Notas iniciais
AEEEEEEE!!! Como vocês vão? Bom. Aqui teremos mais um capítulo cheio de ação para vocês! Tentarei postar os capítulos que restam todos hoje, e fechar esse ciclo grande. Então apreciem essa aventura até o final! Boa leitura.

– Eu sou o Konoe. – respondeu Watanuki olhando tristemente para a menina

– É... Verdade? Você está vivo? – Soli sorria, porém permanecia confusa, ainda não entendia. – Mas... Como?

– Eu sobrevivi à explosão, porém ainda me pegaram. Usk não morreu. Eles me fizeram de prisioneiro de novo... Mas seu pai me soltou e me fez uma proposta. – Após dizer isso, sua face parecia estar mais triste. – Daí eu deixei o nome Konoe para trás... Apenas a tristeza daquele lugar faz esse nome lembrar. Daí me disfarcei como uma pessoa normal para conhecer você... E o resto, você já sabe.

– M – Meu pai?! E o que ele quis com você? – nessa hora, Watanuki levantou da cama e foi em direção à janela do quarto. Olhou para Soli ainda tristemente e disse:

– Eu não quero falar... É melhor eu ficar longe. Pelo que eu estou sentindo, ele virá completar minha missão... E me matar. – Soli ficou chocada.

– Não... Ele não vai fazer nada a você! Eu não vou deixar... Kon... Watanuki. Volte! Fique comigo! – ela se levantou e andou em direção ao loiro

– Fique longe! Eu não quero fazer mal a você! – dito isso, Watanuki pulou a janela, e quando Soli foi ver, ele já não estava mais no local. Watanuki a deixou confusa demais para pensar normalmente. Soli já se preparava para pular a janela e persegui-lo, mas Takashi havia aparecido na mesma hora.

– Hey! – Takashi gritou abrindo a porta rispidamente. Soli se assustou, e num movimento que surpreendeu até a si mesma, estava com uma das mãos no pescoço do garoto. Acabou soltando instantes depois.

– Takashi... Eu lhe aconselho a nunca mais fazer isso! – pediu a ruiva com a mão no peito e respirando ofegantemente.

– Ah... Foi mal. Ué, cadê o Watahell? Ele não estava no quarto com você?

Soli olhou para o chão com um pouco de tristeza. A ruiva falou para eles descerem para a sala, onde contaria tudo o que contou para Watanuki a eles.

– Você já tinha contado essa história antes...?! – indagou Neoteni com o indicador em seu lábio.

– Então... Watanuki foi embora? Assim, do nada? – perguntou Takashi

– Foi... Eu quero encontrá-lo. Ele disse que meu pai vem a terra em busca dele. Disse que meu pai vai matá-lo... E se o Watanuki for mesmo o Konoe... – Soli se segurava para não chorar na frente deles.

– Então! – Yui se levantou – Vamos à caça! Nós ajudaremos

– É! Partiu encontrar a gema de seu ovo! – disse Takashi socando a palma de sua mão

– Eu também vou! – disse Neoteni dando um sorriso no canto da boca

Soli olhou para a eles e notou determinação em cada olhar. O que antes ela tinha de menos, agora tem pouco, mas vale mais do que tudo.

– Antes de irmos... Soli, você tem alguma roupa suja do Koroshi por aí? – a anja perguntou

– T–Tenho... Por quê?!

– Eu posso senti-lo se segurar algo com o cheiro dele.

– Nossa... – começou Takashi se intrometendo na conversa – Mas que poder mais pervertido! – Neoteni corou

– Idiota! — xingou Soli jogando sua própria camisa em cima de Takashi.

– Ei, o que é isso? – Neoteni pediu a camisa a Takashi, que a entregou nas mãos dela.

– Tem o cheiro dele – comentou a anja olhando para Soli

– O... O que foi? – perguntou Soli. Yui, Takashi e Neoteni ficaram olhando para Soli como se a ruiva fosse uma completa pervertida.

