Notas iniciais
CAPÍTULO SURPRESA ASHUAHSAUSH XD Como eu magoei muito os corações de vocês no último capítulo, vou colocar mais um aqui!!! E sim, terá capítulo no Domingo =3 Muito bem! Espero que gostem. Comentem, ok? Beijos e....... #PartiuLer Primeiro Capítulo da segunda temporada da segunda temporada....? ashuashausha

Capítulo 17

Damian segurou a mão dela, com um sorriso no rosto. Alhena respirava fundo, segurando a barriga enorme e redonda.

—Mais um Burke no mundo. – riu Damian – Menino ou menina? Rasalas teve um menino... podia ser outro menino pra ser melhor amigo dele, que nem eu e seu irmão.

Alhena concordou com um sorriso cheio de dor.

—Sim...

—Vamos, Draconis... papai está te esperando. – riu ele. Alhena gemeu de dor e fez uma careta. Damian a beijou na mão e olhou para as pernas dela. A curandeira estava esperando para receber o bebezinho.

—Está quase na hora, Sr. e Sra. Burke. – disse ela. Alhena sorriu arrepiada pela dor e Damian sorriu animado.

*

—Draco, Draco. – riu Astoria entrando no banheiro. Draco a olhou curioso, relaxando na banheira – Os filhos da Daphne e da Alhena nasceram. – riu ela feliz – Não é maravilhoso?

—Exultante. – murmurou ele desviando o olhar para sua taça de vinho, com algum desdém – Menino ou menina?

—Os dois meninos. – respondeu ela. Estavam num hotel nos Estados Unidos, numa viagem romântica e maravilhosa. Pelo menos para Astoria. Draco ainda estava tentando superar a vida que ele já não tinha tido, quando apagou a memória de Alhena.

—Bom pra eles. – ele levantou a taça de vinho – Que a família Burke e a Lestrange prosperem!

—Sim! – riu Astoria feliz, entrando novamente na banheira, depois de tirar o roupão – Quer continuar tentando me fazer um bebezinho?

Draco colocou a taça de vinho em cima da banheira e lhe lançou um sorrisinho. Astoria se sentou no colo dele e logo sentiu a intimidade do marido ficar pronta para uma aventura. Draco se recostou confortavelmente na banheira, a olhando com aquele sorrisinho canalha, tão típico dele. Rebolou lentamente no colo dele e Draco soltou um gemido.

—Você acha mesmo que vai engravidar um dia, Astoria? – perguntou Draco com os braços apoiados na banheira. Ele segurava a taça de vinho novamente e a olhava atentamente – Porque, cedo ou tarde, vamos ter que começar a pensar em opções diferentes, caso você não consiga engravidar...

—Eu vou engravidar, querido... mas no momento eu estou satisfeita com a nossa segunda lua de mel. – riu ela o guiando para dentro de si. Gemeu baixinho, olhando-o nos olhos e Draco sorriu daquele jeito todo dele.

—Não posso dizer que não estou curtindo. – murmurou ele antes de puxá-la gentilmente pela nuca, para lhe dar um beijo.

Astoria o beijou de volta e começou a se mover em cima dele. Draco fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, soltando um gemido rouco, mas logo voltou a olhá-la nos olhos, risonho.

—Eu te amo. – sussurrou ela o segurando no rosto, para beijá-lo novamente.

Draco a beijou de volta e suspirou.

—Eu também te amo, Astoria... – sussurrou ele.

—Pra sempre? – perguntou ela. Draco a olhou com as sobrancelhas arqueadas e sorriu.

—Até que a morte nos separe. – murmurou ele.

**

Rasalas estava no Beco Diagonal com Damian e os filhos. Era um monte de crianças, sem dúvida.

Póllux e Castor andavam olhando ao redor, animados, enquanto Navi e Lyra os seguiam. Navi querendo entrar nas brincadeiras dos gêmeos e Lyra porque ela sempre seguia o irmão. Cerce e Dido seguiam Lyra, achando graça sempre que a menina mudava a cor dos cabelos. Draconis tinha ficado mais pra trás, olhando as vassouras de quadribol na vitrine.

