Lake Forest Academy
41 Capítulo 41
Karla foi ao banheiro e quando voltou se sentou no sofá jogando a cabeça pra trás encostando-se ao sofá, ela cruzou as pernas e ficou balançando o pé. Tirei o sapato do seu pé e olhei o salto, ela não estava brincando quando disse que mataria Carlos com ele, era fino, apanhar com aquilo deveria doer pra caralho.
– Você não tava brincando quando disse que podia matar alguém com isso. – Devolvi o sapato a ela.
– Eu nunca brinco quando digo que vou matar alguém com alguma coisa. – Meio sorriso apareceu.
Ela tirou o outro pé e pisou no chão respirando aliviada.
– Eu fico me perguntando quando é que faz as unhas. – Olhei pros pés dela que tinha algumas florzinhas.
– Para de olhar pros meus pés. – Pediu brava.
– Eles são bonitinhos. – Disse rindo, mas parei de olhar pra não correr o risco de ganhar alguns tapas. – Se quiser ir pro quarto dormir um pouco pode ir, é a primeira porta.
– Tem certeza que tá falando isso pra mim? – Ela perguntou indignada. – Você que sente sono o tempo todo.
– Se eu dormir só acordo amanha, então você fica sem janta... — Disse rindo.
– Sinto que vou ser punida por algo que fiz. – Ela fez bico olhando pra TV.
Ficamos quietos por um bom tempo até eu Karla me chamou.
– Allan?
– Hum?
– Você gosta de mim? – Ela perguntou olhando o nada.
– Sim. – Respondi a olhando.
– Não gostar... Tipo, gostar! – Ela deixou os ombros caírem.
– Vocês mulheres são complicadas nesse termo “gostar”, mas a resposta continua sendo sim. – Disse com um sorriso fraco. – Não podemos ter nada!
– Eu sei, você já disse. – Ela respirou fundo. – Mas isso não muda o sentimento.
– Não, não muda. – Concordei. – Mas você é meu trabalho, não posso me dar ao luxo de ficar com você, isso dificultaria as coisas e muito. – Me levantei indo atrás do telefone da pizzaria, Karla iria surta quando soubesse que iria pedir pizza pra ela de jantar.
Olhei pra Karla quando desliguei o telefone que me olhou sem entender.
– Que?
– Você vai jantar pizza. – Avisei.
– Eu espero mesmo que amanha você não me faça comer porcarias. – Ela ficou me olhando séria.
– Você é uma adolescente desde quando se preocupa com alimentação? – Perguntei indignado.
– Eu não vou ter esse corpo pra sempre. – Ela apontou pros seios e eu desviei meu olhar pro teto. — Então é melhor eu começa a me cuidar agora...
– Que tal fazer isso quando tiver uns vinte e cinco anos? – Voltei a olhá-la.
– Você tem vinte e três...
– Só que eu não me preocupo com o que ingerindo, deveria, mas não estou. – Olhei através da sacada. – Enfim depois você se recupera.
A campainha tocou e eu me levantei pra atender.
– Achei que Vanessa tinha me iludido. – Bill pulou em cima de mim e Karla começou a rir.
– Cara sai pra lá, olha sua idade. – Empurrei Bill.
– Ainda acabando com a graça dos alheios.
– Bill não enche. – Disse um tanto bravo.
– Não achei que ia ficar tanto tempo fora, tava sentindo falta de escapar da mulher pra vir jogar com você. – Bill disse animado.
– Tô trabalhando. – Apontei pra Karla sentada no sofá.
– Aquele tipo de trabalho, né? – Bill disse com uma voz mais animada ainda.
– Não imbecil, aquele tipo de trabalho em que se eu falhar alguém morre. – Disse sério. – Literalmente Bill.
– Viro baba? — Tava me zuando, né? Ele olhou novamente pra garota e acho que só agora ele realmente prestou atenção nela.
– Pois é.
– Você não troca minhas fraudas e nem me da mamadeira, então tira essa baba daí. – Karla disse brava.
– É, ela tem razão. – Concordei.
– Quando tiver folga ou algo do tipo chega lá em casa. – Bill piscou.
