Last Kiss.

10 Capitulo 10


Notas iniciais
OOOOOOOOOE AMORZINHOS... Como estão? bem? uma boa leitura, e nos vemos nas notas finais :B Hum, deixa eu falar algumas coisas importantes... primeiro quero agradecer a todos que estão apoiando a fanfic, vocês são uns amores. Cada comentário que recebi do ultimo capitulo, me emocionou demais e não estou falando isso só por falar, fiquei realmente emocionada. Obrigada pelo carinho das leitoras novas, sejam muito bem vinda. Vocês foram tão fofas

Nice to meet you, where you been?

I could show you incredible things

Magic, madness, heaven, sin...

Pov Car.

Meus olhos encheram de lagrimas – Maldita sejam elas. Tentei respirar tranquilamente, porem eu estava desesperada. Niklaus havia me achado, no meio do nada, eu realmente não conseguia entender.

Suas mãos em meu pescoço me arrepiavam, meu corpo estava fraco. Deixei que uma das minhas mãos se apoiassem nele. Porem o mesmo não teve nenhuma ação, ele só me fitava, mas eu não conseguia decifrar qual era seu olhar.

Será que era pena?

Tentei firmar meu pé no chão, mas minha cabeça estava dolorida, fazendo eu dar um passo para trás, onde choraminguei baixinho. Niklaus pegou-me rapidamente, seu braço em volta da minha cintura me guiou a caminho da cama, fazendo-me sentar nela.

Niklaus manteve os olhos em mim e depois ele riu. – Sim, ele riu. Uma risada alta e amarga, onde bagunçou seus cabelos com sua mão. – Câncer? – Ele parecia perguntar para o vento. – Qual é o nível dele?

Eu balancei a cabeça, em duvida daquela risada e do seu tom amargo – Não tem cura mais Niklaus...

Seus olhos perderam o foco – E o tratamento?

– O médico deixou claro que o tratamento não seria eficaz, já tomou conta do meu cérebro... – Minha voz era baixa, meus olhos fitavam meus pés.

– Mas você não parecia doente, merda... – Ele gritou, me fazendo dar um pulo da cama. – E agora, você está ai... vomitando sangue e com essa cara de morta.

Suas palavras não me ofenderam, mas eu me senti incomodada da maneira que ele me acusava. Não é como seu eu tivesse que dar alguma explicação para ele – Maquiagens ajudam muito e como eu não estou fazendo o tratamento, eu apenas estou morrendo aos poucos, desmaios, vômitos... é o começo, eu estou me sentindo mais fraca que o normal – Um suspiro pesado escapou dos meus lábios – Se você for me matar... apenas faz isso, eu não vou aguentar fugir de você.

– Morrer... – Ele sussurrou, mas para si mesmo do que para mim.

Meus olhos o analisavam, ele parecia tão confuso. O mesmo sentou na cama ao meu lado, suas mãos foram para as minhas bochechas – Se eu pudesse fazer algo... – Suas frase foi morrendo aos poucos e logo ele voltou a falar, sua voz rouca me arrepiou, fazendo eu me acomodar na cama – Eu não sei o porque, mas tenho uma vontade louca de cuidar de você... Uma bondade que nunca senti. – Seus olhos analisaram a minha face – Mas não tem cura para o câncer...

Meus olhos o analisavam e um tremor passou por ele, onde pisquei diversas vezes tentando recuperar o foco, as palavras de Niklaus me assustaram e eu consegui enxergar um lado dele que eu nunca imaginei ver. – Eu sempre pensei que pessoas que fazem coisas ruins, são pessoas ruins... mas talvez eu esteja enganada – Minha voz saiu rouca e a ardência da minha garganta já havia passado – Acho que eu só preciso de um bom sono... – Soltei, sentindo meu corpo relaxar na cama. Meus olhos estavam tão pesados, que eu nem liguei pelo fato de não ter escovado os dentes, ou não ter pelo menos dado uma vida em minha cara.

Eu não posso fugir da morte.

– Eu vou deixar você dormir... – Niklaus disse caminhando até a outra cama, onde tinha um cobertor. O mesmo colocou em cima de mim.

Me arrumei dentro dele e antes que ele saísse de perto da cama, peguei em sua mão — Quando você entrou no quarto, eu pensei que você iria me matar... mas agora eu não sei o que você vai fazer – Disse olhando para seus olhos.

Niklaus apenas balançou a cabeça, sua mão foi até meus cabelos — Nem eu sei Caroline... apenas fica calma e durma. – O mesmo depositou um beijo em minha testa.

Uma atitude assustadora, mas que fez uma calma passar pelo meu corpo e o sono me dominar.

**

Eu dormi por horas, meus olhos abriram preguiçosamente. Meus olhos analisavam o quarto, mas eu não estava no quarto da pousada, eu estava em outro quarto.

Meu corpo estava pesado, minha cabeça doía e eu só queria poder voltar a dormir. Mas meus olhos se focaram na porta. Uma loira, cujo a mesma era irmã de Klaus abriu um sorriso para mim, um sorriso triste e havia pena nele.

