Notas iniciais
Gente... esse capítulo é... aiai... XD Eu ia postar na quarta, mas como eu tinha pedido um banner pra ele, eu enrolei até hoje pra postar, na esperança do Banner ficar pronto... mas o banner não ficou u_u Então eu vou postar assim mesmo =D Espero que vocês gostem! =D E aqui vai... a letra de "Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme". HSuahsuashaushausha

Oohhhhhhh,
The chimneys were dirty at Mrs. McFry's
(As chaminés estavam sujas na Sra. McFry)
And I'll grant they were worse down at Molly O'Clue's
(E eu garanto que estavam piores lá na Molly O’Clue)
But the chimney sweep said, with a gleam in his eye
(Mas o limpador de chaminé disse, com um brilho em seus olhos)
"I've got a great tool here for…
(“Eu tenho uma ótima ferramenta aqui para...)
cleaning the fluuuuuues..."
(...limpar a poeeeeeeeeeeeira…”)

"For I may be a tiny chimney sweep
(Pois eu posso ser um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(Com um rosto pequeno e encardido)
But I'm carrying a broom that makes strong girls weep,
(Mas eu carrego uma vassoura que faz garotas fortes chorarem)
Won't you let me up, up, up your fireplace?"
(Não vai me deixar subir, subir, subir na sua lareira?)

Bum bum bum ba dum

Oohhhhhh,
A chimney sweep's job can be boring and dirty,
(O trabalho de limpador de chaminé pode ser sujo e entediante)
A chimney sweep ain't drawn the best lot in life
(Um limpador de chaminé não aproveita o melhor da vida)
But who else could manage, without getting flirty,
(Mas quem mais conseguiria, sem paquerar,)
To clean out the smokestack on the mayor's young wife?
(Limpar a sujeira de cigarro da jovem mulher do prefeito?)

Who else but the tiny chimney sweep
(Quem mais senão o pequeno limpador de chaminé)
With his tiny grimy face?
(Com seu rosto pequeno e encardido?)
For he's carrying a broom that makes strong girls weep
(Pois ele carrega uma vassoura que faz garotas fortes chorarem)
Won't you let him up, up, up your fireplace?
(Não vai deixá-lo subir, subir, subir na sua lareira?)

Ooohhhhhhh
"My boy," said the mother, "You're smart as a whip,
(“Meu menino,” disse a mãe, “Você é muito esperto,)
But don't be a lawyer or doctor, my son;
(Mas não se torne um advogado nem um médico, meu filho;)
Take the job of your father, that worthy young rip,
(Fique com o trabalho de seu pai, aquele valioso safadinho)
For the chimney sweep's job is a sight more fun!"
(Pois o trabalho de limpador de chaminé é muito mais divertido!”)
"For he might ha' been a tiny chimney sweep
(Pois ele pode ter sido um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(Com um rosto pequeno e encardido)
But he carried a broom that near made me weep
(Mas ele carregava uma vassoura que quase me fez chorar)
So I let him up, up, up…
(Então eu o deixei subir,subir, subir...)
me fireplace!"
(…a minha lareira!)

Ohhhhhhh....
I met a young lady in Lower-South-Waine
(Eu conheci uma garota em Lower-South-Waine)
And I asked why the roofs there were covered in grime
(E eu perguntei por que os telhados lá estavam cobertos de sujeira)
"Is your chimneysweep ill?" but she laughed and explained
(“O seu limpador de chaminé está doente?”, mas ela riu e explicou)
"He never cleans chimneys, but his service? Sublime!"
(“Ele nunca limpa as chaminés, mas o serviço? Sublime!”)

"For he may be a tiny chimney sweep
(Pois ele pode ser um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(Com um rosto pequeno e encardido)
But he's carrying a broom that makes the whole town weep
(Mas ele carrega uma vassoura que faz a cidade toda chorar)
So we let him up, up, up the fireplace!"
(Então nós o deixamos subir, subir, subir na lareira!)
OooOooooOOoohhh,

Said the young maiden fair to the chimney sweep bold,
(Disse uma jovem e bela empregada para o atrevido limpador de chaminé)
"The clogged chimney's making it warm in the room!"
(“A chaminé entupida está esquentando o quarto!”)
But the chimney sweep grinned, showing teeth made of gold,
(Mas o limpador de chaminé sorriu, mostrando os dentes de ouro,)
And said "That ain't the clogging, dear, that's just me broom!"
(E disse, “Não é o entupimento, querida, é só a minha vassoura!”)

