Notas iniciais
Amores, principalmente Noble, eu devo desculpas a vocês. Eu prometi capítulo para sexta e não postei, mas posso explicar! Eu moro em Brasília e meus sogros em Ribeirão Preto - SP. Aconteceram umas coisas ai e meu namorado/marido disse que precisaria ir pra lá. E ele iria de carro, com a nossa filha... mais de 700km. Eu simplesmente não podia deixar ele ir sozinho, então eu tive que ir pra lá super na pressa. Não levei pc, não levei escova de cabelo, esqueci tudo aqui, então imaginem. Então não consegui postar. Então postarei hoje e postarei amanhã a noite (afinal tivemos 10 comentários). Comentem nos dois, ok? E eu quero que vocês me ajudem com uma coisa!!! Qual dos personagens de LL e LL2 vocês acham que se parecem mais? Digam o porquê, se quiserem. Seria uma dinâmica legal Agora... segurem as cuecas/calcinhas!!!! =D Capítulo HOOOOOOT Ps.: o rostinho novo no banner (quadrado da esquerda e de cima) é o Gale ^~

Capítulo 76

Pressionou os quadris dela com os próprios. Sua calça estava muito apertada e ele estava louco para que Cerce o aliviasse. A música tocava alta no Endure. Estava sendo uma festa super legal, com muita bebida e muita farra. Navi e Les tinham desaparecido, é óbvio. Scorpius e Rose também. Burton estava dando uns beijos em Gray, da Grifinória. Dido e Lyra conversavam com Wood, que parecia muito bobo perto delas. Trixie estava se pegando com uma aluna da Lufa-Lufa chamada Perséfone Abbot e Mellody e Florence dançavam de maneira extremamente sensual em cima de um balcão, enquanto as pessoas assoviavam e aplaudiam.

Cerce lhe deu as costas, para dançar e começou a roçar a bunda em seus países baixos. Gemeu baixinho a abraçando por trás, a empurrando de novo com os quadris, adorando o contato dela. Já tinha bebido mais do que seu bom senso diria responsável, mas não estava pensando em parar por ali.

—Vamos... vamos pra um cantinho, por favor? – pediu no ouvido dela, louco para aprontar um pouquinho. Desde que Cerce liberara que ele brincasse com seus seios, ficara esperançoso para conquistar mais coisas, como uma punheta. Céus, como precisava de uma punheta...

—Ah, mas eu quero dançaaaar! – riu Cerce pulando contente.

Engoliu em seco desesperado.

—Eu vou... vou pegar umas bebidas. Certeza que não quer? – perguntou já muito bêbado.

—Você sabe que eu não bebo. – riu Cerce se virando para beijá-lo. A beijou afoito, mas ela riu e se afastou – Calma, amor... – riu ela – Vamos nos divertir.

Oh... eu queria me divertir. Mas no lugar disso sorriu e a beijou mais carinhosamente. Depois foi até o balcão pegar mais bebida. Olhou excitado para Florence e Mellody, que dançavam se esfregando uma na outra. Depois soltou um muxoxo, sentindo as bolas doerem. Sempre achou que aquela história de blue balls era uma lenda idiota para os garotos justificarem as idiotices que faziam. Mas tinha descoberto que era uma dor bem real e muito chata. Pegou mais um copo de Mel de Salamandra e bebeu um grande gole.

—Noite difícil? – perguntou Lyra, se servindo de bebida também.

—Não. – mentiu.

—Ei... – riu Lyra – Vamos pra um quarto, lá em cima? – perguntou ela. Albus a olhou embriagado e respirou fundo.

—Não.

—Relaxa. Só pra gente bater um papo. – riu Lyra.

—Não. – resmungou.

—Vamos. Aqui é muito barulhento. – riu Lyra. Albus soltou um suspiro e soluçou um tanto bêbado.

—Ok. – resmungou. Lyra sorriu feliz e os dois subiram as escadas. Ela o guiou até um dos quartos e Albus notou que aquela tinha sido a pior ideia que ele já tivera na vida – Ok... eu vou... vou voltar pra festa.

—Calma. – riu Lyra – Senta ali. – riu ela fechando a porta. Estava bêbado e na seca. Se sentou na cama e olhou para Lyra, sentindo vontade de fazer coisas inapropriadas – Vamos brincar um pouco?

—Não posso, Lyra. – resmungou muito bêbado. Lyra sorriu para ele – Eu estou com a sua prima.

—Suas bolas vão explodir. Você tá de pau duro há mais de meia hora. – riu ela.

—Tem meia hora que tá olhando meu pau? – perguntou, para corar em seguida. Lyra deu uma risadinha e concordou.

—Sim. Tem mais de meia hora, na verdade. Posso ver como ele é?

—Não. Tá louca? – perguntou corando, mas com o pênis pulsando absurdamente. Lyra deu uma risadinha, se aproximando de maneira felina. Albus respirou fundo e a olhou de cima a baixo.

—Ok, Albus. – ela pegou a varinha e com um feitiço abriu o vestido que usava – Me mostra o seu que eu mostro a minha?