– Ok. – Bati na mão de Bill.
– Boa sorte com a garota. — Ele se afastou e desceu pelas escadas o que eu achei estranho.
Bill descendo as escadas? O que houve com aquele vagabundo?
Fechei a porta e olhei Karla rapidamente com um sorriso cínico a fazendo ficar sem entender.
Depois que anoiteceu e eu fiz com que Karla comece três pedaços de pizza que ela provavelmente empurrou com o dedo, ela não tava aguentando com ela, sua cabeça estava pra trás e ela respirava fundo.
– Você vai me fazer passal mal. – Ela disse encarando o teto. – Bonito lustre. – Olhei pra cima e revirei os olhos. – Ok eu vou dormir antes que resolva me fazer comer mais alguma coisa. – Sua voz estava mole.
– Ok... Primeira porta. Se precisar de algo...
– Eu te grito. Obrigada. – Ela se levantou com preguiça e arrastando os sapatos junto.
Larguei-me no sofá rindo do jeito que ela se encontrava.
Levantei-me e fui em direção ao quarto, precisava pegar algumas coisas, bati na porta apesar de ser meu quarto, mas vai que a senhorita estava 'desprevenida' novamente e dessa vez ela me mataria. Provavelmente iria achar que eu queria pegar ela daquele jeito e blá blá blá.
– Entra.
– Achei que ia te pegar “desprevenida” se entrasse sem bater. – Abri a porta do guarda roupa pegando algumas peças de roupa.
– Acredite ia. – Ela sorriu.
Peguei uma blusa azul que eu não tinha usado ainda e joguei pra Karla.
– Se quiser dormir com ela. – A olhei brevemente e voltei minha atenção pro guarda roupa. – Assim se eu entrar no quarto não te pego de sutiã. — Ou sem...
– Valeu.
– Se precisar me chama. – Sai do quarto fechando a porta.
Fui pro outro quarto e me joguei na cama de solteiro, minha irmã costumava passar as férias na minha casa, quando o quarto estava arrumado ela ficava nele quando não ficava no meu.
Encarei o teto e me arrependi por alguns segundos. Karla estava no quarto ao lado, e isso era perigoso porque minha vontade era de dormi no mesmo quarto que ela, mas se eu fizesse isso alimentaria duas esperanças. A minha e a dela o que não era bom porque os dois se decepcionariam em pouco tempo. Mas ela estava na mesma casa que eu, estava sozinha comigo e porque eu não ia lá logo e conseguia o que os dois queriam?
– Porque você respeita aquela garota... – Disse pra mim mesmo.
Ela é bonita e diferente, e se coloca respeito, e só não respeitar por ela tenho que fazer isso pelo pai dela, mas preferia o fato de respeitar ela por ser ela do que pelo pai dela.
Mas que caralho ela estava no quarto do lado provavelmente toda encolhida junto com a coberta com a respiração leve... Eu precisava daquela mulher se não ia surta!
Virei na cama escondendo o rosto entre os travesseiros e dormir.
Chutei a parede no meio da noite e acordei xingando a parede por ela estar ali virei pro outro lado e não conseguia pegar no sono novamente, meu pensamento estava no quarto do lado, mas eu não ia dar o braço a torcer, eu não ia me levantar e ir praquele quarto. Eu ia me conter e ficar quietinho que era o melhor que eu podia fazer.
Quando vi que não ia mais conseguir dormi e o sol já estava passando pela janela pegando no meu rosto, bufei revoltado por ter escolhido o apartamento errado me levantei indo para a sala me jogando de frente no sofá.
– Sofá, te amo. – Procurei o controle com a mão e felizmente o achei liguei a TV pra ver se estava passando algum desenho que eu gostasse, mas nada, liguei o PS e dei um de viciado me sentando a centímetros da TV com o controle nas mãos e olhando a TV sem piscar pra não fazer nada de errado. Não é a toa que todos falam que eu e vídeo game não é uma combinação muito boa.
Eu tava sentado no meio da sala no chão entretido com o jogo.
– Até em jogos você atira nas pessoas? – Karla perguntou atrás de mim.
