Learning to love
14 Capítulo 14- New stories
Notas iniciais
Richard abaixou a cabeça, seu cansaço era evidente, mas não é por trabalhar demais e sim pela situação. A noite passada ele havia dormido no apartamento da Penélope. Mas agora era obrigado a estar na casa da Ally.
Passou a mão no cabelo e tocou a campainha. Ally atendeu e franziu a testa.
—O que está fazendo aqui?
Ele a observou bem, Ally tinha os cabelos presos em um coque desarrumado demais, parecia pálida, olhos fundos pelas olheiras e parecia mais magra, com exceção da barriga de cinco meses e meio.
—Ally, você está bem?
—Gribada.- respondeu falando engraçado pelo nariz entupido.
—Posso entrar?- perguntou
—O que bocê quer?- perguntou se segurando na porta. Ela não queria conversar com Richard, não queria conversar com ninguém.
—Quero saber como você e meu bebê estão.
Ela concordou e deu passagem para ele entrar. Para ela, ele estava certo. Não queria seu bebê sem pai, mesmo que fosse o Richard.
Ele sentou no sofá, ela o acompanhou e se enrolou no edredom. -Você precisa comer.
—Não tenho fome.
—Mas meu bebê sim, eu vou pedir comida. -Ele pegou o celular, mas viu Ally limpando as lágrimas.- Ei o que aconteceu?- ele puxou ela e sentiu a temperatura da morena.- Ally, você está ardendo em febre.
—Ele não mexe a dois dias e meio Richard. Tenho medo que ele tenha... tenha.. – a palavra ficou presa, era difícil pensa no pior, falar então, era terrível.
—É normal ele não mexer por tanto tempo?
—Eu... Eu não sei, ele mexia toda noite sempre quando o Austin...
—Não precisa falar eu já entendi. Vamos no médico, você está ardendo em febre.
—Eu não posso tomar comprimido, vou tomar um banho e a febre passa.
—Não, estou pouco me fodendo para você, mas meu filho não meche a quase três então sim vamos ao médico. Você me entendeu?- disse desesperado.
Ally o olhou espantada, nunca imaginou ver Richard tão preocupado. Deu um pequeno sorriso e concordou.
—Tudo bem, vou só me trocar.
(...)
Era quarta-feira o escritório estava a mercê dos empregados, estava cheio de documentos para ler e assinar em seu escritório em casa, mas não ligava.
Depois da Ally ir embora com ódio dele, ele voltou para a sua sala e bateu na Penélope, quebrou o nariz dela com um único soco. A polícia foi acionada e ele preso, passou três noites na cadeia e não se arrependia. Pagou uma bolada para Penélope e ainda teria que pagar mais.
Ele estava sentado olhando para o filé de salmão a sua frente e lembrava daquele prato, comeu aquilo antes de saber o sexo do seu filho, ou do filho do Richard.
Pegou o copo de uísque puro e tomou mais um gole, ele estava sendo sustentado pelo álcool.
—Clary.- gritou chamando sua cozinheira.
—Sim?- disse entrando na sala de jantar.
—Quem mandou você fazer essa droga?
—Não entendi.
—O salmão sua anta, eu mandei você fazer?
—Senhor Moon, o senhor não me pediu nada.
Ele levantou e se aproximou dela, estava sendo dominado pelo álcool.
—Eu preciso de uma mulher.- ele pegou o pulso dela e a puxou.- Eu quero você.
—Senhor Moon, por favor. Eu tenho um namorado.
Mas Austin não deu ouvido, enfiou o rosto no pescoço da ruiva e beijou, chupando logo depois.
—Senhor Moon.- Ela tentou sair, mas sua voz saiu como um gemido rouco.
Austin sorriu, ele sabia o poder que tinha sobre as mulheres, sabia que teria a que quisesse. Com Clary não seria diferente, nunca olhou para o loiro com segundas intenções, mas agora ela faria o que ele lhe pedisse.
Ele abriu sua roupa de chefe de cozinha revelando seus pequenos, mas excitantes, seios. Ele sugou com vontade e deixou outra marca de chupão ali também.
—Huum... Delícia.- resmungou quando sentiu Clary se remexer em seus braços.
Ele a puxou pela cintura e a beijou, puxando seus cabelos. Com apenas uma mão ele puxou a legging dela para baixo e a calcinha foi junto. Ele colocou o dedo em sua intimidade e a sentiu molhada, acabou gemendo enquanto a beijava. Ele afastou um pouco e liberou seu membro do short de corrida. Sem demora e sem carinho ele a penetrou com apenas uma estocada. Clary gritou de dor e susto, mas que logo foram preenchidos por um prazer absoluto.
—Isso Clary, grita enquanto eu te- ele estoca mais forte e ela grita novamente.- fo...
Ele não completou, um pigarro o impediu. Virou e viu Glória parada, ela olhava para eles com nojo e horrorizada.
—O que quer Glória?- perguntou soltando Clary que rapidamente pôs a roupa. Ela estava morrendo de vergonha e lágrimas encheram seus olhos.
—Tem uma moça, na verdade uma senhora esperando o senhor na sala.
—Você conhece?- perguntou pegando seu copo com uísque puro.
—Não, mas ela disse que é a mãe da senhorita Ally.
—Mas o que essa mulher está fazendo aqui?- ele obteve o silêncio absoluto.- Eu vou atendê-la.
Ele caminhou descalço, e vestindo apenas a bermuda. Quando chegou na sala encontrou Penny olhando para a decoração, ela vestia uma vestido preto justo, um salto bege e varias joias douradas.
