Le Chant des Sirènes
20 Capítulo XIX
Notas iniciais
Capítulo XIX
Cidade de Era
Sede conselho de magia
Tolo não é aquele que não sabe de nada, mas sim aquele que acha que sabe de tudo. Tolo é aquele que acredita em tudo que lhe dizem, que não busca saber por si só as coisas. A sociedade vive sobre um padrão em que aquele com patente mais alta possui direito em tomar decisões que ira afetar a todos. E os leigos que vivem por baixo das mentiras e não possuem conhecimento do que ocorre ao seu redor, por estar cego demais para reparar que estava sendo controlado como uma marionete de ventríloquo.
Em todos os anos no Conselho Doranbolt aumentava mais sua crença de que os grandes usam de seu poder para controlar as pessoas. Eles não desejam que a comunidade tenha ativismo ou conhecimento pois isso lhes deixa a par de tudo e eles não conseguem controla-los.
Quanto mais ele ficava no conselho, mais ele tinha certeza que a humanidade era podre. E que sobreviviam aqueles passava por cima dos outros. Uma raça egoísta e materialista, ele não enxergava muita salvação.
E ouvindo as palavras do chefe do Conselho, ele chegou a cogitar a chutar a mesa ou os atributos de cada um ali presente. Ou até mesmo a vomitar, aquilo lhe causava ânsia. E ele sentia que não poderia suportar por muito tempo.
—Está cogitando a ideia de esconder dos cidadãos o que está acontecendo de verdade?- todos olharam para si, alguns com descrença outros com incredulidade. Entretanto ele não poderia se importar menos.- enquanto temos oito mortes de causa desconhecida pelo reino de Fiore, e vocês ainda querem mentir?
— Isso não é uma cogitação, já está decidido. Isso não pode vir a público.- Gran Doma ditou com a voz carregada de autoridade, ele segurava firmemente seu cetro. Ele queria demonstrar quem possuía autoridade ali e que um simples guarda não possuía lugar de fala. – caso vá a público ocasionalmente ocorrerá o pânico e ai não estaria sob nosso controle.- claro, era tudo uma questão de controle.- a investigação ocorrerá melhor sem toda comoção.- seu olhar demonstrava que eles não mudariam de ideia e qualquer outra coisa que fosse ser ditar a se contradizer, não era nem para aos menos ser cogitada. Aquela reunião estava em seu fim.
—Não tens medo de ir preso por desacato?- Lahar falou assim que saíram do salão principal. O outro fez só um dar de ombros.- não deverias se intrometer nas decisões do conselho, não estamos em patente para isso, apenas devemos obedecer ordens.
—E você acha que isso é o correto?- Lahar soltou o ar de seus pulmões e tocou o ombro do amigo.
—É o que é moralmente correto.- Dorabolt olhou para o lado onde os membros do Conselho seguiam a seus passos cheios de orgulho.
—Mas não me parece eticamente correto, o Conselho está fazendo o que é melhor para eles, não para os cidadãos de Fiore.- ele voltou a olhar o amigo a frente.- eu gostaria muito de não compactuar com mais mortes.- ele se virou saindo dali. Logo a situação chegaria aos ouvidos do rei, toda via Doranbolt duvidava que fosse mudar alguma coisa. Afinal o Rei era mais um dos peões do Conselho.
**
Seus passos decididos e com calma a guiavam até o local que ela conhecia de cor, mais do que fosse necessário. Ao abrir a porta viu o homem olhando suas costas pelo espelho. Ele havia feito um corte no meio da batalha contra Erza, fora difícil enfrentar um amigo. Eles não queriam machuca-la, entretanto ela não estava com o mesmo pensamento.
— Deixe- me te ajudar!- ela se aproximou fazendo com que Laxus notasse sua presença. Ela tomou o gaze que ele estava usando para tentar limpar o machucado sem muito sucesso e começou seu trabalho em limpar o corte que não estava tão profundo. – por que não falou com Lucy que estava machucado?- ele deu de ombros se sentando para que Mira conseguisse limpar seu machucado sem muito esforço já que Laxus era bem maior que ela.
