LMQ & AMF- Una versón muy mejor
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Estavam todos a mesa: Cristina, Estevão e Acácia. Eles estavam no maior silêncio. Cristina nem com sua cabeça no café da manhã estava. Acácia, também estava com a cabeça longe. Estevão era o único, que continha sua cabeça na mesa do café, e já estava se irritando com aquele silêncio todo, então abre sua boca para puxar assunto, com Acácia.
– E então Acácia, já decidio o que fará? — Estevão se pronunciou.
– Sabe ainda não sei, — Acácia responde — Mais penso em dar aulas no colégio, claro se você e mamãe deixarem né? — olhando Cristina, que ainda estava distraida.
– Vocês falaram comigo? -Saindo de seu transe. — Pôde repetir? Por gentileza -Sempre bem educada.
– Eu comentei com Estevão, que se vocês não se importassem eu iria, dar aula no colégio — Acácia fala. — É que pensei e repensei, e não quero ser um estrovo para vocês. Já passou da hora de eu fazer algo de minha vida — Sorri.
– Fico feliz, com esta decisão — Cristina fala. — Não pôr ser um estorvo, e sim, pois assim, você ocupará sua mente — Sorri. — E quando você pretende lecionar no colégio — A pergunta, e logo mais pensa um pouco e fala. — Mais vejo que todas as vagas estão preenchidas, não estão Estevão? — O pergunta.
– Sim — Responde, pensando. — Mais para Acácia, eu poderia abrir uma exceção para ela, e fazendo assim, ela podia dividir o turno com algum professor, que não possa dar aula o período todo. Pois ainda não foi acertado os horários — Sorri.
– Se levanta vai até onde Estevão estava sentado, e o enche de beijos, pelo rosto. E sem Cristina percebe dá um selinho em Estevão. E em seguida vai se sentar ao seu lugar.
– Vejo que esta bem ansiosa — Diz Cristina. — Fico feliz com isso, que esteje assim animada. — Olhando o relógio, em seu pulso. — Então Estevão! Vamos para o colégio, pois pelo o quê vejo, já esta na hora. — Sorri, e se levanta.
–Vamos meu amor. -Diz Estevão. Se levanta vai até onde Cristina está. Os dois vão abraçados até o carro. — De todos os professores, o que mais estou ansioso para lhe apresentar é meu amigo Frederico. Ele dará aula de Educação Física. Tenho certeza que irão se dar bem — Sorri. — Sem falar nos professores, que continuarão conosco.
– Ah é? — Cristina o olha. — E quais dos antigos, que continuarão, neste ano letivo? — Curiosa.
– A Daniela, e o Miguel. Foram os únicos que continuam no colégio — Fala. — Na verdade minha vontade, verdadeira era que eu queria pôr todos professores novos.
– Fico feliz, que eles continuem. — Sorri. — Eu gosto de Daniela, na verdade, no ano passado conversei tanto com ela, que acho que acabamos nos tornando amigas. — Interrompida.
– Meu amor. — Estevão começa. — Sabe que não gosto, que saía por ai fazendo essas amizades. Com pessoas que nós trabalhamos. — Com Miguel, eu até entendo a amizade de vocês, pois veio de fora do colégio. Mais já Daniela, não gosto da idéia. — Sério.
– Não entendo. — Cristina se manifesta. — Você vive com esta implicância com ela. Agora é uma boa hora, para me contar o porque disso. Pode explicar. — Autoritária.
– Não agora. — Estevão responde. — Prontos chegamos. — Já estacionando o carro.
– Estevão saí primeiro do carro. E fica esperando Cristina desembarca. Os dois já juntos para entrarem bom colégio, se abraçam e entram. Com seus óculos de sol escuros, os dois estavam arrasando.
– Estevão vai primeiro a sua sala, pegar alguns documentos. Já Cristina vai direto para sala dos professores. E pôr lá se esbarra em alguém.
Depois de se recompôr. O olha dos pés a cabeças. Ele faz o mesmo. Ambos encantados. Mais sem falar nada. Até que um deles resolve, se apresentar.
– Olá. — Cristina se pronúncia. — Você deve de ser, mais um dos professores novos, não é? — O olhando. — Em quê dará aula? — O pergunta.
– Ah sim, oi. — Ainda em estado de êxtase, se encontrava Frederico. — Eu sou o novo professor sim, eu irei lecionar a matéria de Educação Física. E você? É professora? — peguntando-a.
– Não, não sou. — Responde Cristina. — Eu sou a psicologa. Desculpe-me acabei sendo mal-educada, e nem me apresentei. Prazer me chamo Cristina. — Sorri, estendendo a mão.
–O prazer é todo meu. — Frederico a corresponde, com o aperto de mão. — Eu me chamo Frederico. Mais pensava que a psicologa fosse a mulher do diretor. — Ri.
– Nesse momento chega Estevão. Que nem ouviu e viu nada, mais não gostou de apenas vê-los juntos. E logo se intromete na conversa deles.
– E é minha esposa. — Estevão chega se metendo na conversa. — Não é linda? — Sorriso forçado. — Vejo que já se apresentaram. E aí amigão, estou á aprovado no bom gosto, para mulher.
– Mais que bem aprovado. — Responde Frederico, sorrindo. — Já ela, não tem bom gosto, — Cristina ergue sua sombrancelha,como não gostando do que ele disse. — Pois pegou um bicho feio como você. — Faz os três rirem.
– Meu amor. — Fala Cristina, para Frederico. — O que acha de fazermos um jantar lá em casa? — Olhando Frederico. — Ah sim vocês poderiam matar a saudade, de anos atrás, não é mesmo? — Sorri.
– Eu até gostei da idéia, mais indelizamente. — Fala Frederico. — Estou com alguns assuntos pendentes.
– Deixamos para amanhã que tal? — Fala Estevão. — O que acham?
– Bem, será bom para vocês. — Diz Cristina. — Mais infelizmente eu que não poderei participar.
– Então. — Frederico dá uma pensada. — Que tal, se for hoje, eu desmarco meu compromisso! — O que acham?
– Tudo bem então. — Fala Estevão.
– Ola para todos. — Diz Daniela, ao entra na sala.
– Ola. — Diz Frederico, todo assanhado.
– Meu amor, agora vou para minha sala. — Diz Cristina, antes de dar um selinho em Estevão.
– Não. — Diz Frederico.- Fique um pouco mais com nós. — Sorri.
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