Le Urlaub
25 O vídeo enlucifado.
Notas iniciais
Mihaell: então.. e.e o capítulo era pra ter sido postado dia 31 do ano passado, mas sacomené. Boa leitura~
Cansado? – Raito perguntou ao namorado que fez que sim com a cabeça — Pode dormir, nós vamos dar um jeito de abrir essa porta.
– Eu te amo Raito – Sussurrou para que só o japonês escutasse, e recebeu um beijo na testa.
– Eu sei... – Respondeu. E quando ergueu a cabeça para falar com o loiro, viu que esse já dormia sentado, com uma camisa por cima de si e ainda abraçando o buque de rosas de sua noiva.
Capítulo ... =D Porra, tá dificir achar nome pra ças porra. Kami, apaga isso e depois coloca o nome do capítulo ♥
- Chegamos? – BB desceu a escada do avião que por algum motivo não havia ido até o fim da pista de pouso.
- sim, chegamos. Há um taxi que irá nós pegar daqui alguns minutos na entrada do aeroporto. Vamos – Lawliet falou.
L, Raito e Leon estavam sérios há algumas horas, depois que sumiram por um tempo. Sinceramente eu não havia notado. Dormi o voo todo.
Sei lá... digamos que o “ar” daquela cidade não era dos melhores. O clima era pesado e as pessoas pareciam zumbis que te encaram pronto pra comer seu pâncreas.
- vocês estão bem? – perguntou Mail. Ele fora o único no voo todo que ainda tinha ânimo pra ficar jogando um jogo de dança que havia num dos Xbox da primeira classe.
Olhei Near.
Este era o último lá atrás. Todo mundo estava desanimado e com cara de mortos. Chegamos enfim na entrada do aeroporto. Lógico que um taxi normal não iria todo mundo. Vieram dois carros. Leon, Raito, L entraram logo no primeiro, eu, Mail e Nate no segundo e Beyond, quando fora entrar junto conosco, foi puxado por um homem alto e careca.
- aí mermão. Eu te conheço. Estive com você naquele roubo há alguns anos e você me deixou pra ir pro xadrez, né, seu maldito! – gritou fazendo Near suspirar do meu lado.
Sei que ele não aceitava isso, mas sabia que também não havia como impedir. Coloquei um dos meus braços no seu ombro e sorri;
- hey... tudo bem? – TUDO BEM O CARALHO MANO, QUE O BB MORRA E O Near VOLTE PRA MIM –falsidademodON-.
- Estou cansado... só quero dormir.
- Encoste aqui – o puxei para meu peito e o vi me abraçar e fechar os olhos. Nate estava com o pescoço marcado, e um corte nos lábios, além de que o punho dele estava machucado também.
Suspirei e sorri. Sou v1d@ l0k@.
- Matt, o que houve com o Beyond? – esqueci da briga e o man sumiu, putz.
- Ele tá ali ó – apontou pra fonte que havia no centro do aeroporto. Ele estava afogando o cara. Logo saiu de lá encharcado, e eu olhei pra Near dormindo. Ia dar briga, com toda a certeza dos céus.
- Birthday. Venha cá – chamou Raito no carro da frente. Logo ele simplesmente o puxou pra dentro e fechou a porta. O motorista da frente então deu sinal de partida.
Lawliet POV
- o ar daqui lembra muito o da última cidade com zumbis que visitei – o loiro comentou olhando pra fora.
- sério? Sinta-se em casa então forasteiro. Vocês por acaso fumam o que? Tomem cuidado nesta cidade, pessoas que trazem maus para cá geralmente não acabam bem.
O olhei. Como “trazem maus para cá”? Aquela merda toda já era um mal.
- Olha... não quero ser chato, mas você é o motorista e nós não estamos pagando para você conversar ou desconfiar de nós – Raito parecia irritado.
- Certo, certo... mas logo aviso. Todos nessa cidade vivem amedrontados. E lhes recomendo para não irem a floresta, casas abandonadas e nem no hospício da cidade – parou o carro de repente, fazendo todos olharem para fora e verem o hotel caindo aos pedaços.
- por quê?
- Saiam do meu carro e tomem cuidado.
Mail POV
40 minutos se passaram então e chegamos ao Hotel. Era o mais próximo do Hospício Denbigh. Tentei ligar meu computador logo em seguida para pesquisar sobre o local. Nenhum sinal pegava ali, nem mesmo o celular.
Resolvi então olhar na lista dos locais de visitação da cidade. Tudo havia no quarto: Horário: Segunda-feira horas 07:30–18:00” E ISSO PORQUE ERA UM HOSPICIO ABANDONADO.
Olhando melhor os locais, o lugar havia sido interditado por policias há uns meses, ou seja, Ninguém entra, Nintendo sai... não pera... Ninguém sai.
Olhei meu relógio de pulso. Era exatamente 18:32, o tempo estava nublado e o Hotel, vai por mim, não era dos melhores. Só Haviam camas... pior que seu quarto no Minecraft no começo.
E... Cara, plena 18:33 e estavam todos dormindo já. Estou com medo deste lugar já. Até o meu loiro havia caído no sono ao meu lado, parecia uma pedra dormindo, e olha que eu achei que ele ia se meter em confusão quando o Beyond pegou o Near de pelo braço e o levou pro quarto, assim que chegamos. Mas o loiro só ignorou e veio dormir... isso não é normal.
Raito POV
- Lawliet me deixa dormir!! – Reclamei enquanto o moreno me cutucava.
- Mas nós temos que trabalhar...