– Trouxe o trabalho pra casa literalmente. – Disse sem a olhar. – Achei que ia dormir até tarde.
– Eu ia até um raio de sol pegar em cima do meu olho quase me segando. — A voz dedurava que estava com sono.
– É o problema daquele quarto, dos dois na verdade. – Disse prestando atenção no jogo.
– E você não tá dormindo por quê? — Perguntou.
– Porque eu acordo cedo todos os dias é rotina, mesmo quando posso não consigo dormir. Vou terminar essa faze ai vou pedir café da manha pra gente.
– Ok. – Ela acabou rindo o que me fez virar para olhá-la, mordi o lábio com força, essa menina queria me matar. Ela estava com minha blusa e sem sutiã, estava com os braços cruzados fazendo os seios dela subirem de uma forma tentadora, a blusa que eu havia lhe entregado estava um pouco pra baixo da cintura, dando pra ver um pedaço da calcinha que era preta e as pernas completamente nuas. Minha boxer já havia começado a ficar apertada e um tanto desconfortável porque eu não podia aliviar aquilo com ela. Respirei fundo pra não me levantar e tirar aquela blusa do corpo dela e mandei meu foco pra outra coisa.
– Eu não sei quando Dulce vem então eu espero que ela não te pegue desse jeito dentro do meu apartamento. – Disse de um jeito meio dolorido. Eu não agüentava com um negocio daquele.
– Tá eu vou colocar o vestido. – Ela virou de costas e metade da bunda dela estava aparecendo, ela estava com uma fio dental que só pioro minha situação que já não estava boa. Olhei pra cima e mexi a boca em um “Oh meu Deus" Ela saiu andando rebolando.
Girei meu corpo pra ficar de frente para estante novamente e acho que escorria baba no canto da boca.
– Gostosa. — Disse pra mim mesmo e bati minha cabeça na estante.
Joguei minha cabeça pra trás tentando toma o controle do meu corpo, mas com ela daquele jeito não tinha como eu ter controle. Como que ela faz uma coisa dessas sabendo que tem um homem na mesma casa que ela?
– Eu preciso pegar naquela bunda. – Disse olhando o nada.
Escutei Karla voltando pra sala e deu uma olhada nela pra ver como que ela estava vestida pelo menos, mas aquele vestido também não estava ajudando. Ela se sentou no sofá e cruzou as penas, isso não era dela. Desliguei o PS e voltei minha atenção a ela.
– Você não é de sentar toda certinha. – Disse desconfiado.
– Não tô em casa e nem de short. – Ela disse olhando o desenho que passava na TV.
– Você vai ficar aqui por um bom tempo, então é bom entender que não adianta se comportar agora. – Pisquei.
Karla acabou dando por vencida e se deitou no sofá, e eu me tranquei no banheiro e fui da uma aliviada na situação em que Karla deixou meu corpo. Ver aquela garota praticamente nua na minha frente não deu certo.
Voltei pra sala bem mais tranqüilo e Karla assistia desenho animado.
– Tá com fome, né? – Perguntei.
– Não... Quem é ela? – Ela apontou pro porta retrato que estava eu e Viviane.
– Lembra daquela namorada que terminou comigo por causa do meu trabalho? – Ela respondeu com a cabeça. — É ela.
– Ela é bonita. – Ela disse olhando a foto. – Ainda gosta dela não é?
– Não. – Respondi assim que ela jogou a pergunta.
– E porque a foto de vocês dois está aqui ainda? – Karla perguntou sem entender.
– Eu tento tirar ela daí toda vez que venho pra casa, mas acabo ficando preocupado com outras coisas e a deixo ai. – Disse caminhando até o porta retrato e tirando a foto a rasgando algumas vezes, virei o porta detrato pra baixo e joguei os pedaços no lixo.
– Não foi só pelo trabalho que ela terminou não é?
– Não sei se teve mais alguma coisa. – Me virei para olhá-la. – Eu te disse, eu tinha uma folga por semana, ela queria sair, ir em festas, se divertir, eu cansado trabalhando uma semana toda sem voltar pra casa, ia sair pra ir em festa e shopping? A única coisa que eu tinha disposição era de leva ela pra cama. – Ela soltou um riso. – Ela alegou isso quando terminou, disse que eu a tinha só pra isso, que o que ela queria fazer eu não concordava com os termos dela ou dizia não.
