Moveram Karla de quarto, agora ela estava em um no terceiro andar, um dos últimos do corredor, pra ver aquela garota revoltada era só colocá-la longe do elevador, nunca a vi reclamar tanto porque teria que andar mais. Isso porque nem tem problema de saúde.

O quarto tinha o mesmo tamanho do outro a diferença é que a cama ficava do lado da porta, o banheiro ficava de frente pra porta do quarto, havia uma poltrona preta perto da janela, uma mesa de estudos.

– Eu quero meu quarto. – Karla choramingou.

– Em dois dias você o tem de volta. – Me joguei na poltrona, era bem mais confortável do que a que eu tinha no meu quarto e que Karla tinha no dela. – Quando voltar pro seu quarto, me lembra de levar isso aqui junto.

– Pode deixar. – Ela revirou os olhos.

Como na maioria das noites eu fui pra academia, Zoe como sempre vestia alguma roupa de ginástica que mostrava até o útero, o que dava uma vontade inexplicável de colocá-la contra uma parede.

– OI bebezinho. – Ótimo agora ela me colocou apelido.

– Oi Zoe.

– Allan você ainda tá bravo comigo? – Ela perguntou chateada.

Eu não estava bravo eu estava irritado com ela.

– Não. – Respondi me sentando em um dos bancos que havia na academia.

– Que bom bebe. – Ela se sentou no meu colo e entrelaçou os dedos no meu cabelo.

– Vai malhar vai. – Ela revirou os olhos e saiu de cima de mim.

– Você tá chato comigo. – Eu tava prestes a mandar calar a boca. – Antes fazia qualquer coisa pra me foder agora tá com graça.

– Eu tô com graça? – Parei pra encará-la. – Quando eu chego perto de você o que você fala? Certeza que sou eu?

– Allan...

– Que?

– Hoje eu não vou pegar o turno na noite, se você quiser... – Ela mordeu o lábio inferior. – E eu sei que quer...

– Convencida! – Como eu ia dizer não? Não ia!
Saímos da academia e fomos em direção ao prédio dos funcionários, Zoe falava sem parar outra coisa que me deixava um tanto irritado com ela, parecia uma papagaio que repetia mil vezes a mesma coisa e adivinha qual o assunto? Karla como sempre, segurei pela cintura a aproximando de mim enquanto andávamos. Perto do prédio havia três garotas, duas de capuz e uma com o cabelo solto, ótimo mais alunos fora da cama, e o que é que elas estavam fazendo ali? Se encontrando com o tal professor? Ou simplesmente curiosidade, umas delas nos viu e as outras se apreçaram e deram a volta no prédio.

– Que foi? – Zoe perguntou olhando pra onde eu olhava.

– Nada. – Respondi. Se contasse que havia três garotas pra fora da cama ela iria surta.

Entramos no meu quarto fazendo Zoe fechar a cara quando abri a porta.

– Seu quarto ainda tá fedendo... – Vai começar.

– Mulher para com isso, o perfume dela já sumiu. – Revirei os olhos.

– Não sumiu não...

– Para de pirraça. – Pedi entrando do banheiro, é o cheiro não havia sumido.

– Não é pirraça. – Ela me seguiu.

Ri da insistência dela, tirei a camisa e abri o chuveiro.

– Delicia. – Zoe sussurrou no meu ouvido.

Virei-me de frente pra ela e a imprensei contra a parede.

– Seja rápido Stewart. – Ela continuava a sussurrar.

– Não hoje. — Disse beijando seu pescoço.

Zoe não costuma a suar tanto quanto eu, ela nem ao menos suava, sua pele estava seca, nem ao menos parecia que ela havia feitos exercícios. Seu perfume era ao contrario do da Karla era enjoativo intoxicava rápido de mais, o que me fazia procurar ar puro pra respirar. A imprensei mais contra a parede a fazendo soltar um gemido. Passei a mão por cima dos seus seios e a beijei nos lábios.

– Anda Allan. – Ela mordeu meu lábio inferior com força o puxando.

– Tá com pressa agora? – Perguntei com meio sorriso.

– Muita. – Zoe abriu o botão da minha bermuda e eu levantei seu tope a fazendo levantar os braços pra poder terminar de tirar.