- Você tem que trabalhar, eu nem queria vim pra esse fim de mundo e por falar nisso, essas porras de férias não acabam não? Esse mês de fevereiro parece que já durou um ano! – Falei me sentando na cama e fitando o detetive, que estava com as mãos sujas de doce.
- Raito-kun... nós estamos em março.
- É? E por que ainda estamos viajando? Virou desocupado de vez?
- Mas se voltarmos pra Tókio agora eu vou ter que te prender, Kira.
Cri cri cri *grilos*
Esse foi o melhor argumento que ele poderia ter usado. Suspirei e peguei o notebook dele que estava em cima da cama.
- Vamos trabalhar logo, aonde fica esse hospício mesmo? – Perguntei enquanto abria o google maps... mas não carregou. Que porra de lugar é esse que não tem internet? E o meu facebook como fica? Eu tinha que entrar hoje pra pegar o bônus diário do joguinho do coelho e...
- Fica a alguns minutos daqui, se formos de carro – Ele deu de ombros – Vamos assistir ao vídeo?
- Que vídeo?
- O vídeo do tal assassino, o que mais seria? – Ele falou como se declarasse o obvio e tirou o notebook das minhas mãos. Ele então abriu um site estranho (que milagrosamente carregou mesmo sem internet) e deu play no único vídeo que tinha na pagina preta.
O vídeo era enlucifado, mesmo sem sinal ele carregou rapidamente. E tudo o que tinha era um corredor branco e parecia que haviam alguém no final dele e... A ANTA CORREU E DEU DE CABEÇA NA CÂMERA!! Pelo amor de deus... pera, corrigindo: pelo amor de Kira, que merda é essa? Alguém chama a Samarina – ou será que era Samara, o nome daquele garota com cabelo na cara? – pra ensinar como fazer vídeos assustadores, porque né...
E então apareceu na tela a mensagem “vá dormir”.
- Pode deixar – Me deitei novamente na cama, feliz da vida e me cobri com o cobertor.
- Raito!! – Por que ele não pode ficar mudo? Por que? Alguém mata esse homem, alguém da um sonífero pra ele, ALGUÉM CALA A BOCA DELE QUE EU QUERO DORMIR!!
- Diga, meu amor – Falei docemente, usando um pouco do meu estoque de falsidade infinita.
- Nós temos que trabalhar...
- Mas o pc nos mandou ir dormir, então vamos dormir! – Pedi na esperança de que ele cedesse.
- Não, deixa de filha da putagem e vem me ajudar... ou será... que você não é bom o bastante para lidar com esse assassino? Tcs, e eu que achei que você pudesse ser o melhor criminoso que eu já havia conhecido...
- Em primeiro lugar, eu não sou criminoso, eu sou a justiça, eu sou Deus! – Falei me sentando novamente, jogando a franja para o lado e sorrindo de um jeito convencido – Segundo, ninguém é melhor que eu, e eu vou pegar esse bandido, como peguei todos os outros.
- Belas palavras, vamos vê se você é capaz.
Eu poderia ter feito um longo discurso sobre eu ser o Deus do novo mundo e que ninguém era melhor que eu, porem, o computador reinicio sozinho e um vento frio entrou pela janela... que pelo que eu me lembre, estava fechada até então. Lawliet pegou um walk talk que estava em baixo do travesseiro – de onde ele tirou isso? – e ligou.
- Beyond, tá escutando?
- Aah... o que você quer porra?.. aah.. vai isso Near, com a boca... aaah – Escutamos o moreno gemendo do outro lado – Fala Lawli... aaaah, sem os dentes.
- Vamos começar com a operação agora. Cambio.
- Operar quem? Minhas facas estão guardadas... uuuh, Nate, senta de uma vez... AAAH ... cambio.
- A missão, pegar o assassino do hospício, lembra? – Lawliet perguntou com cara de tedio – Venha logo para cá.
- Estou indo... mais rápido Beyond – Escutei o gemido de Near no fundo. Mas o que? Será que eles não podem ficar um dia sem acasalar? – Daqui a pouco eu chego ai, cambio e desligo.
L guardou o aparelho no bolso da calça e depois encostou a cabeça no meu ombro.
- O que será que eles estavam fazendo? – Perguntou suspirando. Não acredito que ele realmente disso isso. Ele é tapado ou o que?
- Eles estavam fazendo o mesmo que nós poderíamos estar fazendo agora – Sussurrei no ouvido do moreno, puxando ele pela cintura e girando na cama, ficando em cima dele.
Selei nossos lábios antes que ele pudesse reclamar e o beijei com urgência, senti as mãos do moreno apertarem minha cintura e levantarem parcialmente minha camisa. Lawliet então, ao contrario do que pensei, me empurrou gentilmente pra longe dele.
- Eu não estou conseguindo andar, e se fizermos novamente eu acho que vou ficar de cadeira de rodas pro resto da vida – Ele comentou sem dar importância – E... você deixou o guarda roupa aberto? – Mudou de assunto, apontando para a porta entreaberta do guarda roupa.
- Nós ainda não colocamos nossas roupas lá, eu nem toquei nele – Falei erguendo as mãos – Assim como não fui eu que abri a janela...
- Será que...
- Cheguei nessa porra, posso saber porque você me atrapalhou? – Beyond entrou no quarto chutando a porta, e logo atrás dele estava Near, com os lábios inchados (provavelmente de tanto beijar) e a camisa suja de geléia de morango, assim como o moreno de olhos vermelhos. Mas que porra, o Near estava virando cosplay do Beyond?
- Eu agradeceria se você não destruísse o nosso quarto – L falou entediado, como sempre – Vamos ao hospício checar o local.
- Agora? – Near perguntou frustrado.
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