Learning to love

15 Capítulo 15- All new


Notas iniciais
Oi Gente, eu sei que demorei um seculo para postar,me perdoem. Não vou enrolar muito nas notas, mas peço que leiam com carinho e não tenham sentimentos ruim sobre minha pessoa KKKK

Ally estava deitada na cama de Richard, enquanto ele tomava banho para levar ela para jantar. Fazia apenas uma semanas que eles haviam reatado, mas ela ainda não se sentia bem com ele.

Ela leva a mão a barriga e alisa. O bebê sempre mexia, mas não com a mesma frequência de antes e isso a apavorava, Richard nunca havia sentindo o filho mexer.

No bolso seu short sentiu algo vibrar, era seu celular que estava no modo silencioso. Olhou furiosa para o celular, aquela mesmo número já havia ligado cinco vezes naquele mesmo dia, mas nunca ouvia nada quando atendia.

—Alô?- disse gritando de tanta irritação.- Escuta aqui seu engraç...

—Oi Ally.- disse Austin do outro lado da linha.

Ally sentiu o coração estremecer e suas mãos suarem. Não sabia bem qual seria sua reação ao falar com ele novamente, não estava pronta.

—Austin?

—Sim.- respondeu cansado. Ally o ouviu fungar.

Ele estava de fato chorando, sentado em sua poltrona bege do seu quarto, enquanto ligava para a morena pela sexta vez.

-Por que está me ligando?- Ally tentou soar irritada, mas acabou vacilando.

—Eu não sei, eu... estou... sofrendo. Está doendo muito, eu preciso muito de você.- Então ele desabou e Ally sentiu o coração ficar pequeno.

—Austin...

—Por favor, amor. Livre-me dessa dor insuportável. Eu não fiz nada do que Penélope falou, isso tudo foi...

—Eu vou me casar.- falou rápido, como um disparo de arma de fogo, um tiro a queima roupa que acertou diretamente no Austin.

—Com o pai do seu filho?!- era para ser uma pergunta, mas saiu mais como afirmação.

—Com o pai do meu filho!- confirmou Ally sentindo as lágrimas invadirem seus olhos e lutou contra elas, não queria passar seu sofrimento para o loiro.

—Mas você me ama, Ally. E-e eu te amo.

—Mas eu vou segui em frente, vou casar com o Richard. Aconselho você a fazer o mesmo. Tchau Austin.

—Ally espera...- Mas foi em vão. A ligação já havia sido finalizada.- Merda!- rosnou.

Uma batida fraca ecoou em sua porta e ele mandou entrar. Era Clary com seu jantar. Ela sorria enquanto o servia, e ele sabia bem porque.

-Vai querer algo mais?- perguntou.

Austin não respondeu, apenas continuou olhando para a ruiva. Será que seria uma ruiva a lhe trazer a felicidade novamente? Ele ainda duvidava, pois uma ruiva havia feito uma desgraça em sua vida.

Encarando a ruiva ele levantou e se aproximou. Ela o olhava confusa, seu sorriso estava desmanchando. Tinha medo que ele perdesse o controle, ela não o queria assim.

Parou na frente dela, passou a mão em seu cabelo levando para trás da orelha novamente.

—V-você que sair?- perguntou olhando no fundo dos olhos azuis da ruiva.

—Acho que sim, quando?

—Agora, sair e jantar.

—Mas eu já preparei o jantar.- falou confusa.

—Eu sei, dê a Glória.- ele deu um mínimo sorriso.

—Tudo bem então.- disse a ruiva voltando a sorri largo.

—Vai se trocar, saímos em meia hora.

Ela o beijou na bochecha e saiu do quarto saltitando.

(...)

Ally passou a mão no vestido e depois segurou a mão do Richard, ainda não estava acostumada, mas fazia um grande esforço.

—A noite está linda, não é?- perguntou enquanto olhava a vista do central park.

—Está. Olha, você está vendo aquele menininho.- disse com brilho nos olhos. Ela falava de um garotinho, não aparentava der mais de um ano no braço do pai.

-Sim- ele a puxou até um banco.- Não vejo a hora de ver nosso bebê.

—Também não vejo a hora. Sabe o que sua mãe me lembrou?- ele negou e Ally por impulso sorriu e beijou seus lábios de leve.- Não demos um nome ainda.

—Isso.- disse sorrindo e puxou Ally a abraçou.- Já tem algum em mente?

—Não sei.

—Ahh... Então que tal Richard Jr.?

Ally gargalhou.

—Não seja ridículo, mas eu gosto da ideia de se chamar Junior. Que tal Toby Junior?