"For I may be a tiny chimney sweep
(Pois eu posso ser um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(Com um rosto pequeno e encardido)
But I'm carrying a broom that makes strong girls weep,
(Mas eu carrego uma vassoura que faz garotas fortes chorarem)
Won't you let me up, up, up your fireplace?"
(Não vai me deixar subir, subir, subir, na sua lareira?)

OooooooOh,
Our sweep tied the knot on a fair April day,
(O nosso limpador se enforcou num belo dia de Abril)
His wedding, 'tis true, was the best of our lives--
(Seu casamento, é verdade, foi melhor de nossas vidas…)
A child nearly drowned when they tossed the bouquet--
(Uma criança praticamente se afogou quando jogaram o buquê...)
There were sixty-nine priests there, and seventy wives!
(Havia 69 padres lá, e 70 esposas!)

For he might ha' been a tiny chimney sweep
(Pois ele pode ter sido um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(Com um rosto pequeno e encardido)
But he carried a broom that made all the girls weep,
(Mas ele carrega uma vassoura que fazia todas as garotas chorarem)
So they let him up, up, up the fireplace!
(Então elas o deixaram subir, subir, subir na lareira!)

Oooooooh,
"I've grown old," sighed the sweep, "and my wits have got loose,
(“Eu envelheci”, suspirou o limpador, “e meu cérebro enfraqueceu)
I can scarce tell me da from me poor younger brother.
(Eu mal posso distinguir o meu pai do meu pobre irmão mais novo)
But at least for the wife I've got one great excuse,
(Mas pelo menos para a mulher eu tenho uma ótima desculpa)
For at my age, I can't tell one bed from another!"
(Pois na minha idade eu mal posso distinguir uma cama da outra!)

"For I may be a tiny chimney sweep
(Pois eu posso ser um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(com um rosto pequeno e encardido)
But I'm carrying a broom that makes strong girls weep,
(Mas eu carrego uma vassoura que faz garotas fortes chorarem)
Won't you let me up, up, up your fireplace?"
(Não vai me deixar subir, subir, subir a sua lareira?)

Oooooooohhhh,
'Twas a tragical day, when our sweep passed away
(Foi um dia trágico, quando o nosso limpador faleceu)
(He fell down a chimney and busted his head)
[(Ele caiu da chaminé e quebrou a cabeça)]
And the ladies of our town all wept with dismay
(E as damas de nossa cidade choraram em desespero)
Until walking to the coffin, a blueeyed urchin said:
(Até que, andando até o caixão, um homem de olhos azuis disse:)
"Since I was a lad, this man trained me to sweep
(“Desde que eu era um rapaz, este homem me treinou para limpar)
A good man, a kind man, as you'll all agree
(Um bom homem, um homem gentil, como vocês vão concordar)
But I'm telling you now, my dear friends, please don't weep,
(Mas estou lhes dizendo agora, meus amigos queridos, por favor não
chorem,)
For his trade will be continued, girls--he left his broom to me!"
(pois seu legado será continuado, garotas... ele me deu a sua
vassoura!”)

"For I may be a tiny chimney sweep
(Pois eu posso ser um pequeno limpador de chaminé)
With a tiny grimy face
(Com um rosto pequeno e encardido)
But I'm carrying a broom that makes strong girls weep,
(Mas eu carrego uma vassoura que faz garotas fortes chorarem)
Won't you let me up, up, up your fireplace?"
(Não vai me deixar subir, subir, subir a sua lareira?)

Oohhhhhhhh,
So raise up your glasses, yes, raise high your drinks,
(Então levantem suas taças, sim, levantem suas bebidas)
I'll buy you a round and we'll drink it down deep
(É por minha conta e nós beberemos pra caramba)
Let's have us a toast 'fore we catch forty winks,
(Vamos brindar antes de conseguirmos 40 piscadelas)
May we all be as lucky as our little chimney sweep!
(Que sejamos tão sortudos quando o nosso pequeno limpador de chaminé!)

Capítulo 10

—Vai mesmo se encontrar com ele? – perguntou Astoria.

