Notas iniciais
Oi, amores! Mais um capítulo!!! Saiu na quinta especialmente para a Soto, que não poderia ler na sexta feira hehehe Beijos, Linda! Obrigada por todos os comentários fofos de vocês! Me animaram muito. Beijos Titia ama vocês #PartiuLer

Capítulo 57

—Céus... ele convidou Hogwarts inteira. – riu Rose.

—Não é? – riu Navi, com o braço ao redor da cintura da namorada. Les balançava a cabeça seguindo o ritmo da música – Deveríamos procurar um lugar para batizar a casa do Scorpius.

—Super concordo! – riu Les. Ela e Navi riram um para o outro e saíram correndo por ai, sumindo na multidão. Draconis passou o braço ao redor dos ombros de Rose e riu para ela.

—Deveríamos fazer a mesma coisa. – riu ele.

—Oh... mas tem muita gente. Deveríamos disfarçar. – murmurou ela.

—Nah! – resmungou ele, antes de cair na gargalhada – Ok. Vamos só beber todas.

—Feito. – riu Rose. Foram até os toneis de hidromel, para se servirem, quando sentiu alguém cutucar seu ombro. Se virou e sentiu um solavanco no estômago. Um sorriso bobo brotou em seu rosto e ele ficou meio zonzo. Piscou completamente derretido e apaixonado.

—Onde está o Navi? – perguntou Brontë. O trio das trevas estava ali e as três estavam lindas como sempre, mas ninguém se comparava à Brontë.

—Ele saiu com a namorada. – murmurou bobamente.

—Ok. – Brontë soltou um muxoxo – Agora eu to puta da vida. Acho que vou usar você pra me vingar. – rosnou ela. Draconis concordou bobamente, mas Rose o puxou pela orelha e a dor o fez despertar do torpor da veela.

—Nem sonhando, vadia. Deixa meu irmão fora dessa. – ralhou Rose e Draconis corou furiosamente. Florence olhou indignada para Rose, mas depois o olhou novamente.

—Seu tio Draco. Ele tem uma namorada? – perguntou ela.

—Por que quer saber? – perguntou Rose, mas ele já estava caindo em torpor de novo.

—Não é da sua conta. – rosnou ela para Rose, antes de se virar para ele – Tem, Burke?

—Não... mas ele gosta da minha mãe. – disse bobamente e as quatro garotas o olharam surpresas.

—Ele gosta... amizade ou... – perguntou Trixie cruzando os braços.

—Ou ele está apaixonado por ela? – perguntou Mellody.

—Ele é louco por ela há séculos. – respondeu em transe e Brontë deu um sorriso radiante. Ela ficava ainda mais linda quando sorria daquele jeito. Ela o apertou na bochecha e lhe deu um selinho. Podia jurar que tinha fumaça saindo de suas orelhas.

—Obrigada, querido. – riu ela lhe dando as costas e se virando, com as duas seguidoras logo atrás.

Piscou bobamente, admirando o rebolado da Brontë, quando levou um senhor tapa na nuca.

—Você é comprometido, lembra? – ralhou Rose e ele corou de novo.

—Desculpe, amor... sangue veela. – lamentou. Rose fez um biquinho e ele quis beijá-la ali mesmo.

—Vou deixar passar... mas só dessa vez.

—Ok... – disse completamente envergonhado.

*

—VAI, LESTRANGE! – gritou um garoto qualquer enquanto ela dançava em cima da mesa, movendo o corpo de maneira sensual. Albus a olhava completamente bobo. Ela era tão linda... infelizmente ainda fazia seu coração acelerar...

Lyra estava dançando em cima da mesa, rebolando de maneira deliciosa. Mesmo pra ele, que sempre fora super tímido, era difícil não se deixar levar pela imaginação fértil de seus dezesseis anos. Engoliu em seco olhando ela passar as mãos pelas coxas, levantando de leve a saia, exibindo a calcinha negra de renda.