—Grávida? Eu não acredito. Vocês são loucos. – riu Rasalas.

—Eu estava bêbado. – riu Damian, coçando os cabelos – Céus... tomara que não sejam gêmeos de novo...

—Você não queria sete filhos? – perguntou Rasalas com um sorrisinho.

—Eu era louco. – resmungou ele – Draconis! Vamos! – gritou pro filho. O garoto sorriu e veio correndo.

—Paizão! Compra uma vassoura pra mim! – perguntou o garoto, que aprendera a falar muito bem, muito cedo, provavelmente por ter os gêmeos e os tios sempre por perto.

—Quando for mais velho. – riu Damian pegando o garoto no colo. Draconis já estava com quase quatro anos. Céus, como o tempo passa rápido.

Ele concordou e balançou as perninhas para voltar pro chão. Damian o deixou descer e ele correu para pular nas costas de Navi. Navi o empurrou emburrado e Draconis se esquivou gargalhando. O filho mais velho de Rasalas começou a correr atrás dele, mas Draconis era mais rápido e simplesmente fugiu. Lyra e as gêmeas começaram a rir, todas tentando pegar Draconis, mas só quando Póllux e Castor entraram na brincadeira que conseguiram pegar o garoto. Damian sorriu achando graça e Rasalas também.

—Eles crescem rápido demais.

—Muito rápido. – concordou Damian com um sorriso – Notícias do Draco? Eu soube que ele voltou pra mansão em Wiltshire.

—Sim. Ele, Astoria e o pequeno Scorpius... Daphne foi visitá-los. Ela disse que iria chamar Alhena, mas ela não quis ir. Disse que queria aproveitar o dia de folga pra descansar. Estranho não? – perguntou Rasalas – Sempre pensei que ela iria querer ver Draco assim que eles chegassem... eram tão amigos, os dois...

—Sério? – perguntou Damian franzindo a testa, mas ele logo deu de ombros – Ela deve estar cansada. Temos cinco filhos... cinco...

—Como eu disse, vocês são loucos. – riu Rasalas.

***

Os Malfoy deram um jantar e todos foram convidados. A mansão estava cheia de crianças. E as gargalhadas ecoavam pelos enormes salões da Mansão. Draco estava envelhecendo bem, assim como Astoria. Rasalas achava que Damian era quem estava mais velho entre eles. Duas rugas prematuras tinham surgido em seu rosto desde que ele fora para Azkaban.

Rasalas estava meio grisalho também, graças à licantropia, mas seu rosto, apesar de parecer sempre cansado, estava bem preservado.

Astoria estava muito bonita, num formal vestido vermelho sangue. Alhena, como sempre, transbordava elegância, com um sorriso satisfeito no rosto, alisando a barriga que começava a se formar. Daphne estava usando um vestido prateado que ele lhe dera de presente. Ela já não era tão magricelinha, ao que ele era muito grato.

Estavam todos tendo um jantar agradável. As crianças finalmente quietas por terem comida. Quietas na medida do possível. Draconis e Navi estavam tentando colocar molho de pimenta no suco de Lyra e ele teve que fazer um gesto com a varinha para que o molho pulasse das mãos do filho.

Navi riu insolente e Draconis fechou a cara, cruzando os braços.

—Droga. – ralhou ele – Estraga prazeres.

—Como é bom estarmos todos reunidos para o jantar. Não é, querido? – perguntou Astoria. Draco ainda estava olhando para Draconis, com divertimento, e sorriu para a esposa ao segurar a mão dela.

—Claro, meu bem. – riu ele.

—Já fazem quantos anos? – perguntou Daphne.

—Anos demais. – respondeu Draco erguendo a taça num brinde. Rasalas e Damian o imitaram – Temos que voltar a sair à noite. Para beber algumas e mais outras.

