Notas iniciais
Gente... eu tava para postar o capítulo, quando por um acaso eu fui olhar o último que eu tinha postado... e quaaaaaaaaaaaaase que eu posto o 59 antes do 58 ahsuahsaushausa Muito bem, peoples. Vamos ao capítulo! =D Vou fazer o seguinte. Se tiver dez comentários (eu duvido que tenha, porque uma galera desistiu de nós u.u), eu posto mais um. Caso contrário, só quarta feira! Beeeijos Titia ama vocês!

Capítulo 58

—Ela falou de mim, Daphne? – perguntou Damian, parecendo cabisbaixo.

—A ideia era usar esse tempo justamente para vocês se distanciarem e pensarem... – começou ela, mas Damian a cortou.

—Ela quem precisava de um tempo pra pensar. Não eu... eu só quero minha mulher de volta... ela falou de mim? – perguntou ele, novamente – Você entregou minha carta?

—Entreguei e ela não falou de você... não pra mim, pelo menos. – respondeu Daphne. Damian deitou a cabeça na bancada da cozinha e soltou um suspiro, triste.

—Eu sinto tanta falta dela... – murmurou ele – Se eu tivesse tido uma postura antes de viajar, tinha ficado tudo bem... mas que droga... eu demorei demais. – resmungou ele escondendo o rosto com as mãos, enquanto Daphne revirava os olhos – Digo... eu tinha feito tudo direito, sabe? Tanto é que ela não tava nem zangada na hora. Eu fiz tudo certo... mas eu demorei demais... e... – ele suspirou – Ela gostou das flores?

—Eu não entreguei as flores. Nancy tem alergia a pólen, então a Pansy nem me deixou entrar com o buquê. – respondeu calmamente encantando a colher para que ficasse mexendo o arroz.

—Hum... – Damian deu outro suspiro – Mas você acha que ela vai me dar outra chance, Daphne?

—Olha, Damian... – disse Daphne – Eu espero que sim. Eu gosto muito de vocês... mas... mas você vacilou feio.

—Eu sei, Daphne, eu sei... – lamentou ele, cabisbaixo – Eu não sei o que vou fazer se ela escolher o Malfoy... digo... – ele soltou um suspiro – Eu sei que ele ama a Lena... eu sei que ele a faria feliz. De verdade, eu sei... mas... mas eu nunca mais vou ser capaz de amar outra pessoa... não como eu amo a Lena... ela é tudo pra mim...

—Então deveria ter sido mais adulto e menos... – começou Daphne, mas escutou um estalar na porta da sala – Rasalas! – disse feliz, morrendo de saudades dele. Desligou o fogo do arroz, correu para sala e Damian a seguiu cabisbaixo. Mas assim que viu o marido, notou que algo muito errado tinha acontecido.

—Onde está Alhena? – perguntou Rasalas.

—Por que? – perguntou Daphne, franzindo a testa. Damian olhou curioso e logo os dois notaram que Rasalas parecia em pânico.

—Não há tempo! Onde ela está, Daphne?

—Na Pansy. – respondeu ela.

—O que houve, Ras? – perguntou Damian.

—Eu não sei. Mas eu preciso saber se minha irmã está bem. – disse Rasalas – Você vem?

—Claro.

—Eu também vou. Navi está ai. Ele cuida das crianças. – disse Daphne, decidida. Rasalas concordou com um aceno de cabeça e todos aparataram em frente ao apartamento de Pansy. Rasalas socou a porta e logo Pansy apareceu, surpresa. Ela olhou para Damian e fez uma careta.

—O que houve? – perguntou ela.

—Alhena está ai? – perguntou Rasalas.

—Não... eu acho que ela foi... pra Mansão Malfoy. – murmurou Pansy. Daphne olhou de soslaio para Damian, que parecia ter recebido a notícia que alguém tinha morrido.

—Você tem certeza? – perguntou Rasalas.

—Bem... ela disse que tinha tomado uma decisão... se Damian está aqui, então...