– Mas e você acha que valia a pena continuar com ela? – Ela perguntou me olhando.
– Eu nem a via, eu tinha chegado ao meu limite, pra mim não fazia diferença ter ela do meu lado ou não, ela só enchia, não conseguia entender que eu ficava fora por seis dias colocava em risco minha vida, e quando eu chegava em casa eu queria dormir. – Respondi
– Ou seja, ela só servia pra sexo. – Ela disse com meio sorriso.
– Bem esperta você. – Pisquei. – Quando eu a pedi em namoro, eu voltava pra casa todos os dias e tinha folga, então eu conseguia sair com ela, depois as coisas começaram a piorar, minhas férias tinham vencido e nada de férias, então começaram a me mandar pra longe, e as coisas começaram a ficam problemáticas, eu chegava ela gritava, dizia que eu estava a traindo, e que ela não significava mais nada pra mim. Todo domingo era assim...
– Ai vocês se pegavam ficava tudo bem até a próxima semana.
– É. – Concordei
– Procure alguém que entenda isso... – Sendo bombardeado por indiretas. – Sei lá alguém vai ficar com você mesmo ficando dias fora de casa...
– Quando eu entrar de férias... Se é que vou entrar ai eu vejo isso. – Disse sério.
– Se não fosse por tudo isso... Ficaria comigo? – Ela encarava o teto.
– Não vou te responder. – Mantive o tão sério.
– Qual é? É só uma perguntada, já me disse que não quer nada comigo. Só quero uma resposta, você disse que não ia ficar com o seu trabalho, no caso eu, mas e se eu não fosse o trabalho, nem tivesse sendo perseguida, nem sendo ameaçada de morte, e você não fosse meu guarda costas?
– E você não fosse menor de idade...
– Não sei se lembra, mas já fiz aniversario. – Ela disse brava. – E um numero não ia fazer diferença, cinco fariam.
– Não iam... É só uma desculpa idiota pra não fazer outra pessoa sofrer.
– Você não me respondeu. – Ela disse em voz alta.
Liguei pra padaria e pedi café da manha pra Madame que tava na sala de mal humor.
A campainha tocou e eu fui atender, entreguei um copo a Karla e um saquinho de papel.
– O que... – Ela começou a pergunta e abriu o saquinho.
– Hey... – Ela se virou pra mim e eu joguei um bombom pra ela, isso tinha que acalma ela, se não acalmasse eu lhe daria sedativo por três dias.
– Valeu. – Ela sorriu.
Tomei um gole do que eu achava que era cappuccino.
– Isso é suco de laranja.
– É e isso é café. – Ela engoliu contrariada.
Ri e troquei os copos.
– Sim... – Respondi a pergunta que ela tinha me feito mais cedo, ela me olhou sem entender. – Eu ficaria com você.
– WOW, me respondeu. – Ela riu. – Tá vendo, não doeu, ou doeu?
– Mais do que imagina. – Era estranho querer ficar com alguém e saber que não podia. – Se eu pudesse ficaria com você, mas não posso.
– É eu sei seu trabalho. – Ela disse comendo.
– Não é só isso. – Disse sério. Eu não podia conta toda a verdade pra ela, tinha muita coisa que ela não podia saber. – Você tá presenciando isso, eu estou vivendo sete dias por semana com você, eu saio um segundo do seu lado quase te matam, eu disse a você não tenho mais vida pessoal, se eu fico com você quando devo estar te protegendo é um grande problema, eu perco meu emprego, perco a credibilidade e vou ter que passar algumas longas horas respondendo perguntas feitas pelo seu pai.
– Tudo isso é seu trabalho, não tem outro motivo. – Ela deu de ombros, e eu sabia que ela tinha razão.
– Você tem razão esta tudo voltado ao meu trabalho, só que você já parou pra pensar como é ficar com um cara que nem folga tem? Me fale o que você diria de ficar com ele e nem ao menos o visse?