Daphne concordou ao sair do banho, com muita expectativa. Tinham combinado às dez horas no Bloody Mary. Já tinham esperado demais. Era hora de Rasalas decidir o que ele queria... ela torcia para que ele escolhesse voltar pra casa, e ela estava disposta a pedir desculpas e confessar que tinha exagerado.

As palavras de Pansy, por mais que odiasse admitir, faziam muito sentido... não era Rasalas que não queria que ela soubesse do mistério dos dois. Era Pansy e ele simplesmente concordou em manter o segredo dela, simplesmente porque era da conta apenas dos dois. Talvez um dia ficasse sabendo, mas estava convencida de que aquilo não influenciaria sua vida com Rasalas.

—Eu vou pedir desculpas... eu exagerei no fim das contas... – murmurou Daphne.

Astoria se aproximou dela e colocou uma poção vermelha em cima de sua penteadeira. Daphne, que estava só de toalhas e secava os cabelos molhados, a olhou curiosa.

—Acha que eu posso confiar em Pansy Parkinson?

*

—Então, está pronta? – perguntou Draco. Alhena sorriu nervosamente. Os dois tinham um copinho com o líquido verde brilhante – É bem forte e te faz fazer altas loucuras.

—Ok. Eu estou pronta. – riu ela. Draco sorriu e os dois brindaram. Os garotos tinham dormido, ele tinha deixado dois elfos responsáveis pelos dois e agora estava com Alhena, sentada na fonte dos pavões, observando as aves albinas passearem elegantemente perto deles, lhes lançando olhares curiosos – Vamos.

—Um...

—Dois...

—Três...

**

Rasalas estava terminando de se arrumar. Queria ficar o mais apresentável possível. Vestiu o traje que Daphne achava mais bonito, deixou os cabelos do jeito favorito dela e usava o perfume que ela mais gostava. Estava preparado para ela e só para ela. Tinha até comprado uma joia pra ela, como pedido de desculpas por ter sido tão grosso com ela no Ministério, por não ter contado pra ela sobre estar trabalhando com Pansy e pelo bolo que dera nela no dia do Poison Apple.

Tudo iria dar certo. Eles iriam voltar, fariam aquela viagem que ela tanto queria e então... ele engoliu em seco.

—Eu acho que vou ter um filho com ela. – disse Rasalas. Damian sorriu mostrando os polegares. Ele estava se arrumando pra sair, porque tinha uma reunião de negócios na Borgin&Burke.

—Precisa voltar com ela primeiro.

—Eu vou voltar.

—Rasalas. Qual é o seu segredo com a Pansy? O que raios rolou entre vocês dois? – perguntou Damian. Rasalas olhou o amigo e suspirou.

—Você é meu melhor amigo, Damian, mas se eu pudesse contar esse segredo pra uma pessoa que fosse, não seria você. Seria a Daphne... mas eu não vou contar pra ninguém. Eu vou levar pro túmulo.

Damian soltou um suspiro e deu de ombros.

—Bem... boa sorte então. – Damian se aproximou e os dois deram um abraço apertado – Vai lá e reconquiste a sua esposa.

—Vou fazer o meu melhor.

—E vai conseguir. Quem resiste a você? – perguntou Damian o apalpando na bunda, de sacanagem. Rasalas o socou de leve na barriga e os dois começaram a rir – Eu já vou. Boa sorte.

—Valeu. – respondeu vendo o amigo colocar o sobretudo. – Damian. – ele se virou e o encarou com um sorriso divertido – Faça as pazes com a minha irmã.

—Eu vou, mas não hoje. Hoje eu tenho trabalho pra fazer. Vou ganhar um puta ouro. Até mais.

—Até.

Voltou-se a se arrumar, sentindo borboletas em seu estômago. Estava nervoso como há muito tempo não ficava. Olhou o relógio na parede e viu que ainda faltava vinte pras dez horas da noite. Estava cedo. Iria esperar uns quinze minutos pra sair.

Olhou-se com mais atenção no espelho e notou mais alguns fios brancos. Soltou um suspiro e os arrancou. Odiava os fios brancos, mas precisava aceitar que ficaria grisalho cedo por conta da licantropia. Remus era completamente grisalho, mas do que seu pai, que tinha passado mais de uma década em Azkaban.

