Legado Lestrange II - Legacy
29 The Ultimate Wizard Bro Code
Notas iniciais
Capítulo 29
Rasalas estava assistindo a uma partida de futebol junto de Navi e Rabastan. Rabastan estava com a camisa de futebol do Brasil, que era a seleção favorita dele, mas Rasalas estava torcendo pra Inglaterra. Era só um amistoso, mas Rabastan estava muito agitado, assistindo completamente concentrado.
Navi, no entanto, não parecia muito interessado. Ele estava no outro sofá, com um fone de ouvido, ouvindo música trouxa, movendo a cabeça de acordo com o ritmo, enquanto jogava qualquer coisa em um console trouxa que ele tinha pedido de natal.
Rasalas pulou de susto quando o atacante do Brasil fez um belo lance a gol, mas o goleiro da Inglaterra fez uma linda defesa.
—Droga! – ralhou Rabastan, o fazendo sorrir – O Brasil vai ganhar! Você vai ver! – resmungou o garoto cruzando os braços.
Notou que Navi soltou um muxoxo e largou o console no encosto do sofá. Depois ele se sentou e colocou o headphone ao redor do pescoço.
—Pai. Como você conheceu a mamãe? – perguntou seu primogênito, de mau humor.
—Eu tinha uns três anos e a minha mãe foi trabalhar pra mãe dela. ISSO FOI FALTA!
—Não foi! Disputa de bola! Normal, normal! – ralhou Rabastan – JUIZ LADRÃO! JOGO ROUBADO!
—Filho... ele meteu a mão na cara do outro jogador. – riu Rasalas, mas Rabastan continuou furioso, de braços cruzados – Por que a pergunta, Navi?
—Quando você percebeu que a mamãe era a pessoa certa? – perguntou Navi. Rasalas olhou para seu garoto. Ele estava indo para o sexto ano. Tinha a idade dele quando começou a namorar Daphne. Será que sua história de vida se repetiria com ele?
—Quando eu notei que eu nunca consegui parar de pensar nela. – respondeu calmamente – Está gostando de alguém?
—Acho que sim... – resmungou Navi – Eu... eu tento superar essa mina já faz tanto tempo. Ela é uma escrota... mas... mas eu acabo pensando nela toda hora.
—E quem é? – perguntou interessado, deixando o jogo de lado.
—A única garota que eu já namorei. – resmungou Navi. Rasalas arqueou as sobrancelhas.
—Eu nem sabia que você já teve uma namorada!
—É... a gente namorou por mais de ano. – murmurou Navi – Eu tirei a virgindade dela.
—Quando foi isso? – perguntou Rasalas.
—Eu estava no terceiro ano. – respondeu ele calmamente. Rasalas abriu a boca, em choque. Seu filho estava transando desde os treze anos? Que absurdo.
—Você é novo demais pra ficar...
—Sem falso moralismo, ok? – perguntou ele.
—Espera... você namorou essa menina no terceiro ano? – perguntou surpreso.
—E no segundo. Sim... – murmurou o garoto dando de ombros, deitado com as pernas esticadas no sofá e os braços cruzados – Eu já transei com um monte de garotas. Um monte mesmo...
—Navi. Não pode ser assim. – ralhou Rasalas – Talvez seja por isso que ela não...
—Ela já deu pra um monte de gente também. – resmungou Navi – Ela é tão rodada quanto eu. Mas eu não ligo. Eu gosto pra caralho dela... mas ela está de rolo... com uma garota. – murmurou ele meio sem jeito.
Todo mundo pega todo mundo nessa Hogwarts. Todo mundo é bi, todo mundo é gay... no meu tempo não era bagunçado assim...
—Hum... e ela agora só fica com garotas?
—Aparentemente... sim... – murmurou ele – Eu estou fora da liga dela... mas... – ele soltou suspiro triste – Nossa... eu queria tanto voltar com ela. – resmungou ele.
—Oras, Navi. Corre atrás.
—Mas ela tá numa fase lésbica agora. Eu não tenho chances e isso está me deixando puto. – resmungou ele. Rasalas deu uma risadinha, pois era a primeira vez que tinha aquele tipo de conversa com ele. Rabastan tinha até parado de prestar atenção no jogo, escutando o caso de Navi – E eu acho que eu gosto dela de verdade. Ela é tão louca e pervertida... que nem eu e... e tá cagando pro que pensam dela... que nem eu... sem falar que... – ele se sentou e sorriu – Pai, ela é muuuuuito gostosa. Tipo... demais!
—Como ela é? – perguntou Rabastan, curioso.
—Ela é perfeita. – resumiu Navi e Rasalas deu uma risadinha.
—Então corre atrás. Faz ela querer sair da fase lésbica. – sugeriu.
—E como eu faço isso? – perguntou Navi.
—Eu não sei. Eu devo confessar que nunca estive numa situação como a sua... nem de perto. – riu achando graça – O mais perto que aconteceu comigo foi... quando eu estava no quarto ano... a sua mãe namorou o tio Blair.
—O que? – perguntaram Navi e Rabastan.
—Pois é... e ele era um dos meus melhores amigos e eu já era super doido por ela.