Soltou um muxoxo e quando ela o olhou daquele jeitinho travesso, ele sentiu que tinha chegado ao ápice e que precisava ir ao banheiro. Estava para se levantar, quando Cerce se sentou ao seu lado, fazendo biquinho.

—Posso falar com você? É importante! – pediu ela.

Albus olhou para Lyra que agora dançava de costas para ele, movendo o bumbum de maneira sensual. Só conseguia pensar em como queria que ela rebolasse daquele jeito em seu colo... mas ela provavelmente faria aquilo no colo de outra pessoa. Olhou para o outro lado e viu Scorpius numa poltrona, beijando Rose, completamente alheio a tudo. O irmão e os outros primos dela olhavam com desaprovação.

Soltou outro suspiro e concordou. Se levantou meio bêbado e foi atrás de Cerce. Ela e Dido normalmente se vestiam de maneira parecida. Mas Dido usava uma blusa preta, completamente aberta na frente, presa no lugar apenas por cordões, além de uma calça de couro e uma bota de cano longo. Ela ainda tinha deixado a maquiagem bem pesada e ele não sabia se ela estava mais roqueira ou gótica...

Mas Cerce...

Cerce usava uma mini saia colegial e uma blusa branca, além de estar com maria chiquinhas. Ela o guiou até um banheiro e trancou a porta.

—O que foi? – perguntou ele.

—Quão bêbado você está? – perguntou ela.

—Hum... um pouco, por que?

—O suficiente a ponto de fazer algo sem culpa, mas definitivamente se lembrar no dia seguinte? – perguntou ela o olhando parecendo constrangida. Piscou confuso e deu de ombros.

—Ok. O que houve? Quer ajuda pra se declarar praquele garoto?

—É... – murmurou ela.

Cerce tinha falado que estava gostando de um garoto desde o segundo ano, mas ele nunca lhe dera muita bola. O que ele achava besteira. Ela era super linda, super gentil e super fofa com todo mundo. Qualquer garoto por quem ela fosse apaixonada iria ficar caidinho por ela. Ela até tentara ficar com James pra ver se o garoto ficava com ciúmes, mas aparentemente não funcionara.

—Ok. Você finalmente vai me dizer quem é? – perguntou ele. Se distrairia com a vida amorosa alheia já que ele não tinha uma. Cerce concordou parecendo quase em pânico – Certo. Quem é? Eu posso tentar descobrir se...

Mas ele se interrompeu quando ela o beijou. Piscou em choque e então a beijou de volta.

Eu sou tão idiota! Como não reparei nisso antes?

Beijou Cerce se achando um completo demente. Era tão óbvio...

—Tem certeza disso? – perguntou ele, completamente em choque – Eu... digo... você é tão... tão...

—Eu sou loira, bonita, peituda, rica, bem nascida e inteligente. Mas as pessoas acham que eu sou uma retardada superficial. Bem. Eu não sou. E você sempre soube disso... mas estava sempre tão completamente bobo pela Lyra que nunca me notou de verdade. Nunca notou o quanto eu gosto de você... o quando você é especial pra mim.

—Mas... mas eu nem sou bonito!

—É claro que você é. – ralhou ela – Eu te acho um lindinho, fofo. E você é meu amigo. Não é desses garotos mongóis que só querem entrar na minha saia... eu gosto de verdade de você, Albus... e queria que você me desse uma chance. – murmurou ela o olhando completamente vermelha.

Se lembrou de Lyra dançando em cima da mesa.

—Eu gosto de outra pessoa... – murmurou. Cerce baixou os olhos, parecendo triste e ele segurou a mão dela – Mas... ei... por que não curtimos o momento? A gente fica hoje e eu te chamo pra tomar um sorvete amanhã... só eu e você. O que acha?

—Sério? – perguntou ela com um sorriso feliz.

—Sério. – respondeu. Cerce concordou e ele a puxou pela cintura. Tentou fazer como sempre via Scorpius fazer, mas tinha muita certeza que seu rosto vermelho não deveria lhe dar aquele arzinho sedutor de Scorpius.