Respirou fundo, passou mais um pouco de perfume e ficou encarando seu reflexo no espelho, procurando por algo que não estivesse correto.

Mas não achou nada.

—Cacete, como eu sou lindo. – disse sorrindo para o próprio reflexo. Arrumou mais uma vez a gola e a manga do traje a rigor, colocou a joia no bolso e suspirou – Nós vamos voltar, baby... hoje você vai ser toda minha... hoje e para o resto das nossas vidas... e eu juro que nunca mais vou te magoar de novo, Daphne... só por favor, não exija que eu traia a confiança da Pansy... eu não posso te falar do bebê... eu queria falar do bebê... mas não é uma escolha só minha... – coçou o queixo de leve, soltando um suspiro – Mas vou te dar um bebê pra poder falar a vontade. Hoje mesmo. Vamos fazer um filho hoje se você quiser. Eu não me importo... desde que seja com você... – suspirou ainda se olhando no espelho, quando escutou a campainha tocar.

Será que era Alhena?

Caminhou curioso até a porta e a abriu. Não era Alhena. Era Pansy. E ela chorava horrores.

***

Draco estava gargalhando, dançando e cantando com Alhena. Os dois estavam completamente loucos. Não tinham aguentado beber só uma dose. Já estavam na terceira. Ele apenas de cuecas, porque ele tinha aquele desejo louco de tirar a roupa sempre que ficava bêbado demais. Alhena tinha tirado a blusa, mas ainda usava a saia e o sutiã. E ele não conseguia despregar os olhos dela.

—ISSO É ÓTIMO! – gritou ela enquanto dançavam como se estivessem numa valsa vitoriana muito louca.

—Demais. – riu ele – Lena. Vamos pular do quarto mais alto da mansão?

—Não. – riu ela – Eu quero... – ela caiu no chão e ele se jogou ao lado dela – Eu quero...

—O que?

—Acho que eu estou tendo uma visão.

—Acha? – perguntou confuso, ainda rindo.

—Acho. – riu ela. – Mas não é certeza. Pavões sabem voar? Porque eu acho que os seus estão voando...

—Eles nunca fizeram isso. – riu Draco – Vamos jogar alguma coisa? Como no tempo da escola?

—Vamos. Mas o que? – perguntou ela completamente bêbada – Oh... eu queria transar depois de beber isso... deve ser muito louco!

Draco engoliu em seco e a puxou pela cintura. Ela sorriu e os dois caíram na gargalhada.

—Acho que não, não é? – perguntou ele.

—Definitivamente não, Sr. Malfoy. – riu ela – Eu não sei do que você está falando, na verdade... você realmente parece um imenso e delicioso sapo de chocolate branco, sabia?

—E você parece... – ele a olhou meio zonzo – Alhena! Você está verde!

—O que? – perguntou ela chocada, olhando para as próprias mão – Oh, não!

Mas então os dois caíram na gargalhada.

—Precisamos de música! – riu ele.

—Sim! Onde tem um toca discos? – perguntou ela.

—No escritório. Vamos. – ele se levantou e a puxou pela mão. Alhena gargalhou a medida que o seguia. Draco a guiou para o escritório dos Herdeiros e trancou a porta.

—Draco! Tem um monte de “você’s” nas paredes! – murmurou ela, chocada.

—Eu sei. Somos todos muito iguais. A semente é forte na minha família. – riu Draco cambaleando até o toca discos – Soneto de Cibele?

—Pode ser, mas primeiro eu quero aquela do limpador de chaminés. – riu ela se sentando na mesa, para em seguida deitar. Céus, preciso controlar.

Colocou o vinil, ligou a vitrola e então começou a dançar.

OOOOOOH! – cantou alucinado, escutando Alhena gargalhar. Ele foi se aproximando e sorrindo, enquanto Alhena tentava se sentar na mesa, quase chorando de tanto rir. Suas bochechas estavam super vermelhas e coradas – As chaminés estavam sujas na Sra. McFry. E eu garanto que estavam piores lá na Molly O’Clue. – cantou se aproximando mais. Alhena gargalhou de novo.