– Olá Caroline... eu separei umas roupas para você – Apontou para o armário.

– O que eu estou fazendo aqui? – Indaguei assustada.

– Niklaus te trouxe aqui... pois queria te deixar em um lugar seguro – Ela soltou um suspiro – Você consegue tomar banho sozinha? – Apenas balancei a cabeça, um pouco confusa – Que bom.. oh, nada contra você, mas não estou preparada para dar banho em adultos – Isso me fez rir, pois suas palavras saíram um pouco enrolada.

Ela saiu do quarto com passos calmos e logo meu olhos analisaram aquele belo quarto, me sentei na cama e tratei de me levantar. Sentido uma leve tontura com esse movimento, deixei que tudo voltasse ao normal, principalmente minha visão e caminhei até uma porta, onde deveria ser o banheiro.

Tomei meu banho o mais calmo que conseguia, pois quando tentava fazer algum movimento rápido, sentia tudo rodar. Depois de conseguir me arrumar, coloquei um vestido simples e largo, já que não queria nada me incomodando.

Ao sair do banheiro me deparo com Hayley, ela estava virando para mim. – Oi? – Perguntei um pouco confusa.

– Oh, Klaus disse para nós ficar de olhos em você, caso passe mal. – Ela se levantou da minha cama e quando virou, eu me deparei com um pequeno ser em seus braços.

– Ohh... – Sussurrei um pouco assustada – É sua filha?

– Minha filha e de Niklaus... – Minha sobrancelha arqueou um pouco em duvida e ao ver isso ela começou a falar – Ele disse que ela morreu né? – Eu apenas concordei e a mesma falou um pouco seria – Você era tratada como ameaça, então... como nossa filha está em perigo – Ela desviou os olhos para linda criança em seus braços – Dizemos que ela morreu, mas você está morrendo também e pelo visto você ficara aqui, então cedo ou tarde descobrira dela – Suas palavras de uma certa maneira faziam sentido, mas um aperto doeu em meu coração ao saber que Niklaus mentiu para mim.

Mas eu não posso exigir nada quando estamos falando de filhos, certo? Ele fez isso para protege-la.

– Ela é linda... – Disse caminhando até a cama, me sentindo um pouco cansada. Tentando ignorar um pouco da sua ignorância.

– É mesmo. – apenas concordou, onde deu um beijo no topo da cabeça da pequena.

Meus olhos a analisaram, ela parecia uma boneca. Seus olhos claros me fitavam e eu acabei rindo ao perceber que ela lembrava um pouco Niklaus – Como ela se chama?

– Hope... – Hayley disse um pouco incomodada com as perguntas.

Passos me fizeram olhar para porta, onde Rebekah entrou. – Oh, deixa que eu cuido um pouco dela... – Estendeu suas mãos para a pequena criança.

– Ok, vou dar uma volta... – Hayley a entregou e saiu do quarto, eu apenas a segui com os olhos.

– Não liga se ela está sendo um pouco ignorante, mas é o lado mãe dela em ação... – A loira disse brincando com a pequena em seu colo, onde aproximou de mim. – Ela é linda né? – Um sorriso sincero foi aparecendo eu seus lábios – O pequeno tesouro da família. – Sorriu para criança que abriu um breve sorriso.

– Quantos meses ela tem? – Indaguei levando minha mão até a dela, onde falei baixo – Olá pequenina...

– Três meses... – Ela sentou ao meu lado e a menininha levou sua mãos pequena até minha bochecha, fazendo algo dentro de mim arder. Eu sempre tive um sonho de ter um filho, mas a vida me deu uma grande porrada. Mas no fundo eu acho que isso veio por um proposito, porem eu não sei qual.

– Três meses? – Perguntei mais para criança do que para Rebekah – E você está tão esperta assim? Oh, como você é linda... – Disse levando minha mão até suas bochechas, acariciando, depois peguei suas mãos em minha bochecha e dei um beijo leve.

Rebekah acabou rindo – Você seria uma boa mãe.

Isso me fez sorrir – E você também... – Indaguei olhando para os olhos da garota, que observava tudo animada.

– Mas nenhuma pode ter... que merda — Ela disse com uma voz fraca, porem eu desviei meus olhos da criança, para que pudesse fita-la. – Nós vampiros não podemos ter filhos.. Niklaus é diferente, antes que me faça a pergunta.

Eu acabei rindo, pois com toda certeza perguntaria isso. – Que merda... – Disse suas palavras, levo minha mão até a garganta.

– Você está muito ruim... – Abriu um breve sorriso – Eu sinto muito que não podemos fazer nada...

Arquei minha sobrancelha – Mas o que vocês poderiam fazer? – Indaguei confusa.

– Podemos curar as pessoas com nosso sangue... mas pelo que Niklaus andou falando, não podemos curar seu câncer e isso é loucura, porque nosso sangue cura tudo – Ela falou me fitando e logo um suspiro soltou do seus lábios.

– Oh... entendi – Falei tentando soar um pouco animada, mas eu não poderia fingir. Se tivesse uma cura, claro que eu iria querer. Mas eu realmente acho que esse é meu destino.

– Você quer dar uma volta?

