La moitié...#Emison
Anos atras....
-Ah, inferno, que sorte a minha...
-O quê? - perguntei.
Espantei uma vespa persistente e corajosa para longe de minha latinha de Coca-Cola. Alison protegia o rosto com a mão de um modo que a deixava ainda mais em evidência.
-Professor McDonald. Sabe quem é? O McMuffin Cabeça de Ovo. Eu devia a ele um trabalho sobre os Beattles há uma semana. Ele me viu?
Olhei para a frente. Do outro lado do gramado coberto pela luz do sol da tarde, o professor tinha parado e apontava o dedo como se imitasse Lorde Kitchener, chegando até a mexer os lábios, sem emitir som, parecendo dizer a palavra "VOCÊ".
-Hum... Sim.
Alison espiou entre os dedos e olhou para mim.
-Talvez sim ou claro que sim?
-Sim do tipo um míssil escocês de mira certeira com as coordenadas perfeitas para acertar você no meio da testa. Sim.
-Certo, OK, pense, pense...
Alison murmurou, olhando para a copa da árvore à sombra da qual estávamos.
-Você vai tentar subir na árvore? Porque o professor McDonald parece ser o tipo de cara que esperaria o corpo de bombeiros chegar.
Alison olhou ao redor, detendo-se nos restos de nosso almoço e nas nossas mochilas no chão, como se dentro delas houvesse uma resposta. Eu não acreditava que uma universitária escaparia enfiando a cara dentro de uma mochila. E, então, ela olhou para a minha mão direita.
-Pode me emprestar seu anel?
-Claro. Mas ele não é mágico. Eu o tirei e o entreguei.
-Fique de pé.
-Oi?
-De pé.
Eu me levantei, retirando a grama de minha calça jeans. Alison se equilibrou apoiada em um dos joelhos e segurou a peça de bijuteria gótica que eu havia comprado por quatro libras na feira dos alunos. Comecei a rir.
-Ah... sua idiota...
O professor McDonald se aproximou.
-Alison Dilaurenttis...!
-Desculpe, professor, mas estou no meio de um evento muito importante aqui.
Ela se virou para mim.
-Emily Fields,sei que temos 20 anos e o momento deste pedido pode ter sido antecipado devido a... pressões externas. Mas, independentemente disso, você é maravilhosa. Estou certa de que nunca vou conhecer uma mulher com quem eu me importe tanto quanto me importo com você. Esse sentimento não para de crescer...
O professor McDonald cruzou os braços, mas, por mais inacreditável que seja, ele sorria. Alison triunfava de novo.
-Você tem certeza de que essa sensação não é vingança da tortilla de milho e da salsicha que você e Jason prepararam ontem à noite? - perguntei.
-Não! Minha Nossa... Você me conquistou. É a minha cabeça, meu coração, meus sentimentos...
-Calma, mocinha, eu não detalharia tanto a lista. -disse o professor McDonald -O peso da história está sobre você. Pense no legado. É preciso inspirar.
-Obrigada, professor.
-Você não precisa de uma esposa,você precisa de um remédio que interrompa a diarreia - eu disse.
-Eu preciso de você. O que me diz? Case-se comigo. Uma cerimônia simples. E você pode se mudar para o meu quarto. Tenho um colchão inflável e uma toalha manchada que pode dobrar e usar como travesseiro. E Jason está aperfeiçoando uma receita de batatas cozidas em sopa de tomate em lata.
-Que proposta incrível, Alison, mas não, obrigada.
Alison se virou para o professor McDonald.
-Vou precisar de uma licença.
-Ah, inferno, que sorte a minha...
-O quê? - perguntei.
Espantei uma vespa persistente e corajosa para longe de minha latinha de Coca-Cola. Alison protegia o rosto com a mão de um modo que a deixava ainda mais em evidência.
-Professor McDonald. Sabe quem é? O McMuffin Cabeça de Ovo. Eu devia a ele um trabalho sobre os Beattles há uma semana. Ele me viu?
Olhei para a frente. Do outro lado do gramado coberto pela luz do sol da tarde, o professor tinha parado e apontava o dedo como se imitasse Lorde Kitchener, chegando até a mexer os lábios, sem emitir som, parecendo dizer a palavra "VOCÊ".