— Não é nada, tem pessoas precisando mais do poder dela e não queria sobrecarrega-la.- Mira sorriu. Laxus poderia ser um brutamonte, mas se importava com as pessoas. Ele era protetor e cuidadoso, principalmente com ela. Ela não tinha uma definição exata para o que tinha com Laxus e tentava evitar se incomodar com esse fato. Ela não queria forçá-lo a nada mesmo que no fundo de seu coração romancista ela esperasse que ele também gostasse dela. Afinal ele sempre demonstrou isso e demonstrações sempre valeram mais que palavras para Mirajane. Palavras podem ser ditas por baixo de uma camada de mentira afim de se ter o que deseja. Mas não ações, ações não negam seu verdadeiro desejo.- Mira?- ela olhou para ele através do espelho e na hora ela sabia que algo estava o incomodando. Ela conseguia ler Laxus como um livro, não havia nada que ela não soubesse ou não percebesse nele. – eu não quero me arrepender de não ter feito algo!- ela o olhou de olhos apertados sem compreender o que ele queria dizer. O loiro por sua vez se virou ficando de frente para a garota e segurando suas delicadas mãos. Na verdade, não havia uma coisa em que Mirajane não fosse delicada, era como se ela tivesse sido esculpida pelos deuses. Ela então sorriu para ele. Ah, seu sorriso, ele era capaz desarmar soldados. Mira transmitia uma paz que só ela conseguia. E ele temia perder essa paz. — eu não quero me arrepender de não ter ficado a cada momento com a garota por qual me apaixonei.- ele tocou as bochechas que agora estavam em um tom rosado de vergonha. Os olhos azuis arregalados. — eu quero ficar com você e aproveitar cada segundo ao seu lado, sejam eles infinitos ou não.- seus narizes roçavam um no outro em um carinho tão singelo, mas significativo. As mãos delicadas de Mira foram até o rosto másculo e grande, completamente diferente de suas mãos. Ela tocou sua cicatriz e eles se olhavam como se pudessem dizer tudo com o olhar. E eles podiam. — Seja minha? Não só hoje, mas até o fim? — Mira sorriu, seu coração palpitava, uma garota com pequenos sonhos românticos gritava animada dentro de si.
—Uma coisa que você não sabia Laxus.- ele a olhou sem compreender, temia que ela o rejeitasse, ele não lidaria bem com isso. A respeitaria claro, mas não saberia lidar ficar sem Mira.- e que eu já sou sua à muito tempo.- seus lábios delicados tocaram os do loiro em um contato delicado e íntimo. Ali ela depositava seu amor e devoção.
Laxus sentiu seu sangue correr mais rápido, que ele poderia dar choques de felicidade. Sua mão guiou até a fina cintura da garota e a outra permaneceu em seu rosto, puxando delicadamente para que aprofundassem o beijo e ele finalmente pudesse sentir o gosto de seus lábios. O seu doce martírio. Ele aproveitou cada segundo, cada parte daqueles lábios que ele tanto conhecia, mas era como a primeira vez. Tudo com Mira era novo. Era como se estivesse aprendendo algo novo sempre, e ele estava.
As mãos de Mira foram até os cabelos loiros e macios e por vezes o puxavam com a intensidade do beijo. E quando o ar os faltou eles se olharam um nos olhos um do outro e ali viram tudo.
Laxus se levantou com Mira agora em seu colo e sem desviar o olhar um do outro. Ele a depositou em sua cama e a olhou de cima. Ela era tão linda, com seus cabelos brancos esparramados como uma cortina de neve sobre seu colchão. Os lábios vermelhos e inchados por conta do beijo e as bochechas vermelhas. E ali ele viu sua perdição. Ele não sabia ao certo o que lhe prendia a Mira, contudo estava disposto a passar a vida tentando descobrir.
Ele se abaixou sem colocar seu peso na garota e a beijou novamente onde ele tinha sensação de morrer e voltar a vida apenas com os beijos dela. Sua mão agora foi até a coxa desnuda pelo vestido com fenda e ali ele delicadamente passou a mão antes de apertar com mais forçar sem conter seu desejo. Mira levantou a coxa para facilitar o trabalho do loiro. Os beijos dele foram saindo de seus lábios e foram descendo até seu pescoço onde ele mordia e deixava pequenas marcas na pele albina. Sua mão subiu até o espartilho retirando aquilo que o impedia de sentir o corpo de Mira. Após se livrar dele o jogou em algum lugar sem se importar onde pararia. Sua mão agora foi até as alças do vestido o descendo e exibindo os seios fartos da jovem. Sua mão os tocou com a mão fria e áspera em contato com delicadeza e quentura da pele da jovem arrancando dela um gemido. Como ele amava aquele som.