—Eu completamente apoio a ideia. – disse Damian sorrindo.

—Papai. Eu posso beber? – perguntou Scorpius – Algumas e mais outras?

—Quando for mais velho, filho. – respondeu Draco apertando a bochecha do garoto.

Rasalas sorriu e voltou a comer.

-Desde que não terminem no Poison Apple... – ralhou Alhena, olhando com alguma censura para Damian que sorriu constrangido.

—Nunca mais, amor. Nunca mais... – murmurou ele beijando a mão dela. Alhena sorriu e Damian a beijou nos lábios.

—Eco, papai! – ralhou Draconis – Que nojo!

—Eeeeeco! – resmungaram as gêmeas.

—Papai ama a mamãe. Quando vocês forem mais velhos, vão sair beijando um monte de gente também. – disse Damian – Você daqui uns dez anos... – disse para Draconis, que torceu o nariz – vocês duas daqui uns vinte e cinco.

—Damian! – riu Alhena. Rasalas sorriu achando graça.

—O que? Acha que é qualquer um que pode sair beijando minhas filhinhas?

****

Navi correu animado, com Draconis o seguindo. Se abaixaram ao lado da escada e sorriram.

—Póllux não vai nos achar aqui. – riu Navi. Draconis o olhou revirando os olhos.

—Esse é o pior esconderijo de todos! – ralhou ele – Minha irmã Prim escolheria um esconderijo melhor do que esse.

—Então o que sugere, sabidão? – perguntou Navi franzindo a testa.

Draconis olhou para uma porta e sorriu.

—Aqui! – disse ele indo até a porta e a abrindo.

—Vamos. Vamos! – riu Navi, empolgado. Se enfiaram dentro da sala e Draconis ficou espiando por uma fresta. Navi se virou para explorar o quarto e sua boca abriu de espanto. – Draconildo... Draconildo...

—Oi? – perguntou ele fechando a porta – Que foi? E Draconildo é a sua avó.

—Olha só. – riu Navi apontando pros vários quadros na parede. Draconis os olhou e deu de ombros.

—São só retratos. – disse com pouco caso – Vamos. Vamos nos esconder atrás do sofá.

Navi e ele correram e se encolheram atrás do sofá, mas Navi ainda estava impressionado com os quadros.

—Eles são tão parecidos uns com os outros, não são? – perguntou ele. Draconis olhou para a parede e deu de ombros, desinteressado – Você parece com eles também. – adicionou Navi. Draconis o olhou com censura.

—Não pareço. – disse ele.

—Parece sim. Talvez você seja um Malfoy e não um Burke.

—Cale a boca, seu idiota. – ralhou Draconis – Você não é metamorfomago. É filho do vizinho por acaso?

Navi abriu a boca, indignado, mas a porta se abriu e eles escutaram pessoas entrarem. Imaginando que era Póllux, os dois se encolheram em silêncio.

—Será que podemos conversar agora? – escutou a voz de seu pai e franziu o cenho.

—O que você quer, Rasalas? – perguntou tio Draco, com seu típico jeito arrastado de falar, como se estivesse com preguiça daquela conversa. Mas Navi tinha uma curiosidade absurda nos seus seis anos de idade e esticou as orelhas para prestar atenção – Além de vir me acusar com suas teorias da conspiração.

—As datas batem, Draco. – ralhou seu pai – Ele é a sua cara.

—Rasalas... isso de novo? – perguntou Draco parecendo descontente – Por que não vai perturbar a sua irmã com essas acusações sem sentido?

—Alhena não... ela sempre nega. – disse seu pai. Navi olhou para o primo, sem entender. O garoto tinha ficado mais alerta ao escutar o nome da mãe – Ela disse que vocês não tiveram nada, mas... olhe todos os outros filhos! Todos! Todos se parecem com o Damian em alguma coisa. O rosto, os olhos, os cabelos... menos ele, Draco. Ele é a sua cara.

