Notas iniciais
Amei todos os comentarios, e não demorou a sair o capítulo! Beijos as leitoras mais divas!

– Porque amigo. — Pergunta Estevão, incomodado com essa pequena aproximação. — Ela tem que trabalhar, sabia meu caro? — pergunta descarado.

– Mais não tem problemas — Frederico rebate. — Além de ser a esposa do dono, ela nem deve de ter alunos, para suas seções de terapia.- Fala sorrindo.

– Hum... — Cristina fala.- Sabe que eu nunca tinha pensado assim. — Sorri. — Você esta certo. Mais eu vou organizar minha sala, e se eu fosse você, já iria organizando suas bolas. — Ao percebe o que disse cora na hora. — E as cordas, e tudo mais. -Tenta concerta. — Bem eu vou me retirar. — Saindo, até ouvir Frederico a chamando.

– Ei espere, — Fala Frederico. — eu quero saber onde fica sua sala, assim posso ter minha consulta de graça. — Sorri.

– Eu vou te mostrar depois amigo. — Fala Estevão.

– Ainda não me apresentei a você, eu me chamo Daniela. — Se apresenta Daniela( a amante de Estevão).

– Prazer o meu é Frederico. — Frederico também se apresenta. — Se me permite falar, você é muito linda.

–Cristina ao ver a aproximação se irrita, sem ao menos saber porque, e se retira da sala dos professores, completamente irritada. E no caminho para ir a sua sala, esbarra em seu amigo fiel Miguel, que além de ser seu grande amigo era completamente apaixonado por ela, sem ela saber é claro. Ele sempre teve esse sentimento pela mesma, mais nunca revelou a ela. E ela nem suspeitar, suspeitava.

– Que isso jovem? — Pergunta Miguel, brincando. — Porque essa cara de gente irritada? Em?

– Que de jovem já não tem nada. — Sorrindo responde Cristina. — Eu não estou irritada, e não sei de onde tirou esta idéia. Mais conte-me como foi suas férias? Você nem ao menos apareceu lá em casa, isso significa que elas foram boas. — Sorri.

– Foram até que boazinhas. — Miguel responde sorrindo. — E as suas? Até imagino, ficou com seu marido feio. — Falando sério, mais com seu jeito brincalhão.

– Até que ele não é tão feio. — Cristina defende seu marido, sorrindo.

– Imagina se fosse. — Miguel retruca rindo. — É brincadeira Cris. Mais só passou suas férias com sua família? — Pergunta.

– Sim. — Responde Cristina. — E foi muito bom, poder ter esse tempo com eles. Apesar que senti saudade, do colégio. Senti saudade de trabalhar. Mais devo admitir, que ficar longe do trabalho me fez muito bem. — Sorri.

– Podemos ir a sua sala? — Pergunta Miguel. — É que preciso te contar algo.

– Vamos a minha sala, sim então! — Cristina diz preocupada.

–Eles vão até a sala de Cristina, onde Miguel conta sua paixão por ela. Cristina ficando chocada, pede para Miguel se retirar de sua sala. Ele tenta se explica mais Cristina prefere não deixar. E no exato momento, em que Miguel se retirava a sala de Cristina, Frederico e Estevão se aproximavam da sala da mesma. Frederico sempre cara de pau, se aproxima e percebe o quanto Cristina estava nervosa, e logo a pergunta o que ouve.

– Cris? — Pergunta Frederico, com toda intimidade. — O que ouve com você? Você esta pálida. — Afirma.

– O quê? — Cristina pergunta caindo em si. — Não aconteceu nada. — Diz rispida. — Façam-me o favor, de se retirarem de minha sala. — Virando-se de costa para eles.

– Que isso Cristina? — Pergunta Estevão, grosso. — Cristina já chegaram alguns alunos, e como em todos os anos, você irá comigo receber nossos querido alunos. — Sério, olhando-a.

– Quê isso Estevão? — Fala Frederico. — Acho que Cristina não esta se sentindo bem, pôr isso quer ficar sozinha.

– Eu já irei receber os alunos, com você Estevão. — Cristina fala, para Estevão. -Me de um minuto, sim?

– Claro te espero, junto aos outros professores. — Diz Estevão, saindo.

– Cristina tem certeza que esta bem? — Pergunta Frederico.

– O que te importa? Em? — Pergunta Cristina, sendo grossa... Nem ela entendia esse comportamento com Frederico, mais não podi deixa-lo se aproxima dela. — Eu estou em ótimas condições.

– Dá para se notar, pôr sua pálidez. — Fala Frederico. — Olha, se não se sente bem? Vá para sua casa e descanse, acho você merece.

– Eu não preciso de nada. — Fala Cristina, irritada. — E vamos, logo para p pátio receber os alunos sim? Antes que Estevão venha falar conosco.

– Então se prefere assim? — Pergunta Frederico. — Vamos, mais saiba que você é muito teimosa.

– Eu não sou teimosa. — Fala irritada. — Você não é ninguém para falar assim comigo, pensas que é o que para isso, afinal em? — O encarando.

– Eu penso apenas.- Frederico se manifesta. — Que se seu marido, não te domou, encontrou o homem ideal para isso. — A faz se levantar, e a puxa para se aproximarem bem. — Você é teimosa sim, é linda sim, e eu vou te domar sim. Porque me chamo Frederico Riveiro, e nenhuma mulher passara por cima de mim, como você tenta fazer. Você a é mulher do dono, não a dona para me tratar assim. — Fala com seus lábios próximos do dela.

– Largue-me. — Se manifesta Cristina, em um sussuro.
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– Não enquanto não consegui algo, — Fala Frederico. — Uma coisa, que quero fazer, desde o momento em que te vi pela primeira vez. Você é tão excitante. — Fala e sorri. Frederico fala bem próximo do próximo dela.

–Cristina sem querer, estava se deixando levar pelo momento. Os dois estavam com respirações aceleradas, corpos colados, corações acelerados, mãos tremulas e com um desejo imenso. Então se aproximando mais, até seus lábios encostarem uns nos outros. Alguém bate na porta, interrompendo algo que era para ter ocorrido, mais pela interropção não aconteceu. Eles se afastam, rápidamente, e se dão uma pequena olhada, ficando sem jeito. Cristina então manda entrar, a pessoa a qual atrapalhou algo que ninguém nunca deveria atrapalhar.

– Pode entrar. — Fala Cristina, olha do Frederico.