Seus lábios foram descendo até chegar finalmente em seu destino. Ele beijou a pele, e sugou os mamilos da jovem que fechava os olhos e segurava firme o lençol. Ele se deliciava com o gosto e maciez sem deixar de dar prazer a sua garota. Sua outra mão trabalhava em seu outro seio, onde cabia perfeitamente em sua mão como se tivessem sido criados sobe medidas para ele. Mira não resistia aos pequenos gemidos que saiam de seus lábios enquanto ele alternava o trabalho nos dois seios. Os lábios do loiro desceram passando por sua barriga até chegar a sua intimidade. Ele primeiro beijou sua coxa interna e depois a outra com os olhos sobre a garota, afim de captar cada sensação que ele a proporcionava pelo seu rosto. Ele então chegou a sua intimidade onde ele retirou sua roupa de baixo a deixando finalmente livre. E então ele a beijou e entregou ao prazer, sua língua trabalhava ardilosamente e ela já não conseguia mais se conter, e quando ela chegou em seu clímax, ele sorriu lambendo os lábios vitorioso.
Ficou agachado a olhando de cima e notando que ela poderia sim ficar mais linda ainda, tão entregue a ele. Ele se livrou de sua roupa para que finalmente pudesse tocar pele por pele. Ele deitou sobre ela novamente e a beijou passando as mãos pelo corpo em caminho de desejo e ardor aos dois. Seu corpo pedia pelo dela e ela pedia por ele, seu corpo se arrepiava a seu toque como se já o conhecesse e o recebesse. Eles se olharam onde diziam tudo pelos olhares.
Mira não se importava com palavras até ouvi-lo dizer aquelas palavras. E ver que ela precisava daquelas palavras, mais do que imaginava. E ali em seus olhos ela via mais do que palavras e ações poderiam dizer e quando ele finalmente a possuiu ela percebeu o quão bom era ser um com ele. Seus corpo se movimentavam em uma sintonia e dança que só eles conheciam, era um momento em que eles diziam tudo sem precisar dizer. Eles nunca acreditaram em contos de fadas ou lendas, mas ali perceberam que assim como a sereia e o pirata da lenda antiga. Eles também lutaria por aquilo.
Mira se virou invertendo as posição ficando sentada por cima de Laxus que a olhava como se ela fosse a mulher mais linda do mundo. Ele tinha a mais bela visão dela nua com a face de desejo sob si. E ele amava aquilo. Ele segurou firme suas nádegas. Ela jogou o cabelo para o lado e se abaixou beijando e depois mordendo e sugando o lábio do loiro que revirava os olhos em seu momento de luxúria. A cada movimento eles estavam mais perto de seu climax, e Laxus apertou mais firme a cintura de Mira e intensificando mais os movimentos. E finalmente alcançaram o seu clímax juntos. Mira cairá sobre o peitoral de Laxus e ali sorriu fazendo carinho na tatuagem que ele possuía. O loiro tinha um grande sorriso estampado no rosto e sua mão acariciava os cabelos brancos e a outra a pele de suas costas perto do quadril e depois puxou o lençol os cobrindo, e ali permaneceram em seu momento de paz e amor.
Contudo, algum tempo depois uma bagunça no andar de cima os fizeram sair de seu momento.
**
A Fairy Tail nunca fora uma tripulação que evitava confusão, na verdade eles pareciam atrair como um imã. Se estivesse ocorrendo uma baderna a única certeza que você teria era que a Fairy Tail estaria envolvida.
Eles haviam perdido a honra quando a tripulação de Zeref fora resumida em um nada por uma única sereia. Foram então por muito tempo um navio amaldiçoado, sem honra. As pessoas não os respeitavam e faziam de tudo para discrimina-los. Faziam questão de demonstrar o quão desprezível eles poderiam ser. Entretanto os marujos nunca se importavam com as falácias, eles sim sabiam como o Fairy Tail era. O resto era apenas falsas conjecturas de um povo leigo que acreditavam apenas no que lhes pareciam mais agradável aos seus olhos. Aonde eles tivessem oportunidade de destilar sua falsa liberdade de expressão escondida por baixo de uma insegurança em si mesmos.