Cerce o beijou novamente. Não era daquele jeito atrevido de Lyra. Era doce e tímido. Ela tremia em seus braços e toda hora soltava suspiros. E a cada um que ela soltava, sentia-se mais e mais confiante. Algumas pessoas tentaram entrar no banheiro, mas não deixaram.

Meia hora, uma hora, uma hora e meia...

Mas parecia que não tinham se beijado o suficiente.

—Ei... vamos procurar outro lugar pra ficar. Um sofá, ou poltrona?

—Vamos. – sussurrou. A mordiscou no lábio mais uma vez e então destrancou a porta. Saíram de lá e foram para um dos sofás. Cerce se sentou ao seu lado e suspirou. Ele fez o mesmo e passou o braço ao redor dos ombros dela – Ei?

—O que?

—Vou realmente querer aquele sorvete amanhã... – sussurrou no ouvido dela. Cerce sorriu e o beijou apaixonadamente mais uma vez. Estava tão envolvido no beijo que nem notou Lyra em pé, ali perto, o olhando em choque.

**

Draco olhava a festa do segundo andar e deduziu que Scorpius estaria satisfeito. Realmente tinha um idiota pendurado no teto. E ele estava cantando alguma música sobre bolas de demolição (I came like wreeeeecking baaaaaall!).

Suspirou dando mais um gole em sua vodka congelada.

—Atom... eu vou estar no meu quarto. Qualquer coisa, me avise. – murmurou.

—Sim, mestre. – respondeu seu fantasma mordomo. Matou seu copo de vodka congelada e o deixou no corrimão. Um elfo pegaria depois. Só bebi um pouquinho e já estou bêbado... perdi o costume...

—Não tenho mais idade pra essas coisas... quantas horas, Antom?

—Três da manhã. – respondeu Antom.

—Oh... eu vou dormir. Deixa a molecada se divertir. Mas se alguém desmaiar, leve para que os elfos deem poção de narciso.

—Sim, mestre.

Draco se espreguiçou e seguiu para o próprio quarto. Depois para o banheiro, onde tomou um longo banho. Depois, quando se sentiu relaxado, saiu da banheira e foi pentear os cabelos, xingando mentalmente as duas entradas que começavam a se formar em sua testa. Mas depois sorriu para sua boa forma. Tinha perdido peso, mas não muito. Talvez por já ser magro, não pareceu perder tanto quando Damian, que sempre fora muito forte.

Deu de ombros e suspirou, pensando em Alhena. Tinha mandado cartas para ela, mas ela não respondera. Queria saber se ela estava bem... só isso... soltou um suspiro e enrolou a toalha ao redor dos quadris. Depois foi para o quarto.

Sentiu um solavanco gigantesco no estômago. Tinha alguém ali.

—A festa não chega até aqui. – disse autoritariamente. O quarto estava escuro, então não soube dizer quem era. Apenas que era uma mulher... mas quando ela se virou, seu ar severo se desmanchou e ele sorriu – Lena...

Alhena sorriu para ele, parecendo exultante. Depois andou lentamente em sua direção, com aquele sorriso misterioso. Ficou calado, a observando, se perguntando se tinha caído no sono durante o banho. Ela finalmente o envolveu com os braços e o abraçou, deitando a cabeça em seu peito. Soltou um suspiro e a apertou contra si.

Parecia muito surreal. Completamente surreal. A envolveu com os braços e então se encararam na baixa luminosidade. Suspirou, completamente apaixonado por ela. Não falaram nada. Não precisaram. Resolveu que seus atos falariam por si.

Se curvou e a beijou mansamente, mas ela o envolveu ao redor do pescoço o beijando com desejo. A beijou do mesmo jeito, porque a desejava demais. A pegou no colo e a levou para a cama, se deitando em cima dela.