—E o que você fez? Roubou ela dele? – perguntou Navi, curioso.
—Não. Eu comecei a sair com outras pessoas e esperei os dois terminarem, porque eles não eram feitos um para o outro e eu sabia que não iria durar... apesar de ter durado um ano inteiro...
—Eu não posso esperar isso tudo. Eu vou ficar maluco. Sem falar que esse negócio de sair com outras garotas não funciona. Eu já estou saindo com outras garotas há anos, mas nenhuma delas chega aos pés da Lessa e... – ele fechou os olhos, vendo que tinha falado demais.
Rasalas fechou os olhos, respirando fundo.
—A Lessa é a namorada da Lyra? – perguntou Rabastan.
—Não. – respondeu Navi, calmamente – Lyra é solteira e eternamente apaixonada pelo Draconis... mas ele tá saindo com a Casañas, apesar de eventualmente eu achar que ele está fazendo coisinhas indecentes com o Vince durante o banho.
—Draconis beija garotos? – perguntou Rabastan, em choque – ECO!
—Não pode falar isso, Rabastan. – ralhou Rasalas se lembrando da conversa com Damian.
—É estranho! – disse o garoto.
—Eu achava também. Mas eu meio que me acostumei. – riu Navi dando de ombros.
—Ok. Sua irmã passou a semana dormindo com a amiga lésbica dela, no mesmo quarto. Amiga essa que é uma garota... hum... desinibida. – disse para não deixar o filho zangado.
—Pode falar “safada pra caralho”. Eu sei a verdade. – riu Navi sem se importar.
—Eu prefiro não falar assim... Navi, eu vou direto ao ponto. Sua irmã é lésbica?
—Ela não transou com o Draconis? – perguntou Navi com um sorrisinho.
—E a sua paixãozinha transou com você. E daí? Tá tudo bagunçado mesmo!
—Papai, não seja preconceituoso. – ralhou Navi com falsa solenidade – Você sabia que rolou uma guerra feia na Sonserina por conta disso? Um monte de gente se machucou feio. O Draconis apanhou feito mulher de malandro... tudo por conta de mentes fechadas como a sua.
—Eu não tenho a mente fechada. Meu tempo só não era desse jeito. Tudo bagunçado.
—Não é tudo bagunçado. – riu Navi – E olha lá. Na sua época era bem bagunçado sim. – riu Navi – Tio Damian namorou a Pansy, que transou com você, que transou com a mãe do Albus, com a minha mãe, que namorou o tio Blair, e sabe-se lá o que fez com ele... O tio Draco pegou a tia Lena, eles tiveram um bastardo...
—Não faça uma brincadeira dessas! – ralhou Rasalas – Pera... como você sabe que eu transei com a Gina?!
—Eu tenho as minhas fontes. – riu Navi – De todo modo... vocês eram bem zoados sim.
Rasalas deu uma risadinha e suspirou.
—É... talvez vocês tenham razão... Eu tinha um colega bi na Sonserina também... agora que eu parei pra pensar... eu só não sabia que ele era bi, na época.
—Olha ai. – riu Navi – Não pode ter preconceito. Sem falar que o tio Blair me falou que a tia Lena e a Pansy já se pegaram também. Vocês eram a maior putaria também. Não vem bancar o puritano pra cima de mim não, ok?
—Tio Blair tem a boca grande demais.
—E uma filha gostosa pra caralho. – riu Navi – Mas ela é do Scorpius... se ele conseguir... Se ele não conseguir, o Albus vai tentar. Se ele não conseguir, eu pego. – riu ele convencido.
—E a Lessa?
—Ela tá na fase lésbica dela. Enquanto eu não me arranjo com a pessoa certa, vou me divertindo com as erradas. – disse ele dando de ombros – Fazer o que se ela não me quer? Eu até quero tomar jeito, mas ela não me ajuda.
Rasalas deu uma risadinha e voltou a assistir o jogo. Era pênalti para o Brasil.
—Merda... – resmungou ao ver a rede balançar. Rabastan pulou de alegria e Navi voltou a jogar seu jogo trouxa. Seus filhos estavam crescendo rápido demais...
*
Céus, que tensão horrorosa...
Estavam todos jantando, super animados. Castor e Póllux já estavam trabalhando na loja e contavam com entusiasmo como tinham conseguido vender um baú de adamantita, extremamente caro para uma senhora extravagante. Seu pai prestava atenção com visível orgulho dos dois garotos, que iriam levar a loja adiante.
Sua mãe estava conversando com Dido, sobre algumas ideias para roupas. Ela estava falando sobre dar um baile e fazer um desfile, pra promover a loja. Sua mãe parecia achar a ideia ótima e Cerce falou que iria querer desfilar e que provavelmente Lyra iria querer também.
Draconis olhou para Rose, que prestava atenção na conversa das três. Ela ficaria mais linda do que qualquer uma... pensou olhando para ela sonhadoramente. Por um momento lembrou do beijo que deu nela e sorriu, mas logo se repreendeu e voltou a olhar para o próprio prato, completamente horrorizado consigo mesmo. Escutou Prim e Órion gargalharem de alguma piada interna deles e isso o fez olhar para o lado.