– Não antes de você. – Disse no pé do seu ouvido.

– Tá Allan. – Ela tirou o short junto com a calcinha e me empurrou pra de baixo do chuveiro. – Pronto.

– Acabo com a minha graça...

– Ela nem se manifestou ainda. – Zoe beijou meu peito e desceu pela minha barriga, abriu o zíper da bermuda e ela caiu até meus pés. – Mas já Allan? – Ela olhava pro volume no meio das minhas pernas. – Nem comecei...

Zoe se levantou deixando o resto dela centímetros do meu, sua mão desceu pelo meu corpo com cuidado e parou no meu membro o segurando e apertando. Respirei fundo pra me controlar, mas tava difícil, tava difícil de pensar em qualquer coisa naquele momento, a virei colocando ela contra a parede mais uma vez e passei minhas mãos pelo seu corpo apertando cada centímetro do mesmo a fazendo suspirar e soltar alguns gemidos leves no meu ouvido. Beijei seu maxilar, e desci pro seu pescoço e depois ombros, segurando seus seios e os massageando fazendo com que suas mãos passassem pelas minhas costas, beijei seu seio e passei a língua úmida e quente em seu mamilo a fazendo fechar os olhos e passar as unhas pelos meus braços.

Apertei sua cintura e levei meus dedos até sua entrada passei os dedos por ela fazendo círculos a estimulando seus olhos pararam nos meus e seus dentes capturaram seu lábio inferior o mordendo com força, ela passou os braços pelo meu pescoço e soltava alguns gemidos um pouco mais altos, penetrei um dos dedos nela a fazendo suspirar fiz alguns movimentos dentro dela e introduzi mais um a fazendo se contorcer e passar os dentes pelo lábio freneticamente, suas unhas gravaram nos meus braços rasgando minha pele puxando pras costas, tirei os dedos de dentro dela ela gemeu em reprovação.

– Espera. – Fui até a pia e abri uma gaveta pegando uma camisinha.

– Isso. – Ela revirou os olhos.

Eu conhecia mulheres da laia de Zoe, faziam de tudo pra ter o que queriam, na hora que queriam, não viam obstáculos em sua frente. Segurei sua cintura ela pegou impulso e envolveu as pernas em volta do meu quadril, ajeitei meu membro em sua entrada e a penetrei, a fazendo gritar jogando a cabeça pra trás.

– Caralho. – Xinguei a penetrando com mais força a fazendo gemer igual louca, boa parte disse era exagero da parte dela, ela tava achando o que? Que tava em um filme pornô?

Seus dedos entrelaçaram no meu cabelo o puxando com força e me beijou com veracidade. Comecei a estocar nela com força e de vagar ela soltava alguns gemidos, quando vi que seu busto começou a avermelhar tirar meu membro de dentro dela e ela me olhou sem entender.

– O que você tá fazendo? – Ela perguntou com uma expressão de dor.

– Isso é mais tortura pra mim do que pra você acredite. – Disse em seu ouvido.

– ME penetra de novo Allan, a gente tá quase lá...

– Não. – Disse rindo.

– Isso é tortura... Anda? – Ela segurou meu pênis com a mão fechada e começou a fazer movimentos de vai e vem, mordi seu seio a fazendo soltar meu membro. – Não faz isso Allan. – Zoe choramingou. Passei meu membro pela sua entrada a penetrei até a metade e retirei novamente. – Seu desgraçado, me fode logo. – Ela disse entre dentes. A penetrei com força fazendo meu pênis bater no seu útero a pegando de surpresa. Ela soltou um gemido no meu ouvido e puxou meu cabelo com força e eu voltei a estocá-la.

Seus dedos só soltaram meu cabelo quando chegou ao seu clímax a fazendo ficar mole e com um sorriso bobo no rosto.

– Você vai me matar qualquer dia Allan. – Ela ficou de pé meio mole e entrou de baixo do chuveiro. Ri e a abracei.

Zoe saiu do meu quarto um tempo depois com uma toalha enrolada no corpo o que me deu vontade de puxá-la, mas seu o fizesse com ela no meio do corredor não seria anda legal já que ela tentaria me castra depois, mas o que não deixou de ser engraçado já que ela olhou três vezes de cada lado do corredor pra ver se não havia ninguém vindo.