—Oh, Lyra... você me mata desse jeito. – resmungou Albus. Ela riu e tirou o sutiã, o jogando nele. Engoliu em seco e a observou se aproximar.

—Já brincou de “O mestre mandou”? – perguntou ela se sentando ao seu lado. A mão dela foi em sua coxa e o tocou por cima da calça. Se arrepiou inteiro e concordou com um aceno de cabeça. Lyra sorriu de maneira travessa e tocou seu membro rijo por cima da calça. Gemeu baixinho sentindo cada pelinho de seu corpo se arrepiar.

—Lyra... por favor, não faz isso... eu tô muito bêbado. – murmurou a secando com os olhos. Por que aquelas coisas aconteciam com ele?

—Albus... – riu Lyra abrindo suas calças.

—Não, Lyra... não... huuum... Merlin... – murmurou perdido ao sentir a mão dela massageá-lo de maneira erógena. Olhou desesperado para seu membro na mão fina de Lyra. Ela acariciou sua cabeça com o polegar e um líquido saiu, o lubrificando de leve. Sentiu o corpo inteiro vibrar com aquilo e a olhou em choque. Ela sorriu e então segurou sua mão a guiando para seu membro.

—O que o mestre quer que eu faça? – perguntou ela se deitando. Albus suspirou, engolindo em seco, segurando o próprio pênis, completamente excitado. Era traição olhá-la? – Eu não vou contar pra ninguém. Eu juro.

—Jura? – perguntou a olhando com desejo – O mestre... o mestre mandou... – engoliu em seco – O mestre mandou você acariciar os seios. – Lyra mordiscou o lábio e começou a brincar com seus seios. Albus soltou um suspiro e começou a se tocar a admirando – Isso é bom?

—Seria melhor se você fizesse. – sussurrou ela. Albus engoliu em seco e negou com o rosto.

—Se... – ele engoliu em seco – Lembra daquele dia, no banheiro? – perguntou ele.

—Qual? – perguntou ela o olhando nos olhos, ainda acariciando os próprios seios. Albus engoliu em seco, extremamente excitado.

—Quando... quando você me mostrou seus seios pela primeira vez. – murmurou. Ela concordou – Então... faz o que... o que você fez naquele dia.

—Tira minha calcinha então. Pra você ver melhor. – sussurrou ela. Albus negou com a cabeça.

—Eu vou me odiar ainda mais se eu tocar você. – sussurrou ele – Eu realmente não deveria estar fazendo isso... – murmurou engatinhando pra cima dela.

—Eu não vou contar pra ninguém. – sussurrou Lyra abrindo as pernas e tirando a calcinha. Albus abaixou as calças, desesperado por aquilo – Me dá sua mão. – ele obedeceu e ela guiou seus dedos para a fenda úmida e tentadora dela – Isso, Albus... isso... – gemeu ela. Mordeu o próprio lábio, extremamente excitado com aquela visão. Passeou os dedos por aquela região, querendo penetrá-la com eles...

—Caralho, Lyra, por que faz isso comigo? – lamentou extremamente louco de vontade de perder a virgindade – Você é muito surreal pra mim. Surreal demais.

—Eu faço isso porque eu quero você, Albus... – sussurrou ela. Albus engoliu em seco – Vem, por favor.

—Oh, Lyra... eu não posso. – lamentou com os lábios roçando nos dela, louco de tesão.

—Eu não vou contar pra ninguém... – repetiu ela de maneira gemida, enquanto ele a masturbava de maneira desastrada.

—Oh, meu Merlin... – lamentou sentindo o pênis pulsar – Lyra... você só me mete em problemas!

—Por favor, Albus... – murmurou ela pegando sua camisa e a tirando. Levantou os braços e se viu semi nu na frente dela, com as calças arriadas até os joelhos – Por favor. Só um pouquinho. Eu estou te implorando... – lamentou ela o tocando com a mão. Gemeu roucamente, completamente fora de si.

—Merlin... Lyra... você é muito má... – resmungou desesperado – Olha o que tá me fazendo fazer... – lamentou tocando o seios dela – Você... você é a pessoa mais sacana da face da terra...

—Sacana é você. – resmungou ela o masturbando, sussurrando em seu ouvido – Que me tem nesse estado... e não faz nada. – ela pegou sua mão e a guiou para sua intimidade, molhada pelo fogo adolescente – Por favor, Albus. Eu estou louca por você... vamos fazer uma loucura... por favoooor... – pediu ela de maneira gemida e indecente.

—Eu to namorando a sua prima... – murmurou descendo a mão pela barriga dela e a olhando entre as pernas. A fenda rosadinha e depilada dela. Respirou fundo e segurou as coxas dela, para abrir as pernas da loira e poder ter uma visão privilegiada dela. Sentiu vontade de mergulhar o rosto ali, provar o sabor.