Prim tinha colocado duas cenourinhas no nariz e estava fazendo caretas para Órion, que estava morrendo de rir. Riu também, achando graça, mas logo seu pai tirou as cenouras do nariz dela.
—Prim. Comporte-se. – ralhou ele, apesar de ter um sorrisinho.
—Desculpe, papai. – disse Prim com o sorriso mais doce e meigo do mundo. Como ela tinha caído na Sonserina ele não fazia ideia. Prim deveria ter ido pra Lufa-Lufa, onde as pessoas eram puras, meigas e de coração grande.
Desviou o olhar para a meia irmã, mais uma vez e notou que ela o estava espiando. Os dois coraram quando seus olhares cruzaram e ela desviou o olhar para Cerce e Dido. Soltou um muxoxo, voltando a comer, louco para ao menos voltar a falar com ela. Mas sua relação bacana com ela parecia ter ido pro inferno...
Soltou mais um muxoxo, indignado com a própria falta de auto controle. Colocou uma imensa colher de arroz na boca e engoliu tudo o mais depressa que conseguiu. Depois limpou a boca com o guardanapo.
—Paizão. – disse depois de engolir.
—Diz, filhão. – riu seu pai lhe bagunçando os cabelos.
—Eu já vou, ok? – perguntou ele.
—Claro.
—Vai onde, mocinho? – perguntou sua mãe o encarando com aquele jeitinho carinhoso dela.
—Vou me encontrar com a minha namorada. Prometi ir no Beco Diagonal com ela, tomar um sorvete... mas quero passar numa loja e comprar um presente primeiro. – riu falando a verdade e somente a verdade.
—Eu ainda não acredito que está namorando uma nascida trouxa. – ralhou Dido.
—Mana. Draconis pode namorar quem ele quiser. – ralhou Cerce.
—Exatamente! – ralhou Dido – E ele escolhe uma nascida trouxa!
—Mas ela é muito bonita. – riu Póllux – Eu queria ter dado uns pegas na Casañas. Mas ela sempre foi muito difícil... – resmungou ele.
Draconis sorriu, convencido e arrumou a gola da roupa.
—Pois saiba que foi ela quem chegou em mim. – riu se exibindo. Seu irmão deu um tapa em sua mão, com aprovação e Draconis olhou para o pai – Posso usar o cofre?
—Claro. – riu ele tirando o anel da família e lhe entregando. Draconis o colocou no dedo e sorriu dando um abraço no pai.
—Até mais!
—Bom namoro. E juízo. – disse seu pai.
—Pode deixar. – olhou para Rose, que mais uma vez o estava espiando. Ela já tinha terminado de comer – Ei, quer vir comigo? – perguntou pra ela. Ela o olhou sem jeito – Me ajudar a escolher algo legal... sabe?
—Acho que não. – murmurou ela.
—Vai com ele, Rose. Você tem bom gosto. – disse sua mãe. Rose corou ao escutar aquilo – E se formos fazer um desfile, eu vou querer que você participe. Minhas roupas sempre ficam lindas em você. – adicionou ela. Draconis notou que seu pai abriu o maior sorriso do mundo e Rose corou mais uma vez, parecendo muito contente.
—Obrigada, Sra. Burke... – murmurou ela. Rose soltou um suspiro e se levantou – Eu... eu vou só me arrumar, ok?
—Claro. Eu vou esperar aqui no sofá. – disse animado.
Rose saiu para o quarto dela e Dido revirou os olhos.
—Eu não quero ela no meu desfile! Vai ser um escândalo.
—Por que? – perguntou sua mãe. Draconis se sentou esparramado e ficou observando.
—Você sabe o porquê, mamãe! Ela não é realmente da família. – ralhou ela.
—É claro que ela é da família. – retrucou seu pai, fechando a cara.
—Papai. Ela é uma bastarda! Ela não pode participar do desfile da loja da mamãe! – insistiu Dido.
—Eu preciso concordar com isso. – disse Cerce.
—Mas a Rose é tão bonita. – disse Prim, inocentemente.
—Cerce tá com inveja porque ela é mais bonita que vocês duas! – riu Órion. Dido e Cerce, que sempre foram acostumadas a serem lindas em qualquer lugar, abriram a boca de maneira idêntica e revoltada.
—Como pode dizer algo assim, seu vermezinho?! – ralhou Dido.
—Eu sou muito mais bonita do que aquela magricela! – ralhou Cerce.
Não mesmo...
Mas respirou fundo sem se meter.
—Vocês precisam parar com isso. – ralhou Castor – Rose é filha do papai e é tão Burke quanto qualquer um de nós.
—Isso mesmo. Larguem de frescura. Rose é bonita e fica bem em qualquer vestido. – concordou Póllux – Muito legal você convidar a Rose pro evento, mamãe.
—Eu não vejo nada de demais nisso. – murmurou sua mãe, como se não tivesse feito nada de demais mesmo – Ela mora aqui. É uma garota adorável, bonita e dedicada. Eu não vejo problema dela me ajudar a promover a loja, se ela quiser.