Eu já havia deitado na cama tava praticamente dormindo quando escuto um grito acompanhado de uma pequena explosão. O grito provavelmente era mais alto do que minha mãe costumava dar quando eu aprontava alguma coisa. Levantei da cama arrastando meu corpo e sai do quarto.

Zoe era quem tinha e continuava a gritar, entrei em seu quarto mal humorado, odiava que me acordassem. Ela estava de pé só de Lingerie se coçando igual uma louca.

– Que foi? — Perguntei parado na porta.

– Alguma coisa explodiu, estourou sei lá, e meu corpo tá coçando. – Ela choramingava.

– Explodiu na onde? – Perguntei.

– Em baixo na cama. – Ela respondeu.

Olhei em baixo da cama e tinha até que engenhoca bem interessante.

– Tá sentindo esse perfume? – Zoe ficou séria.

– Não. – Respondi olhando o embrulho era algo interessante explodia com o calor.

– É O PERFUME DA KARLA. – Ótimo eu tava me relacionando com uma louca paranóica, pior do que a boneca de porcelana.

– Aham. – ignorei o que ela disse tava mais interessado no embrulho que havia explodido.

– Tá tudo coçando. – Ela reclamou.

– Veste uma roupa e vai à enfermaria, vai. – Zoe revirou os olhos e fez o que eu pedi.

Olhei em sua cama que ficava encostada na parede igual a minha e havia um pó na cama, alguém tinha aprontado com ela, não agüentei e dei risada.

– É pó de mico Zoe. – Disse escondendo o riso.

– O que? – Ela me encarou. – Até amanha eu vou tá toda inchada. Tenho certeza que foi a Sellivem, garota ordinária.

– Vai pra enfermaria. – Apontei a porta e ela saiu.

– Eu tô falando Allan foi ela. – Zoe praticamente gritou.

Revirei os olhos e voltei pro meu quarto e deitei na cama dormindo em seguida.

Bati na porta do quarto da Karla e ela não respondeu, bati de novo e aporta se abriu, olhei ela na cama deitada de barriga pra baixo com os olhos fechados e com o braço pra fora da coberta.

– Acho que a cama do lado da porta te ajudou a não responder. – Entrei no quarto.

– Quando eu voltar pro meu quarto, por favor, me ajuda a colocar minha cama perto da porta isso ajuda tanto. – Karla abriu os olhos e virou de barriga pra cima.

– Sabe alguma coisa sobre Zoe? – Perguntei sério.

– Sei tanta coisa sobre ela, ela é um chata, é monitora, tem probleminha sério pra admitir que foi ela que acabou com o time de animadoras...

– Não isso, sobre o que aconteceu. – A encarei.

– O que aconteceu? – Ela se sentou na cama, o cabelo dela tava todo bagunçado e ela tinha um pouco de maquiagem nos olhos do outro dia, a blusa que ela tava tinha uma alça caída dando pra ver um pedaço do sutiã branco o que me deixou curioso pra ver o resto.

– Colocaram pó de mico na cama dela e uma pequena bomba que explode com o calor...

– Ela tá bem? – Ela arregalou os olhos aparentemente preocupada, aquela não a reação que eu esperava.

– Está, colocaram pra assustar.

– Colocaram pó de mico na cama dela? – Finalmente ela processou a informação e começou a rir.

– Era essa a reação que eu esperava. – Ri.

– Imagina ela entrando em desespero no meio da noite. – Ela continuou a rir.

– Não sabe nada sobre isso? – Perguntei desconfiado.

– Não, mas se eu soubesse juro que iria parabenizar a pessoa que fez isso. – Ela disse sorrindo animada.

– Ela jura que foi você. – Disse sério.

– Eu juro que não foi, mas juro que queria ter sido, sério se encontrar quem fez isso me apresenta. – Ela ainda estava rindo, mas ela estava mentindo ela não estava me olhando.

Fomos pro refeitório Sara e Ananda se sentaram ao lado de Karla aquilo realmente me deixou desconfiado.

– Viu do jeito que a Zoe esta? – Sara perguntou querendo rir.

– Não. – Karla respondeu.

