Learning to love

6 Capítulo 6- The game turned


Notas iniciais
Oi gente :) Espero que gostem do capitulo. A fic está tendo pouco comentários, não sei se vocês estão realmente gostando. Por favor gente, comentem. Obrigada a quem comentou e obrigada a "sunshine" e "Melissa Freitas" que favoritaram ♥ Aproveitem o capitulo!

Austin estava sentado na beira da sua cama, já havia tirado paletó, vestia apenas uma bermuda preta e camiseta branca com gola V. Esperava ansioso que Piper aparecesse em seu quarto. Não via a hora que expulsa-la de sua vida.

Hoje Ally havia ido a faculdade. Hoje, pela primeira vez, usou os serviços do seu motorista e também segurança. Não insistiu para que ela tivesse repouso, queria sua namorada longe da Piper, o dia dele havia sido uma verdadeira merda, não havia se concentrado no trabalho, tinha medo de Piper contasse algo a Ally.

Quando a maçaneta da sua porta girou, fez questão de levantar. Apertou o envelope em sua mão, mas jogou na cama assim que ela entrou com um sorrisinho sínico que quis arrancar no tapa, mas agradeceu por receber uma ótima educação que recebeu da sua mãe. "Em uma mulher não se bate nem com uma flor" ela vivia dizendo, e sabia que ela estava certa.

Piper tirou o jaleco que vestia e revelou sua nudez. Austin observou com atenção, ela era uma mulher incrível, se fosse a uma semana atrás, não faria a mínima questão de joga-la na cama e fazer sexo com ela até estar farto.

A loira se aproximou e ele vacilou dando um passo para trás, saber de tudo o que ela sabia o apavorava, mas agora ele quem estava no comando.

-Vamos brincar?

—Vamos?- questionou abrindo um sorriso sexy.

—Bastante. Tenho que confessar que não parei de pensar em você e seus dedos super habilidosos. Acho que quero saber se sua língua tem o mesmo encanto.- tentou soar maliciosa, mas Austin não ouvia nada, sua raiva era enorme.

Foi dando passos pesados em direção a loira que se assustou e foi indo para trás até encontrar a parede bege do quarto dele. Levou a mão até o pescoço dela e apertou o suficiente para causa um belo susto.

—Vai me bater? Acho que quero muito isso.- ela esticou a mão e tocou o membro dele- sempre quis ser uma sub e adoraria te ter como um dom.

—Não, você nunca será minha sub, eu nem sou a porra de um dom. Eu quero que você pegue a droga da sua roupa e de o fora da minha casa.- ele apertou mais ela tossiu.

—Você está louco?! Me solte!- pediu desesperada tossido.- Eu vou... Contar....

—Não vai, saber por que?- ele a soltou e se aproximou, ficou tão próximo que sentia a respiração descompensada dela em seu rosto.- Eu sei de tudo. Que feio Piper dando para o seu chefe.

—Não sei do que está falando.- disse fechando os olhos e apertando.

—Abre os olhos sua vadia, olhe para mim. Sou sua derrota. Me olhe!- exigiu e ela obedeceu.- Os dedos dele são tão gostosos quando os meus?- ele tocou a virilha dela, a fazendo estremecer.- Ah eu acho que sim, foi incrível o modo como revirou os olhos enquanto ele te fodia com os dedos.

—Me solta.- ela levou as mãos aos peitos dele e o empurrou- Seu filho da puta, como descobriu isso?

—Você mesmo disse; eu sou poderoso Piper. Você brincou comigo, quis me tirar dinheiro e a Ally. — ele pegou o envelope e jogou, acabou caindo de derrubando o que tinha no envelope: fotos e um DVD.- Ai está, vocês são bem distraído, mas eu os entendo, parecia está gostoso.- ele deu o sorriso sínico.- Acho que o diretor do hospital iria odiar ver esse DVD. Sugiro que fique calada.

—Eu fico.- respondeu seca.

