Notas iniciais
Mas um capitulo feito com muito carinho para vocês! I love you

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Uma hora havia se passado, desde o momento da confusão. O salão estava totalmente vazio. Todos haviam ido embora, a noite que Luiza tanto sonhou, terminou do jeito menos imaginado por ela.

Já em sua casa, Luiza não conseguia dormir. Juliano ao seu lado já dormia, iria trabalhar muito cedo. Sem fazer barulho, ela sai da cama e vai até a cozinha.

Por coincidência Fernanda também descerá para tomar um copo de água. Quando Luiza entrou na cozinha Fernanda sairá, acabaram por esbarra-se.

— Des – interrompeu-se ao vê em quem esbarrará – Ah é você. – revirou os olhos

— Não se preocupe. Eu também não gosto nada em te ver. – foi em direção a geladeira para pegar seu copo de água.

— O que foi resolvido sobre o acidente no desfile? – perguntou mudando o assunto.

— Os policias vão investigar, não sabe o que ocorreu, mas é certo que aquilo foi planejado. – Fernanda abaixou a cabeça por achar que ela a acusaria, mas surpreendeu-se ao ouvir o que ela disse em seguida. – Pela primeira vez, não acho que a culpada seja você. – Fernanda a olhou surpresa

— Não... Não acha que fui eu? – ficou confusa

— Não. Você não é tão burra a este ponto.

Fernanda sorriu sem perceber

— Mas isso não quer dizer que eu goste de você ou que te perdoei, ou pior: Que eu esteja te dando uma chance, não. Não é isso, só acho que você não é tão burra ao ponto de aprontar na minha noite. Ainda mais sabendo que a principal suspeita seria você. E se fosse somente uma suspeita, já estaria agora, entrando pela porta da entrada de uma clinica psiquiátrica. – atacou

— Eu não sou louca! – se enfureceu

— Não foi exatamente isso que um dos seus médicos nos disse há três anos. Ou você já se esqueceu que com apenas 16 anos, você foi internada numa clinica... – se aproximou e sussurrou em seu ouvido – psiquiátrica. – riu sarcástica e subiu pro quarto a deixando sozinha.

— Desgraçada! – gritou — Eu não sou louca... – disse pra si mesma. – Se ela quer guerra, guerra ela terá. Eu vou procurar, cavar, revirar todo o mundo se for necessário. Mas vou provar que sou inocente. Nem que para isso eu tenha que ressuscitar os mortos... Mortos, ou vivos que se fingem de mortos. – sorriu irônica

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Luiza entrou em seu quarto e fechou a porta, encostou-se nela e se permitiu chorar, graças a Deus, Juliano tinha um sono pesado.

Era tão difícil discutir com Fernanda, uma pessoa que ela considerava ser quase uma filha para ela. O que mais doeu em Luiza no dia do acidente, depois de perder seu filho, foi que tenha sido Fernanda, justo ela a ter empurrado-a.

— Porque meu Deus? – sussurrou – Por que tenho que amar aqueles que me machucam. Por que não consigo deixar de ver o bem em Fernanda. Ela é uma assassina, matou meu filho – disse tendo se convencer que era verdade.

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Havia se passado duas semanas desde aquela noite. Não houve mais discussões entre Luiza e Fernanda, alias, elas quase não se viram mais. Fernanda disse que faria uma viagem e foi mesmo seu pai sendo contra.

Ester ainda não havia chegado. Não deu mais sinal de vida desde o dia que ligou, a qual já havia duas semanas desde o ocorrido.

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Era um lindo sábado. Juliano estava de folga, ele e Luiza aproveitavam o sol na piscina.

Quando uma pessoa não desejada chegou até a área da piscina com um sorriso no rosto – “sínica” pensou Luiza ao vê-la – de óculos de sol, elegantemente arrumada.

— Olá Julio, Luiza. –disse seu nome quase obrigada.

— Olá Estefani, como vai? – Juliano disse sendo educado e simpático.

— Muito bem, fui a todos os lugares da Inglaterra, conheci lugares fascinantes de Roma. Tudo foi maravilhoso, mas sentia falta da minha filha querida e resolvi vim logo.

— Sentiu tanta a falta dela que nem sequer veio apoiar ela em seu desfile. Que bela mãe não? – disse em tom sarcástico.

— Se intrometendo nas conversas alheias? Rebaixou-se minha querida? – devolveu a Luiza no mesmo tom.

— Não querida, não preciso me rebaixar. Eu só falei no nível que você entende... – a olhou de cima a baixo — Bem, pensando melhor, eu me rebaixei, porque meu nível é tão alto, que nem descendo do salto, eu consigo descer tanto pra te ouvir.

— Desgraçada! – gritou enfurecida

— Eu? – riu com deboche – Mal amada! – devolveu

— Pelo menos não fui eu que fiquei seca. Árvore morta! – gritou com sarcasmo.

Um silêncio tomou o lugar, Juliano as olhou, olhou Luiza que ao ouvir se virou de costas, parecia chorar, olhou Ester com repreensão.

— Estefani... – ficou sem palavras, não sabia o que dizer para defender a dor da esposa.

— O que tem? Falei alguma mentira? Ou você deixou de ser seca Luiza? – disse irônica

— Não deixei de ser “seca”, do mesmo jeito que você não deixou de ser estúpida. – Se virou sorrindo, não havia lagrimas e nada que disse-se que ela havia chorado. – Você pensou que eu estava chorando não é? – riu com deboche. Saiu da piscina exibindo seu belo corpo conservado. Enrolou-se com a canga na parte da cintura pra baixo e se aproximou.