—Eu não vou contar pra ela. Por favor, Albus. Por favor... eu estou implorando por você... – murmurou ela de maneira gemida – Me toca, vai...? Por favor. – pediu ela de maneira suplicante. Respirou fundo, completamente embriagado pela bebida e pelo momento. Deixaria pra se arrepender no dia seguinte. Colocou o dedo dentro dela, ofegante, louco de tesão. Lyra soltou um gemido sofrido e o mordiscou na orelha – Oh, Albus... por favor... me come. – pediu ela.

—Lyra... você...

Ela o soltou e levou as duas mãos para sua fenda, a abrindo para ele. Rosada e molhadinha, com um delicado botão vermelho na parte de cima. Respirou fundo sem resistir e passou a língua ali. Lyra se contorceu inteira, gemendo de maneira deliciosa e Albus sugou o lugar, louco para explorá-lo completamente. Louco para arrancar mais gemidos como aquele. Segurou as duas coxas dela com firmeza, morrendo de tesão. Morrendo de vontade de transar com ela ali... passeou a língua pelo clitóris dela, o jogando de um lado para o outro e Lyra gemeu ainda mais alto, de maneira deliciosa.

Respirou fundo, se levantando e a olhando completamente bêbado.

—Não pare... por favor... – pediu ela arfando, com os cabelos mudando de cor num frenesi absurdo.

—Lyra... eu... eu vou te esganar... – resmungou – Merlin... eu... eu... – engoliu em seco fechando os olhos, louco com o olhar dela – Eu não posso. – disse se afastando e puxando as calças. Mas Lyra o puxou e o deitou na cama. Ela ficou de quatro em cima dele o olhando nos olhos – Lyra, por favor... não faz isso comigo. Eu não quero ser um canalha, por favor... – pediu ele.

—Então diz que não quer. – murmurou ela ficando de joelhos logo em cima de seu membro. A única coisa que ela usava era uma sandália de salto, com tiras de couro que subiam pela batata da perna dela. Nunca tinha visto nada tão sensual e erótico em toda sua vida – Diz que não me quer. – murmurou ela acariciando os seios e tocando a cabeça de seu pênis com a fenda molhada e doce – Diz que não tá louco por mim... diz que quer que eu vá embora. Diz. – desafiou ela. Respirou fundo, segurando a cintura dela.

—Você é muito sacana, Lyra. – murmurou desesperado – Como eu posso dizer isso com você assim? Você joga muito baixo!

—Eu só sei jogar assim, sinto muito. – murmurou ela com um sorrisinho travesso. – Sonserina, sabe? – Ela desceu por ele, lentamente. Sentiu a ponta da cabeça do pênis penetrá-la e isso arrancou um gemido seu – Quer mais? – perguntou ela – Ou quer que eu vá embora?

—Eu... eu não sei... – murmurou Albus a olhando perdido – Lyra...

—O que?

—Isso vai ser um segredo só meu e seu? – perguntou desesperado. Ela sorriu e concordou com um aceno de cabeça – E... e o que vai significar pra nós dois?

—Eu não sei. – sussurrou ela descendo mais por ele. Prendeu a respiração e Lyra finalmente terminou de se sentar em seus quadris. Gemeu roucamente e se sentou, desistindo de pensar. Beijou Lyra, desesperado por ela. Ela rebolou em seus quadris e ele quase gozou, só nisso. Ela segurou seu rosto com cuidado e o beijou com paixão. A abraçou, desesperado por ela, a beijando da mesma maneira – Oh... Albus... isso é tão gostoso...

—Isso é maravilhoso... – sussurrou desesperado por mais – Quica em mim, por favor? – perguntou a olhando nos olhos. Lyra começou a subir e descer sobre ele e Albus abriu a boca num espasmo – Maravilhoso... oh... maravilhoso... cacete, Lyra...

—Gostando?

—Demais... – murmurou sentindo o corpo todo reagir aos movimentos dela – Lyra, você é maravilhosa... – murmurou completamente louco – Você é a pessoa mais escrota, filha da puta e maravilhosa desse mundo... – resmungou enquanto delirava com os movimentos dela.

—Eu também te amo, Albus. – riu Lyra e ele engoliu em seco.

—Eu to tão fodido... – resmungou.

—Quer que eu pare?

—Não. De jeito nenhum. – resmungou a beijando nos seios. Segurou a bunda dela e virou na cama, ficando por cima – Lyra...

—O que?

—Isso não tem volta. – murmurou a olhando nos olhos.

—Você vai terminar com a Cerce?

Albus engoliu em seco.

—Eu não quero pensar nisso agora. Quão escroto eu estou sendo?

—Muito... mas é compreensível. – murmurou Lyra. Ela girou, ficando de quatro na frente dele – Vem. A gente pensa nas consequências depois... agora eu só quero que você me foda.

—Você... é louca. – riu puxando o quadril dela. A penetrou com vigor e gemeu, deliciado com aquilo – Oh, Lyra... isso é tão gostoso... – murmurou movendo os quadris num ritmo rápido e forte. Agora conseguia entender perfeitamente o motivo de Navi e Les estarem transando o tempo todo.

—Me xinga.

—De que? – perguntou desesperado para se enfiar nela pelo resto da vida.