– Olha eu não sei o que ouve, mas a cara dela está uma coisa muito, muito, muito estranha. – Ela disse soltando o riso.

– Estranha como? – Karla perguntou.

– Estranha do tipo toda vermelha e com algumas bolhas...

– Os braços dela também estão assim. – Tomas se sentou ao lado de Ananda rindo igual uma hiena. – Eu nunca a vi tão feia, não vou mentir, o rosto esta inchado.

Karla soltou um riso engraçado, mas o abafou quando me viu olhando pra ela sério.

– Sério você vai rir muito quando ver ela. – Tomas disse a Karla.

Zoe entrou no refeitório vermelha de raiva, da alergia, das bolhas e do inchaço e de todo o resto, Karla olhou pra ela e começou a rir como se tivesse três anos e alguém tivesse feito alguma careta.

– Allan vai olhar pro resto da escola e me deixa rir em paz. – Karla não me olhou, mas eu precisava rir, Zoe estava com uma expressão hilária no rosto, realmente parecia um palhaço.

– Sellivem. – Zoe gritou e caminhou até a mesa a onde nós estávamos.

Fiquei sério, mas a minha vontade era rir, Sara, Ananda e Tomas riam sem parar e Karla a olhava com uma expressão de tédio.

– Fala Zoe. – Karla a olhou como se nada tivesse acontecido.

– Eu sei que foi você. – Zoe coçava o braço e encarava Karla com raiva.

Karla se levantou e encarou Zoe olho a olho, por um momento eu pensei em me levantar, mas não custava ver o que ia acontecer.

A garota disse algo a Zoe que fez com que ela ficasse com mais raiva.

– Garota eu vou te tirar dessa escola...

– Não vai. – Karla tinha um sorriso sem humor.

Ela se aproximou de Zoe e disse mais alguma coisa a ela que só as duas pode ouvir.

– Eu sei que você tá armando alguma pra mim e sei que isso que fez só é o começo. — Zoe bateu o pé no chão brava.

– Não foi eu Zoe. – Karla disse séria.

– É claro que foi você não respeita as regras, sai do dormitório quando bem entender...

– Zoe que horas você foi se deitar ontem à noite? – Sara perguntou séria.

– Er... – Zoe parou pra pensar. – Acho que as onze.

– A onde você estava as onze Rapunzel? – Tomas perguntou.

– Junto com Sara e Ananda. – Ela respondeu olhando Tomas.

– Então garotas ela estava mesmo com vocês ontem à noite? – Como se ele duvidasse da palavra da garota.

– É claro que ela estava iria mentir pra que? Estávamos no nosso quarto conversando sobre... Isso não interessa. – Sara disse virando o rosto pra Ananda.

– Estavam conversando sobre como me tirar da escola. – Zoe quase gritou.

– Não, estávamos falando como é a primeira relação de uma garota. – Ananda disse espontaneamente.

– Ananda isso era segredo lembra. – Sara ficou brava.

Olhei pro nada, esse não era um assunto agradável pra eu estar no meio.

– Então Allan quando vai tirar suas férias? – Tomas me perguntou disfarçando pra sair do assunto principal.

– Quando eu sair desse caso, que eu espero que seja logo. – Respondi.

– Desculpa Zoe, mas se você quer me incriminar, vai ter que arrumar provas. – Karla se sentou novamente na mesa como se nada tivesse acontecido. – Quem tem suco de laranja ai sobrando o meu acabo.

– Tenho chá serve? – Sara perguntou e Karla pegou o copo com o chá.

Zoe grunhiu com raiva e saiu batendo o pé com força, balancei a cabeça em um não escondendo o riso. O sinal não demorou a tocar, quando todos se afastaram Karla me encarou e me disse com certa raiva.

– Eu vou jogar uma praga em cima de você por querer se livrar de mim, esse caso vai demorar muito pra ser resolvido. – Em seguida se apressou pra alcançar seus amigos.

Ótimo, agora eu tinha até praga.


Notas finais
Então quem gostou desse capítulo ergue a mão e e comenta u-u
Duvido que não gostem da Zoe Blumm se dando um pouco mal rsrs
Mas então quem vocês acham que apronto com ela?
Opiniões quero sabem de vocês em!