Learning to love

7 Capítulo 7 - Doubt


Notas iniciais
Oi gente voltei :D Tudo bem com você? :) Obrigada a "rauraAeA" que favoritou ♥ e a quem entendeu meu lado e comentou o capítulo passado amei os comentários. Aproveitem o capitulo.

Era sexta-feira a tarde, Ally estava um poço de irritação. Não aguentava mais fazer trabalhos. Austin havia feito uma pequena compra desnecessária para ela. Havia comprado um Macbook e um Iphone 6s. Ela sabia que ele era podre de rico, mas não queria ele gastando seu dinheiro com ela e ainda mais com coisas que ela já tinha. Bem, ela não tinha um Macbook, mas tinha um Notebook da Hp ótimo. E o celular ela pretendia compra outro logo.

Em uma pausa para comer resolveu olhar seu facebook que a tempos não entrava. Viu fotos de Brooke e Dallas dando a notícia do filho, ela curtiu. Viu fotos de Trish e sua viagem, ela curtiu. De repente o a aba do chat aparece.

O que aconteceu com você? Quem te deu o direito de sumir desse jeito? :@”

Trish estava irritada. Ally havia sumido a uma semana e não lhe falou nada do por que não havia ido ao encontro.

Ally leu e releu a mensagem no chat, não tinha a mínima ideia de como contaria do acidente ou do bebê, até mesmo de Austin que ela tinha certeza que a amiga não sabia. Se sentiu uma idiota por esconder Austin de todos, até deixar a amiga marca um encontro achando que ela fosse solteira.

“Por que não foi encontrar meu amigo?”

“Dá para responder?”

Ally respira fundo e digita a tão esperada mensagem.

“Oi Trish. Desculpa sumir, não trago boas noticias. Sofri um acidente em frente ao restaurante que iria encontrar seu amigo."

Ela enviou a mensagem um pouco receosa, aquilo parecia uma mentira ridícula. Ela voltou a ver outras coisas em seu facebook até que o Chat sobre novamente.

"E por que você não me disse nada? Estou preocupada, como foi isso?

"Um motoqueiro me atropelou em cheio, quebrei uma perna e tive alguns arranhões. Amiga preciso te contar uma coisa, na verdade duas. Está preparada?"

Pronto. Havia chegado a hora, minha amiga iria morrer de raiva e desgosto.

"Conta"

"Eu estou grávida"

"OMG grávida? Como? Quando? Você é solteira! Puta merda, você vai ser mãe solteira"

"Não, ai é que entra Austin, eu supostamente tenho um namorado a dois anos."

"o.O Supostamente?"

"Sim, no acidente eu esqueci dele, apenas dele. Nós já namoramos a dois anos, eu sou idiota demais, escondi ele de todos por dois anos por ele ser 7 anos mais velho."

"Eu não acredito. Ally, isso é ridículo, somos melhores amigas você não iria me esconder um namorado por dois anos. Vou voltar para New York e dá um tapas nesse mentiroso."

"Não acho amiga, ele parece me amar a muito tempo. Não tirando o fato que ele é um fofo. Eu estou gostado dele. Tenho certeza que ele não está mentindo para mim."

"Eu não teria tanta certeza. Napróxima sexta estou em casa, quero conhecer esse mentiroso.''

"Tudo bem, tenho que ir mesmo, hoje é a minha primeira consulta ao obstetra."

"Estou muito feliz por você amiga. OMG eu vou ver titia. Beijão ♥"

"Beijão, titia do ano"

Não trocaram mais mensagens. Ao olhar no relógio, Ally viu que ainda faltava uma hora para Austin ir busca-lá, para irem ver o bebê. Ela estava nervosa, nunca pensou ter um bebê, ainda mais de um homem que a ama com intensidade. Ela achava errado não lembrar do passado que teve com o pai do seu bebê. Queria muito lembrar dos seus momentos maravilhosos.

Ela resolveu levantar e ir para a sala. Ao chegar no seu destino jogou as muletas de lado, se jogando no sofá logo em seguida. Com os fones conectados com celular, ligou qualquer musica para ouvir. Voltou a mexer em suas redes sociais.

De repente lembrou de Austin e da noite passada, foi incrível o modo como ele a deixou satisfeita e não pediu nada em troca. A cada toque se via mais louca e viciada, queria aquela brincadeira gostosa a todo momento.

Nunca pensou que namoraria um homem tão poderoso. Pegou seu celular e acessou o Google, na guia de pesquisa digitou Austin Moon e esperou carregar. Não demorou muito até que apareceu três fotos dele, uma ao lado da outra. Em uma ele sorria enquanto mexia no celular, ela estava encostada na parede do Starbuck, isso foi a no ultimo fim de semana quando ela decidiu que não suportava mais ficar em casa, pelo que via agora todos já sabem do namoro dos dois, ou amo menos já desconfiavam. Na segunda ele estava com um paletó, mãos enfiada nos bolsos, e não sorria. A ultima tinha uma morena agarrada em seu pescoço, o sorriso dela era largo e ele dava um sorriso simples. Clicou na foto e logo abriu a descrição:

Kira Star...