—Do que quiser. Me xinga, me bate, me morde. Faz o que quiser comigo. – pediu ela. Albus engoliu em seco e olhou para a bunda dela.

—O... o que eu... quiser? – perguntou olhando para aquele buraquinho apertadinho. Abriu as nádegas dela para ver melhor e mordiscou o lábio – O que eu quiser mesmo?

—O que você quiser. – concordou Lyra. Albus engoliu em seco e concordou com um aceno de cabeça.

Foi quando se lembrou de uma coisa que Scorpius tinha lhe dito uma vez, anos atrás.

—Lyra. Você espera um pouco? – perguntou Albus. Ela olhou para trás, curiosa.

—Agora?! – perguntou ela.

—Eu... eu posso chamar o Scorpius? – perguntou ele. Lyra sorriu parecendo achar a ideia divertida.

—Está falando sério? – perguntou ela. Albus sorriu, concordando com um aceno de cabeça – Não vai me deixar esperando aqui pelo resto da noite, vai?

—Não. Eu juro que não. Eu já volto, ok? – perguntou ele subindo as calças.

—Ok. – riu Lyra – Não demore.

—Tá! – riu Albus.

Se vestiu bem mais ou menos e saiu do quarto, se perguntando se teria coragem de ser tão canalha. Olhou ao redor e viu Scorpius com a maior cara de cu da face da terra. O amigo o olhou e sorriu.

—Eita. Cerce resolveu te dá um trato?

—Eu traí a Cerce! – disse Albus. Scorpius sorriu revirando os olhos.

—Lyra?

—É.

—Eu terminei com a Rose. – riu Scorpius, parecendo puto.

—Por que? – perguntou Albus.

—Porque ela é muito certinha. Eu quero transar com alguém. Vou ver se tenho sorte com a Mellody de novo.

—Não. Espera. – riu Albus segurando o pulso de Scorpius. Ele o olhou curioso – Quer pegar a Lyra comigo? – perguntou ele. Scorpius piscou surpreso e sorriu.

—Está falando sério?

—Sim. – riu Albus – Eu tô muito bêbado. Vou terminar com a Cerce amanhã. Mas hoje eu quero fazer algo idiota e irresponsável... e egoísta... pelo menos uma vez na minha vida.

—Bem vindo ao time dos canalhas. Onde a Lyra tá? – perguntou Scorpius.

—Vem. – riu Albus.

Os dois foram até o quarto, onde Lyra esperava deitada na cama, enrolada nos lençóis.

—Ei... – riu Scorpius trancando a porta.

—Nós realmente vamos fazer isso? – perguntou Lyra. Albus já estava se despindo de novo e parou no meio do processo para olhar Scorpius.

—Oxi. Por mim teríamos feito isso há muito tempo. – riu o loiro tirando a blusa – Mas nós precisamos definir algumas regras aqui. – disse ele antes de tirar a calça. Albus levou um tombo ao tirar a calça, mas nem sentiu dor, de tão bêbado que estava – Não podemos olhar o pau um do outro, ok? – perguntou Scorpius.

—Por mim. – riu Albus.

—Nós não vamos nos olhar.

—Ok.

—Nem nos beijar.

—Certo. – riu Albus dando de ombros.

—Ah, não. Eu quero que vocês se beijem! – ralhou Lyra e Albus e Scorpius fizeram careta.

—Não. – disseram os dois ao mesmo tempo.

—Nada de dupla penetração então. – resmungou Lyra. Scorpius e Albus se encararam em choque.

—Você faria isso? – perguntou Scorpius.

—Sim, mas vocês teriam que se beijar e tocar uma um pro outro. – riu ela. Scorpius e Albus se olharam enojados e negaram com a cabeça, ambos só de cuecas. Lyra deu um sorrisinho e Albus se levantou.

—De jeito nenhum.

—Nunca. – concordou Scorpius.

Lyra soltou um muxoxo, deixando o lençol cair. Albus e Scorpius a secaram com os olhos e ela ficou de costas para eles abrindo as nádegas, ficando de quatro.

—Certeza? – perguntou ela.

—Puta que pariu. – resmungou Scorpius.

—Ok, eu topo. – riu Albus, completamente excitado. Scorpius o olhou horrorizado.

—Está louco? – perguntou Scorpius.

—Você não quer aquilo? – perguntou ele com um sorriso animado – Vamos. Uma vez na vida, Scorpius. E nós nunca mais falaremos a respeito, ok?

Scorpius soltou um muxoxo e olhou de Lyra para Albus.

—Não podemos só nos beijar? – perguntou Scorpius.

—Não! – riu Lyra ficando de joelhos na cama e os chamando com o dedo – Vocês tem que vir aqui, darem um gostoso beijo de língua enquanto um masturba o outro... e então podem fazer o que quiserem comigo.

—Eu como o cu dela. – disse Scorpius. Albus soltou um muxoxo.

—Ela disse o que a gente quiser. Nós dois podemos fazer isso. – disse ele. Scorpius concordou e sorriu. – Um, depois o outro.

