-Nada e impossível.
-Saia daqui você não e bem vinda na casa de Deus! – exclamou Rafael.
-Ou, calma. Eu só vim conversar com você; e na casa dele nem você e bem vindo Rafael.
Ele a encarou por alguns segundos e depois voltou a falar.
-Como você fugiu Deodora? Como se atreve vim até aqui? Como consegue estar aqui?
-Muita pergunta não acha? Eu respondo as suas e você responde as minhas que tal um acordo.
Rafael não falou nada então Deodora continuou.
-Achar minha porta foi difícil, mas os demônios são espertos e cá estou. Andar neste mundo e um problema a parte, quando ele me expulso minha essência humana foi separada de mim, eu desci ao inferno quando ela ficou na terra morrendo e vivendo todos estes anos, quando eu não passava de uma alma angelical no inferno, uma alma com asas estas ele não tirou de mim.
Minha condição foi pior que de qualquer outro que foi expulso, arder no fogo de inferno como um ser angelical não é fácil, mas eu me reergui me tornei o seu braço direito e todas as decisões finais cabiam a mim e eu os poupei por tanto tempo sem ele saber. A prisão que vocês criaram para ele é muito boa sabia? Ninguém dentro ou fora consegue abri lá, mas descobriram como, porém ainda tem um problema ninguém sabe a onde fica a porta a não ser um dos arcanjos responsável por sua queda e prisão.
-Não conte com isto Deodora – disse Rafael entendendo a intenção da mulher. Sentou-se no banco na frente dela abaixou o rosto e levou a mão até ele.
-Ah! Rafael por favor, só me diga a onde e a porta da prisão de lúcifer. O que você ganha se não contar perdão, compreensão você sabe que Deus não tem nenhuma destas duas qualidades não a nada a se perder meu irmão – disse Deodora se levantando e se agachando a frente de Rafael para poder olhar nos olhos dele – Se você não me contar outros virão atrás de você e não serão tão gentis como eu estou sendo, sabe quem mais foi libertado? – perguntou
Rafael não respondeu, Deodora levou a mão no rosto dele erguendo ele e levando sua boca no ouvido dele e sussurrou os nomes.
-Lilith, Azazel e Zacharias – ela sorriu se afastando e ainda agachada na frente dele esperava pela reação. – É uma batalha e tanto.
-Mesmo que eu conte já e tarde de mais – disse Rafael sem olhara para ela.
-Como?
-Andei escutando a conversa dos anjos e notando o sinal – disse Rafael pegando Deodora pelos braços a levantando e depois se afastou um pouco dela e a encarou.
-Continuo sem entender Rafael – disse ela se aproximando dele.
-Ele cansou de tudo isto desta porcaria e mandou todos de querubins a arcanjos todos estão no exercito para destruir este mundo e depois construir outro.
-Você os escuta?
-Não é a única que ainda tem as asas – disse Rafael e grandes asas negras surgiram na costa dele.
-Vejo que não – disse Deodora e ele fechou as asas.
-Por favor, agora se retire – disse Rafael gesticulando em direção em uma das portas.
-Ainda quero saber a onde é a porta.
-Pra que, não a nada que vocês não queiram fazer que Deus já não esteja fazendo.
-O céu e o limite Rafael o céu e o limite – disse Deodora se afastando — Amanha eu volto.
-Espere Deo... – já era tarde de mais a mulher havia sumido.
Deodora andava tranquilamente por uma rua escura pensando no que Rafael havia lhe falado. Parou na frente de uma casa e olhou pensando em suas atitudes. Uma mulher abriu a porta e a encarou.
- Vai ficar aí parada? Entre antes que eles te vejam – disse a mulher e Deodora entrou na casa.
****
Pousada Nova Luz, se localiza em uma cidadezinha da Califórnia. Um lugar tão belo, as árvores que cercavam o lugar tinham belezas diferentes, belezas próprias, seus caules eram marrons e por eles podiam ver o quanto eram velhas, porém, suas folhas mostravam ao contrário, seu verde era magnífico, suas espessuras e grossas, os galhos tortos que faziam elas caírem em direção ao chão, deixavam todas diferentes, mesmo sendo filhos do mesmo pai, seus jeitos, seus caminhos, são completamente diferentes. O vento atingiu as árvores e elas soltaram um cheiro agradável, um cheiro de paz.