Daphne olhou para Damian, que murchou no mesmo lugar.

—Eu sinto muito, Damian...

—Não... tudo bem... – murmurou ele, fungando. – Não... sério mesmo. Eu estou bem... – ele olhou pra cima, colocando as mãos nos quadris, com um sorriso triste e os olhos cheios de água – Se ela estiver feliz... eu... eu... eu só quero que ela seja feliz, sabe? – lamentou ele.

—Eu vou ver se ela está com o Draco. – murmurou Rasalas parecendo desconfortável – Daphne. Leva o Damian lá pra casa. Ele precisa beber alguma coisa forte.

—Ok. – murmurou Daphne, enquanto Damian lutava para não deixar a emoção escorrer de seus olhos...

*

Draco estava sentado, completamente deprimido no sofá. Scorpius estava desmaiado, completamente de porre no outro sofá e os elfos tentavam arrumar a bagunça da festa do dia anterior. O tempo todo eles encontravam pessoas desmaiadas pelos cantos da casa e Draco precisava mandar um elfo para a casa dos respectivos pais, pedindo que viessem buscar os filhos.

Mas no momento não estava pensando nisso... estava pensando em como Trixie o fez de idiota. Estava tão desejoso de ser Alhena mesmo que demorou a notar que estava sendo feito de trouxa... as coisas que tinha dito... queria que apenas Alhena escutasse... tinha se aberto e vulnerabilizado daquele jeito por nada...

Fechou os olhos, lembrando de como ficou feliz de tê-la finalmente em seus braços... queria tanto, tanto, que tivesse sido real. Que fosse ela...

Soltou um suspiro e sorriu se lembrando do beijo que tinham tido dias atrás. Tocou seus lábios, lembrando do doce sabor dos dela... lembrando de cada toque, de cada suspiro. Do tom de voz, do cheiro, do sabor. Fechou os olhos, sonhadoramente, imaginando Alhena entrando na Mansão, com aquele sorriso abalado, mas decidido...

“Eu quero você, Draco... eu quero ficar com você.”

Seu braço se arrepiou ao imaginar aquilo e seu estômago se contorceu. Expirou, sentindo as mãos formigarem de nervoso... a qualquer dia ela iria aparecer com uma resposta. Positiva ou não. Se levantou, porque não conseguia mais ficar sentado. Não conseguia parar de pensar nela.

Andou até seu escritório, onde a tinha beijado. Ficou olhando o lugar e sentindo aquele frio na barriga. Céus, como estava com saudades dela... tinha se mantido distante naqueles dias, como prometera que faria. Mas agora já não estava aguentando mais.

Mas tinha dado sua palavra de que respeitaria a vontade dela de ter um tempo pra pensar, então não iria procurá-la... se contentaria com seus devaneios...

Escutou um estalo, quando seu elfo apareceu.

—O que houve, Yolo? Mais algum perdido?

—Não, mestre. – disse Yolo fazendo uma exagerada reverência – É o Sr. Lestrange. Ele está ai.

—Rasalas? Ou Rabastan?

—Rasalas, senhor.

—Hum... – Draco fez uma careta, se perguntando se iria levar uma bronca por destruir o casamento de Damian... será que Rasalas iria entender que as coisas simplesmente fugiram de controle? Tinham que lhe dar algum crédito... há anos estava apaixonado e se contentou em ser amigo dela. Por anos ele tinha se contido... – Eu vou recebê-lo. Traga-o aqui. – avisou.

—Sim, mestre. – disse Yolo desaparecendo num rodopio.

Draco se sentou no sofá e se lembrou da noite em que ele e Alhena tinham “feito” Draconis. Deu um sorrisinho e se deu um tapa.

—Céus, pare. Você está parecendo um garotinho apaixonado pela primeira vez. Que inferno. – ralhou consigo mesmo. Levantou os olhos para seus antepassados, que o encaravam com sorrisinhos – Oh, parem com isso! Não me digam que nunca se apaixonaram na vida. – Alguns quadros tiveram a graça de negar com a cabeça, mas a maioria deu de ombros. Apenas Astaton Malfoy sorriu e concordou estendendo os polegares – Obrigado, Astaton. – disse dando de ombros.