-Hum... Sim.
Alison espiou entre os dedos e olhou para mim.
-Talvez sim ou claro que sim?
-Sim do tipo um míssil escocês de mira certeira com as coordenadas perfeitas para acertar você no meio da testa. Sim.
-Certo, OK, pense, pense...
Alison murmurou, olhando para a copa da árvore à sombra da qual estávamos.
-Você vai tentar subir na árvore? Porque o professor McDonald parece ser o tipo de cara que esperaria o corpo de bombeiros chegar.
Alison olhou ao redor, detendo-se nos restos de nosso almoço e nas nossas mochilas no chão, como se dentro delas houvesse uma resposta. Eu não acreditava que uma universitária escaparia enfiando a cara dentro de uma mochila. E, então, ela olhou para a minha mão direita.
-Pode me emprestar seu anel?
-Claro. Mas ele não é mágico. Eu o tirei e o entreguei.
-Fique de pé.
-Oi?
-De pé.
Eu me levantei, retirando a grama de minha calça jeans. Alison se equilibrou apoiada em um dos joelhos e segurou a peça de bijuteria gótica que eu havia comprado por quatro libras na feira dos alunos. Comecei a rir.
-Ah... sua idiota...
O professor McDonald se aproximou.
-Alison Dilaurenttis...!
-Desculpe, professor, mas estou no meio de um evento muito importante aqui.
Ela se virou para mim.
-Emily Fields,sei que temos 20 anos e o momento deste pedido pode ter sido antecipado devido a... pressões externas. Mas, independentemente disso, você é maravilhosa. Estou certa de que nunca vou conhecer uma mulher com quem eu me importe tanto quanto me importo com você. Esse sentimento não para de crescer...
O professor McDonald cruzou os braços, mas, por mais inacreditável que seja, ele sorria. Alison triunfava de novo.
-Você tem certeza de que essa sensação não é vingança da tortilla de milho e da salsicha que você e Jason prepararam ontem à noite? - perguntei.
-Não! Minha Nossa... Você me conquistou. É a minha cabeça, meu coração, meus sentimentos...
-Calma, mocinha, eu não detalharia tanto a lista. -disse o professor McDonald -O peso da história está sobre você. Pense no legado. É preciso inspirar.
-Obrigada, professor.
-Você não precisa de uma esposa,você precisa de um remédio que interrompa a diarreia - eu disse.
-Eu preciso de você. O que me diz? Case-se comigo. Uma cerimônia simples. E você pode se mudar para o meu quarto. Tenho um colchão inflável e uma toalha manchada que pode dobrar e usar como travesseiro. E Jason está aperfeiçoando uma receita de batatas cozidas em sopa de tomate em lata.
-Que proposta incrível, Alison, mas não, obrigada.
Alison se virou para o professor McDonald.
-Vou precisar de uma licença.
Zangada Bond
Sinopse
Anos atras....
-Ah, inferno, que sorte a minha...
-O quê? - perguntei.
Espantei uma vespa persistente e corajosa para longe de minha latinha de Coca-Cola. Alison protegia o rosto com a mão de um modo que a deixava ainda mais em evidência.
-Professor McDonald. Sabe quem é? O McMuffin Cabeça de Ovo. Eu devia a ele um trabalho sobre os Beattles há uma semana. Ele me viu?
Olhei para a frente. Do outro lado do gramado coberto pela luz do sol da tarde, o professor tinha parado e apontava o dedo como se imitasse Lorde Kitchener, chegando até a mexer os lábios, sem emitir som, parecendo dizer a palavra "VOCÊ".
-Hum... Sim.
Alison espiou entre os dedos e olhou para mim.
-Talvez sim ou claro que sim?
-Sim do tipo um míssil escocês de mira certeira com as coordenadas perfeitas para acertar você no meio da testa. Sim.
-Certo, OK, pense, pense...
Alison murmurou, olhando para a copa da árvore à sombra da qual estávamos.