—Ótimo, me peça desculpa de joelho.- ele se aproximou- Ah e me chame de senhor- ela o encarou, agora ela desejava de a SuperGirl, aquilo soava irónico demais.- Anda, estou esperando.

—Achei que não fosse um dom.

—Porra, não vou dizer de novo. Eu estou no poder agora, caralho. Faça o que estou mandando.

Derrotada Piper se ajoelhou, nua e humilhada. Abaixou a cabeça e falou quase como um sussurro:

—Me perdoe por chantageá-lo, senhor.

—Não ouvir, fale mais alto.

—Me perdoe por chantageá-lo, senhor.- repetiu mais alto.

Austin deixou uma gargalhada escapar pela garganta, ele havia adorado fazer aquilo. Foi melhor ainda o que veio depois: Piper recolhendo todo o lixo com lagrimas nos olhos e nua. Ela estava pagando pelo que havia feito, ninguém brincava com Austin.

—Você está demitida, suma da minha casa. Mas não diga a Ally que a demitir. Diga que precisa cuidar de outra pessoa em um estado pior. — Piper assentiu e foi até a porta- Piper, não volte aqui ou destruo sua carreira com um estalar de dedos.

(…)

Era tarde quando o motorista estacionou na garagem da casa de Austin. Ally viu que ele a esperava na porta de casa. Seu dia havia sido tranquilo, mas sua noite foi horrível, não achou que voltar para a faculdade seria tão cansativo enquanto estava de muletas.

A porta do seu lado se abriu, se assustou por se perder em devaneios e não ter visto Austin se aproxima. Ele sorriu largo e terno. Ela retribuiu com um sorriso ainda mais largo, se aproximou dele e tomou os lábios dele com os seus.

Segurando a cintura dela a apertou mais contra si, agora não tinha nenhum peso em suas costas, ele havia se livrado de Piper. Já ela não ligaria de ter dias ou noites horríveis, só desejava ver aquele lindo sorriso do loiro no fim do dia.

Encerraram o beijo com selinhos e sorrisos tímidos. Abraçou seu loiro apertado e beijou seu pescoço, sentido o loiro ficar arrepiado. Sorriu vitoriosa.

—Como foi seu dia?- perguntou ela.

—Péssimo como sempre.- reclamou.- e o seu?

—Tranquilo. Me ajuda a descer?

Ele assentiu e a pegou no colo. Começou a andar em direção a casa e a morena sorriu.

—Piper foi embora.- disse Austin.

— Ela me ligou chorando, disse que precisava ir embora, mas havia adorado trabalhar para nós.

—Foi uma ótima ajudante.

—Sabe, Glória e Clary dão conta de me ajudar, não precisa contratar outra.

—Tudo bem- concordou- Como foi na faculdade?- perguntou assim que entrou em casa.

—Foi legal, o diretor mandou os professores passarem trabalhos ja que estamos no fim do ultimo período. Tenho apenas que voltar fazer a ultima aula de piano e duas semanas.

—Legal da parte de diretor.

—Não é!?- disse sorrindo.- Hum… estou com fome.

—Então vamos alimentar vocês, já que hoje você resolveu por tudo para fora de novo hoje pela manhã.

—Não é culpa minha.

—É sim, trate de não por tudo para fora, quero meu garotão saudável.

—Como tem tanta certeza?- perguntou enquanto levantava com a ajuda das muletas que o motorista havia levado para a sala.

—De que?- perguntou Austin indo em direção a cozinha junto com Ally.

—De que é um menino.

—Ah intuição de pai.

—Eu sinto que é uma menina.

doida? Você é linda demais e não querendo me gabar sou um gato, não quero uma menina ela seria linda demais.

—E qual o problema?

—Os meninos iriam cair matando.

—Não seja ridículo, também não quero meu menino com qualquer uma.

—Você tem razão.

—É, eu sempre tenho.

Eles se sentaram a mesa de jantar. O jantar era sopa com torradas. Depois tomaram uma xícara de chá conversando mais um pouco na sala.