A maneira como você lida com os que outros dizem, diz muito sobre você. Podendo ou não comprovar se são meras mentiras ou verdades.
Naquele momento em particular os marujos não estavam de fato surpreso com a visita inesperada e nem um pouco bem vinda. Era comum que Piratas pulassem no navio de outros afim de uma confraternização ou uma briga no fim do dia. Algo tão banal e mesmo assim comum.
O homem parado a frente deles possuía um sorriso gigante no rosto, como se ele tivesse encontrado um navio de tesouro e ganhado sua vida farta de luxúria. Seu cabelo branco em um penteado para cima e ele usava apenas uma calça larga. Ele possuía tatuagem pelo peito e abaixo dos olhos. E sua medonha foice acompanhava o visual insólito.
—O que está acontecendo aqui?- Natsu sairá de seus aposentos com Lucy atrás de si e suas feições endureceram ao notar o que estava acontecendo.
—Natsu Dragneel!- o homem da foice até então desconhecido dissera com palavras carregadas de sarcasmo, o sorriso ainda estava sua face como uma maquiagem.
—E você quem é?- Natsu perguntara com uma cara de tédio. Não tinha tempo para perder com piratas insignificantes querendo seus minutos de fama. Ao notar na expressão e voz debochada do rosado, o homem finalmente tirara o sorriso do rosto e endurecera sua expressão. O quão ultraje esse garoto poderia ser?
—Eu sou Erigor capitão do Eisenwald.- Natsu mantinha sua expressão tedioso.- a boatos que vocês estavam em busca de um tesouro perdido. E eu vim aqui roubar de vocês.- Natsu enrijecerá sua postura e se posicionado em frente de Lucy de maneira discreta.
—Vocês são tão covardes e amedrontados que tem de roubar invés de pegarem por si mesmos?- Natsu deu um riso soprado.- quanta desonra.- o homem fechara a face e segurara firme em sua foice.
—Não tão desonrosos quanto vocês, seja lá o que for, vocês não são dignos. São amaldiçoados e uma vergonha.- os marujos que compunham o local junto do homem riram, enquanto os donos do navio permaneciam carrancudos.
—Poupe me, estou exaurida dessa mesma ladainha de sempre.- Erigor apertou os olhos em busca da voz que dissera aquilo. Natsu olhara de olhos arregalados para a loira atrás de si. Não era para ela falar nada, deveria se manter quieta, mas desde quando Lucy conseguiria ficar quieta.- por que decidem remoer uma coisa a anos, e só ter algo a jogar na cara? Amaldiçoados por que? Por que uma sereia afundou o navio? Tenho certeza que de enfrentaste uma sereia não sobraria nem a carcaça de seu navio.- Lucy levantou uma sobrancelha para cima olhando de modo desafiador a Erigor.- então me diz, o que lhes dão o direito de diminuir a gente, sendo que você não possui nem ao menos um degrau de dignidade a mais que nós?
—Como é?- ele estava perto de apertar o pescoço da loira e torcê-lo como um graveto. Como ousa desrespeita-lo na frente de seus marujos?- o que disse sua vagabunda?- Natsu pulou do convés caindo com joelho no chão e outro dobrado, ele se levantou encarando agora mais próximo o infeliz que invadiu seu navio.
—Que maus modos! Tsc.- ele estalou a lingua balançando a cabeça. Com as mãos na cintura.- terei de te ensinar alguns?- ele levantou uma sobrancelha e tudo acontecerá muito rápido, em um secundo Natsu havia socado Erigor tão forte que ele pararia longe se não tivesse caído em seus próprios marujos.- lave sua boca antes de Falar do Fairy Tail e dela.- Lucy arregalou os sem saber disfarçar a surpresa. Ela sabia que ele defendia seus amigos com unhas e dentes. Mas definitivamente e com toda certeza ela nunca pensaria que estaria envolvida nisso. Diferente da sereia, ninguém ali estava surpreso, todos conheciam a índole do rosado e em como ele agiria em defesa de alguém. Lucy não deixaria de notar mais uma coisa na qual ela se surpreendia com os humanos ali presente.- e se você quer o tesouro, vá em frente. Você nem sabe o que é. E se quiser vai ter que passar por cima de mim seu insignificante. — aquilo pareceu instigar mais Erigor. Em sua face se via a mais pura raiva, o prateado agora devia não sou roubar o tesouro, como acabar com aquilo que o rosado chamava de honra. Ele o havia ofendido e fazia questão de revidar cada palavra com o silencio de sua espada.