Logo Rasalas entrou no escritório, parecendo preocupado. O olhou curioso e ergueu as sobrancelhas.

—Alhena está aqui?

—Não. Por que? – perguntou Draco. Rasalas suspirou passando a mão no rosto, parecendo atordoado – O que houve?

—Ela esteve aqui? Ontem?

—Não. – respondeu Draco, franzindo a testa – Por que?

Rasalas andou a esmo pelo escritório e perdeu o equilíbrio. Draco correu para segurá-lo, mas sua saúde não estava 100% e Rasalas era muito pesado. Os dois acaram caindo no chão e Draco xingou baixinho.

—Cacete... – rosnou Rasalas.

—O que houve?!

—Pegaram a Alhena! – lamentou Rasalas – Eles pegaram a minha irmã...

Draco sentiu uma mão gelada agarrar seu coração e arrancá-lo de seu peito. Segurou Rasalas pela gola e o sacudiu com violência.

—QUEM!?

—Os mesmos que pegaram Rigel... não sei. Não tenho como saber... – lamentou ele.

—Não... – Draco se levantou e cambaleou, se apoiando na mesa. Se lembrou mais uma vez de Alhena e segurou o próprio peito. – Não... não... não... – estava tudo indo bem... ele estava melhorando. Eles tinham se beijado... tinham dormido juntos, mesmo que no sentido literal da coisa... se lembrou dela indo embora, sorrindo com as bochechas coradas... dizendo que iria pensar a respeito de dar uma chance para os dois... Puxou os próprios cabelos e escorregou para o chão, se sentando, perdido em desespero. Ficou muito tempo assim, relembrando de milhões de coisas. Mas logo uma ira absurda o tomou. Não iriam fazer isso. Não mesmo. Ele iria achar Alhena. Ele iria. Nem que tivesse que gastar até o último minuto da sua vida nisso. Se levantou e puxou Rasalas pela gola, o levantando também – O que você sabe sobre essas pessoas, Rasalas?! O que? – rosnou.

—Nada. – lamentou Rasalas.

—Nada?! – perguntou Draco sentindo-se a beira do abismo – Me dê alguma coisa, Rasalas.

—Se eu tivesse, eu mesmo estaria indo atrás dela! – ralhou ele.

Draco o empurrou e respirou fundo.

—Ela deve estar no departamento de mistérios... – murmurou.

—Não sei... – murmurou Rasalas – Rigel estava numa floresta.

—Floresta? – perguntou confuso.

—É... mas está protegido pelo feitiço do fiel segredo... então... – Rasalas soltou um suspiro.

—Ok... – resmungou Draco indo para a porta.

—O que você vai fazer? – perguntou Rasalas. Draco girou a maçaneta e olhou para trás.

—Vou me interessar por política. – rosnou ele.

**

—Quantas assinaturas nós precisamos?! – perguntou indignado – Isso é impossível!

—Essa é a lei, Potter. – riu Rosier – Não é minha culpa se a lei é assim. Meu dever é cumprir com ela. Não passar por cima quando convier.

Harry respirou fundo, furioso. Auto controle nunca tinha sido seu forte. Olhou para o lado, para Polaris, que simplesmente concordou com um aceno.

—Ela está certa, Potter. Você não pode pensar que só por ser uma celebridade pode fazer o que quiser. – riu ela desdenhosamente. Polaris era uma excelente mentirosa, logo tinha percebido. Sabia que ela só queria ganhar a confiança de Rosier. Sabia inclusive que ela e a mãe tinham fingido uma briga feia no Átrio por a mãe apoiar os trouxas. Polaris chegou a acusar os trouxas de terem matado seu irmão. Só podia torcer para que as pessoas acreditassem nisso. Percy uma vez tinha ficado contra a família para apoiar o Ministério, não tinha? Sem falar que Polaris ainda podia falar que tinha o pensamento mais parecido com o do lado paterno da família, que era historicamente a favor da causa puro sangue... – Esses tempos acabaram.