Draconis riu da cara de reprovação das irmãs, mas não disse nada. Apenas respirou fundo, contando os minutos para que Rose voltasse e ele pudesse passar um tempo com ela. Pedir desculpas pelo seu descontrole, fumar um cigarro, porque realmente precisava de um, beijar... não! Nada de beijos.
Ela era sua irmã.
E ele tinha uma namorada.
Céus, como era difícil namorar. Onde estava com a cabeça? Resposta: na meia irmã.
Eu tenho algum tipo de distúrbio psicológico.
Todos terminaram de comer, mas Rose ainda não apareceu. Soltou um muxoxo e foi até o quarto dela. Bateu algumas vezes e esperou que ela respondesse. Escutou passos e ela abriu a porta. Olharam nos olhos um do outro por alguns segundos e os dois coraram por isso.
—Tudo bem? – perguntou ele.
—Claro... eu estou terminando de passar uma poção nos cabelos, pra dar algum volume.
—Está linda assim. – disse sem pensar. Rose sorriu e corou, mas em seguida perdeu o sorriso – Posso entrar?
—Melhor não... – respondeu ela se virando. Ele notou que ela tinha colocado metade do próprio armário em cima da cama.
—Por que? – perguntou. Ela se virou, mas não o olhou.
—Você sabe o por quê.
—Rose... – ele entrou e fechou a porta – Foi sem querer. A gente estava bêbado. Não estávamos pensando. Vamos rir disso daqui uns anos. – disse tentando convencer a si mesmo daquilo. Ela, no entanto, sacudiu a cabeça em negação.
—Aquilo foi muito errado. – disse ela.
—Eu sei que foi. – riu ele.
—Você... você me deitou na cama.
—Você me beijou primeiro. – defendeu-se. Ela corou envergonhada – Me desculpe, ok? – perguntou constrangido – Eu realmente não estava pensando. Eu estava muito bêbado. Você também. Não precisa ficar se martirizando. – adicionou. Rose se sentou na cama, o olhando completamente constrangida – Não vamos deixar que aquele momento idiota estrague a nossa amizade, ok? – perguntou se sentando ao lado dela. Segurou a mão dela, entrelaçando os dedos – Somos irmãos e melhores amigos, certo?
Rose sorriu feliz para ele e concordou com um aceno de cabeça.
—Certo.
—Agora me dá um beijo. – disse de brincadeira, fazendo biquinho e Rose o empurrou no rosto, rindo da cara dele.
—Seu palhaço.
Se jogou na cama dela, se deitando e suspirou.
—Então... está pronta?
—Só mais um cachinho. Ok?
—Ok. – disse contente por ter se arrumado com ela.
Minutos depois estavam saindo pela lareira e indo para a loja do pai. Limparam as cinzas das vestes e então foram andando pela Travessa do Tranco.
—O que quer dar pra ela? – perguntou Rose. Estavam andando de braços dados e ele estava muito contente por isso.
—Eu pensei numa joia. Por isso vou usar o cofre. – disse mostrando o anel.
—A chave fica ai dentro? – perguntou ela.
—É. – riu Draconis, dando de ombros.
Andaram um pouco, até passarem pela loja de vassouras. Ele babou um pouco na nova Shooting Star e então foram batendo papo até o Gringotes. Pegaram o carrinho e ficaram bons minutos descendo pelos trilhos, pois o cofre deles era bem lá no fundo. Quando chegaram, ficaram procurando alguma joia que não parecesse tão extravagante, que fosse bonita.
—Olha essa aqui. O que acha? – perguntou pegando um anel pesado, de ouro, com uma esmeralda.
—Você quer dar um presentinho ou vai pedi-la em casamento? – perguntou ela.
—Devolvendo o anel... – disse colocando o anel onde tinha encontrado – E esse? – perguntou pegando um de prata, com uma pedra azul.
—Esquece os anéis, Drac. – riu Rose – Aqui. Olha esse.
—Não é muito simples? – perguntou pegando um colar dourado, muito delicado, com um pingente em forma de flor, com vários rubis.
—Não. Não é muito simples. É lindo. – disse ela colocando no próprio pescoço e se olhando num espelho que tinha ali. – Delicado e refinado. Bem jovem. Nada exagerado e...
—E ficou perfeito em você. – riu Draconis. Rose se virou e o olhou com um sorrisinho.
—Mas é pra sua namorada.
—Fique pra você. – disse decidido – Afinal, vermelho é a sua cor, Srta. Burke. – adicionou. Rose corou e se aproximou dele com um sorriso. Sentiu-se terrivelmente tentado a beijá-la novamente. Parecia que agora que já tinha feito uma vez a vontade tinha se multiplicado ao infinito. Sorriu pra ela, daquele jeito que sorria para Vince, quando queria seduzi-lo. Rose corou, olhando para ele, se aproximando mais um pouco.
—Tem certeza?
—Tenho... – murmurou olhando os lábios vermelhos dela.
—Drac... – sussurrou ela.
—O que?
—Você está... hum... – ela desviou o olhar e todo o clima entre os dois se desfez – apaixonado pela Casañas?
—Não. – respondeu ele se virando, procurando por outra coisa. Encontrou uma pulseira no estilo do colar, mas era dourado com umas pedras negras e brilhantes, também bem bonita – Eu aceitei namorar com ela porque ela é legal... vai que eu me apaixono.