Navi olhou para o primo, chocado. Ele estava com os olhos esbugalhados. Navi se perguntou se eles estavam se referindo a Draconis mesmo. Mas só podia ser. Quem mais seria? Draconis não se parecia em nada com seu padrinho. Ele era loiro, com os cabelos ainda mais loiros do que os de tia Lena. Os olhos dele eram prateados, como os dos Lestrange, como seu avô Rabastan falava... mas os olhos dele eram diferentes dos dele. Navi tinha os olhos dos Lestrange. Prateados... mas agora que estava olhando de perto, os olhos de Draconis eram um azul acinzentado e não exatamente prateado. E tio Damian tinha o rosto bem quadrado, enquanto Draconis tinha o rosto fino com o nariz arrebitado e pontudo. Ele não se parecia em nada com tio Damian. Todo mundo sempre falou que ele parecia tia Lena, mas ele se parecia muito mais com aqueles retratos nas paredes do que com ela.

—Você está vendo o que quer ver, Rasalas.

—Draco. Draconis parece mais com você do que o próprio Scorpius! – ralhou ele – Como você e Lena puderam esconder isso do Damian, todo esse tempo? É tão óbvio! Como ninguém nunca percebeu isso?

Tio Draco ficou em silêncio e suspirou.

—Rasalas. Pare de dizer loucuras. – murmurou ele.

—Pare de mentir pra mim! – ralhou seu pai, mas foi demais para Draconis. Ele se levantou irado.

—Pare com isso, tio! – Navi prendeu a respiração e desejou ter continuado escondido atrás da estátua, perto das escadas – Por que está contando mentiras? Heim? – perguntou o garoto. Navi se levantou, com uma careta e notou que tanto seu pai quanto tio Draco pareciam muito surpresos em vê-los ali.

—Não podiam estar aqui. – ralhou tio Draco, fechando a cara e ficando ainda mais parecido com Draconis – Saiam imediatamente. E muito bem, Rasalas. Acabou de colocar um monte de caraminholas na cabeça do garoto.

—Draconis... eu não sabia que vocês estavam ai... – murmurou seu pai – Navi, sai daqui. Eu e Draco estamos tendo uma conversa séria...

—Eu não sou filho dele. Eu sou um Burke! – insistiu Draconis parecendo muito alterado – Eu vou contar pra minha mãe que você está falando essa besteira! E pro meu pai também, seu mentiroso.

Navi olhou zangado para o primo e o empurrou com força.

—Meu pai não é um mentiroso! – ralhou ele. Draconis o empurrou de volta, ainda mais alterado.

—Ele é sim! Eu sou filho do meu pai! Eu pareço o meu pai sim! – insistiu ele. Navi deu uma risadinha.

—Onde? Na unha do pé?

Draconis ficou ainda mais furioso e pulou pra cima de si. Mas Navi era mais forte e o segurou, sem deixar que ele o arranhasse no rosto.

—Chega! CHEGA! – rosnou tio Draco brandindo a varinha – Pra fora daqui. Vocês dois.

Navi olhou para o pai, que parecia desconfortável com tudo aquilo. Bufou aborrecido e soltou Draconis, para marchar até a porta. Draconis no entanto foi até Draco, parecendo realmente zangado.

—Eu não sou seu filho! Você não é meu pai! – disse ele, como se Draco tivesse insistido no contrário. Draco sorriu para ele de maneira quase gentil e concordou com a cabeça.

—Eu sei. Seu pai é o Damian e não eu. – riu ele – Agora vai brincar, garoto.

Draconis fungou e se virou, saindo irado do escritório. Navi olhou para os dois adultos e sorriu.

—Tio Draco e tia Alhena andaram dando uns beijinhos escondidooooooos...

—NAVI! – rosnou seu pai perdendo a paciência e ele saiu correndo antes que ficasse mais encrencado, com um sorrisinho divertido no rosto.

*****

Obliviate.