—Faça aquela pose de novo, Lyra. – pediu ele. Lyra sorriu e ficou de quatro, com o traseiro virado para eles. Scorpius mordiscou o lábio e suspirou – Se masturba pra gente.

—Se beijem primeiro. – riu ela.

Albus e Scorpius se encararam hesitantes.

—Ok. Vamos logo com isso. – riu Scorpius pulando na cama. Albus o imitou e cada um se sentou de um lado de Lyra, formando um triângulo – No três, todo mundo pelado.

—Ok. – riu Albus – Um, dois...

—Três! – riu Lyra. Albus tirou a cueca novamente e Scorpius fez o mesmo. Os dois jogaram as cuecas para longe e Lyra olhou curiosa para os dois. Albus engoliu em seco e olhou para Scorpius. Logo notou que o amigo o olhava também e os dois riram constrangidos.

—Completamente hétero? – perguntou Albus.

—Definitivamente. – riu Scorpius – Mas o que a gente não faz por um cu feminino?

—Pois é... – riu Albus. Os dois engatinharam na direção um do outro e riram sem jeito – Certeza, Lyra?

—Certeza! – riu ela.

Os dois soltaram um suspiro constrangido.

—Nunca mais vamos falar a respeito disso, ok? – perguntou Scorpius fazendo careta.

—Ok. – concordou Albus. Os dois se aproximaram, ambos mantendo os quadris bem longe um do outro, temendo se “tocarem” com seus... little bros... – Cara... que vergonha.

—Vamos logo com isso, Albus! – ralhou Scorpius fechando os olhos. Albus fechou os olhos também e beijou Scorpius, completamente constrangido.

—Uhuuul! Beijo homo! – riu Lyra e os dois caíram na gargalhada.

—Não fode, Lyra! – ralhou Albus.

—Ok, ok! Beijo de língua. Punhetas! Vão!

Scorpius soltou um suspiro e Albus o beijou de novo, do jeito que Lyra queria ver. Era extremamente esquisito e ele só queria terminar logo. Sentiu um arrepio fodido ao sentir a mão de Scorpius em seu membro. Decidiu que não falaria naquele momento e desejou que o amigo ficasse em silêncio também. Procurou o membro dele com a mão e quando o encontrou, o segurou com firmeza.

Logo os dois estavam fazendo os movimentos, ambos orgulhosamente tentando não gemer na mão um do outro. Mas Albus era muito novo naquilo e simplesmente não aguentou. Ele gemeu na boca do amigo, que se afastou, o soltando na hora.

—Já deu, né? – perguntou Scorpius, tremendamente vermelho.

—Ok, ok. Vocês me convenceram. – riu Lyra se jogando na cama – Sou toda de vocês, rapazes.

Albus olhou para Scorpius, simplesmente porque não sabia o que fazer. Iria deixar que o amigo conduzisse tudo. Scorpius entendeu e se sentou, arrumando os travesseiros em suas costas.

—Me chupa, Lyra. Bem gostoso. – pediu ele.

Lyra sorriu e engatinhou até Scorpius. Ela lançou um olhar safado para Albus e então lambeu Scorpius das bolas até a pontinha da cabeça, fazendo Scorpius soltar um barulho de sucção.

—Vem, Albus. – riu ela empinando o bumbum. Albus sorriu excitado e ficou de joelhos atrás dela. A tocou com os dedos e então a penetrou, ainda olhando o bumbum dela com desejo. Lyra gemeu com o pau de Scorpius na boca e Albus suspirou, completamente excitado, com aquilo.

—Você é uma piranha, Lyra. – riu Scorpius segurando os cabelos dela, a guiando com o movimento – Chupa gostoso, vai.

—Oh, Albus... – gemeu ela enquanto ele a estocava por trás.

—Não fala de boca cheia, Lyra – Brincou Scorpius – Dá uns tapas nela, Albus.

—Hum... – olhou para Lyra, querendo a aprovação dela e ela interrompeu o boquete para olhá-lo com o olhar mais safado da face da terra.

—Me bate, Albus. Me xinga. Vai. – riu ela.

—Hum... ok... – murmurou constrangido. Respirou fundo e deu um tapinha na bunda dela. Scorpius deu uma risadinha e suspirou.

—Ela é uma menina má, Albus. Bate direito. – riu ele.

—Você é uma menina má? – perguntou Albus. Lyra o olhou de maneira suplicante, masturbando Scorpius.

—Oh, eu sou muito má, Albus...

—Ok... – murmurou constrangido. Deu mais um tapa na bunda dela, um pouco mais forte.

—Sou mais má do que isso. – riu ela. Albus sorriu e a olhou com desejo.

—Tem certeza? – perguntou.

—Uhum.

—Tenho que te castigar? – perguntou ainda muito bêbado, a estocando com força e velocidade.

—Tem, me castiga, por favor. – pediu Lyra.

Ele não pensou no momento. Apenas se deixou levar. Abriu a bunda dela e meteu de uma vez.