—Obrigado por me escolher... por um momento eu... por um momento eu tive medo que você voltasse pra ele. – sussurrou olhando para os verdes olhos dela. Alhena sorriu docemente e negou com o rosto, o puxando para mais um beijo. Voltou a beijá-la completamente apaixonado. Completamente louco por ela. Alhena girou o corpo e se sentou em seus quadris. Sorriu para ela, completamente feliz. Exultante. Ela se curvou e o beijou, segurando-o no rosto, mas logo se endireitou e tirou a blusa. Soltou um suspiro, olhando o avantajado corpo dela. Ela segurou suas mãos e as guiou para seu busto deliciosamente grande. Se sentou para beijá-la, enquanto se divertia com aqueles seios fartos. Mas logo passeou a mão pelo sutiã dela, procurando o fecho. Quando o encontrou, o soltou e jogou o sutiã dela no chão. A beijou novamente nos lábios, mas então desceu os beijos pelo pescoço dela, até os seios. Alhena soltou um gemido gostoso de se escutar e ele lambeu os dois mamilos rosados, os mordiscando de leve, enquanto desafivelava o cinto dela. A jogou deitada na cama, a olhando cheio de desejo. – Você é tão linda. – ele sussurrou contra a orelha dela e sentiu-a suspirar. – Eu te amo, Alhena. – ela o olhou com um olhar quase assustado e em seguida desviou o olhar como se estivesse se sentindo culpada. Provavelmente por conta de Damian – Ei... não fique assim, ok? ­– pediu sorrindo pra ela – Eu vou estar sempre aqui pra você... – ela sorriu fechando os olhos e ele a beijou no pescoço o mais carinhosamente que conseguiu. Ficou de joelhos em cima dela, tirando a calça e viu que ela usava uma calcinha de renda extremamente provocante. Deu um sorriso animado e cafajeste, porque era assim que sorria naquelas situações. A despiu daquela peça também e a puxou para seu colo. A beijou no pescoço mais um pouco e finalmente beijou-lhe os seios com devoção e carinho. Ele mais que a venerava enquanto a beijava daquela forma. Verdadeiramente a amava, transformando aquilo em gestos. Alhena soltou um gemido baixinho e ele a puxou contra si, para senti-la contra suas partes sensíveis... – Lena... – ela o olhou com aqueles olhos verdes que ele tanto amava – Eu quero fazer amor com você... eu posso? – ela sorriu e concordou com um aceno mudo. Sorriu completamente apaixonado por ela. A beijou novamente e a puxou contra si. Mas os beijos dela estavam menos carinhosos e mais sedentos do que ele tinha imaginado. Deu de ombros imaginando que ela estava louca de desejo. Alhena se levantou de leve, para guiá-lo para dentro de si. Sentiu o corpo dela úmido pelo desejo, molhá-lo também, deixando o caminho para dentro mais fácil e agradável. Gemeu contra os lábios dela os dois sorriram ao olharem um para o outro. Alhena rebolou em seu colo de um jeito que o fez se arrepiar inteiro – Eu te amo... – sussurrou para ela – Eu te amo demais...

—Shhhh... – pediu ela colocando o polegar em seus lábios. A mordiscou no dedo e gemeu alucinado com os movimentos dela. A segurou com firmeza na bunda, a ajudando no movimento, sentindo-se completamente dentro dela. Alhena o beijou e mordeu com força no lábio e ele piscou surpreso. Ela segurou seus cabelos com firmeza e ele achou algo estranho. Se lembrou da vez que tivera com ela na frente do lago e a achou completamente diferente daquilo...

Mas também, ela não tinha mais traumas para lidar... mas... mas mesmo assim.

Sentiu que estava fazendo algo muito errado e se perguntou se estava se sentindo mal por Damian... mas logo afastou aquela ideia. Ele não se sentira mal por Damian ao beijá-la na semana anterior...