Não consegue terminar de ver o titulo da matéria,pois a musica parou e logo viu Austin na tela, ele estava ligado. Não demorou a atender.

—Estou chegando.

—Mas a consulta não é agora.

—Está um transito terrível, acredite quando digo que deveremos sair agora.

—Tudo bem, estou saindo de casa. Sorte sua que já estou pronta.

—Imaginei. Venha logo gostosa.

Deligou e clicou no botão de inicio, veria sobre essa tal que Kira depois, fechou todas as abas. Pegou sua bolsa e saiu.

(...)

—Estão prontos?- perguntou a enfermeira.

—Sim.- respondeu Ally sorrindo.

—Talvez, eu estou nervoso.- Austin sorriu nervoso e apertou a mão da morena.

—Normal. O doutor já vem.- A enfermeira sorriu.

—Tudo bem.- respondeu Austin e olhou quando a enfermeira saiu pela porta branca.

-Austin?- chamou Ally e ele olhou para ela.- Quem é Kira?

Austin arregalou os olhos. E se perguntou quem havia contado aquilo para ela. Torceu que não tivesse sido Clary, odiaria demiti-la. Buscava uma explicação, ele teria que dizer a verdade, claro que teria.

—Uma ex, como soube dela?

—Ah, pesquisei sobre você, achei uma foto de vocês abraçados.- respondeu corada por sentir ciúmes dele, achava aquilo ridículo. Para ela aquilo já era passado a dois anos.

Austin beijou seus lábios de leve e depois olhou para ela.

—Por que andou pesquisando sobre mim?- tinha medo da voz dele, mas acabou passando totalmente despercebido por Ally.

—Eu queria lembrar de você.

—Tudo bem, eu te conto sobre o que quiser, mas não fique fazendo mais pesquisas sobre mim, ok?

Ally concordou um pouco tensa, desde que acordara a duas semanas e meia Austin não falou com ela de modo tão estranho como agora.

—Boa tarde.- O doutor entrou na sala sorrindo largo olhando para sua prancheta, quando olhou para Ally franziu a testa.- Oh o que houve com sua perna?

—Quebrei, acidente horrível.

—Sinto muito. Bom, vamos ver esse bebê?

—Por favor, estou louco para ver o meu meninão.- disse Austin sorrindo.

—Tem certeza que é um meninão?- perguntou o doutor

—Como o seu é azul.

Acabou que todos deram uma gargalhada. Austin se sentia tão pai daquele bebê como Ally a mãe, por um momento ele desejou ser pai daquele bebê.

-Pode levantar a camisa?- perguntou o doutor.

Ally levantou e ele colocou o gel na barriga dela, que tremeu um pouco por ser gelado. Espalhou o gel com a ajuda do aparelho de ultrassonografia, logo a tela do monitor de acendeu e lá apareceu um borrão. A sala é invadida por um som de batidas de coração rápidas.

Austin levanta em um pulo, não aguentava ficar sentado, era emoção demais.

—É o coração?- perguntou Ally com lagrimas nos olhos.

—Sim- respondeu o doutor sorrindo.

Austin deixou uma lagrima escorregar, o coração do seu bebê batia tão lindamente rápido. Ele tinha quase certeza que o dele estava igual. Segurou a mão de Ally e apertou, olhou para ela e percebeu que estava apaixonado demais por ela por aquele bebê. Tinha uma família novamente.

-Ali, estão vendo aquele pontinho. É o bebê de vocês.

—É um borrão- disse Austin fazendo piada enquanto sorria e chorava ao mesmo tempo.

—O borrão mais lindo que já vi na vida.

(...)

Depois de assistir um filme de comédia romântica a pedido da Ally, ele se recolhem para o quarto. Austin deita e puxa Ally para seu braço e beija a testa dela.

—Hoje eu falei com minha amiga.

—Quem amiga?

—Trish, ela fez uma viagem, mas já vai voltar, chaga sexta.- Ela olhou para Austin- Parece que também te escondi dela. Estou cansada de descobrir a cada dia que fui uma cretina com você.

Austin estava odiando o fato que ele era o mentiroso na história sentia um calafrio sempre que ela se xingava. Não queria nem pensar no dia que ela descobrisse, ele sabia bem que aquela mentira não iria durar para sempre e ela pesquisar a vida dele era a confirmação.

Beijou os lábios dela quando terminou de falar. Sua língua pediu passagem e ela cedeu da maneira mais deliciosa possível. Puxou o lábio inferior e chupou com força fazendo a conhecida dormência entre as pernas voltarem com força total.

—Amor, por favor.- implorou Ally, pegando seu membro ereto com firmeza.

—Ahh... Ally, por favor, não faz isso.

—Eu já estou apaixonada por você.- sussurrou agora o puxando e deixando ele entre suas pernas.

—Você quer tanto assim?

—A mais absoluta certeza. Não me lembro que querer uma pessoa assim antes na vida.

Ele pressionou a ereção na intimidade dela, que levantou o quadril e rebolou automaticamente.

—Eu amo você.- Austin disse beijando o seio dela por cima do fino tecido da camisola.

—Prove.