Mas o limpador de chaminé disse, com um brilho em seus olhos: “Eu tenho uma ótima ferramenta aqui para...— continuou ela. Draco se apoiou na mesa, morrendo de rir. Tudo era tão engraçado.

—...limpar a poeeeeeeeeeeeiraaa…”— completou olhando desejosamente para os seios da amiga. Seios com os quais ele já se divertira tanto, anos atrás... – Pois eu posso ser um pequeno limpador de chaminés... — ele a tocou na coxa, como se seus dedos fossem pequenos pezinhos e ele caminhasse por ela

Com um rosto pequeno e encardido...— cantou Alhena o olhando nos olhos.

Mas eu carrego uma vassoura que faz garotas fortes chorarem...— disse a apertando na coxa e a puxando de leve contra si. – Não vai me deixar subir, subir, subir na sua lareira?

Alhena e ele começaram a rir, mas as coisas estavam deixando de ser engraçadas... e ficando apenas absurdamente... quentes...

Oohhhhhh...— cantou Alhena jogando a cabeça para trás, os compridos cabelos dourados balançando enquanto ela movia a cabeça – O trabalho de limpador de chaminé pode ser sujo e entediante... Um limpador de chaminé não aproveita o melhor da vida...— cantou Alhena e Draco não resistiu. Ele a apalpou nos seios, que pareciam desesperados para pularem pra fora da lingerie preta e de renda...

Mas quem mais conseguiria, sem paquerar, limpar a sujeira de cigarro da jovem mulher do prefeito?— cantou ele tentando se lembrar que o marido dela era seu amigo. Mas o rosto de Damian parecia muito distante e os seios de Alhena muito próximos...

Quem mais senão o pequeno limpador de chaminé... Com seu rosto pequeno e encardido? — cantou Alhena de maneira gemida.

Pois ele carrega uma vassoura que faz garotas fortes chorarem... Não vai deixá-lo subir, subir, subir na sua lareira?— perguntou segurando a mão de Alhena e a levando para sua cueca. Ela voltou a cabeça e sorriu safada pra ele. – Oh, Lena...

—Shii... – riu ela o mordendo nos lábios.

A puxou com força e ela o envolveu com as pernas contra a cintura. A jogou no sofá e a beijou desesperado. Arrancou o sutiã dela com violência e a beijou nos seios, completamente louco. Escutava Alhena gemer, enquanto aquela música indecente tocava. A beijou na barriga e ela empurrou sua cabeça para baixo. Tirou a saia, arrancou a calcinha dela e a provou entre as coxas, fazendo-a gritar de prazer.

—Vem cá. Agora. – rosnou alucinado. Ela gargalhou enquanto ele tirava a cueca. Alhena o empurrou para que ele se sentasse e ela ficou de joelhos entre as suas pernas. Sentiu a mão fina dela o segurar de maneira indecente, para guiá-lo para sua boca. – Isso, Alhena... isso... – murmurou alucinado. Ela movia a cabeça e o lambia de maneira deliciosa – Chupa gostoso, vai... oh... – ele jogou cabeça para trás, perdido em prazer – Você chupa tão gostoso. Tão gostoso... meu Merlin... oh... – mas ela parou e gargalhou. Ele também. Era tudo engraçado demais para não gargalhar.

Alhena subiu lentamente, enquanto encaravam os olhos um do outro.

Pois ele pode ter sido um pequeno limpador de chaminé...— cantou ela colocando um joelho ao lado do seu quadril. Ele sorriu arqueando uma sobrancelha.

Com um rosto pequeno e encardido...— cantarolou quando ela colocou o outro joelho do outro lado de seu quadril. A apertou com força na bunda e Alhena riu para ele o olhando daquele jeito safado que ele gostava.

Mas ele carregava uma vassoura que quase me fez chorar...— murmurou ela rebolando e descendo os quadris. Quando ela o tocou ele gemeu. Quando ela foi descendo por ele, achou que ficaria louco. Ela se curvou e cantou em seu ouvido – Então eu o deixei subir,subir, subir...— ela o beijou na orelha e o mordiscou, terminado de se sentar sobre ele. Podia se sentir completamente dentro dela. – …a minha lareira!

Ohhhhhhh...