—Filho da puta... – rosnou Lyra indo pra cima de Scorpius de uma vez. Mas entrar naquele buraco tão apertado foi demais pra ele. Gozou na mesma hora, gemendo muito alto e tremendo inteiro.

—O que houve? – perguntou Scorpius, rindo. Lyra o olhou com lágrimas nos olhos.

—Ele socou no meu rabo. De uma vez. – ralhou ela. Scorpius gargalhou – Não é engraçado. Machucou, Albus.

—Desculpe. Mas é que você é uma garota má, lembra? – perguntou apertando a bunda dela com força.

—Isso mesmo, Lyra. E eu não estou mais recebendo meu boquete. Chupa.

Lyra fez beicinho e suspirou.

—Vai devagar, Albus. – pediu ela – Até eu acostumar.

—Ok... – murmurou ainda bobo pelo melhor orgasmo de sua vida. Lyra voltou a chupar Scorpius, que colocou as mãos atrás da cabeça, com um sorriso satisfeito no rosto. Albus voltou a se mover, lentamente, sentindo-se apertado naquele buraquinho maravilhoso. Apertava a bunda dela com tanto desejo que a nádega dela ficou vermelha, com a marca de seus dedos.

—Lyra, posso gozar na sua cara? – perguntou Scorpius.

—Pode.

Albus olhou Scorpius puxar a garota pelos cabelos. Ela colocou a língua pra fora e o loiro se masturbou um pouquinho. Um jato branco acertou o rosto dela e os dois sorriram com aquilo.

Era excitante de ver. Muito excitante.

—Lava o rosto, Lyra. Vamos inverter. – riu Scorpius. Lyra se levantou e Albus se sentou na cama – Curtindo?

—Muito. – riu Albus. Os dois riram animados e Scorpius soltou um suspiro.

—Vai lá se lavar também. Ela chupa maravilhosamente bem. – riu o loiro.

Albus concordou e se levantou. Foi até o banheiro, onde Lyra tomava um banho. Entrou no chuveiro com ela e a abraçou por trás, a beijando no ombro, com carinho.

—Desculpa se eu te machuquei... eu nunca tinha feito isso. – murmurou.

—Tudo bem. – riu ela. Lyra se virou e o beijou embaixo do chuveiro. A beijou de volta, completamente excitado. Sentiu a mão dela, massagear seu pênis, o cobrindo com loção higiênica. Suspirou, excitado e engoliu em seco. Ela o enxaguou e Scorpius apareceu.

—Ei! Que demora. – riu ele.

—Vem pra cá, Scorp. – chamou Lyra. Scorpius sorriu e entrou no boxe também. Ele se posicionou atrás de Lyra e a segurou nas coxas.

—Encaixa no Albus. – exigiu ele. Os dois a ajudaram a enlaçar a cintura de Albus com as pernas. Albus respirou fundo, sentindo-a tão junto a si. A penetrou naquela posição e escutou Lyra gemer quando Scorpius a penetrou por trás também. Era constrangedor sentir os pés de Scorpius perto dos seus, mas era gostoso e excitante toda a situação.

—Oh, Merlin. Isso! – gemeu Lyra. A beijou na boca, disputando o corpo dela com Scorpius. Mas ela estava delirando demais, com todas aquelas sensações para conseguir beijá-lo direto. Lyra gemia de maneira indecente e alta e deliciosa de escutar. Sentiu as mãos de Scorpius apertarem os seios dela. Tirou uma das mãos dele para poder apertar um dos seios também. – Scorpius, Albus! Isso! Isso! Oh... – ela fazia umas feições deliciosas. A mordeu no queixo e ela gritou – Isso é gostoso demais. Oh, Merlin. Oh, Scorpius. Oh, Albus... isso... não parem... oh...

—Você é uma puta. – riu Scorpius na orelha dela – Gosta disso, sua vadia?

—Eu amo isso...

Albus olhou feio para Scorpius, que riu.

—Xinga, Albus. É pelo tesão da coisa. – riu Scorpius.

—Pode xingar, Albus. – riu Lyra. Albus respirou fundo, sem saber o que falar.

—Hum... eu prefiro não falar isso... – murmurou constrangido.

—Ah, Albus. Estamos num threesome... não precisa ser educado. – riu Scorpius.

—Ok, Lyra. – ela o olhou mordendo o lábio – Você é gostosa pra caralho e eu quero te foder a noite inteira, sem parar. Eu quero ouvir você gritar meu nome. Eu quero te foder gostoso a ponto de você não conseguir andar amanhã. Eu quero te foder tanto que vai ficar tatuado o meu pau na sua bunda. – Scorpius e Lyra o olharam em choque – O que? Exagerei? – perguntou corando.

—Não... – murmuraram Lyra e Scorpius, antes do trio cair na gargalhada.

Transaram daquele jeito, até que Albus gozou e perdeu a força das pernas. Os três se lavaram no chuveiro, disputando o corpo dela. Os seios, a boceta, as nádegas. Lyra ficou de joelhos, masturbando os dois, chupando um e o outro. Era delicioso.