Podia se ver ao mais longe da casa a outra árvore, a irmã das anteriores, porém diferente de todas as outras, suas folhas estavam mortas, seus galhos estavam retorcidos estranhamente, pavorosamente; quando o vento chegou nela, o cheiro de paz sumiu, dando lugar a uma sensação de medo.
Era hora do almoço, os hóspedes estavam no restaurante da pousada Nova Luz. O Interior do restaurante era simples, várias mesas de madeiras estavam espalhadas pelo salão; um grande balcão no canto dava acesso à cozinha e uma grande porta dava acesso à pousada e as paredes eram de um salmão bem abatido. O vendaval atingiu o lugar fazendo as portas janelas abrirem assustando todos que estavam em seu interior. Um sentimento estranho, uma dor no peito, abateu sobre eles. A garçonete que estava grávida se sentiu mal e sentou em uma das cadeiras e a pequena criança de um dos hóspedes começou a chorar e seus pais tentaram acalmá-la.
Alguns minutos se passaram; a sensação sumiu. A porta se abriu, um rapaz alto, magro e careca, de aparência rude, entrou no restaurante e se dirigiu ao balcão, este chamava-se Steven.
- As promoções estão no quadro – disse a senhora dona do bar.
- Preciso de um telefone, o celular está sem sinal e o orelhão está quebrado. – disse o rapaz.
- Ele precisa de um telefone, Stwart – falou a mulher, o homem que estava ao seu lado levantou-se e foi para perto do rapaz.
- Precisa de telefone rapaz?
- Por alguns minutos, é muito importante.
Os dois homens se encararam por alguns segundos, até que o rapaz tirou uma nota de 20 dólares do bolso e colocou em cima do balcão.
- Tem um telefone no escritório, a segunda porta a esquerda – disse Stwart mostrando o corredor que dava acesso à pousada.
A atenção de todos foi tomada pelo que o jornalista falava ninguém prestava atenção no jornal até que um anúncio foi feito e a reportagem recebeu a atenção de todos.
“Chuva de meteoros causa grande desastre nos parques do estado da Califórnia. Especialistas confirmam: um grande tufão se aproxima da costa e na região norte, terá terremotos.“ – disse o jornalista, depois disso entrou o comercial.
- É o fim do mundo – disse uma das hóspedes; uma garota de provavelmente 22 anos, cabelos lisos e loiros, olhos azuis e pele clara, se chamavam Liza.
- Concordo minha filha – disse o Padre Antonio, um senhor já de idade.
Após o jornal, passou alguns comerciais e a TV perdeu o sinal, mostrando apenas faíscas com várias cores no lugar da imagem, Stwart pegou o controle e começou a trocar de canal e todos estavam do mesmo jeito, a garçonete pegou o telefone celular no bolso e viu que também estava sem sinal.
- O celular não tem sinal – disse à garçonete que se chamava Marina, esta possuía cabelo castanho, liso e comprido, olhos esverdeados e pele clara.
- O telefone ficou mudo – disse o rapaz que estava usando o telefone do hotel.
- Josh, aconteceu alguma coisa na rede? – gritou à senhora Molly.
Todos ficaram quietos por alguns segundos, até que um homem de uns 40 anos apareceu no salão, saindo da cozinha.
- Nada, tudo sem sinal.
- O que está acontecendo? – perguntou um rapaz, aparecendo na porta de acesso à pousada, seus cabelos castanhos caiam entorno de seu rosto branco, tinha olhos esverdeados.
- Não sabemos Maicon – disse Molly.
- Devem estar arrumando o sinal, se fosse algo mais grave já estaríamos sabendo – disse Glenda, uma das hóspedes, está possuía cabelos loiros e olhos castanhos.
- Não se preocupe querida – disse o marido, chamado Edgar, que possuía cabelos pretos e olhos azuis.