-Você vai tentar subir na árvore? Porque o professor McDonald parece ser o tipo de cara que esperaria o corpo de bombeiros chegar.
Alison olhou ao redor, detendo-se nos restos de nosso almoço e nas nossas mochilas no chão, como se dentro delas houvesse uma resposta. Eu não acreditava que uma universitária escaparia enfiando a cara dentro de uma mochila. E, então, ela olhou para a minha mão direita.
-Pode me emprestar seu anel?
-Claro. Mas ele não é mágico. Eu o tirei e o entreguei.
-Fique de pé.
-Oi?
-De pé.
Eu me levantei, retirando a grama de minha calça jeans. Alison se equilibrou apoiada em um dos joelhos e segurou a peça de bijuteria gótica que eu havia comprado por quatro libras na feira dos alunos. Comecei a rir.
-Ah... sua idiota...
O professor McDonald se aproximou.
-Alison Dilaurenttis...!
-Desculpe, professor, mas estou no meio de um evento muito importante aqui.
Ela se virou para mim.
-Emily Fields,sei que temos 20 anos e o momento deste pedido pode ter sido antecipado devido a... pressões externas. Mas, independentemente disso, você é maravilhosa. Estou certa de que nunca vou conhecer uma mulher com quem eu me importe tanto quanto me importo com você. Esse sentimento não para de crescer...
O professor McDonald cruzou os braços, mas, por mais inacreditável que seja, ele sorria. Alison triunfava de novo.
-Você tem certeza de que essa sensação não é vingança da tortilla de milho e da salsicha que você e Jason prepararam ontem à noite? - perguntei.
-Não! Minha Nossa... Você me conquistou. É a minha cabeça, meu coração, meus sentimentos...
-Calma, mocinha, eu não detalharia tanto a lista. -disse o professor McDonald -O peso da história está sobre você. Pense no legado. É preciso inspirar.
-Obrigada, professor.
-Você não precisa de uma esposa,você precisa de um remédio que interrompa a diarreia - eu disse.
-Eu preciso de você. O que me diz? Case-se comigo. Uma cerimônia simples. E você pode se mudar para o meu quarto. Tenho um colchão inflável e uma toalha manchada que pode dobrar e usar como travesseiro. E Jason está aperfeiçoando uma receita de batatas cozidas em sopa de tomate em lata.
-Que proposta incrível, Alison, mas não, obrigada.
Alison se virou para o professor McDonald.
-Vou precisar de uma licença.
-Ah, inferno, que sorte a minha...
-O quê? - perguntei.
Espantei uma vespa persistente e corajosa para longe de minha latinha de Coca-Cola. Alison protegia o rosto com a mão de um modo que a deixava ainda mais em evidência.
-Professor McDonald. Sabe quem é? O McMuffin Cabeça de Ovo. Eu devia a ele um trabalho sobre os Beattles há uma semana. Ele me viu?
Olhei para a frente. Do outro lado do gramado coberto pela luz do sol da tarde, o professor tinha parado e apontava o dedo como se imitasse Lorde Kitchener, chegando até a mexer os lábios, sem emitir som, parecendo dizer a palavra "VOCÊ".
-Hum... Sim.
Alison espiou entre os dedos e olhou para mim.
-Talvez sim ou claro que sim?
-Sim do tipo um míssil escocês de mira certeira com as coordenadas perfeitas para acertar você no meio da testa. Sim.
-Certo, OK, pense, pense...
Alison murmurou, olhando para a copa da árvore à sombra da qual estávamos.
-Você vai tentar subir na árvore? Porque o professor McDonald parece ser o tipo de cara que esperaria o corpo de bombeiros chegar.
Alison olhou ao redor, detendo-se nos restos de nosso almoço e nas nossas mochilas no chão, como se dentro delas houvesse uma resposta. Eu não acreditava que uma universitária escaparia enfiando a cara dentro de uma mochila. E, então, ela olhou para a minha mão direita.
-Pode me emprestar seu anel?
-Claro. Mas ele não é mágico. Eu o tirei e o entreguei.
-Fique de pé.
-Oi?
-De pé.