—Essa lei é louca. Não existem tantos bruxos para que eu consiga um milhão de assinaturas. – retrucou.

—Sinto muito, Potter. Mas é a lei. – riu Rosier.

—Escute aqui, Rosier... – rosnou perdendo a paciência.

—Oh... Potter. Tenha modos. – disse uma voz arrastada. Piscou em choque e se virou. Por um momento achou que era Lúcio Malfoy, mas era Draco. Os cabelos penteados para trás, trajes a rigor negros e a bengala com cabeça de dragão – Será que sua mãe não te ensinou a tratar bem as mulheres... ah... espere... você não teve mãe. Apenas aquele lixo de família trouxa. Não é pra menos, não é? – perguntou ele com aquele sorrisinho que sempre tinha detestado com todas as forças. Sentiu-se lívido e por um momento até se esqueceu que Draco estava do seu lado.

—O que você quer, Malfoy? – rosnou extremamente insultado.

—Eu, Potter, adoraria conversar com Rosier, a sós. – riu Draco com aquele jeitinho nojento que o deixava igualzinho ao pai – Afinal, a família Malfoy sempre apoiou o Ministério e eu estou interessado em me informar de que maneira posso fazer isso.

—Oh, o senhor apoia o Ministério, Sr. Malfoy? – perguntou Rosier com um sorrisinho.

—É claro. Os trouxas são perigosos. – riu Draco oferecendo o braço pra ela – Eu sou viúvo graças a eles, sabe?

—Oh, eu sinto muito, Sr. Malfoy. O que houve? – perguntou Rosier aceitando o braço dele e Harry olhou completamente em choque para aquilo.

—Ela faleceu naquele atentado horrível ao Ministério. Me afetou bastante. Eu fiquei muito tempo sem conseguir sair de casa...

—Eu te entendo completamente. – disse Rosier de maneira polida.

—Meus sentimentos, Sr. Malfoy. – disse Polaris, da mesma maneira.

—Sim, mas eu acho que eu já me escondi o suficiente. Eu soube que o Ministério está precisando de algum tipo de patrocínio. Eu adoraria colaborar com alguma quantia de ouro.

Rosier abriu um largo sorriso e Harry abriu ainda mais a boca. Malfoy não deveria patrocinar o Ministério. Ele deveria patrocinar as pessoas que lutavam contra o Ministério.

—Eu adoraria conversar sobre isso. Gostaria de ir para um restaurante? – perguntou ela e Harry abriu ainda mais a boca, em choque. Rosier tinha se aproximado de Draco e mexia o dedo no peito dele, num óbvio flerte. Draco deu o sorriso mais cafajeste que ele já tinha visto alguém dar e pegou a mão de Rosier para beijá-la.

—Acho que poderíamos conversar no seu escritório, o que acha? Só eu e você?

—Agora mesmo?

—Quanto antes, melhor...

—Ok, me acompanhe, senhor Malfoy.

—Draco. Me chame de Draco.

E então os dois saíram andando de braços dados, conversando amigavelmente. Harry ainda estava boquiaberto observando a cena.

—Cacete. Ele vai seduzir a Rosier?! – riu Polaris.

—Isso não estava nos planos!

—E daí que não estava nos planos!? Isso é ótimo. – riu Polaris. – Nos vemos por ai, Potter. – disse ela imitando o jeito arrastado de Draco de falar.

***

Sorriu de maneira cafajeste e a beijou como se não houvesse outra coisa que quisesse fazer. A jogou contra a mesa, a despindo apressadamente e Rosier sorriu divertida. A jogou pelo escritório inteiro e transaram como se não houvesse amanhã. Deu graças por seu pulmão não falhar e por não ter uma crise de tosse. Depois de fazer Rosier gritar e gemer por uma boa meia hora, os dois voltaram a se vestir.