Todos ficaram quietos parecia que as coisas estavam voltando ao normal, à porta do restaurante se abriu e uma senhora de uns 70 anos entrou e se caminhou para uma mesa, Marina foi atendê-la:
- O que a senhora vai querer?
- Quero um bife mal passado e um copo de água sem gelo.
- Já trago suas coisas – disse Marina
A garçonete seguiu para dentro da cozinha e minutos depois voltou com o pedido da senhora. Colocou o bife e a água sobre a mesa.
- Está de quantos meses?
- Oito – respondeu a menina passando a mão na barriga.
- Seu bebê vai queimar.
- O que a senhora disse?
- Seu bebê vai queimar, todos os bebês vão queimar, o mundo vai se queimar.
- Por favor, senhora, não diga umas coisas dessas. Que Deus abençoe este bebê e todos os outros – disse o padre.
- Cale sua boca imunda, não ouse dizer o nome do pai!
- Minha senhora, por favor – disse Glenda
- Cale a boca, vagabunda!
Inexplicavelmente a velha pulou em cima da mesa e abriu uma boca gigante com dentes de tubarão e foi para cima de Marina que se abaixou se protegendo e seu bebê, Maicon jogou uma vasilha para cima da velha que caiu no chão e levantou e foi novamente para cima de Marina. Stewart pegou uma doze e começou a atirar a velha grudou – se na parede e começou a subir no teto. A criança começou a gritar e Glenda tentou acalmar a filha. As Balas da arma de Stewart acabaram e a velha estava indo novamente para cima de Marina, até que ela parou e caiu morta no chão. O olhar de todos se dirigiram a onde havia sido o tiro e viram Steven com uma arma que havia retirado das vestes e matado a velha louca.
-Não me olhem assim sou policial – defendeu se percebendo os olhares assustado pra cima de si.
Stewart, Steven e Josh, esconderam o corpo da velha no porão; Edgar e Maicon foram até a cidade para saber o que estava acontecendo e chamar a policia.
Na serra distante que rodeava o hotel fazenda, era coberta por uma gigantesca nuvem preta que se aproximava da cidade.
-Parece que vai chover – comentou Josh, e os outros concordaram.
Realmente parecia que ia chover, o nuvem se aproximava rapidamente e pela sua escuridão demostrava que estava trazendo uma possível dilúvio.
-Olhem – disse Steven apontando para estrada e vendo um carro de policia se aproximar.
-Mais eles não podem já terem chegado à cidade – disse Stewart vendo o carro de policia se aproximar.
-Policia de Los Angeles? – disse John, porém seu comentário foi mais traduzido como uma pergunta.
O carro de policia se aproximou parando na entrada da fazenda, um homem alto de cabelo escuro raspado, olhos azuis e pele clara desceu do carro.
-Quem é você? – perguntou Stewart
-Vim ajudar.
-Muita audácia sua roubar um carro de policia – disse Steven percebendo que o rapaz não era um policial.
-Vim ajudar – repetiu o homem se aproximando. Stewart ergueu a arma já carregada e apontou para o homem bem no meio da testa dele.
-Moleque, vi uma mulher andar no teto hoje, então e melhor começar a falar. O que quer?!
O rapaz em um movimento ágil retirou a arma da mão de Stewart e apontou para cabeça.
-Me chamo Miguel e vim ajudar.
-Certo Miguel agora, abaixe a arma você não quer fazer nada que vá se arrepender – disse Josh.
Miguel olhou para todos os que estavam na sua frente e abaixou a arma a entregou ao dono, Ele caminhou até a porta malas do carro pegou duas grandes malas.
Entregou armas de grande potencia na não dos três homens e seguiu em direção ao hotel.
Miguel entrou pela porta da recepção a onde os outros estavam todas as mulheres dirigiram seu olhar e a atenção pra ele que as encarou uma por uma até que seu olhar cruzou com o de Glenda que abaixou o rosto e abraçou a filha.
Nova York – 13h52.
A cidade estava movimentada como sempre, todas as pessoas que andavam de um lado para outro demonstrava que estavam apresadas. Ou simplesmente andavam sem destino rindo e fazendo compras. Deodora andava entre eles, como passos rápidos e cheios de confiança, ia em direção a catedral de Santa Tereza, tinha que conseguir a resposte de Rafael.