(…)

Austin saiu do banheiro secando o cabelo e encontrou Ally deitada em sua cama olhando para o tempo. A camisola levantava revelando sua barriga lisa, não via a hora de ver sua barriga crescer.

olhando o que?- perguntou Ally sorrindo.

—Você, quero ver sua barriga crescer.

—E vai ver.

Se ela descobrisse a verdade provavelmente ele não iria ver.

—Sei.- foi tudo o que ele disse.

Foi para frente dela e começou a massagear seu pé bom.

—Nossa acho que você quem precisa de uma massagem dessa.- disse a morena sorrindo.

—Tudo bem, quando você melhorar vou cobrar todas as massagens possíveis.

Ally sorriu. Austin beijou o pé dela e foi subindo devagar até chegar na sua coxa, onde passou um tempo beijando e passando a língua. Ele ja estava duro e pronto para ela em apenas tocá-la. Ela estava molhada e se controlava para não implorar pelo corpo dele.

Ele voltou a subir os beijos. Tocou a intimidade dela com os lábios, mesmos por cima de todos aqueles tecidos, Ally não deixou de gemer. Sua intimidade formigava e ansiava por Austin.

Quando chegou na barriga Austin beijou e alisou. Ally sentiu os olhos marejarem, gostava da ideia dele gosta tanto do seu filho.

Subiu mais um pouco até chegar ao seios dela. Não beijou, ele tocou com a mão apalpou e alisou. Por fim ele não resistiu e puxou um pouco a camisola dela até deixar seu mamilo amostra e o abocanhou. O gosto da sua pele era melhor do que sua boca, ela era doce e viciante.

-Amor… — gemeu Ally enquanto agarrava os fios loiros dele o fazendo gemer.

Subiu pelo pescoço até chegar a boca dela. Beijou sua boca com urgência, invadiu sua boca com a língua e brincou com a dela. Com um pouco de dificuldade Ally abriu as pernas para que ele se acomodasse entre elas. Ele entendeu o recado e ficou entre as penas dela. A ereção dele tocou a parte que formigava e a morena arfou.

Austin levou a mão até o mamilo dela e brincou com o bico. Pressionou mais sua ereção e deixou escapar gemido rouco. Ally mordeu o lábio inferior dele e voltou a beija-lo.

Estava tudo intenso demais, eles estavam adorando. Ally estava machucada, mas não havia sido impedida de fazer sexo. Ela levou a mão até a barra da camisa dele e parou de beija-lo apenas para arrancar sua camiseta.

—Ah Ally…- gemeu quando a língua dela explorou seu pescoço.

Ela levou as mãos até os braços dele. Ele não era extremamente forte, mas era bem distribuído e bem dividido, com gominhos na barriga e tudo. Ally adorou explorar cada parte daquele abdômen e também os braços, mas ela queria mais.

Ele também queria, mas o fato de ela esta com a perna quebrada e toda a mentira foi como um balde de água gelada. Estava odiando mentir para ela, mas agora não voltaria atrás estava envolvido demais.

—Ally- disse se afastando.- Não quero assim gata.

—Por que? É por que estou grávida?- perguntou confusa.

—Não é isso minha linda. Quero te conquistar primeiro e também quero que você melhore. Quero que você me ame quando a gente for fazer sexo, ou melhor amor.

-Nós fizemos amor- ela pegou a mão dele e guiou até a barrigada dela- aqui está a prova.

—Por mais que eu ame essa prova, quero que você me ame quando fizemos novamente- ou melhor, pela primeira vez.

—Arg… tudo bem. Mas podemos brincar, sabe… eu estou grávida. Grávidas são taradas, os hormônios... – ela ficou vermelha ao revelar seu desejo.

—É mesmo?- perguntou com a voz sexy se aproximando dela e lambeu os lábios dela.- sabia que tenho dedos bastante habilidosos?-ela negou, fechando os olhos e esperando as carícias. Ele desceu a mão até a intimidade dela, que voltou a formigar, agora por dentro da calcinha.-Vou te dar uma provinha então.