– Eu provavelmente ficaria chateada em não velo, mas nada do que um computador não resolva... Tá ele vai resolver metade do problema a outra metade se resolve quando os dois se encontrarem.
– Você vai pensar assim até o dia em que as coisas começarem a ficar ruis...
– Sua ex te disse que não teria problemas não é?
– É, ela disse que a gente iria continuar do mesmo jeito que o sentimento continuaria o mesmo, mesmo eu estando longe e nos vendo uma vez por semana e blá blá blá. – Respirei fundo, tudo aquela historia não me incomodava como antes.
– Hey, deve ter sido difícil, você estava aqui o tempo todo depois você para de voltar pra casa todos os dias, tudo mudou, mas se uma mulher te conhece assim, já sabendo que você não para em casa e corre o risco de ficar tempos sem voltar pra casa, ela vai saber li dar com a situação...
– Karla para, não é assim, pode ser no começo, depois as coisas mudam começaram a vir à falta de atenção que os dois precisam a paranóia de que eu possa estar traindo, e depois de um tempo tudo acaba, porque você não consegue entender que se eu não dormir eu morro em algum lugar do país. – Ela se levantou e ficou de frente pra mim me olhando nos olhos. – Você merece alguém melhor.
– Eu não sou igual Viviane, não ache que minhas ações, são parecidas ou iguais as delas, porque tenho certeza que não são. Então para de achar que se você der uma única chance às coisas vão ser iguais. – Ela dizia séria. – Você não entende que eu quero que todas as suas regras de como ser um bom a gente se fodam, porque ninguém deve ficar preso a uma coisa que não te trás felicidade. – Ela encostou nossos lábios por alguns segundos e os separou.
Levantei-me mais rápido do que pude ver e a coloquei contra a parede, a respiração dela acelerou de tal forma que me fez sorrir, encostei nossos lábios novamente e invadi sua boca com a língua, elas se cruzaram e aquela sensação estranha apareceu como a primeira vez que nos beijamos, intensifiquei o beijo a imprensando mais contra a parede.
Eu estava cansado de ter que me segurar perto dela, eu não conseguia mais ela não conseguia, eu precisava dela pra mim, precisava pegar nela, sentir ela perto de mim, já não me contentava só em olhá-la. Eu segurava sua cintura com força como se ela fosse fugir de mim, mas por outro lado sabia que isso não iria acontecer, ela passou os braços pelo meu pescoço e eu me aproximei dela a prensando mais e mais contra a parede.
– Como que eu aguentei tanto tempo? – Me perguntei. – Que droga garota. – Terminei o beijo e ela me encarava sem entender. – Não tem ideia do quanto eu queria fazer isso de novo.
– Você teve varias chances. – Ela disse com meio sorriso, mas parecia grogue.
– É, tive. – Voltei a beijá-la.
– Você não tem ideia do quanto faz isso bem. – Ela mordeu meu lábio.
– Tenho sim. – Dei risada.
Ela deu um soco no meu abdômen e eu mordi seu lábio com força, ela me devolveu outro soco e eu mordi sua orelha a fazendo me acertar outro soco, beijei seu pescoço acho que ela pegou gosto pela brincadeira porque acabamos ficando nisso até que a campainha tocou.
Notas finais
Como vai vocÊs? *-*-*
*Tô educada hoje*
Espero que estejam bem, né?
Vi que ganhei alguns leitores novos o que me deixou feliz porque eles comentam *o* kkkk'
Obrigada por lerem suas lindas
então pessoal como vocês comentaram eu fiz um post um pouquinho maior pra deixar vocês felizes *-*-*
E gente quando vocês falam sobre seus suspeitos eu tenho vontade de favoritar todos os comentários, mas é difícil porque só pode um D= ai que triste...
Mas então obrigada por lerem né, todos vocês até mesmo os que não comentam, só por favoritarem já me deixa um pouco feliz.
Então continuem comentando pra vocês ganharem mais capítulos *O*
Beijinhos da tia Keller *-*-*-*
PS: Erros no capítulo avisem *o*
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