Dentro da catedral nos aposentos dos padres, Rafael estava em seu quarto ajoelhado no chão rezando a frente da imagem de virgem Maria.
-Sabe até que isso é engraçado – disse uma voz feminina atrás dele.
Rafael levou um susto e levantou do chão em um salto, olhou na direção que vinha a voz e viu Deodora deitada em sua cama.
-Deodora – resmungou ele.
-Serio Rafael, você deveria parar de fazer isso, ela não é nada e ele não merece isso – disse ela apontando para imagem de Maria e depois para a foto de Jesus.
-Cada uma tem sua crença, e o que você quer aqui novamente? – disse ele voltando a se ajoelhar e rezar.
-O que eu quis ontem – disse Deodora, se levantando e indo para perto do rapaz e começou a mexer no altar.
-Não ponha a mão – disse Rafael e Deodora afastou a mão do crucifixo
-Então? – perguntou Deodora encostando-se à parede e olhando para Rafael que rezava.
-Vou te contar – disse Rafael vendo a expressão de surpresa de Deodora.
-Não pensei que seria tão fácil – comentou-a.
-Mas antes – começou Rafael.
-Sabia – resmungou Deodora.
-Se você solta ló, sabe que vai ter que enfrenta ló novamente.
-Não, quem vai enfrenta ló será Lúcifer — disse ela arrogantemente sabendo a quem Rafael se referia.
-Errado, ele se rebelou contra o pai para proteger os humanos. Ele próprio arrancou suas asas. Então se você solta ló quem o enfrentara será você já que o propósito de Lúcifer sempre foi derrotar o pai. – Rafael parou de falar e olhou para Deodora que olhava para o chão e não tinha vida suas expressões.
-Se for verdade isto que você está me falando, ele corre sérios perigos — disse Deodora.
-Você anda se importa com ele – comentou Rafael – Fazenda Nova Luz fica em uma cidadezinha na Califórnia. Encontrara seus dois desejos lá só basta saber qual ajudara. E não esqueça toda ação tem uma seria conseqüência – disse Rafael levantando e saindo do quarto deixando Deodora sozinha com seus pensamentos.
Em um movimento involuntário Deodora se ajoelhou na frente do pequeno altar e levou as mãos até o rosto, chorou alguns segundo em silencio e quando deu por si estava rezando, resmungava longas desculpas, implorou por impossíveis perdões e fez curtos pedidos.
Deodora levantou, enxugou as lagrimas e foi em direção a porta quando sentiu um cheiro horrível cheiro de enxofre atingiu o seu nariz. Ela começou a correr em direção a igreja e quando chegou na entrada viu um homem ele virou pra encarar láe os olhos dele ficaram pretos e antes que pudesse impedir; Deodora cravou a adaga no peito dele, a fumaça preta saiu do corpo e queimou o chão.-Não precisa ter feito isto – questionou Rafael
-Um obrigado já bastaria – retrucou Deodora que aguardava a adaga – Agora me esculte, meu irmão. Estou para fazer a maior segunda burrice da minha existência. Então saia daqui se proteja e tome cuidado.
-O que você vai fazer?
-Ainda tem sua adaga?
-Sim, mas...
-Nem todos são bons quanto você, e estes – disse Deodora apontando para o corpo do morto a onde a minutos era um demônio – não converse os mate ou, os exorcizes, este não é o seu dom...
-Deodora...
-Me prometa que vai se proteger?
-Prometo – respondeu Rafael, Deodora sorriu e deu um beijo na testa do irmão e sumiu.
O vento ainda era forte ao lado da Fazenda Nova luz, os pássaros que estavam na arvore levantaram voou assustados, um corpo de mulher surgiu do nada em baixo dela em sua sombra.
Deodora chegou à fazenda, olhou da onde estava e viu a casa logo abaixo e um grande movimento de pessoas fora dela, e um dos homens que andava em direção ao hotel chamou lhe a atenção – o fitou de longe por longos minutos eis que as lembranças de seu passado vieram átonas em sua mente.
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