—Entendi... – Rose pegou uma gargantilha negra, com um coração vermelho, também bastante simples – Mas... mas Vince falou que você gostava de uma garota e...
Sentiu todos os pelos da nuca se arrepiarem.
—Hum?
—Mas você não queria chegar nela... porque ela era nascida trouxa... mas Casañas é nascida trouxa... então eu pensei que...
—Eu menti... – disse com um sorriso nervoso – Não era por uma nascida trouxa que eu me apaixonei.
—Por quem então? – perguntou ela com visível interesse. Draconis a olhou sem saber o que fazer. Viu uma espada com a bainha enfeitada com desenhos de ramos verdes. Lembrou-se da cor dos olhos de Lessa com isso e falou sem pensar.
—Lessa Young. – respondeu. Mas se arrependeu em seguida.
—E qual o problema de tentar algo com ela? – perguntou Rose.
—Ah... – ele engoliu em seco – O Navi! O Navi é apaixonado por ela. E ela está com a Lyra de qualquer maneira. Eu não quero me meter nessa confusão ai.
—Entendi. – riu Rose lhe entregando a gargantilha preta – Esse é bonito.
—Sim. Vamos sair? Está muito quente aqui.
Uhum... super quente... numa caverna úmida, subterrânea, há sabe-se lá quantas centenas de metros da superfície...
—Sem dúvidas. – concordou ela.
**
Draco viu seu elfo aparecer e fazer uma reverência. Ele e Scorpius estavam em seu escritório, trabalhando com seus experimentos. Scorpius pareceu finalmente interessado no que ele estava fazendo e ele ficou feliz em deixar o filho ajudá-lo. Era a primeira vez que tinham algo para fazer juntos, desde que Astoria tinha morrido.
—Mestre. Há uma garota ai, querendo falar com o jovem mestre. – disse o elfo.
—É a Trixie? – perguntou Scorpius, com um sorriso animado.
—Ela se apresentou como Srta. Zabini.
—É a Trixie! – riu Scorpius tirando o jaleco. E lá se ia seu momento pai e filho.
—Scorpius. – chamou severo. Seu filho parou quase na porta e ele jogou um frasco pra ele. O garoto, com bons reflexos, pegou o frasco e sorriu divertido – Juízo. – disse ao ver o filho guardar o frasco de chá de lua.
—Você sabe que eu não sou ajuizado, pai. – riu ele.
—Cuidado... o pai dela é bem grande. E é um bom bruxo.
—O senhor é melhor. – riu ele piscando e saindo pela porta.
Draco soltou um suspiro e voltou para sua mesa de trabalho. Já tinha feito bastante coisa naquele dia, então guardou tudo com um aceno de varinha e foi para o próprio quarto. Tomou um bom banho de banheira e quando se sentiu relaxado, foi para a cama. Notou que a coruja de Alhena estava na janela.
Curioso, foi até lá e a deixou entrar.
—Sabe onde é o nosso corujal. Fique a vontade. – disse para a coruja, pegando o envelope. A coruja piou e o bicou carinhosamente no dedo. A acariciou na cabeça e a ave fechou os olhos, gostando. Deu uma risadinha e a deixou de lado, para se deitar na cama.
O envelope era bonito, branco e lilás, com bonitas letras douradas. Não estava no nome de Alhena, mas da loja dela, a Legacy. Abriu, curioso e notou que era um convite para quatro pessoas. Um convite para um evento, na Travessa do Tranco, na loja. Trajes a rigor eram a vestimenta para o evento.
Sorriu achando a ideia ótima. A loja de Alhena já era famosa, mas estava com a concorrência acirrada agora que tinha aberto mais duas lojas de roupas mais modernas e menos tradicionais. Com mais influência da cultura trouxa...
A ideia de reencontrar Alhena num evento daqueles o fez sorrir. Fechou os olhos a imaginando num vestido de gala e isso lhe roubou um suspiro. Se deitou na cama, olhando para cima, se lembrando do dia em que pularam da Torre de Astronomia. Fechou os olhos novamente e se perguntou...
Como teria sido... se tivesse escolhido ir atrás dela, no lugar de deixá-la ir?
Imaginou-se namorando Alhena no lugar de Astoria. Ela teria ficado grávida tão cedo? Damian teria simplesmente desistido dela? Duvidava muito. Tinha certeza de que sua amizade com ele teria acabado. Ele nunca iria perdoá-lo por roubar a garota por quem ele foi a vida inteira apaixonado...
Mas por outro lado... imaginou-se vivendo com Draconis naquela casa. Poderia ser ele a ser chamado de “paizão”. Não Damian...
—Mas Scorpius nunca teria nascido... – murmurou consigo mesmo. Aquele seria um jogo em que ele jamais poderia sair completamente vencedor... escolher Alhena era o mesmo que abrir mão de seu filho Scorpius. E ele nunca faria isso... nem mesmo se isso significasse ter Draconis como seu filho legítimo – Ele está feliz do jeito que está... é melhor não pensar nessas coisas absurdas. Sem falar que eu jamais abriria mão do meu caçula... – murmurou sorrindo, se perguntando se Scorpius estaria fazendo com a filha de Blair as mesmas coisas que fazia com Alhena naquela mansão, quando eram adolescentes e ela estava escondida ali...