– Não... quero só descansar um pouco – Disse me acomodando na cama, deitando no travesseiro.

– Depois trago algo para você comer... – Ela começou a sair, porem antes que ela pudesse sair a chamei.

– Ei, cadê o Niklaus? – Ela olhou para mim e sorriu.

– Saiu com Elijah, foram resolver alguns problemas... – Saiu do quarto.

Me deixou lá com meus pensamentos, meus olhos se desviaram da porta e foi até um espelho. Minha pele estava pálida, estava abatida, meus lábios estavam sem vida e meus olhos pareciam seguir o mesmo caminho.

Eu pensava que demoraria para a morte vir, mas cada dia eu estou mais fraca. — Argh... – resmunguei fechando os olhos. Tentando ao menos dormir, mas isso parecia inútil, já que o sono não aparecia, mas eu precisava descansar um pouco.

Então apenas fiquei meditando, contando os carneirinhos – Ok, eu estou apenas olhando para o teto e admirando a decoração dessa casa.

Acho que deve ter passado mais ou menos uma hora e eu contemplando o tédio. Meus olhos estavam fechados e minha mão estava em cima do meu coração, de um modo relaxado.

– Está ensaiando sua postura no caixão? – Uma voz rouca sussurrou no meu ouvido, fazendo meus olhos abrirem de uma maneira assustada.

– Niklaus... – Acusei, deixando que meus olhos voltassem para encara-lo – Pelo visto quer me mandar pro caixão mais rápido... – brinquei com a situação.

Ele revirou os olhos e se afastou um pouco de mim – Pode apostar que não é isso... – Sua voz seria me fez revirar os olhos.

– Vai saber... estou me sentindo a princesa presa no castelo – Resmunguei, sentando na cama.

– A princesa? Você está mais para... – Antes que ele pudesse dizer alguma coisa, joguei a almofada em seu braço.

– Olha o que vai falar, Nik... – Disse entre dentes.

O mesmo acabou rindo ao ouvir meu tom de voz, fazendo eu revirar os olhos.

– O que foi? – Indaguei estressada.

– Você me chamou de Nik... – Sua voz estava divertida e isso me assustou. Pois ele sempre estava tão serio e com aquele semblante preocupado.

– Ai... – Choraminguei, sentindo minhas bochechas corarem – Não tem nada engraçado aqui, idiota... – Falei desviando meus olhos para um canto qualquer.

– Você parecia ser mais simpática... – Disse sentando ao meu lado.

Isso me fez revirar os olhos – Eu sou simpática querido... mas você é o vilão da minha história – Encarei-o.

– Deixa eu te falar algo sobre o vilão... – Falou aproximando de mim, seus olhos fitaram o meu, fazendo me arquear a sobrancelha. – Todos amam o vilão... – Ele colocou a mão em minha bochecha, acariciando.

Isso fez minha pele esquentar, fazendo meus olhos seguirem os seus. O mesmo olhou para os meus lábios e eu olhei para os deles. – Não se iluda... – Sussurrei.

– Não se engane, eu consigo ver no seus olhos... – Ele aproximou seus lábios do meu, estávamos a centímetro a distancia – Eles demonstram puro desejo – Seus lábios foram até o canto da minha boca, beijando o local. – Como agora... – Dito isso, senti sua mão em minha cintura, trazendo-me para mais perto. Seus lábios atacaram os meus, como uma rapidez surpreendente. Meus lábios secos foram tomando pelos dele, trazendo uma ardência em meu corpo. Sua língua começou uma disputa com a minha e era impossível eu ganhar da dele, ele fazia tudo com a facilidade. Seu beijo me arrepiava, onde diversos sentimentos estavam naquela disputa louca – raiva, angustia, carinho e desejo, no fundo ele estava certo, eu o desejava.

Eu desejava aquele cara malvado.

Notas finais
Me digam o que acharam? Hm... e muitos me perguntaram sobre a cura, s. E nesse capitulo, eu respondi vocês D; espero que não queiram me matar. Quero agradecer uma pessoa do fundo do meu coração, que foi a primeira a recomendar a história. - Aneliese M. Gilbert, suas palavras foram lindas e você marcou muito essa história, pois eu nunca recebi uma recomendação e quando eu a vi, uau, não tenho palavras para descrever. Obrigada :B Bom... eu estava vendo as resposta de vocês e foi tão bom conhecer um pouco de cada um. Obrigada por aqueles que responderam s2 Isso me deixou animada, porque foi tão bom comunicar com vocês e eu tinha feito um blog com minha irmã e não sabia por onde começar, mas agora... eu já tenho umas ideias, AHSHAHSHAS ~vocês me deixaram com uma criatividade, agradeço muito a todos vocês. E a Katy Chin me mandou uma musica e eu adorei a mesma ~ quem quiser ouvir, lembra a história https://www.youtube.com/watch?v=e-ORhEE9VVg E falando de história, HAHSHAHSHAS: Eu tenho uma original, quem gosta de fanfic original, está ai: http://fanfiction.com.br/historia/558908/Maldito_seja_o_meu_professor/ Valeeeu s2