—Lyra... vou gozar na sua cara, ok? – perguntou Albus.

—Eu também... eu também... – murmurou Scorpius. Os dois gozaram praticamente ao mesmo tempo, rindo excitados de toda a situação. Terminaram de se lavar e voltaram para a cama, onde ficavam revezando para beijar e tocar Lyra.

Quando finalmente cansaram, ficaram deitados abraçados, ofegantes e sorridentes.

—Oh... temos que fazer isso mais vezes. – riu Scorpius.

—Merlin... eu gozei três vezes! Três. Isso nunca tinha acontecido. – riu Lyra.

—Ninguém nunca vai ter uma primeira vez melhor que a minha. – riu Albus. Os três riram um pouco disso e Lyra se virou para ele.

—Ei...

—O que?

—Eu... eu gosto pra valer de você, Albus. – murmurou ela – Você vai mesmo terminar com a Cerce?

—Vou. – respondeu ele.

—Você me daria uma chance? Eu posso ser monogâmica. – riu ela.

—Que momento pra isso! – resmungou Scorpius.

Albus soltou um suspiro e sorriu.

—Você sempre foi a garota dos meus sonhos, Lyra... – riu ele.

—E essa é a minha deixa. – riu Scorpius se levantando e indo se vestir – Cuide bem do Albus, Lyra. E vice versa. Vocês sãos meus melhores amigos e se der merda entre vocês... – ele fez uma careta – Então se forem tentar algo, tentem pra valer.

—Você terminou com a Rose mesmo? – perguntou Albus. Scorpius soltou um suspiro e concordou.

—Sim... então se me dão licença, eu vou beber todas até vomitar. Albus. Você é responsável por me levar de volta pro castelo. – resmungou Scorpius se vestindo. Lyra e Albus o observaram e quando o loiro saiu os dois se encararam. Lyra subiu em cima de Albus e suspirou.

—Quer mais uma?

—Sinceramente... eu não dou conta. – riu Albus – Eu estou morto... vou voltar pro castelo e me preparar pra terminar com a Cerce, ok?

—Ok. – riu Lyra – Te vejo no castelo então? – perguntou ela se curvando para beijá-lo. A beijou de volta e concordou.

—É... te vejo lá.

*

Dido estava bebendo com Wood, se perguntando onde raios Lyra tinha se metido. Não queria ficar sozinha com o garoto. Por isso foi até o balcão e bebeu mais e mais.

—Ei, Dido. Já provou isso? – perguntou Joseph Grant, um garoto do seu ano.

—O que é isso? – perguntou ela.

—Veneno de fada. – explicou ele – É muito gostoso. Prova.

Viu que Gale olhava desconfiado de longe. Querendo se livrar do garoto, deu de ombros e aceitou o copo de Grant. Bebeu a dose e sentiu o corpo queimar. Suas orelhas esquentaram, seu coração acelerou e teve a impressão que sairia voando a qualquer momento.

—Uou... isso é... – disse ficando mole – Forte... – murmurou se sentando num banquinho, olhando para Grant, que ria a olhando com atenção – É muito forte...

Grant sorriu para ela e a puxou pela cintura.

—Vem cá, gata. – sussurrou ele. Tentou virar o rosto, muito grogue, mas não conseguiu. Sentiu a língua do garoto entrar em sua boca num beijo fogoso. Tentou empurrá-lo, mas seus braços estavam muito pesados – Você é muito gostosa, Burke. – riu ele.

—Eu vou procurar a minha irmã. – resmungou Dido.

—Não. A gente vai divertir, princesa. – riu Grant em seu ouvido.

—Não... – resmungou empurrando ele – Me solta.

Mas sua cabeça pesou. Escutou Gale falar alguma coisa com Grant. Escutou a voz de Travers também. Depois disso flutuou. Piscou, confusa e se viu numa cama.

—Não. De jeito nenhum, Grant. – disse Gale.

—Não tava louco pra se dar bem com ela? Então. É a sua chance.

—Eu acho que você exagerou. – resmungou Travers. – Lestrange mata a gente.

—Ela não vai nem se lembrar. Eu coloquei umas coisinhas na bebida dela.

—Não, Joseph. – insistiu Gale – Isso é... isso é errado.

—Escute aqui, seu frouxo, se você não vai fazer alguma coisa, então fica olhando. – riu Grant. Gale desviou o olhar e Dido estremeceu, sentindo medo.

—Certeza que ela não vai lembrar? – perguntou Travers.

—Certeza. Não é a primeira vez que eu faço isso, ok? – riu Grant – Meu irmão fazia direto também. Nunca pegaram ele. – Dido se sentou tonta e fraca, querendo achar a varinha, mas não a encontrou – Oi, gracinha. Pronta pra nos divertir um pouquinho?

—Gale... – murmurou fracamente, assustada e grogue. Viu Grant tirar a camisa e depois a calça e Gale virar o rosto com vergonha de encará-la – Gale... socorro... – sussurrou baixinho. Caiu na cama com muito sono. Acordou com alguém tocando seus seios. Chorou assustada, tentando afastar as mãos – Não. Por favor... eu sou virgem... não faz isso. – chorou assustada.