A puxou pela nuca e beijou com urgência. A bunda dela entre seus dedos, que a apertavam com força, ditando o ritmo. Ela enroscou os dedos em seus cabelos e os puxou de leve. Draco a beijou no pescoço e nos seios, enquanto ela se movia em seu colo. Aquilo era maravilhoso. Será que era apenas uma alucinação? Ela seria real? Não podia ser real...

—Isso... – murmurou ela.

—Lena... – murmurou louco de tesão – Estamos mesmo fazendo isso ou eu estou enlouquecendo?

—Eu não sei. – gemeu ela gostosamente, movendo o quadril de uma maneira tão deliciosa que ele pensou que ficaria louco.

Só... só não conte pro Damian... ele... ele é meu amigo...

Mas logo era impossível pensar em Damian. Não com Alhena ali.

Se levantou com ela e a deitou no chão. Ela gargalhou enquanto ele a penetrava com força, a apertando com desejo nos seios. Ela arranhou suas costas e o mordeu com tanta força nos lábios que logo sentiu o gosto de sangue. Mas ele apenas riu, gostando. Queria assim.

—Se vira. Empina a bunda pra mim. – exigiu. Alhena sorriu e o empurrou o deitando no chão.

—Não sou sua cachorra. – riu ela montando em cima dele, para cavalgá-lo. Gemeu gostosamente, adorando o modo como ela rebolava. Atrás dela podia ver seus antepassados assistindo. Não ligou. Não era como se eles fossem contar pra alguém, de qualquer maneira. Eles eram encantados para não falarem. – Diz meu nome, Draco.

—Ah, Alhena... Alhena. Alhena. Alhena... minha. Só minha. Só minha. – disse alucinado. Ela gargalhou e se curvou sobre ele para beijá-lo. Ele girou com ela, para ficar por cima – Só minha. Minha Lena. Minha Lena.

Ela se sentou e ele a fez se virar e se apoiar no sofá. Voltou a transar com ela, a estocando com vigor, a deixando de costas, ajoelhada no chão, apoiada no sofá.

—Oh, Draco... Draco... Draco... – gemeu ela enquanto ele a mordia na orelha.

Ele deu um tapa na bunda dela e ela riu de novo. A música do limpador de chaminés acabou e outra música começou a tocar. Algo menos hilário, mas com um ritmo agradável. A apertou nos seios, os juntando e soltando.

—Minha Lena... minha... só minha... só minha...

Aquilo era uma mentira. Mas ele não ligava. Alhena se virou e ele a pegou no colo, para colocá-la contra a parede. Ela o enlaçou ao redor da cintura novamente.

—Vem, Draco... vem... – implorou ela. Ele sorriu, suado, a apertando na coxa, sem parar o movimento dos quadris.

—Você me quer?

—Quero.

—Então diz meu nome. Diz que me quer. Diz que me quer! – rosnou no ouvido dela, finalmente parando de se mover, para pegar algum fôlego. Alhena gemeu em protesto.

—Ah, Draco, não para. Eu quero você... eu quero você...

Ele sorriu satisfeito e a levou até a mesa. Jogou tudo que estava ali em cima no chão e transou com ela ali, enquanto fadas, unicórnios e pavões voavam ao redor deles...

Estava muito louco. Muito louco. Estaria arrependido no dia seguinte. Tinha absoluta certeza disso. Por um momento quis que fosse Astoria ali, mas não durou. O rosto corado de Alhena era simplesmente maravilhoso. Sorriu deliciado com aquela visão. Escutando a voz dela chamando-o de novo e de novo. Por um momento estava na beira do lago, desejando que aquele momento nunca acabasse. Que durasse pra sempre. Que ela nunca fosse embora. Que estivesse sempre ali...

Por um momento quis nunca ter conhecido Astoria. Por um momento quis nunca ter incentivado Alhena a voltar para Damian. Por um momento quis que ela fosse verdadeiramente sua. Para poder fala “minha Lena” sempre que a amasse novamente.

Ele gostava de Astoria, de verdade... mas nunca tinha momentos intensos assim com ela. Repetiu pra si mesmo que era somente a bebida, mas parte de si sabia a verdade...

Mas seus devaneios dissiparam-se ao escutar a voz de Alhena daquela maneira indecente e proibida. Ela gemeu mais alto, o arranhando nas costelas e ele não aguentou mais, gozando dentro dela. Os dois respiraram fundo e ele se deitou em cima dela, exausto.