Eu me levantei, retirando a grama de minha calça jeans. Alison se equilibrou apoiada em um dos joelhos e segurou a peça de bijuteria gótica que eu havia comprado por quatro libras na feira dos alunos. Comecei a rir.
-Ah... sua idiota...
O professor McDonald se aproximou.
-Alison Dilaurenttis...!
-Desculpe, professor, mas estou no meio de um evento muito importante aqui.
Ela se virou para mim.
-Emily Fields,sei que temos 20 anos e o momento deste pedido pode ter sido antecipado devido a... pressões externas. Mas, independentemente disso, você é maravilhosa. Estou certa de que nunca vou conhecer uma mulher com quem eu me importe tanto quanto me importo com você. Esse sentimento não para de crescer...
O professor McDonald cruzou os braços, mas, por mais inacreditável que seja, ele sorria. Alison triunfava de novo.
-Você tem certeza de que essa sensação não é vingança da tortilla de milho e da salsicha que você e Jason prepararam ontem à noite? - perguntei.
-Não! Minha Nossa... Você me conquistou. É a minha cabeça, meu coração, meus sentimentos...
-Calma, mocinha, eu não detalharia tanto a lista. -disse o professor McDonald -O peso da história está sobre você. Pense no legado. É preciso inspirar.
-Obrigada, professor.
-Você não precisa de uma esposa,você precisa de um remédio que interrompa a diarreia - eu disse.
-Eu preciso de você. O que me diz? Case-se comigo. Uma cerimônia simples. E você pode se mudar para o meu quarto. Tenho um colchão inflável e uma toalha manchada que pode dobrar e usar como travesseiro. E Jason está aperfeiçoando uma receita de batatas cozidas em sopa de tomate em lata.
-Que proposta incrível, Alison, mas não, obrigada.
Alison se virou para o professor McDonald.
-Vou precisar de uma licença.
Notas adicionais
Ola, essa é minha primeira fanfic sobre Emison (Emily e Alison) de Pretty Little Liars. Não segue a historia original da serie, espero que curtam,obrigada e beijos de luz a todos.
OBS em 12/04/15: Recado a todos que leem essa Fanfic.Então, eu mudei um pouco o enrredo da historia,apaguei um capitulo e postei um novo,espero que voces curtam. Eu fiz isso porque perdir o filling com a proposta que apresentei incialmente, e para nao abandonar,resolvi da um novo rumo. Obrigada por ler,ate mais.
OBS em 12/04/15: Recado a todos que leem essa Fanfic.Então, eu mudei um pouco o enrredo da historia,apaguei um capitulo e postei um novo,espero que voces curtam. Eu fiz isso porque perdir o filling com a proposta que apresentei incialmente, e para nao abandonar,resolvi da um novo rumo. Obrigada por ler,ate mais.
Escrito por
Zangada Bond
Classificação 16+
Tags:
Yuri
Pretty Little Liars
Livro em andamento
Publicado em 8 de mar. de 2015 12:13
Atualizado em 14 de mai. de 2015 21:49
13843 palavras
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Notas adicionais
Ola, essa é minha primeira fanfic sobre Emison (Emily e Alison) de Pretty Little Liars. Não segue a historia original da serie, espero que curtam,obrigada e beijos de luz a todos.
OBS em 12/04/15: Recado a todos que leem essa Fanfic.Então, eu mudei um pouco o enrredo da historia,apaguei um capitulo e postei um novo,espero que voces curtam. Eu fiz isso porque perdir o filling com a proposta que apresentei incialmente, e para nao abandonar,resolvi da um novo rumo. Obrigada por ler,ate mais.
OBS em 12/04/15: Recado a todos que leem essa Fanfic.Então, eu mudei um pouco o enrredo da historia,apaguei um capitulo e postei um novo,espero que voces curtam. Eu fiz isso porque perdir o filling com a proposta que apresentei incialmente, e para nao abandonar,resolvi da um novo rumo. Obrigada por ler,ate mais.
Autor
Zangada Bond
Classificação 16+
Tags:
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Livro em andamento
Publicado em 8 de mar. de 2015 12:13
Atualizado em 14 de mai. de 2015 21:49
13843 palavras