—Melhor ainda. – riu Grant – Não deveria aceitar a bebida de qualquer um.

—Grant... para, na boa. – murmurou Gale – Eu gosto dela, cara...

—Gosta porra. É só tesão. – riu Travers – Tira a calcinha dela, Joseph. Quero ver se é ruivo lá embaixo também.

—Gale, por favor. – chorou Dido sentindo Grant desabotoar sua calça – Me ajude, por favor... – chorou olhando para o garoto. Ele a olhou envergonhado.

—Parem. Por favor. Não façam isso. Vamos deixar pra lá, ok? – perguntou Gale.

—Não vou deixar pra lá. Eu quero foder. – riu Travers.

—Não ela. A Dido não! – ralhou Gale – Eu gosto dela... solta ela! – disse o garoto tomando alguma atitude, finalmente e empurrando Grant – Tirem as mãos de cima dela, seus animais. Ela não é uma nascida trouxa ou uma mestiça. Ela é uma Burke! – ralhou ele.

Dido fechou os olhos, grogue e quando os abriu, estava deitada em sua cama, sem saber o que tinha acontecido. Começou a chorar de medo e sentiu alguém abraçá-la.

—Calma, Dido. Eu não deixei eles fazerem nada, ok? – escutou a voz de Gale – Eu te trouxe pro dormitório da Sonserina. Sua irmã foi fazer uma poção de narciso pra você... eu não vou deixar ninguém tocar um dedo em você. Nunca mais.

Se virou e o olhou, surpresa por ele estar com o lábio cortado.

—Alguém te bateu? – perguntou surpresa. A última coisa que se lembrava era de beber sozinha no balcão.

—Está tudo bem... – riu ele – Grant não quis abrir mão tão fácil, então tivemos que apelar para alguns feitiços... mas está tudo bem, ok? Eles não fizeram nada com você. Eu não deixei.

Dido soltou um suspiro, assustada.

—Você jura? – perguntou ela – Eu estou me sentindo dolorida. Você jura que eles não... – soltou um soluço, assustada e Gale sorriu.

—Virtus. – murmurou ele apontando a varinha pra ela. Viu que sua pele brilhou com uma aura pura e isso a aliviou. Significava que sua virgindade estava intocada – Viu?

—Obrigada, Gale... – murmurou ainda um pouco grogue.

Ele concordou com um aceno de cabeça.

—Me perdoe por ter demorado tanto pra enfrentar os dois... – murmurou ele – Grant quem normalmente sempre decidiu tudo... eu nunca tinha desafiado ele...

Dido soltou um suspiro, envergonhada.

—O que eles viram?

—Só seu sutiã. – explicou ele – O resto eu não deixei. Mas me desculpe... – murmurou ele. Dido fungou, ainda assustada e envergonhada – Não chore, Dido... por favor. – pediu ele a acariciando no rosto – Ei... olhe pra mim. – o fez, ainda tremendo pelo choque – Eu sei que não sou perfeito. Eu sei que você discorda de mim em muita coisa... mas... mas eu estou disposto a mudar, ok? – perguntou ele – Eu estou disposto a mudar pra você... – ele a beijou na mão de maneira carinhosa – Você não faz ideia do quanto eu gosto de você, Dido. Eu gosto mesmo. Pra valer... mas se você acha que eu não sou bom o bastante... então... então me ensine a ser, que eu vou me esforçar pra ser perfeito pra você... – ele soltou um suspiro – Eu sei que teve o lance do seu irmão. Eu peço desculpas pelo meu comportamento. Eu continuo não gostando disso. Eu continuo achando errado e ofensivo para os bons costumes, mas... mas eu prometo não fazer mais piadinhas e prometo não... não participar mais dessas zoações. Eu não prometo que vou sair defendendo essas pessoas que fazem esse tipo de coisa, porque eu... eu não vou ser falso comigo mesmo... mas... mas eu vou tentar ser mais... mente aberta e... e respeitar. Como disse o Albus.

Dido respirou fundo e sorriu.

—Eu... eu ainda estou meio grogue... posso... posso te dar uma resposta pra isso depois?

—Pode. Claro.

—Mas... eu preciso contar uma coisa... – murmurou sonolenta – Existe um segundo... motivo... pra que eu... – fechou os olhos, morrendo de sono – Eu não queira namorar você...

—O que?

—Eu gosto... do... Navi... – disse antes de cair no sono.

Notas finais
VEEEEEGE! E agora? Ele vai terminar com a Cerce? E a Dido?!??!?!?! E o Gale!??!?!!?!?! Demorou, mas virou gente, né Gale, querido. Favor só melhorar daqui pra frente! Muito bem... PRÉVIA! "Às vezes, horas podem parecer minutos. E às vezes um único segundo pode durar uma vida... para Lyra, o segundo que nunca acabaria, seria aquele... quando ela ficou olhando para Albus, esperando que ele viesse até ela. "