—Eu te amo tanto. – murmurou pra ela

—Eu também, Damian... – murmurou ela de olhos fechados – Eu sinto tanto a sua falta...

—Draco... eu sou o Draco... – murmurou com a cabeça no pescoço dela. Ela gargalhou novamente.

—É... Draco... – murmurou ela – Meu Draco... meu...

—Não vá embora. – pediu pra ela. Ela suspirou o abraçando – Vou cuidar de você...

—Ok... – sussurrou ela.

A beijou novamente, completamente entregue ao momento. Completamente dependente dela. Alhena o beijou de novo e os dois se olharam por alguns segundos. Ela sorriu pra ele, parecendo muito bêbada e ele fez o mesmo.

—Eu te amo, Lena. – murmurou convencido de que aquilo era a maior de todas as verdades – Fica comigo...

Ela sorriu para ele e desviou o olhar.

—Eu gostaria... mas...

—O que?

—Eu prometi que estaria sempre com ele. – murmurou ela.

—Você me ama? – perguntou sentindo-se triste.

—Muito... – murmurou ela de olhos fechados – Muito, Draco... eu te amo demais...

Draco respirou fundo. A lucidez voltando, depois de alguns minutos. Não estava mais na mesa. Estava deitado no sofá. Nu. Com Alhena ao seu lado. Ela piscava meio confusa, o olhando surpresa.

—Nós... – ela murmurou ainda muito bêbada, mas num episódio de lucidez.

—Nós fizemos merda. – murmurou.

Mas logo os pavões voltaram a voar e estava tudo bem. Ela se deitou em seu peito e ele suspirou, pronto pra dormir... Não me deixe... nunca...

****

Rasalas estava sentado no sofá, com Pansy a chorar em seu ombro. Ele soltou um suspiro e a afagou na cabeça.

—Eu... eu achei que ele gostasse de mim. Mas ele não gostava. Ele só queria me usar. Só isso. Só isso! – lamentou ela – Foi horrível, Rasalas. Foi horrível.

—Eu vou acabar com a raça dele. – rosnou zangado – O que ele fez com você?

—A... a gente... – ela soluçou, completamente abalada – a gente jantou e... – ela soluçou de novo e Rasalas sentiu o sangue ferver ainda mais – e ele perguntou se... se eu podia ir pra casa dele... pra... – ela arfou e secou as bochechas com as mãos – pra ficarmos mais a vontade. Então... então eu fui e... – ela arfou de novo – e a gente ficou de papo e... e começamos a nos beijar... a gente foi pro quarto e... – ela arfou, puxando o ar e voltou a chorar – Eu estava gostando dele de verdade, Rasalas. Ele me deu esperanças, sabe? – perguntou ela.

—Eu sinto muito, Pansy. – murmurou a abraçando.

—A... a gente... tran... transou… – ela engoliu em seco, soluçando repetidamente – Eu achei que… que tinha sido... es... especial... – ele só tinha visto ela chorar daquele jeito uma vez... no dia em que ela abortara o bebê – Foi... foi... foi tão cruel o que ele fez... eu me... me senti tão.. tão suja...

—O que ele fez com você, Pansy? – perguntou Rasalas, chocado.

Pansy voltou a chorar desolada.

—Eu estou tão envergonhada.

—O que esse maldito fez?! – perguntou desesperado.

—Ele... ele filmou sem que eu visse! – disse ela e Rasalas a olhou surpreso – Eu... eu acordei sozinha na cama e... – ela engoliu em seco – E fui ver onde ele estava. Escutei outras vozes e... – ela soluçou de novo e Rasalas estava muito convencido de que mataria alguém naquela noite – Ele estava na sala, com uns amigos... Assistindo!

—O que?! – perguntou chocado.

—Eu... eu fiquei furiosa... peguei minha varinha e... – ela engoliu em seco – Mas... mas eles eram muitos... eles quebraram a minha varinha... – ela tremia toda – Eu fiquei com tanto medo... tanto medo...

—Céus, Pansy! – murmurou a abraçando. Não acreditava naquilo... – Eles... eles fizeram alguma coisa com você? – perguntou com a mão trêmula. Lembrou-se de quando Damian tinha contado o que Pierre tinha feito com sua irmã e naquele momento estava quase tão furioso quanto.