Alhena abriu os olhos e se viu deitada na cama ao lado de Damian. Se sentia imensamente triste, mas não sabia o motivo. Sonhou novamente que duas pessoas estavam de mãos dadas numa janela e as duas pulavam de lá.

E aquela voz sussurrou em seu ouvido...

Obliviate.

Passou as mãos pelas bochechas e notou que estivera chorando durante o sono novamente. Sempre que sonhava com aquilo, chorava. Se levantou e colocou o robe, deixando Damian dormir. Caminhou pelos corredores da casa e algo a levou até o quarto de seu filho Draconis.

Abriu a porta e entrou, sem saber o motivo. Caminhou até a cama do filho e sorriu serena ao vê-lo dormir. Acariciou os cabelos loiros dele e soltou um suspiro. De onde ele tinha puxado aquele tom de loiro, ela nunca iria saber... talvez devesse ser da família de sua mãe... ou talvez de sua avó Eda... ela era loira também, antes de ficar com os cabelos todos brancos.

Soltou um suspiro e se abaixou para beijar a testa do filho, que dormia tranquilamente.

Obliviate...

Se levantou, procurando pelo dono daquela voz. A escutava em seus sonhos, mas nunca conseguia guardá-la. Soltou um suspiro, se abraçando e saiu do quarto do filho, fechando a porta. Depois foi até a sala e se sentou no sofá. Pegou a varinha e apontou para o vinil, que começou a tocar uma música qualquer. Suspirou, sem sono, tentando se lembrar do sonho.

Quem eram aquelas duas pessoas? Uma delas parecia Draconis... o que será que significava aquilo? Não conseguia entender... suspirou ouvindo a música e resolveu tomar um pouco de hidromel.

Caminhou lentamente até o armário de bebidas e quando foi pegar o hidromel, notou uma garrafa verde, cintilante. Tinha ganhado aquela de Draco, de presente de aniversário. Ele tinha mandando por correio. Nunca tinha bebido, porque achava forte demais. Provavelmente um dia Damian iria acabar bebendo com Blair e Rasalas. Quem sabe até com Draco.

Começou a cantarolar “Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme”, sem absolutamente nenhum motivo e pegou a garrafa de hidromel, para beber um copo...

Minutos depois voltou a se deitar ao lado de Damian, que a abraçou apertado, ainda dormindo. Se aconchegou nele e suspirou, querendo dormir. O sono veio rápido, com mais um sonho enevoado, estranho e confuso.

Minha Lena... só minha... só minha...

Virou na cama.

Estava no lago e a alguém a abraçou.

—Calma. Olhe nos meus olhos, Lena. Sou só eu...

Draco... – sussurrou, dormindo.

Mas tudo ficou confuso. Acordou novamente. Girou na cama envergonhada por estar sonhando com Draco. Era muito bem casada com seu marido. Se virou na novamente, ficando de frente para ele.

Damian dormia um sono profundo e tranquilo. O beijou no queixo quadrado e ele se remexeu de leve. O beijou nos lábios carinhosamente e se aproximou mais dele, pressionando a coxa entre as pernas dele. Damian sorriu dormindo e a puxou mais pra perto. O beijou no pescoço e ele finalmente acordou, a girando e ficando por cima.

—Quantas horas? – perguntou ele, com a cara amarrotada de sono.

—Não sei... desculpe por te acordar.

Ele sorriu e a olhou com um sorrisinho safado.

—Bem... pode me compensar agora, se quiser.

—Eu quero. – disse se sentindo calorenta.

Beijou Damian apaixonadamente e ele a beijou da mesma maneira. Sentiu as mãos do marido alisarem seu corpo de maneira sedenta e logo estavam nus, fazendo amor.

Nove meses depois nasceu Órion...

Notas finais
E aí? Teve cenas tristes? Sim. Teve romance? Teve. Teve treta? O prelúdio de uma. Espero que vocês estejam gostando! Comentem, ok??? Beijos!!! =D