—Péssimo. Nem Toby, muito menos Junior. Acho que Sebastian.

—De jeito nenhum. Acho Natam bonito, poderíamos chama-lo de Nate.

—Ou poderíamos deixa-lo nascer para escolher um nome, que tal?

Nesse momento Ally sentiu o bebê mexer e pulou sorrindo.

—Ele mexeu.

—Mexeu?- disse Richard sorrindo.

—Sim.- ela pegou a mão dele e levou até o local.- Aqui. Sentiu?

—Claro, eu... Amor, isso é...

—Maravilhoso?- disse Ally sorrindo.

—Perfeito.- completou.

Ele abaixou e beijou a barriga da morena sentindo mais uns chutinhos do bebê. Ally abriu um enorme sorriso, estava feliz por Richard enfim está vivendo a felicidade de senti-lo.

Não tão longe dali Austin os observava, com Clary ao seu lado apertando sua mão tão forte que as dobras dos seus dedos estavam brancas.

—Vamos embora?- pediu a ruiva.

—Ela seguiu em frente.- disse transtornado.

—Anda vem.

Ela o puxou com dificuldade, queria afastar ele daquilo. Agora que havia acontecido esse novo sentimento pelo patrão, não o queria ver tão machucado.

Quando já estavam longe, Austin sentou na grama e Clary o acompanhou.

—Ela seguiu em frente.

—Ei, escuta, ela te ama.

—Mas não demorou nada para segui em frente. Isso não é amor.- disse irritado deitando a cabeça nos braços que estavam escorados nas pernas dobradas.

— Ela está confusa.

—Parecia.- ironizou.- Vamos embora.- falou quando sentiu os primeiro sinais de chuva.

Eles levantaram e andaram em direção a saída onde passaram pelo banco onde Richard e Ally estavam a pouco tempo.

-Ainda bem que o carro não está muito longe.

—Pois é, ainda bem.

A chuva começou a engrossar, então eles começaram a correr. Quando chegaram próximo ao carro já estavam ensopados.

Quando de fato chegaram ao carro, Clary tropeçou Austin acabou por segurá-la. Não se deu conta que estava tão perto da ruiva, até o momento em que se pegou olhando novamente para os olhos de dela.

Eles estavam próximo, tão próximos que sentiam as respirações geladas de ambos e seus peitos se tocavam por estarem ofegantes.

Então aconteceu, eles se beijaram. Seus lábios se tocavam com tanto cuidado que Clary duvidava que aquilo estava mesmo acontecendo. Em seu peito o coração estremecia, sentia a paixão arder em seu copo.

Tirando a paixão, Austin não estava se sentido diferente, nunca imaginou que aceitaria um beijo como aquele tão de bom grado. Ele a apertou mais e aprofundou o beijo pedindo passagem para sua língua e logo recebeu a aprovação.

A ruivinha ficou na ponta dos pés para ficar mais próximo a ele. E ali estavam ambos na chuva desfrutando do beijo perfeito.

(...)

Austin acordou e logo sentiu o corpo de Clary colado ao seu. Sorriu ao lembrar da noite passada. Ela havia feito amor com ele, havia passado naquele momento tudo o que ela sentia mesmo sabendo que o sentimento não fosse recíproco

Ele passou a mão do cabelo dela, tirando a franja do caminho e beijou sua testa com carinho. A ruiva se remexeu e logo abriu os olhos.

—Bom dia- sussurrou Austin.

—Não era um sonho então!?- disse o apertando.- Bom dia.

Ele segurou sem seu queixo e fez ela o olhar. Se aproximou para beijar os lábios dela, mas Clary virou o rosto.

—Austin, acabamos de acordar.- disse envergonhada.

—Ahh... deixei de besteira, me deixe beijar você.

Ele a deitou de bruços e foi para cima dela, ficando entre as pernas delas. As mãos dele foram até a barriga dela, que se contorceu antes mesmo de Austin fazer as cócegas.

—Por favor, não.- disse gargalhando.

—Mas eu nem fiz.- falou achando tudo aquilo engraçado.

—Mas vai fazer.

Ele pressionou a barriga apenas um pouco fazendo Clary soltar um gritinho.

—Me deixe te beijar.

—Loirinho, acabamos de acordar.

—Não tenho problema com isso.

Ele se aproximou e beijou sua boca. Ela relutou no começo, mas acabou cedendo. Austin pressionou seu quadril no dela.

—Acho que alguém acordou também.

—É e ele precisa de você, agora!

Notas finais
Então...?