– Nada não – respondeu Yui sorrindo

– Você a ouviu! Nada não – respondeu Takashi disfarçando o rosto estranho que encarou Soli.

– Vamos de uma vez?! – perguntou Neoteni virando as costas para a ruiva, se esforçando para não rir.

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Na rua, Neoteni e Soli andavam disfarçadas para não chamar muita atenção. Nada de muito chamativo... Apenas óculos escuros, Casaco e cabelos presos. Todos seguiam a anja que levava a camisa de Watanuki nas mãos, seguindo seu rastro... Até que lembraste algo.

– Soli – chamou Neoteni

– Fale! – respondeu

– Quando você estava treinando... Eu lembro que conversou com meu recipiente... – Soli ficou em silêncio, parecendo não se lembrar do assunto.

#Flash Back (Pedaço do Capítulo 5)#

Soli estava na sala sentada no sofá com uma das suas pernas esticadas por causa do joelho. Sua face demonstrava um pouco de tristeza e dor por causa de seu ferimento. Neoteni sentou-se ao lado da Ruiva depois de ter ido a cozinha e ter pego um copo.

Acabou o treino? – Perguntou soli.

– Não! Só demos uma pausa... – respondeu — Ei...

– Fale.

– Sobre o Koroshi... Ele sempre foi quieto assim?

– Foi... Ele é bem observador. Mas sabe conversar e é um cara muito legal... Eu amo ele... É como se fosse um irmão pra mim... E você com o Takashi? Já rolou beijos?
Neoteni Corou

– N-Não!!! E-eu... Já... Dormi junto com ele... Mas... N-Não é nada disso que você ta pensando... Pervertida.

– Hum... Você gosta dele não?

– N-Não assim... Eu acho

–Sei...

– É... É sério...

– Ele é bom... Se você ficar com ele, tem o meu apoio.

Neoteni inflou a bochecha.

– Não duvido nada que você tenha dado em cima do Koroshi alguma vez... – disse a anja. Soli corou bastante

– N-não temos esse tipo de relação! Eu o considero como um irmão e você sabe disso... Mesmo ele me lembrando o Konoe. – respondeu Soli ainda corada.

– Hummm... Konoe não era o garoto que você namorava no seu mundo?


–Cala a boca anja. Suba logo, tem que treinar. Vamos, suba logo


#Fim do flash Back#

– Agora eu me lembro... – disse Soli indiferente

– E então? – perguntou Neoteni... Parecia interessada no assunto

– Ah... Se o Konoe for mesmo o Watanuki... Eu não sei direito o que fazer, droga! Estou confusa. Eu o considero como um irmão, e eu acabo de saber que ele é o amor da minha vida... Não sei o que fazer... – respondeu Soli sorrindo, quando na verdade estava meio estressada com a situação.

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Todos já seguiam os rastros há um tempo e nada... Soli só pensava onde estava Konoe. Takashi já estava entediado. Yui e Neoteni estavam indiferentes. Ambos andaram até chegar num lugar remoto. Havia asfalto no local e parecia ser um caminho para algum lugar grande.

Logo ao longe, todos viram um grande local. Parecia ser uma espécie de indústria, mas ninguém sabia ao certo. Até chegarem ao local e receberem um “Cartão de visita”.

Eles foram recebidos por uma esfera negra que quase acertou os cinco. Ouviu-se uma risada ao longe. Takashi parecia saber de quer era.

– Olha só quem deu as caras? – Ao aparecer no local, dava para se ver sua manopla cheia de espinhos grandes e seu cabelo azul claro escondido num gorro, agora roxo. Era Amanda. Logo atrás dela, Johanna e Itachi.

– A vampira que apanhou pra mim! – gritou Takashi

– Maldito! Hehe... Você não é mais páreo para mim! Eu quero lutar contra a anja! – exclamou Johanna mostrando convicção.

– Temos um belo presente para vocês! – Ao dizer isso, uma porta dimensional se abriu, e de lá, Saíram os pais de Soli. A ruiva ficou chocada.