—Alhena... – Ela o olhou mordendo o próprio lábio. Piscou, surpreso. Havia algo de muito estranho acontecendo ali. Muito estranho. A fez parar os movimentos e a olhou nos olhos, enquanto ela o olhava de maneira questionadora. Girou o corpo, ficando de quatro em cima dela e a olhando com atenção. Ela pareceu preocupada, o encarando – Alhena?

—Eu. – perguntou ela. Mas... mas havia algo estranho. Algo errado. Parecia ela, mas... mas...

—É você mesmo? – ela o olhou com a testa franzida e respondeu com um aceno de cabeça – Você está estranha. – murmurou.

—Deixa isso... vamos continuar. – murmurou ela. E então ele sentiu algo estranho. Como se alguma coisa estivesse enevoando sua mente. Se levantou de uma vez e pegou a varinha. “Alhena” o olhou assustada e ele apontou a varinha para ela.

—Saia do meu quarto agora mesmo. – rosnou – Você não é Alhena!

—Do que está falando?! – perguntou ela.

—Você é uma veela. Acha que eu não sei o que uma veela é capaz de fazer? – perguntou ele. Alhena deu uma risadinha, deitando em sua cama.

—Você estava gostando. Vamos continuar, senhor Malfoy.

—Quem é você?

—Não me reconhece? Vou ficar magoada. – riu ela com pouco caso, fazendo biquinho – Só queria te agradar... mal agradecido você, heim?

—Saia daqui agora mesmo! – rosnou furioso.

—Diz meu nome. – riu ela deitada de lado, com a cabeça apoiada na mão.

—Você é a filha do Blair. Trixie. – disse numa desconfiança bem convencida. A mulher sorriu e se sentou na cama, com os cabelos dourados de Alhena caindo por seus ombros.

—Não esqueceu de mim também? – perguntou ela se levantando e vindo andando até ele. Engoliu em seco, completamente hipnotizado por ela... – Vamos, Draco... eu posso ser sua Alhena hoje...

—Você não tem noção do ridículo?! – rosnou enfurecido. Apontou a varinha para as roupas dela, que vieram voando na direção dela. A blusa se enfiou na cabeça dela e a calça se enrolou nos quadris – Saia daqui antes que eu chame o seu pai.

—Eu duvido. – riu ela.

Sorriu furioso e apontou a varinha para ela, odiando aquele sorrisinho convencido que não pertencia em nada ao rosto de Alhena.

—Trixie... Você completou dezessete faz pouco tempo, não é?

—Sim, por que?

—Feliz aniversário. – riu ele. Ela piscou e ele lhe lançou um feitiço a jogando pela janela. Com outro feitiço se jogou para frente e antes que ela caísse no chão, lá no jardim, ele aparou a queda dela, fazendo-a flutuar a centímetros do chão – E NÃO INVENTE DE FAZER ISSO DE NOVO, SUA MALUCA! – gritou fechando a janela, completamente magoado. Aquela garota não sabia o quanto o tinha ferido... – Você vai me escolher... não vai? – perguntou encostando a testa no vidro – Por favor, me escolha...

***

Rabastan abriu os olhos e se sentou de uma vez, respirando de maneira acelerada. Olhou ao redor e pegou a varinha, saindo nu, pelo quarto, apontando para todos os lados. Emily apenas continuou dormindo.

—Lummus. – murmurou. Saiu do quarto, com o coração acelerado, olhando ao redor com preocupação. A tinha escutado gritar. A tinha escutado gritar... olhou por toda a casa, mas não a encontrou. Não havia sinais de luta – O que raios foi isso?

***

Albus estava se beijando com Cerce, completamente empolgado com os beijos dela. Mas então ela ficou tensa e o empurrou, segurando a própria cabeça.

—O que foi?

Cerce piscou e o olhou assustada.

—Eu... eu preciso ir! – disse ela.

—Ei, Cerce! O que houve?! – perguntou confuso.

—Eu... eu escutei minha mãe gritar! – chorou ela, parecendo mais assustada do que nunca.