—Oh, eu precisava disso. Muito obrigada, Sr. Malfoy. – riu ela.

—Draco. – disse a olhando com um sorrisinho – Me chame de Draco. E eu não estava brincando quando disse que gostaria de doar uma boa quantidade de dinheiro. – disse colocando a camisa. Rosier sorriu satisfeita e o ajudou a fechar os botões.

—Temos aqui uma boa aliança? – perguntou ela.

—Qualquer coisa para tirar aquelas armas dos trouxas... – a puxou pela cintura, sorrindo, para passar o nariz pela orelha dela – E colocá-la em mãos mais... capazes.

—Oh... você acha que deveríamos nos apossar das armas? – perguntou ela ainda abotoando a camisa dele.

—É claro. Seria um desperdício destruí-las. – riu Draco. Rosier sorriu satisfeita com ele. Sorriu de volta e a mordiscou no lábio de leve – O que está olhando, Sra. Rosier?

—Senhorita. Eu sou viúva também. Meu marido morreu no atentado ao Ministério também... – riu ela o alisando no peito, em meio a um suspiro. – E me chame de Evelyn, Draco.

Sorriu de maneira galante e a puxou ainda mais contra si.

—Claro, Evelyn. – ele a soltou e se virou para colocar o casaco do traje – Eu fico feliz que alguém mais conservador tomou conta da nossa Corte. – disse Draco – Tinha virado uma palhaçada, acabando com as boas tradições da nossa cultura. Por isso nunca me interessei pela política. – disse pegando um enfeite em forma de golfinho em cima da mesa – Como se eu fosse me sujeitar a conviver com aquele amontoado de sangues ruins.

—Engraçado dizer isso quando sua família abandonou a última guerra.

—Claro que abandonamos. O Lorde das Trevas enlouqueceu. Fez de nossas vidas um inferno. – riu Draco colocando o enfeite em cima da mesa – Ele não era refinado o suficiente. – murmurou procurando por qualquer coisa interessante no escritório – Estava tão obcecado com a ideia de matar Potter que começou a matar crianças e se deixou vulnerável. Se perdeu e acabou manchando a Causa. Por isso fomos embora. – Draco deu de ombros – Sem falar que tanto eu quanto meus pais estávamos sem varinhas. Como poderíamos servir de alguma coisa? Não... nós fomos pra casa e esperamos. Esperamos pela oportunidade de acabar com essa revolução ridícula que quer acabar com a magia do mundo, defendendo que aquela gentalha trouxa é igual a nós. Quando é óbvio que não são. Eles são primitivos, burros, irresponsáveis e perigosos. É isso o que são.

—Não podia ter definido de maneira melhor, Draco. – riu Rosier se sentando em cima da mesa – E então. Que quantia o senhor estaria interessado em nos dar? – perguntou ela.

—Eu pensei numa quantia inicial de... um milhão de galeões. – riu ele. Rosier engasgou e o olhou chocada – O que? É pouco? – perguntou se fazendo de inocente – Eu não quero investir tanto antes de saber no que eu estou investindo, sabe? – perguntou ele sorrindo e se apoiando na parede do escritório – Eu quero saber se vocês estão realmente querendo fazer algo de verdade, ou se é só uma tentativa de juntar dinheiro. Vocês estão querendo guerra, não é?

Ela ainda o olhava em choque.

—O senhor está mesmo pensando em doar um milhão de galeões?! – perguntou ela em choque. Draco sorriu para ela e concordou.

—Inicialmente sim. Se eu gostar de como as coisas estão caminhando eu posso doar mais. Não se preocupe. Eu tenho muito dinheiro. Minha família é a quarta família mais rica do mundo e a mais rica da Grã Bretanha. Só não somos a mais rica da Europa pois perdemos para os DeLavois.

Rosier abriu um sorriso ainda mais largo e se levantou.

—Bem. Eu te garanto que seu dinheiro será muito bem investido, Sr. Malfoy...