— Sabe o que é mais engraçado nisso tudo. É que a única coisa que te faz pensar, somente pensar. Que é melhor do que eu sou pela minha limitação de não poder ter filhos. Mas já parou para pensar que eu sou muito mais mulher que você, tanto na sociedade, pós diferente de você, não vivo a custas de filhos e nem de marido. Sou independente e sirvo de exemplo para muitos. Também sou melhor que você como... Bem... – se aproximou e foi por trás, se aproximou do ouvido e sussurrou com deboche e sentimento de vitória — Na cama. – sorriu – Bem, até mais. Amor estarei no quarto, vou tomar um banho de banheira, estou te esperando. – o olhou com ambição e lhe mandou um beijo no ar.

Luiza saiu tão rápido que não deu nem tempo de Ester se defender, mas como? Estava humilhada. Antes que Juliano também lhe dissesse algo, pós seu óculos e saiu divando, pelos menos tentando.

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Fernanda estava numa das mais famosas praias do México. Ela estava fazendo um serviço escondido de seu pai e de Luiza, era para uma marca de roupas. Que por coincidência ou não, eram rivais de Luiza.

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Luiza em sua casa já estava agoniada de esperar Juliano, então se decidiu preparar o seu banho. Depois de encher a banheira, ela tirou sua roupa e entrou nua.

Juliano após dar um “chega pra lá” em Ester, foi atrás de sua amada. Ao entrar no quarto, ouve o barulho da bica, que provavelmente enchia a banheira.

Com um sorriso malicioso, em seus lábios, ela vai tirando a única peça que vestia, sua sunga.

A porta do banheiro havia sido deixada aberta propositalmente por Luiza. Ela estava de costas para porta, mexia na água trazendo para suas costas.

Juliano parou e ficou a admirar da porta, ela estava linda, mesmo que a única coisa que visse era seus cabelos presos em um coque e suas costas nuas de qualquer peça de roupa. Da cintura para baixo era tampado pela banheira e ainda mais ela estando sentada.

Juliano, totalmente nu, se aproximou para tentar assustá-la.

— Se queria me surpreender, não se preocupe sua ex mulher já fez isso por você. – disse o surpreendendo, manteve-se do mesmo jeito, não o olhou.

— Como sabia que eu estava aqui? – surpreso

— Sinto seu cheiro. – ele sorriu – E você também fez barulho ao jogar sua sunga no chão. – sorriu sarcástica, finalmente o olhou

— Porque será que não me surpreendo. – entrou na água, sentando ao seu lado.

— Em relação a que? – continuou a se banhar, ou pelo menos tentou, não conseguia parar de olhar para o membro de seu marido, mesmo por baixo da água de sabão.

— Gosta do que vê? – perguntou sedutoramente ao perceber que ela tinha seus olhos sobre seu membro

Sem perceber, Luiza mordeu os lábios se entregando.

— Você não me respondeu. Em relação a que você não se surpreende? – o fitou com curiosidade

— A você. Você sempre me surpreende e isso acaba se tornando tão natural que eu não me surpreendo de me surpreender com você. – os dois riram

— Foi trava-língua? – riu

— Bem, eu não diria trava-língua, porque nós dois sabemos travar nossas línguas de uma maneira bem mais – se aproximou ficando a alguns centímetros de seu rosto – sensual e prazeroso. – mordeu o lábio dela inferior e a olhou com desejo

— E que maneira é essa bem mais... – o olhou nos olhou e desceu seus olhos para o membro do marido que começava a ficar ereto. Voltou a olhar os olhos do marido e o fitou – Sensual e prazerosa?

— Te mostrarei com muito prazer. – a pegou pela cintura e a colocou em seu colo. Ambos soltaram gemidos em forma de sussurros. – Assim, eu começo aqui – a cheirou no pescoço – depois eu vou ao outro lado – cheirou o outro lado do pescoço – subo até os lábios – a beijou até faltar o ar, ela ficou corada – Pego aqui – pegou um seio – E aqui – pegou o outro – E aperto – apertou os dois com malicia, sem tirar os olhos dos delas – Depois desço meu lábios – beijou, lambeu e mordiscou um dos seios – Que cheiro! – inspirou próximo ao seio que acabava de mordiscar, arrepiando-a – Depois faço igual, no outro. – Beijou, lambeu e mordiscou o outro seio, fazendo a soltar alguns gemidos. – Depois eu te pego e coloco aqui – a coloca na beirada da banheira, onde havia meio que uma escadinha – E faço festa. – (Ele estava abaixado porque a banheira ainda não estava totalmente cheia, o que permitia ele se abaixar e água não o cobrir) Ela de pronto agarrou em seus cabelos ao sentir a sua língua em seu sexo quente e umedecido pelo desejo. Ele a lambia e ia ao ponto fraco, a fazia gemer seu nome loucamente. A ver que ela arfava de desejo, ele a penetra com dois dedos indo suave e profundo.

— Juli – não conseguia finalizar

— Gostosa!... Maravilhosa!... Minha rainha! – a lambia, quando sentiu ela tendo espasmos, ele aprofundou os movimentos.

— Ahhhh – puxou os cabelos de Juliano com desejo. – Eu vou – não conseguia terminar a fala

— Vem meu amor! Eu quero te provar! – ela não agüentou mais e derramou seu líquido que foi sugado de pronto por Juliano, que se levantou e deu lhe um carinho com as costas de seus dedos em seu rosto. A beijou com carinho, um beijo lento e apaixonado.

— Eu preciso de você. – estavam com as testas coladas, de olhos fechados recuperando a respiração normal. – Me faça sua.

— Seu desejo é uma ordem.

— Eu te amo. – disseram juntos e sorriram.