La mala suerte

2 Mostrando as garras


Notas iniciais
E ai estão gostando? Querem ver avances e entre outras coisinhas? Entrem no grupo no facebook "Que Bellas" será bem vindos.

Restaurante.

— Eu preciso que você faça isso. Por favor meu Russinho. — o acariciou na parte que sua camisa desabotoada permitia a passar lhe a mão.

— Já te falei que não Fernanda! — agarrou lhe os pulsos os abaixando.

— Porque não? Eu te dou aquilo que você mais gosta, hum? — o beijou próximo ao lobulo da orelha.

— Hum... Esta bem. Mas eu quero uma garantia da minha recompensa. — A olhou malicioso

— É pra já! — o beijou, um beijo totalmente correspondido, havia tanto desejo e malicia naquele beijo, que até alguns garçons que passaram por ali, observaram desejosos para Fernanda.

— Bom chega. — cessou o beijo, e limpou seu batom que o borrou. Levantou-se — É melhor eu ir, sua queridinha sobrinha vai entrar em ataque se não me ver em casa as duas da tarde. — mandeu lhe um beijo e saiu com elegância.

Na porta do restaurante, ela entrou em seu carro e pegou o espelho, retocou o batom e colocou seus óculos de sol e foi em direção de casa.

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— Pepino, todas já fizeram os testes de vestuário? — olhando o caderninho dos horários em que as modelos entrariam na passarela.

— Sim. Você tinha que ver como ficou Fernanda, estava uma princesa! — disse eufórico

— Imagino. — não fez caso — O que uma boa roupa não faz? — disse em ironia e o entregou o caderninho. — Estou indo para casa. Não volto mais hoje, só a noite. Tudo bem?

— Sem problemas minha rainha. — de despediram e ela saiu — Quando será que essas duas se entenderão?...

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Casa J y F

Juliano como quase sempre, não estava em casa. Ser médico era um tarefa bastante degastante. Mas ele adorava!

Fernanda chegou depressa, tomou seu banho e foi para piscina tomar um sol. Luiza chegou a procurando, uma das empregadas a informou a localidade dela.

— Fernanda? — a cutucou, parecia dormir.

— Ah, oi. — tirou os fones dos ouvidos.

— Seu pai mandou eu te avisar que a cobra vai vim amanhã para cidade. — diz a contragosto

— Ay meu Deus! Minha mãe já ta chegando! Que pena ela podia vim hoje, assim iria me ver na Bienal.

— Graças a Deus ela só virá amanhã, já basta você nessa noite. — se virou para sair

— Ah para, eu achei que você me ama-se! — diz com ironia

— Ah, mas eu te amava. — a olhou fixa — Eu te amava como uma filha, mas nem todo amor é correspondido não é mesmo? — a devolveu igual

— Mas eu e você eramos tão amigas, eu te adorava como uma mãe! Mas a vida mudou as coisas. — virou o rosto com ressentimento do passado.

— Não culpe a vida pelos seus atos! Você que foi a culpada a única e verdadeira culpada! — encheu-se de fúria

— Eu tinha oito anos! Eu nunca quis que aquilo acontece-se!

— Mentira! Você sabia que eu não sabia nadar, mesmo assim fez aquilo! Eu nunca, nunca vou te perdoar por isso!

— Eu não preciso do seu perdão! Eu sou o que sou, por seu ódio, seu rancor, suas maldades, rejeições e sabe? Obrigada por me tornar isto! — bateu no peito — Uma mulher de garra, que faz qualquer coisa pelo que quer.

— Você é e sempre será uma vagabunda, mas não me culpe por isso! Branca sem sal!

— Branca sem sal? Falou a árvore seca!

Luiza a olhou espantada, como ela ousou falar aquilo? De todas as inimigas, Fernanda, foi a mais cruel. Luiza a olhou, seu coração havia ficado em pedaços naquele instante.

— Desculpa, eu não quis

— Estupida! — a esbofeteou a derrubando no chão — Eu vou te destruir, após esta noite, sinta-se desempregada e abandonada na própria sorte. Não importa o que teu pai me diga, nada me fará mudar de ideia, eu vou te destruir até você se entregar para morte!

— Nunca! Eu vou te provar que não sou uma assassina. Vou te fazer me pedir perdão de joelhos e neste dia, serei eu a te pisar!

Notas finais
Ui, vai ter briga! até beijos