Uma luta bagunça com marujos que riam e se atracavam com espadas a garrafas de cervejas. Todos estavam ali afim de defender sua honra e no fim só um restaria com a gloria.
Laxus desferiu uma cabeçada em um homem que desmaiou logo em seguida com a força do impacto e impediu com sua espada um ataque de outro que vinha por suas costas. Ele o chutou longe revidando outro que aparecia, eram como formigas em um monte de açúcar.
—Eu estava tendo um fim de dia ótimo até vocês chegarem. — Laxus falou usando sua espada para empurrar um homem que impedia seu golpe com sua espada maior. O que ele não sabia que o loiro possuía mais força e o mandara longe.
—Acabamos de sair de um luta, será que não temos descanso?- Macau falou enquanto batia com uma garrafa na cabeça de um sortudo que passara em sua frente.
—Olhando assim, ate parece que fez muita coisa.- Wakaba falou fumando seu cachimbo enquanto ficava sentado com os pés acima de um barril, não se importando muito com o montinho que ocorria ali.
—Quem está sendo inútil agora? Seu pedaço de fumo!- Macau jogara uma garrafa na cabeça de Wakaba o fazendo cair com tudo no chão.
—Isso não é coisa de homem!- Elfman gritou com os braços erguidos para cima exibindo sua boa forma, Evergreen que estava ao seu lado revirou os olhos em desgosto e chutou a bunda do albino.
—Preste atenção na luta seu músculo sem cérebro.- ela rodou suas duas adagas na mão antes de joga-las acertando a manga da blusa de um marujo do navio inimigo o fazendo ficar preso depois isso lhe desferiu um chute na cabeça o fazendo cair desacordado.
—Isso sim foi um golpe de homem!- Elfman gritou fazendo com que a garota o olhasse com um olhar mortal o puxando pela manga da blusa, abaixando-o a sua altura.
—Eu não sou um homem, seu idiota.- ela o enforcava com seus braços finos, mas ágeis.
—Vocês poderia namorar em outra hora!- os dois olharam com olhares que se fossem possível matariam Max na hora. Que os ignorou e depois gritou quando Ever enfiou uma vassoura em seu orifício anal.
Lucy achava que não poderia se surpreender mais com a Fairy Tail, entretanto ela estava enganada, os humanos ali presente tinham o poder da incerteza. Era uma vida cheia de conhecimentos e surpresa, eles sempre a surpreendia de maneiras diferentes que ela nem sabia definir. Contudo, de uma coisa ela tinha certeza, eles a surpreendia de maneira positiva, a fazia ver um lado ate então desconhecido dos humanos.
A sereia se virou para o lado e uma mulher de longos cabelos pretos ia atacar Wendy pelas costas, a azulada morreria na hora sob o ataque daquela espada tão fina quanto uma agulha. Rapidamente Lucy se moveu a frente de Wendy impedindo o ataque da mulher com uma espada que ela pegara do chão. O impacto entre o metal fez com que faíscas soltasse e um barulho surgisse. A mulher deu um sorriso que se poderia definir como macabro, Lucy por outro lado levantou a sobrancelha em um pequeno chamado e sorriu de lado. Wendy olhava surpresa com os olhos arregalados de susto ao notar sua situação.
—Não se contentaram em serem baixos invadindo o navio para roubar, como também e covarde o suficiente para atacar pelas costas, ainda mais uma criança.- a mulher endireitou sua postura retirando sua espada e encarando a loira a sua frente, que fez apenas a olhar para trás.- fique atrás de mim Wendy!- ela se virou para frente, sorrindo de modo desafiador para a mulher. — logo irei acabar com isso.
Fim.
“O amor é a única loucura de um sábio e a única sabedoria de um tolo.”
—William Shakespeare-
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