—Penny? O que veio fazer aqui?
—Ah oi Austin.- disse meio assustada- Eu vim ver como você está.
—Puff conta outra.- disse debochado. Ele terminou seu uísque em um gole, já estava bêbado. Era um péssimo momento para Penny está lá.- Fala a verdade Penny.
—Eu realmente vim ver como estava, Ally terminou com você e parece não está sentindo nada, está tão tranquila que nem parece que terminou um relacionamento.
—Então foi para isso que veio? Esfregar a felicidade da sua filha? Ally não está feliz, você é uma velha fodida e mentirosa.
—Eu juro, até tentei fazer ela mudar de ideia e voltar para cá. Richard vai visitar ela com frequência, já que ele é o pai. – ela se aproximou e tocou os ombros do loiro – Você precisa seguir em frente.
—É?- ele se aproximou de Penny e beijou seu pescoço.- O que você realmente que aqui Penny?- ele agarrou a cintura dela e beijou o outro lado do pescoço.
—Você.- sussurrou quase como um gemido.
—Por que?
—Eu quero tudo o que é dela.
Austin teve a resposta que precisava e largou Penny com força no sofá. Não ligava de receber outro processo por bater em outra mulher. O que sua mãe lhe ensinou agora não valia mais de nada.
—Você está louco? – reclamou Penny sentindo a coluna doer.
—Suma da minha frente Penny. Eu juro que não estou brincando, eu te dou uma surra.
—Você não pode me tratar assim.
—Como não? Você vem aqui para dar em cima do ex da sua própria filha por inveja. Você é doente. Sua velha nojenta.
—Olha como fala comigo.- falou ofendida.
—Falo como eu quiser. Não sou como o Richard, não tenho estômago para trepar com você. Some da minha casa.
—Você...
—Caralho Penny vai embora.- gritou e Glória apareceu na sala.- Glória leve essa velha asquerosa para longe da minha propriedade. Se ela não for por vontade própria chame os seguranças.
(...)
Richard abriu a porta da sua casa e Ally entrou. Era estranho para ela está naquela casa novamente. Quando chegou na sala encontrou Rebeca, mãe do Richard.
—Ally?- disse a morena de olhos azuis intensos.
—Oi dona Rebeca.
—Ally queria como está, olha só essa barriguinha adorável.- ela se aproximou e tocou a barriga da Ally.- Mas o que você está fazendo aqui?
—Mãe, acabei de vim do hospital com ela. O bebê não mexia a dois dias e meio, fora que ela estava ardendo em febre.
—Ah esse bebê é preguiçoso.- ela sorriu.- Você me deu um susto desse também.
Richard segurou nas costas de Ally a guiou até o sofá.
—Eu vou preparar a vitamina C na cozinha e já voltou. Tudo bem?- Ally apenas concordou e ele foi.
—Então Ally, com quantos meses você está?
—Com cinco e algumas semanas.
—O bebê vai ser grande, você parece já ter uns seis meses e meio. Qual o sexo?
—É um menino.
—Será um garotão, já pensou no nome?
—Não.- disse Ally tímida por ter esquecido esse detalhe.
—Ah querida, ainda tem tempo. Então, de quem é esse garoto?
Ally abriu a boca varias vezes para responder, não sabia o que falaria. Se ela não sabia Richard não queria contar.
—É meu mãe.- falou Richard entrando com um copo de vitamina C.
—O que? Como? Achei que estavam separados.
—E estamos, mas foi um deslize nosso em uma festa.
—Vocês foram uns irresponsáveis.- disse Rebeca ficando alterada.
—Mãe nos...
—Na verdade Richard, acho que eu gostaria de tentar novamente.
—O que?- falou Richard.
—Pelo bebê, ele merece os pais juntos.- Richard estava parado olhando para Ally. O que ele mais desejava era ouvir aquilo e agora que ouviu queria sumir. Ally sorriu tímida e segurou na mão dele.- Pense como se minha gravidez fosse uma segunda chance para a gente.
—Claro.- Richard sorriu e beijou a barriga da morena.
—Acho que vocês deveriam casar antes do bebê nascer.
—Mãe.- repreendeu Richard.
—Não, Richard, Rebeca esta certa. Não vai fazer diferença casar antes ou depois.- ela apertou mais a mão dele.- tudo bem?
—Claro.- ele sorriu e olhou para a mãe dele.- Pode fazer isso para nós?
—Sim.- respondeu Rebeca animada.
(...)
No dia seguinte Austin estava morrendo de dor de cabeça por culpa da ressaca que estava sentido. Estava no escritório, enfim lendo os documentos que precisavam se assinados.
Alguém bate a porta e ele manda entrar. Ele levanta a cabeça e ver Clary entrar com uma jarra de água. Ela sorriu e colocou em cima da minha mesa.
—Clary, eu... eu queria pedir desculpa pelo que fiz ontem. Eu não dei ouvidos, você tem namorado...
—Sr. Moon, eu não tenho mais namorado, terminamos ontem, não conseguiria ficar com ele tendo atração em outro homem.
Austin ficou parado olhando pera ela. Ele sabia que era esse homem, se sentiu pior ainda, não estava pronto para ter um novo relacionamento.
—Clary...
—Austin... Sr. Moon, eu gostei do que fizemos. Se for para repetimos, eu sei esperar. Se não acontecer, vou continuar fazendo comidas deliciosas.
—Obrigado.- disse Austin sorrindo.
—Tudo bem, agora vou indo deixei lasanha no forno
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