Soltou um suspiro e ficou relembrando a imagem dela, naquele vestido branco, o fazendo ir a loucura, durante o feriado de Páscoa... aquele feriado que nunca tinha acontecido...
***
Esse Manual e Guia de vida foi escrito por:

The Ultimate Wizard Bro Code
1 — Bros antes das Minas.
A ligação entre dois homens é mais forte que a ligação entre homem e mulher , ou mulher e mulher, porque — em média — os homens são mais leais uns aos outros do que as mulheres (Womans hates womans). A quebra deste artigo pode levar a consequências terríveis.
Ps.: Mina — possível interesse sexual de um Bro. Não necessariamente uma garota! Assinado Todos os Bros
2 — Um Bro pode fazer algo estúpido, desde que os seus Bros também façam.
3 — Se um Bro arruma uma namorada é obrigação dele tentar arrumar as amigas dela para seus Bros.
4 — Um Bro nunca divulga a existência do Bro Code a uma mulher (a menos que ela seja um Bro).
5 — Quadribol é mais importante que o Semanário das Bruxas, não importa se o Bro jogue ou não.
6 — Um Bro não deve ter vergonha quando tem que estar nu em frente de outros Bros no vestiário, banheiro ou dormitório. Se um Bro se despir no vestiário, todos os outros Bros devem fingir que nada de diferente aconteceu, mas nunca se deve baixar o olhar!
7 — Um Bro nunca contará os podres de seu Bro para uma Mina.
8 — Um Bro nunca admite que não consegue guiar uma vassoura, mesmo que ele caia dela.
9 — Se um Bro perder alguma parte do corpo por doença ou acidente, os seus Bros não podem fazer piadas. Ficam proibidas piadas como “não vá dar uma de João sem braço” e “corre, que estamos atrasados”. Piadas com lobisomens são permitidas.
10 — Um Bro deve largar o que quer que ele esteja fazendo para ir ajudar um Bro a dar um fora numa maluca.
Ps.: Os Bros são obrigados a fazer algo caso suspeitarem que um Bro está sob efeito de poção do amor! Nunca mais deixem Pansy Parkinson encostar em mim! Assinado Damian Burke
Ps.: Damian Burke é um chorão. Assinado Draco Malfoy.
Ps.: Damian Burke é um chorão. Assinado Blair Zabini.
Ps.: Damian Burke é um chorão. Assinado Rasalas Lestrange.
Ps.: Damian Burke é um chorão. Assinado Draco Malfoy de novo!
11 — Um Bro pode pedir a outros Bros para que parem de olhar para os peitos de sua namorada. Os Bros podem ou não aceitar esse pedido.
12 — Bros não dividem uma sobremesa ou salgadinhos. Na verdade, Bros não dividem comida a menos que um deles tenha ficado trancado pelo menos três dias numa armadura do quarto andar, sem comer, beber ou ir ao banheiro.
13 — Todos os Bros devem considerar um dos seus Bros como seu parceiro de festa.
Ps.: Parceiro de festa é aquele Bro que nos ajuda nas conquistas, em que podemos confiar para contar e confirmar nossas mentiras pra pegar as gatas na festa. Assinado Todos os Bros
14 — Se seu sobrenome é Burke, você é obrigado a arrumar álcool. OBRIGADO! Se for para uma festa depois de uma vitória no quadribol, o Burke deve arcar com as despesas.
15 — Um Bro nunca poderá transar com a irmã de outro Bro, a não ser nas seguintes situações.
a) Amor verdadeiro
b) O Bro-irmão deu sua autorização.
c) Vocês pularam da Torre de Astronomia. (essa é nova)
16 — Um Bro nunca deverá andar com a varinha pendurada na orelha.
17 — Um Bro não casará antes dos 30, a menos que.:
a) Ela não liga que você é um lobisomem.
b) Ela está grávida e não vai abortar.
c) Você seja um idiota...
18 — Nunca, nunca, nunca... vista uma fantasia de galinha.
19 — Mesmo que vocês estejam numa luta até a morte, um Bro nunca deve golpear o saco de outro Bro.
20 — Um Bro nunca chora. No máximo permite que suor masculino escorra por seus olhos. Exceções: cortar cebolas. Ninguém consegue cortar cebolas sem chorar.
21 — Um Bro nunca passa poção de proteção solar em outro Bro, mesmo que seja para treinar quadribol.
22 — Um Bro nunca vai revelar para o mundo com quantas Minas o outro Bro, ou ele mesmo, dormiu. Isso é entre Bros.
23 — Caso um Bro toque nas bolas de outro Bro, sem querer, enquanto andam, eles devem fingir que nada aconteceu.
24 — Um Bro não deve ter bigodes. Cavanhaques são permitidos, mas apenas bigodes não.
25 — Caso dois Bros se interessem pela mesma Mina, o Bro que está a mais tempo na seca tem prioridade. Essa prioridade dura apenas 24 horas.