—Draco. – corrigiu a olhando obliquamente, com um sorriso cafajeste.

—Sim, Draco. – riu ela – Desculpe. Eu só estou surpresa. Nunca pensei que alguém doaria esse tanto... essa quantidade, entende? – perguntou ela.

—Estava fazendo as amizades erradas então, Evelyn. – riu Draco – Eu tenho uma ideia. – ele vestiu o casaco do traje e pegou a bengala – O que acha de conversarmos melhor, hoje a noite? Vou fazer uma reserva no Felix Felicis, onde podemos conversar de maneira mais tranquila e agradável. Eu sei que não pode me contar tudo, seria irresponsabilidade. Mas eu gostaria que me dissesse pra onde meu dinheiro iria, como estaria sendo investido. Depois do jantar, poderíamos conversar sobre outras coisas e nos conhecer melhor... o que acha?

—Se eu não te conhecesse, Draco, e eu não te conheço... eu diria que está me cantando. – riu ela.

—É claro que eu estou. – riu ele – Como não cantaria? – a puxou novamente pela cintura, a olhando nos olhos castanhos. Rosier respirou fundo, corando de leve e ele sorriu convencido – Temos um encontro?

—C-claro. – riu ela.

—Ótimo. – riu ele. A beijou na mão, a olhando nos olhos e sorriu – Nos vemos hoje a noite, no Félix, Evelyn.

E então se virou e saiu do escritório completamente furioso. Descobriria onde Alhena estava nem que tivesse que casar com aquela sonsa.

****

—Você fez o que? – perguntou Rasalas piscando muito. Potter o olhava completamente em choque – Você transou com ela?! Pensei que gostasse da minha irmã!

—Rasalas. – resmungou Draco – Eu estou me infiltrando. Era o que Potter queria que eu fizesse.

—Eu nunca te mandei transar com alguém. Muito menos com ela! – disse Harry tirando o corpo fora.

—Mas é uma ótima ideia. Ela se interessou por você? – perguntou Polaris. Estavam todos na Mansão, no escritório dos retratos.

—Como não se interessar? – perguntou Draco dando de ombros – Eu sou lindo, rico, bem nascido. Ela parecia que não transava há séculos. Dei um trato nela e depois ofereci dinheiro para a campanha dela. Se brincar ela vai querer casar comigo. – resmungou Draco. Rasalas o olhou boquiaberto.

—E a minha irmã?!

—Rasalas, no dia em que sua irmã estiver sã e salva, com a gente, pode ter certeza que eu mando Rosier pro inferno. – resmungou Draco – Eu só quero descobrir onde Alhena está. Só isso. E pra isso eu preciso me infiltrar, ganhar a confiança dela e ter algum poder lá dentro. Nada como dinheiro e patrocínio pra conseguir isso. Aprendi bem com o meu pai. Era a mesma coisa com Fudge.

—Seu pai transava com Fudge? – perguntou Harry com um sorrisinho.

—Não, mas minha mãe flertava com ele algumas vezes. Era meio nojento. – riu Draco – Mas Fudge sempre ficou só na vontade. Meu pai nunca deixaria aquele banana, ou homem algum, tocar na minha mãe... e minha mãe não ia dar corda praquele idiota. – riu Draco – Mas é assim que funciona a política, Rasalas. Vocês me colocaram pra jogar. Eu vou jogar pra vencer.

—Ok. – riu Polaris – Você descobriu alguma coisa? – perguntou ela.

—Claro. – riu Draco – Ela tem uma filha muito bonita. Ela estudou na Durmstrang, a filha dela. – disse Draco – Deve ter a sua idade, Polaris. – adicionou ele – Bonita, sua altura, corpo bem feito, cabelos compridos, lisos, num tom acaju mais pro castanho.

—Rosier não tem filhas. – negou Polaris – Tem uma sobrinha.

—Hum... – riu Draco – E por onde anda essa garota? – perguntou ele – Eu nunca ouvi falar dela.

—Por que isso é importante? – perguntou Harry.