—Eu não quero falar! Não quero! Não quero... mas eles ameaçaram mostrar o video pra todo mundo... pra todo mundo se eu... se eu tentasse algo contra eles e... – ela chorou ainda mais – E eles já estavam voltando... pra Alemanha e... – ela arfou de novo – Eu me sinto tão suja, Rasalas. Tão suja... – chorou ela – Eu não entendo! Eu não sou uma pessoa ruim. Eu fui uma pessoa ruim, mas já faz muito tempo. Eu mudei. Pra melhor. Eu ajudo as pessoas, eu tento compensar o que eu já fiz de errado, mas então... então...

—Shhii... – murmurou Rasalas – Vem... vamos tomar um banho, ok?

Ela estava muito trêmula, mas concordou. Ele podia sentir o cheiro nela. O cheiro de sexo e era grotesco. Levou a amiga até o banheiro e a ajudou a se despir. Depois a colocou debaixo do chuveiro e estava para sair, quando...

—Não me deixe sozinha aqui, por favor...

Se virou e soltou um suspiro. Tirou o traje a rigor e ficou só de cuecas mesmo. Depois entrou embaixo do chuveiro e a abraçou debaixo da água quente.

—Claro, Pansy. Não vou a lugar algum... – murmurou a afagando nos cabelos. Ela chorou desolada, o abraçando, tremendo e soluçando.

—Obrigada, Rasalas. Obrigada. Obrigada.

—Está tudo bem, Pansy. – murmurou a confortando – Eu estou aqui, ok? Eu não vou ir embora. Eu prometo.

*****

Damian abriu os olhos, confuso. Sua cabeça doía, seus pulsos estavam amarrados, assim como seus pés e ainda tinha uma mordaça em sua boca. Estava deitado num chão poeirento e ele não fazia a menor ideia de como tinha parado ali. A última coisa que se lembrava era de Burton entrando na loja, com alguns companheiros.

Escutou passos e alguém o colocou sentado numa cadeira.

—Olá, Sr. Burke. – disse Burton andando até ele, estralando os dedos. Damian o olhou confuso – Nós vamos ter uma conversinha. Eu... – ele o socou com força no rosto e Damian viu várias estrelas brilharem em sua visão – Você... – levou uma joelhada na boca do estômago e achou que iria vomitar. – E a piranha da minha esposa.

Damian levantou a cabeça e o olhou assustado, antes de levar mais um puta soco no rosto.

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Daphne soltou um suspiro e mirou o relógio uma última vez. Eram quase meia noite... ele não ia vir. Secou uma lágrima solitária que descia por seu rosto e se levantou. Pagou a conta e suspirou triste. Depois sacou a varinha e aparatou pra casa. Só queria entrar em seu quarto e chorar... apenas isso.

Era o fim. Ele não a queria mais. E tinha sido um modo muito egoísta de falar aquilo. Que ele ao menos tivesse coragem de olhar em seus olhos e dizer que não queria mais viver com ela...

Era simplesmente estranho. Rasalas tinha coragem de um Grifinória para algumas coisas, mas para outras parecia um menininho assustado...

E ela não queria saber de menininhos...

Notas finais
Regra n° 30 do Bro Code - Um Bro não canta junto com a música que está tocando em uma festa, a não ser que seja: "Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme". Regra n° 31 do Bro Code - Todo Bro deve saber cantar "Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme". E deve cantar caso ela comece a ser tocada. Isso é extremamente importante. E finalmente Draco e Alhena caem na tentação hehehehehe O que será da vida deles daqui pra frente? =P O que acharam da música? Sinceramente, eu sempre imaginei que ela fosse mais engraçada, mas... Pra quem não sabe, "Eu Posso Ser Um Minúsculo Limpador De Chaminés, Mas Eu Tenho Uma Vassoura Enorme" é invenção da Cassandra Clare, de quando ela escrevia Fanfics. Ela cita essa música em Draco Sinister (que é minha fic favorita da VIDA) Bem... é isso ai, comentem, ok? Beijos!!! Quero ver muitos comentários expressando amor, ódio, censura, elogios e tudo o mais, sobre tudo o que teve nesse capítulo ahsuhasuahu xD