26 — Se dois Bros entram em uma conversa pouco amigável e um deles acaba fazendo um comentário que passe dos limites, o ofendido não deve esperar receber um pedido de desculpas. Isso é coisa de Mina.
Ps.: Por isso Draco Malfoy é tão insuportável. Assinado Damian Burke.
27 — Se um dos Bros começa a tocar violão numa festa, os outros Bros devem falar o quanto ele está sendo idiota.
Ps.: Essa é pra você, Damian Burke. Assinado Draco Malfoy.
28 — Quando um Bro está com outro Bro, ele nunca é vegetariano ou Vegano.
Ps.: Draco Malfoy, você é estranho. Assinado Rasalas Lestrange.
Ps.: Vou viver muitos anos a mais que você e serei muito mais lindo por muito mais tempo. Assinado Draco Malfoy.
29 — Um Bro nunca deve atrapalhar outro Bro a conquistar uma Mina.
30 — Um Bro não canta junto com a música que está tocando em uma festa, a não ser que seja: "Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme".
31 — Todo Bro deve saber cantar "Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme". E deve cantar caso ela comece a ser tocada. Isso é extremamente importante.
32 — Se um Bro não for convidado para o casamento de outro Bro, não deverá criar caso por isso.
33 — A mãe de outro Bro será SEMPRE TERRITÓRIO PROIBIDO E NÃO EXISTEM EXCEÇÕES PRA ESSA REGRA, NÃO IMPORTA O QUÃO GOSTOSA A MÃE SEJA. A maldição cruciatus estará liberada caso essa regra seja quebrada.
34 — Se um Bro pede segredo sobre alguma coisa, esse segredo deve ser levado para o túmulo.
35 — Um Bro não pode fazer sexo com a ex, ou atual de outro Bro.
Ps.: Ooooops, desculpe Blair! Assinado Rasalas Lestrange.
Ps.: Ooooops, desculpe, Draco! Assinado Damian Burke
Ps.: Ooooops, desculpe Damian! Joke is on You! Assinado Draco Malfoy
Ps.: Vocês são umas vergonhas. Assinado Blair Zabini.
36 — Um Bro não deve escutar musiquinhas de Mina... não na frente de outro Bro.
Ps.: Spice Girls não é musiquinha de Mina! Assinado Draco Malfoy
Ps.: Ele é o único que pensa isso. Assinado Todos os Outros Bros
37 — Um Bro deve sempre estar ali para outro Bro.
38 — Se um Bro casado sair com seus Bros solteiros, ele precisa estar ciente de que os solteiros vão fazer piadas sobre ele, vão transar com outras garotas e ele vai ficar sozinho, cuidando da mesa. Mas isso não é motivo para que o Bro casado deixe de sair com os outros Bros. Leia a regra número 1.
39 — Um Bro nunca deve dar a outro Bro o castigo do silêncio. Isso é coisa de Mina.
40 — Se um Bro descobrir algo repulsivo sobre a namorada de outro Bro, ele não deve contar antes que o namoro termine.
41 — Um Bro sempre mija em pé, por mais bêbado que ele esteja. Acertar a privada não é obrigatório.
42 — Se seu time de quadribol derrota o time do seu Bro, você tem 24h para zoá-lo ininterruptamente.
43 — Um Bro vai sempre garantir que outro Bro está falando a verdade caso este Bro esteja tentando conquistar uma Mina.
44 — Um Bro nunca usa o mictório imediatamente ao lado de outro Bro. Caso não tenha um mictório livre, o Bro deve esperar ou mijar na pia.
45 — Um Bro sempre admite quando peidou.
46 — Um Bro nunca citará Albus Dumbledore. Ele era um velho caduco.
47 — Um Bro nunca usará a escova de dentes de outro Bro.
48 — Bros não depilam os cabelos do peito, a menos que seja um lobisomem ou tenha sido alvo de um feitiço pra fazer os cabelos crescerem demais. Os outros Bros irão julgar se cresceram demais.
49 — Um Bro jamais irá zoar a bebida de outro Bro. Pegadinhas e vinganças jamais poderão envolver a bebida de outro Bro.
50 — Um Bro NUNCA se masturba na frente de outro Bro... ou na frente de qualquer outra pessoa, a menos que esteja pagando pra isso... Não conte se o fizer. Guarde pra você.
51 — Bros DO NOT make eye contact while at urinals, and DO NOT take a peek at their bro’s little bro.
52 — Uma garota pode ser um Bro se, e somente se:
a) ela é a única garota presente com os outros Bros;
b) ela não é namorada de nenhum dos outros bros (Minas não são Bros...);
c) Ela não é uma parente de um dos Bros. Exceção — Ela é vidente e sabe se algo vai acabar em merda...;
d) Ela foi aceita por todos os outros Bros unanimamente;
e) Concorda e estará sujeita a todas as regras do Bro Code.
53 — Um Bro sempre honrará uma aposta. Não importa quão degradante os termos sejam. Ajoelhou tem que rezar.
54 — Um Bro não divide detalhes sobre seu "pequeno Bro" com outro Bro.
55 — Um Bro não deixará outro Bro ir ter uma DR com a ex quando ele estiver bêbado. Essa é uma situação onde "golpe nas bolas" será aceitável. Seu Bro te agradecerá por isso depois.