—Oras. O escritório da Rosier era cheio de coisas sobre essa garota. Elas provavelmente tem uma boa relação. A garota deve estar envolvida de alguma forma. Deveríamos descobrir mais sobre ela. – Draco deu de ombros – Eu descobri que Rosier precisa muito de financiamento e que tem duas pintinhas na bunda...

—Nós não precisamos saber desses detalhes, Malfoy.

—São duas pintinhas adoráveis, Potter. – riu Draco e Rasalas quis dar um soco nele. – O que eu devo perguntar para ela? Além de pra onde meu dinheiro vai estar indo?

—Quanto você ofereceu pra ela? – perguntou Rasalas.

—Um milhão de galeões. Inicialmente. Se eu me envolver mais eu vou dar mais...

—EU MATO VOCÊ! – rosnou Harry e Rasalas teve que segurá-lo – Esse dinheiro não é para patrocinar a carnificina seu idiota!

—Potter... eu vou ajudar vocês com dinheiro também. Acalme-se. – resmungou Draco – Credo. Você parece uma tia velha.

Rasalas deu uma risadinha e Polaris riu mais abertamente.

—Harry, fique calmo. Draco precisa ganhar a confiança deles. Em uma hora ele conseguiu mais do que eu em semanas. – riu Polaris.

—Eu tenho o dom. – riu ele.

—Muito bem... – murmurou Rasalas – Precisamos saber o que mais podemos perguntar. Não podemos querer que ela revele todos os segredos dela de uma vez. Você vai transar com ela de novo?

—Eu espero que não. – murmurou Draco – Mas se for necessário... – ele deu de ombros – Eu só quero saber onde Alhena está... quero trazê-la de volta... – murmurou ele.

—Você gosta mesmo da minha irmã, não é? – perguntou Polaris. Draco adquiriu um ar tristonho e concordou com um aceno de cabeça.

—Eu amo a sua irmã... – murmurou ele – Eu... – ele soltou um suspiro e virou o rosto – Quando vão vir as pessoas que vão cercar a Mansão?

—Já devem estar chegando. – murmurou Harry, parecendo constrangido – Eu... eu juntei os bruxos que fossem capazes de realizar o feitiço. É muito complexo e aqui é muito grande.

—Ótimo. Eu vou tomar um banho. – murmurou Draco – Não suporto o cheiro do perfume dela.

Os três observaram Draco sair do escritório e Rasalas soltou um muxoxo.

—O que está rolando entre o Malfoy e a sua irmã? – perguntou Harry – Eu sabia que eles eram super amigos... mas ela era casada com aquele seu outro amigo, o Burke, não é?

—É complicado, Harry. – resmungou Rasalas dando de ombros – É beeem complicado...

Notas finais
Gente Só Olhem A Prévia ahsuahsausha "Navi deu um sorrisinho sem jeito e foi até o avô de Lessa, que parecia simplesmente o homem mais idoso que ele já tinha visto. —Olá... eu sou o Navi... —Então você é o vermezinho que anda trepando com a minha netinha?! – rosnou o velho e Navi deu uma risadinha enquanto a família de Les parecia encolher de vergonha. —Uhum, muito prazer. – disse apertando a mão do velho, que o olhou desconfiado. —E você ao menos tem um cacete decente pra isso?!" HSuHsuahsaus Comentem! No próximo capítulo Navi vai conhecer os Young hehehe Beijos, titia ama vocês ^~ **** Atualização Eeeei! Assistam esse vídeo! É sobre o Rigel Lestrange. Está constrangedoramente tosco, porque eu fiz de madrugaga, bêbada e no Live Movie Maker (sabe aquele vinculado ao msn? Pois é) Mas mesmo assim, vejam! Tem o Rigel lá e a mulher que sequestrou ele. =D https://www.youtube.com/watch?v=iFmpF1C1GCQ Vejam ou personagens sofrerão! (Mentira... todo mundo vai sofrer de qualquer jeito ahsuahsuasha)