***

Recuou assustado olhando ao redor, segurando a própria cabeça. Sentiu uma pressão absurda e então não estava mais naquele escritório, fazendo sexo com a namorada. Estava amarrado, com os braços para trás e uma mordaça na boca.

Olhou ao redor, assustado e viu uma mulher muito bonita sorrindo e apertando o seu nariz.

—Seja bem vinda, Sra. Burke... – riu a mulher pegando uma seringa – Nós vamos fazer um bom uso de você.

A seringa veio se aproximando mais e mais de seu olho. Tentou gritar, mas quando voltou a si estava deitado no chão, suado e tremendo.

Se sentou de uma vez e viu que Rose o olhava em choque.

—O que houve? – perguntou ela – Você girou os olhos e começou a tremer... você está bem? Você teve uma visão?

—Minha... minha mãe... – murmurou horrorizado – Eles pegaram a minha mãe...

****

O lobo levantou a cabeça e olhou para a lua cheia. O outro lobo o olhou, curioso, mas o mais novo sentiu aquela sensação fria, gelada, no coração. Escutou o grito de socorro de alguém. Alguém muito próximo. Alguém que ele amava profundamente.

Se jogou contra a grade, rosnando, querendo sair, mas o lobo mais velho o segurou. Ganiu desesperado. Precisava ajudá-la. Ela precisava de ajuda. Sentia o desespero dela. Sentia o medo. Ouvia seus gritos... mas então, de repente... tudo terminou.

Aquele frio solitário o tomou e Rasalas choramingou, preocupado. Por fim, uivou, tentando acalentá-la a distância. Tentando dizer: estou aqui... você não está sozinha...

Mas não obteve resposta. Então ganiu até o sol nascer...

****

Rigel tentou se mover, desesperado.

—Não, por favor. Ela é minha irmã, por favor! – lamentou ele.

—Mantenha-a viva, senhor Lestrange. Ela é uma vidente poderosa. Vamos precisar dos fluidos cerebrais dela para o que estamos planejando fazer. – riu Kevin Hesse.

—Você é louco, seu cretino. Estão fazendo experimentos com seres humanos. E com bruxos dessa vez! – rosnou Rigel, olhando Hesse com profundo ódio. Hesse deu de ombros e sorriu.

—É por um bem maior. – riu ele – Mantenha o cérebro dela funcionando, Lestrange. Nós vamos precisar dele. Soltem. – Rigel sentiu as amarras deixarem seus pulsos. Emma o olhou como se sentisse pena e colocou a varinha dele em cima da mesa cheia de equipamentos – Faça um bom trabalho, Rigel Lestrange.

Rigel rosnou furioso e olhou para a irmã, que parecia completamente fora de si, com uma lágrima de sangue escorrendo por seu rosto.

Notas finais
Sim. Quem disse que a Lena ia ser levada pro mesmo lugar que o Rigel, acertou!! hehehehe E agora, heim? Como vai ser? E essa Trixie, mds ahsuahsaushausa Ah, a pessoa cantando no Lustre era o Vince hasuahsua Muito bem. Vamos para a prévia! "-Sinto muito, Potter. Mas é a lei. – riu Rosier. —Escute aqui, Rosier... – rosnou perdendo a paciência. —Oh... Potter. Tenha modos. – disse uma voz arrastada. Piscou em choque e se virou. Por um momento achou que era Lúcio Malfoy, mas era Draco. Os cabelos penteados para trás, trajes a rigor negros e a bengala com cabeça de dragão – Será que sua mãe não te ensinou a tratar bem as mulheres... ah... espere... você não teve mãe. Apenas aquele lixo de família trouxa. Não é pra menos, não é? – perguntou ele com aquele sorrisinho que sempre tinha detestado com todas as forças. Sentiu-se lívido e por um momento até se esqueceu que Draco estava do seu lado. —O que você quer, Malfoy? – rosnou extremamente insultado" Draco e seu veneno... ele tá encenando... mas adorou o momento, certeza haushauhsau xD O Harry ainda vai dar um soco no Draco hasuhausau xD beeeijos