56 — Quando seu Bro tiver filhos, os outros Bros serão seus tios honoráveis. Laços sanguíneos são dispensáveis. SomosTodosDiretórioPuroSangue
Ps.: Ridículos. Assinado Blair Zabini
57 — Um Bro do seu Bro, é seu Bro também.
58 — Um Bro cuida dos outros companheiros quando eles bebem demais. Principalmente se Veneno de Fada estiver envolvido. Todos devem cuidar uns dos outros durante os momentos de lucidez.
59 — Um Bro não dá "piti" sobre seus problemas. Ele pede calmamente por ajuda, fazendo piadas do próprio infortúnio para não parecer tão horrível.
60 — Um Bro responderá a uma chamada por lareira, independentemente do dia/horário/razão.
61 — Se ocorrer uma briga de garotas perto de um Bro, ele deverá se utilizar de todos os artifícios para avisar seus outros Bros. Separar a briga é completamente inadmissível. Exceção — Ela está grávida ou é a sua mãe...
62 — Quando estiver em dúvida sobre algo, pergunte aos Bros, nunca a uma Mina.
63 — Bros não param para cheirar flores. Mesmo sendo um lobisomem que está reconhecendo os aromas da vida.
Ps.: *um pinto desenhado* Assinado Rasalas Lestrange.
64 — Um Bro paga a conta para seus encontros. Mas só se a Mina fizer questão.
65 — Se você é um Malfoy, você é OBRIGADO a pagar a primeira rodada de bebidas.
Ps.: Ok. Assinado Draco Malfoy.
66 — Se você é um lobisomem você é OBRIGADO a não rosnar para seus Bros.
Ps.: Ok... Assinado Rasalas Lestrange.
67 — Piadas sobre Lobisomens são permitidas. Incluindo aquelas que sugerem pulgas.
68 — Se seu Bro quiser fazer algo idiota, você deve tentar convencê-lo do contrário. Caso ele insista em fazer essa coisa idiota, filme.
69 — Caso um Bro morra, os outros Bros devem beber sua bebida favorita no funeral.
70 — Se algo coçar, será coçado. Cheirar em seguida é opcional.
71 — DIBS (vi primeiro) nunca estará implícito. Ele deve ser dito com testemunhas em alto e bom tom.
72 — Um Bro nunca fará contato visual com outro Bro enquanto come uma banana.
Ps.: Vão se foder, foi só uma vez. Assinado Draco Malfoy.
Ps.: FODA-SE! Assinado Todos os Outros Bros.
73 — Um Bro nunca deixa outro Bro para trás.
Ps.: Ouviu Rasalas? Assinado Damian Burke.
Ps.: Best Bro For Life ♥ Assinado Rasalas Lestrange
74 — Um Bro nunca usará coraçõezinhos pra mandar mensagens para outro Bro.
Ps.: Draco, você é insuportável. Assinado Rasalas Lestrange
75 — Bro e irmão são coisas diferentes.
76 — Um Bro nunca desafia outro Bro a fazer algo que ele não faria.
77 — Um Bro NUNCA faz cócegas em outro Bro.
78 — Um Bro nunca deixa seu Bro que está na fossa beber sozinho. Quanto mais Bros, melhor.
79 — Um Bro nunca tocará os músculos de outro Bro. Não importa o quanto eles sejam impressionantes.
80 — Todos os Bros gostam de bifes. Mas isso não significa que eles comam bifes.
Ps.: Draco, você é estranho. Assinado Todos os Outros Bros.
Ps.: Veremos quem vai ser saudável e jovem daqui vinte anos. Assinado Draco Malfoy
81 — Se você ver a Mina do seu Bro o traindo, você conta para seu Bro imediatamente, independentemente da possível reação dele.
82 — Quando fazendo uma pegadinha, a vassoura do Bro está fora dos limites. A namorada não.
83 — Um Bro não pode dormir na mesma cama que outro Bro. O chão é sempre uma opção.
84 — Um Bro não cheira o outro Bro pra saber se ele transou ou não com a sua irmã.
Ps.: Obrigado, Draco. Assinado Damian Burke
Ps.: Disponha. Mas eu fiz isso por mim. Assinado Draco Malfoy
85 — Um Bro só deve impedir outro Bro de ficar com uma Mina, se, e somente se, ele tiver 100% de certeza que aquela Mina não é do sexo que o Bro imagina.
86 — Um Bro nunca, sob nenhuma circunstância, tentará ficar com a Mina de outro Bro.
87 — Se tiver Veneno de Fada envolvido, a culpa não é do Bro.
88 — Se um Bro ganhar um troféu que possa ser usada como copo, ele deverá usar como copo para ingerir algo alcoólico O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.
89 — Um Bro não pode ter um diário.
90 — Um Bro nunca tem medo de falhar.
91 — Um Bro só vai comentar sobre o gosto fashion de outro Bro, caso esse gosto fashion for atrapalhar as chances desse Bro de conseguir sexo.
92 — Bros serão sempre Bros...
Assinado Damian Burke, Draco Malfoy, Rasalas Lestrange e Blair Zabini.
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