– Quem são esses? Fantasmas? – Perguntou Yui

– Não. Eles são... Meus pais... – Disse Soli. Logo após isso, um sorriso enorme se abriu no rosto da menina. A ruiva olhava nos olhos dos dois. Os três estavam furiosos. O instinto de matar deles parecia queimar dentro deles. Pai, mãe e filha compartilhavam o mesmo ódio. Um do outro.

–Olá filha! Olá bastarda! – disse a mãe controlando a raiva

– É tão nojenta que nem ser chamada de “filha” merece! – disse seu pai

– Mãe... Pai... Que ótimo ver vocês dois de uma vez! Assim me poupa tempo para matar vocês. – disse Soli rindo, já com os cabelos escarlates novamente.

– Nós somos os reis de seu planeta natal! O fogo dominará aquele planeta e você virá conosco ver. – disse a mãe de Soli

– Vocês não são mais tão novos quanto eu... Estão caducando de tão velhos... E é por isso que eu sou superior! Vocês só me levarão ao funeral de vocês! Venham se vocês têm tanta força assim!

Takashi ficou prestando atenção na conversa, assim como todos os outros... Mas sentia uma aura diferente em Soli e nos pais dela... Parecia que realmente seria uma luta de vida ou morte. Sabia que Soli havia aumentado seu poder bem rápido. Porém não sabia do poder dos reis. Era uma luta arriscada para Soli. Ele buscou prestar atenção em quem um dia, perfurou uma faca em sua barriga... Esse alguém era Amanda, que olhava para ele com uma cara desafiadora.

– Insolente! Vamos castigá-la fatalmente por isso! – Dito isso, Os pais de Soli correram em direção a ela, a mesma correu para se afastar um pouco do local. Itachi num salto ficou de cara com Yui, que corou. Parecia que a menina ainda se lembrava muito bem dele.

Johanna logo sumiu da vista de todos e tentou acertar um ataque surpresa em Neoteni, porém a mesma desviou do golpe. A vampira se assustou. Ambas ficaram frente a frente.

– Você não aprendeu a lição, não é mesmo, “vampirinha”? – perguntou Neoteni ironicamente

– Aquilo foi sorte, “Anjinha”! Vamos ver quem é superior aqui e agora! – respondeu Johanna

– Eu disse a você que não teria piedade!

– Pode vir!

Ambas pareciam dispostas a lutar até o fim. Até uma perecer. Ambas estavam decididas a lutar com tudo que tinham. Era um prelúdio de uma luta disputada e mortal. As duas correram e quando seus socos se chocaram, um buraco negro foi aberto, engolindo ambas, que simplesmente desapareceram do local.

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Takashi e Amanda. O moreno tinha a desvantagem dessa vez. Era uma luta onde sua oponente lutava bem a longa, média e curta distância. Ele precisava ser cuidadoso.

Amanda o atacou com sua esfera. Ela estava mais veloz do que a que Neoteni destruiu. Takashi se abaixou e a esfera passou direto, mas a mesma voltou na mesma velocidade. Por sorte o moreno desviou e caiu sentado no chão.

– Cara... Me assustei agora – disse olhando para a esfera

– Muito para você? – perguntou Amanda

– Não... Só estou enferrujado. Não tive uma luta boa desde que lutei contra você!

–Perderá de novo!

– Ah... Agora só tem você! Não tenho medo.

Amanda soltou um grunhido de desprezo e tentou atacá-lo com a esfera, que veio frontalmente. Takashi fez um movimento que sua inimiga não esperava. Ele fez um rolamento para o lado e se levantou correndo rapidamente em direção a ela. A mesma tentou acertá-lo com seu punho com espinhos, mas errou feio. Ela nem viu a cor de Takashi quando o mesmo desviou do golpe. O moreno deu uma joelhada no estomago dela, seguida de um soco no mesmo lugar, que a fez voar longe. Takashi riu ao ver a menina se levantando cheia de fúria em sua face

– É por isso que eu nunca tenho uma luta interessante... Levam muita fúria pra pouca calma. – disse Takashi para si mesmo.

