Lake Forest Academy
51 Capítulo 51
Ficamos horas calados, apenas com o som do Radio ligado que pela segunda vez foi Karla que o ligou. O GPS que nos dois primeiros quilômetros não parava de falar agora esta mudo apenas uma setinha azul aparecia que era o carro.
Karla tirou os sapatos e os jogou no banco de trás, ela tirou o cinto e se inclinou pra abrir a mala que estava no banco de trás.
– O que esta fazendo? – Perguntei a olhando pelo retrovisor.
– Tentando pegar minha mala. – Isso eu percebi.
Ela pego uma meia calça preta e voltou a se sentar direito com um sorriso vitorioso.
– Não coloca não. – Pedi.
– Me sinto mal sem elas. – Ela disse colocando o primeiro pé na meia. Coloquei a mão em cima da sua perna e ela estava alguns graus mais fria que eu.
– Eu quase nunca te vejo sem essas meias, e você tem umas pernas tão bonitas. – Disse passando os dedos pela sua perna.
– Sabia que tinha um problema com minhas penas. – Karla disse rindo. – Mas sério me deixe colocá-las não quero chegar a Montana e ver a Sra. Thonsem com isso aqui. – Ela apontou pro uniforme.
– Ele sempre te deixou linda, a primeira vez que ti vi com ele tive vontade de dizer que aquela escola era louca por deixarem alunas usarem eles, mas depois comecei a gostar porque conseguia ver seu corpo sem você perceber. – Confessei.
– ME olhou tomar banho também? — Ela perguntou desconfiada.
– Eu queria, mas o chuveiro ficava longe da porta então era difícil ter uma boa imagem. – Disse rindo e ela me acertou com um soco no braço tirei a mão de cima da suas pernas a deixando colocar a meia calça.
Ela se inclinou novamente pegando mais alguma coisa na mala e voltando a se sentar com um short na mão, ela abaixou a saia e eu estava prestes a largar a direção do carro pra ver ela fazendo isso.
– Que isso? Strip-tease agora? – Perguntei olhando a calcinha dela.
– Sai pra lá. – Ela me fez virar o rosto voltando a olhar a pista.
Ela colocou o Short e meias 3/4 como sempre.
– Pronto? – Perguntei a olhando.
– Não. – Ela respondeu pegando uma regata preta.
– Não faz isso Karla. – Pedi respirando fundo.
– Espera ai. Você abusa da minha boa pessoa na casa da sua mãe e não quer que eu troque a blusa? – ela perguntou começando a abrir os botões da camiseta.
– Mas você não tirou a blusa tirou? Não que eu me lembre. — Perguntei controlando a respiração.
– Grande coisa não é mesmo? Que eu me lembre bem você tocou neles e tá com probleminha em só de velos? – Ela abriu o ultimo botão e abriu a camisa.
Ela esticou o braço pra tirar a manga da camisa, e eu a olhava querendo eu tirar a roupa dela. Balancei a cabeça algumas vezes tentando tirar uns pensamentos perversos que não queriam sumir.
– Tentando tirar pensamentos indevidos? – Ela perguntou arrumando o sutiã, prestei atenção nela arrumando os peitos no sutiã e algo começou a criar volume.
Eu ia sair da pista se ela continuasse a me torturar.
– É. – Concordei a olhando, coloquei a mão em cima do que eu achava que era um fecho de plástico do sutiã que era do lado perto da alça. – O que é isso?
– O fecho.
– Do lado?
– É, eu sei que é estranho, sorte sua não ter que usar esse tipo de coisa da muito trabalho pra colocar ele. – Ela pegou a regata pra colocá-la.
Passei os dedos pela sua barriga a fazendo contrair e arrepiar.
– Não faz isso. — Ela pediu falando com dificuldade.
Continuei a provocá-la, abri o fecho do sutiã e o afastei do seu corpo como tinha feito na noite anterior.
– De novo não. – Ela disse pra si mesma. – Se começar vai ter que terminar dessa vez. — Ela desviou o olhar pra mim.
– Carro, Hotel, casa, tem alguma preferência? – Perguntei olhando a estrada.
– No carro não vai rola. – Ela disse séria.
– Temos cinquenta quilômetros até a próxima cidade. – Respirei fundo, eu estava muito bem e ela ainda queria me fazer esperar. Tudo bem, quem manda sempre e as mulheres então o melhor que fazia era concordar.
– Eu sei esperar. – Ela disse com meio sorriso.
Revirei os olhos tirando a mão dela a deixando colocar a blusa.
Ela se ajeitou no banco e fechou os olhos, ela ia dormir.
Dito e feito, não demorou muito até ficar inconsciente, aproveitei o tempo que ela dormia e liguei pra Selena novamente pra perguntar se uma das casas pra férias estavam ocupadas.
– Não. — Ela respondeu. — A 21 esta livre, toma cuidado pra que ninguém o veja, já desliguei quase todos os rastreadores e toma cuidado.