Amanda puxou a mesma faca que cortou Takashi tempos atrás. Com uma mão ela tentava socar e com a outra tentava esfaqueá-lo, ao mesmo tempo ela o atacava com sua esfera.

Seus golpes eram superficiais, porém rápidos! Uma das facadas que Amanda tentou dar em Takashi o acertou de raspão. Foi nessa hora que o moreno perdeu o equilíbrio e foi acertado pela manopla. Os espinhos o perfuraram um pouco abaixo da barriga. A esfera acertou múltiplos golpes no garoto, que caiu no chão.

– Eu disse para você não me subestimar. Essa esfera negra ataca inconscientemente seu cérebro enquanto te acerta. Você agora está acabado. – explicou Amanda já contando vitória

Er... Esse ataque é sombrio? – perguntou Takashi ainda no chão.

– Sim... Por quê?

– Eu tenho uma triste notícia a você! — Takashi se levantou e mostrou suas mãos cobertas pelo poder sombrio que fluía nele. – Eu me fortaleço com qualquer coisa que tenha poderes sombrios! Olha só!

Takashi pisou forte no chão pretendendo correr. No primeiro passo da corrida, ele desapareceu da vista de Amanda e a agarrou por trás.

– Belos quadris... – Disse o garoto, antes de atirá-la longe.

A menina se levantou corada e ia falar algo, mas não teve tempo. Takashi já chegou perto dela e a pegou pelo pescoço. Logo depois a jogou para cima.

Quando vinha caindo, Takashi foi mais malvado: Deu vários chutes com a menina ainda no ar e logo depois socou o peito da menina, fazendo-a voar longe. O impacto foi tão forte que a parte da veste de Amanda que o moreno socou se queimou.

Logo Amanda se levantou de novo e Takashi ainda sorria ironicamente para ela.

– Você é boa. Atacou-me quase gravemente e ainda sobreviveu ao meu golpe sobrecarregado. Não posso lhe subestimar. – Disse o moreno.

Amanda se levantou e o atacou de novo, a esfera veio girando atrás dele como se fosse um míssil teleguiado. O que a menina queria era que Takashi fosse ao seu encontro forçadamente, porém o moreno também sabia disso e correu para o lado oposto de onde estava correndo. Amanda entendeu o que Takashi queria e abriu um sorriso. Logo depois, de sua boca saiam dizeres estranhos e de repente uma luz negra envolveu o corpo da menina. Logo depois um buraco se abriu no chão e ela se jogou nele.

Um pouco mais a frente, Takashi corria da esfera que não parava de persegui-lo. Ele já estava achando chato até que viu um buraco surgir na frente dele. Foi tão rápido que Takashi não conseguiu desviar do buraco e caiu, mas foi jogado de volta por um soco certeiro que Amanda deu no menino. Logo depois a esfera acertou o rosto dele seguidamente. Ainda no ar, Amanda sacou sua faca e o esfaqueou duas vezes os braços do moreno. Takashi ainda caiu em pé no chão.

Ele a atacou com um soco, mas Amanda desviou e tentou esfaqueá-lo. Takashi fez uma manobra arriscada: Deu seu ombro para ser esfaqueado. Com isso, Amanda perdeu o reflexo e foi facilmente atacado pelos fortes punhos do garoto seguidamente. Quando a inimiga tentou socá-lo com sua manopla, errou o alvo e levou um contra ataque com um soco rápido no rosto, fazendo abrir o supercílio da menina.

Ambos já respiravam ofegantes de tanto cansaço. Amanda não sabia que Takashi era tão duro na queda assim. Estava ferido, mas aparentava estar ileso.

Takashi respeitava muito seus inimigos, por isso estava lutando sério contra a garota. Porém, não sabia que ela estava mais forte. Ele sentia seus ossos doerem. Apesar de tudo, estava gostando da luta.

Continua

Notas finais
No próximo capítulo teremos verdades reveladas, e muito mais ação!!! O ciclo final se abre e o arco lentamente se junta mais e mais... Então, até o próximo capítulo.