– Ok, obrigado. — Agradeci e desliguei.
Demorou mais algumas horas até chegar à cidade a onde ficava a colônia de férias. As montanhas como sempre estavam com o topo branco, estacionei na frente do Chalé 21, sai do carro e olhei em baixo do tapete a onde as chaves costumavam estar.
Abri a porta e fui pegar a madame que ainda dormia.
A peguei no colo e a levei pra dentro do chalé, a levei até o quarto e a Coloquei na cama, manti as cortinas escuras fechadas e acendi o abajur pra ela não gritar achando que tinha sido sequestrada.
Voltei pro carro e peguei as malas, o Chalé era simples, havia dois quartos, a sala com alguns sofás, a cozinha e um banheiros que ficava no quarto.
– Quem vai me dizer a onde eu tô? – Escutei Karla perguntando um pouco tensa.
Ri por ela estar meia desesperada. Me levantei da mesa da cozinha a onde eu estava mexendo no notebook tentando acertar a frequência pra me comunicar com Selena.
– É uma casa a onde alguns agentes tiram férias. – Respondi entrando no quarto.
– E eu posso saber como paramos aqui? – Ela perguntou sem entender.
– Liguei para Selena pra saber se alguém estava a usando...
– Você ligou pra ela? – Ela gritei. – Agora todos sabem a onde estamos.
– Não vão nos achar. – Bufei. – Às vezes eu acho que você duvida da minha capacidade. – Disse ofendido. — Selena desligou todos os rastreadores que possam dizer a onde estamos, e ela fez isso sem autorização, ou seja, ela pode perder o emprego por ter feito isso. Então agora relaxa ai.
Virei de costas e sai do quarto e ela veio atrás de mim.
– A onde nós exatamente estamos.
– Olha pela janela e tenta descobrir. — Disse rindo.
Ela foi até a janela e olhou pra fora.
– Montana? – Ela perguntou sorrindo.
– É.
– Há quanto tempo ficou dirigindo?
– Um bom tempo. – Olhei no relógio.
– Chegamos a uma cidade de Montana então estamos perto da sra. Thonsem. – Karla disse animada.
– Nem tanto, algumas horas de viajem ainda, hoje a gente passa a noite aqui e amanha retomamos a estrada.
– Não íamos parar depois de cinquenta quilômetros? – Ela perguntou mechando no cabelo.
– Não queria te acordar. – Voltei pra cozinha pra ver se tinha conseguido algo, e quase.
– O que tá fazendo? – Karla se aproximou curiosa.
– Selena vai ligar a qualquer momento só que estávamos sem freqüência...
– Para, eu não entendo disso. – Ela saiu batendo o pé.
Ela tirou o All star e se deitou no sofá ligando a TV.
– Por algum motivo muito estranho seu pai confia em mim. – Disse analisando os fatos.
– Por quê? Não era pra confiar? – Ela perguntou olhando a TV.
– Ele nem ao menos perguntou a onde eu estou te levando. – Disse sério. Não mesmo ele tinha confiança de mais em mim, não sei se teria quando eu voltasse.
– Ele sabe que eu não fugi por vontade própria dessa vez, sabe que é minha vida que está em jogo, Meu pai não vai perguntar nada até que voltemos e eu esteja em segurança máxima dentro de casa.
– Temos que pegar as pessoas que estão atrás de você, antes das provas finais, porque se não você vai ficar em alta segurança em Lake Forest. – Coloquei um aparelho em cima da mesa e conectei no notebook pra achar a frequência certa. – Voltou a funcionar.
– Eu vou ficar lá de qualquer maneira, não vão me deixar passar, vou ter que ficar lá por um bom tempo. – Ela cruzou as pernas se sentando. Larguei tudo em cima da mesa e fui me sentar ao seu lado.
– Olha eu até te culparia se você ficasse mais algum tempo na academia, você fugiu porque te deu vontade, foram seis meses, ai você volta e tem um maníaco que quer te matar e ninguém sabe o porquê. Mas como não foi só sua responsabilidade...
– Para com isso. Sério já escutei muito isso, se eu tivesse ficado os seis meses na academia não haveria problema em eu ter saído agora, mas eu fugi e que ótimo se eu tiver que passar mais um ano na academia, eu passo mais um ano jogando cimento no ventilador. – Ela disse com meio sorriso.
– Você é única. – Ri.
– É eu sei. – Karla piscou.
Segurei sua nuca e me aproximei para beijá-la, ela entrelaçou os dedos no meu cabelo e eu a beijei com certa agressão, ela puxou meu cabelo com força que fez com que eu soltasse um gemido, a deitei no sofá ficando por cima dela e beijei seu pescoço, coloquei as mãos por dentro de sua blusa a fazendo estremecer, a puxei pra cima a tirando com cuidado e a jogando no meio da sala. A respiração dela começou a acelerar, olhei seus seios e eles estavam incrivelmente maiores por causa do sutiã beijei um dos seus seios e mordi levemente a fazendo respirar fundo.
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