Kupidon

24 Extra Oito


Notas iniciais
Mais um capítulo especialmente para vocês. Como eu tinha explicado nas notas finais do capítulo passado, esse é um extra PS: Quero agradecer à Leithold do blog "wonderful" por esse banner maravilhoso Espero que gostem Boa Leitura

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Meu Deus! — Ela olhava para aquele papel nas mãos desesperada. — Isso não pode estar acontecendo. Tem que ter alguma coisa errada.

Não tem nada de errado, Laurel. Eu mesma fiz seus exames e acompanhei de perto os resultados deles.

Não. Você não está entendendo... Isso está completamente errado. Eu não... Eu faço... Eu tomo... — Ela não conseguia terminar frase alguma, por causa do nervosismo.

Você não esperava por isso, mesmo?

É claro que não. — Se jogou no sofá da sala da médica. — Como eu vou dizer isso para ele? Isso não estava... E agora?

Agora você vai ter um acompanhamento...

Eu sei o que eu preciso fazer. — Ela percebeu que foi grossa. — Desculpa, é que eu estou nervosa. Desesperada é a palavra certa.

Vamos fazer assim: Você vai para casa, conversa com seu noivo... — A interrompeu.

Namorado. Nós somos namorados.

Ok. Conversa com seu namorado e depois vem até mim, eu irei passa-la para a médica que cuidará de você.

Eu já tenho uma médica.

Eu não sou especialista... — A interrompeu novamente.

Não estou falando de você. Falo de uma amiga.

Melhor ainda. É alguém que você confia. — Sorriu. — Boa sorte.

Obrigada. Eu vou precisar. — Saiu da sala da médica, indo em direção a saído da clínica.

**--** **--**

Boa tarde, Laurel. — Tommy estava com Kitty no colo que sorriu ao ver a mulher. Ele deu passagem a ex mulher.

Boa. — Ela sorriu para a menininha. — E você, linda? — Pegou em sua mão. — Está a cada dia mais parecida com sua mãe.

Digo o mesmo. — Kitty apertou a coelhinha em frente ao peito.

Cadê a Caitlin?

Ela está lá em cima, tomando um banho.

Ótimo. Eu preciso falar com ela e é urgente. — Correu para as escadas.

Aconteceu alguma coisa? — Perguntou preocupado.

Nada que precise se preocupar. — Tommy se aproximou. — Você pode ir dar uma volta com a pequena.

Está mandando eu ir embora do meu apartamento?

Thommas! — Rosnou.

Nossa, que mudança de comportamento. — Suspirou. — Só te vi assim uma vez... — Ele balançou a cabeça. — Bom, eu vou deixa-la com minha namorada. Sozinhas. — Ela agradeceu. — Volto em uma hora.

Melhor em duas. — Ele arqueou as sobrancelhas e depois bufou.

É o cúmulo. — Olhou para filha. — Está vendo como sua tia é folgada? — Laurel lhe bateu no braço. — Tudo bem, você tem sorte... Eu ia mesmo dar uma volta com essa princesinha.

Então tchau. — Subiu as escadas correndo.

Folgada! — Arqueou as sobrancelhas. — Laurel está tão estranha. — Bufou novamente. — Isso é problema do Barry agora. — Pegou a bolsa da filha. — Seu pai está em apuros. — Disse enquanto saia do apartamento.

**--** **--**

Cait, estou entrando. — Avisou.

Laurel? — Saiu do banheiro enrolada na toalha.

Oi. — Sorriu fraco. — Eu sei que você ia sair para dar um passeio com sua filha, mas... — Cait percebeu que ela estava nervosa.

Você precisa conversar? — Ela assentiu. — Me dê alguns minutos para eu me vestir. Pode se sentar, por enquanto. — Laurel se sentou na poltrona dentro do closet e rapidamente Cait se vestiu, nada sofisticado, já que não mais sairia.

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Então... — Elas tinham ido se sentar no sofá que tinha no quarto. Uma de frente para a outra. — Eu estou nervosa e desesperada... — Suspirou e entregou um papel nas mãos da amiga.

O que é isso?

Abre. — Cait então o fez e passou a ler cuidadosamente. Quando ela parou na parte importante, seus olhos ficaram maiores, pelo susto.

Meu Deus!

Foi o que eu disse quando vi também.

Isso... — Olhou para a amiga. — Barry já sabe?

Não. Descobri hoje, acabei de sair do consultório da médica.

Eu pensei que... — Se interrompeu. — Você tem certeza que está certo isso?

A médica me deu certeza absoluta.

Ok. Então nós vamos cuidar disso. — Ela assentiu.

Eu quero que ninguém saiba ainda. Só estou dizendo a você porque somos amigas e eu preciso de alguém para cuidar de mim.

Amanhã eu deixo a Kitty com Tommy e nós vamos ao hospital. Você não pode esperar para começar o... "Tratamento".

Essa não é palavra certa a se dizer.

Verdade. Tommy, onde está?

Ele saiu. Pedi para me deixar sozinha com você. — Ela assentiu.

Você não tem com o que se preocupar.

Como não, Cait? Isso não estava nos meus planos. Por que isso está acontecendo?

Bom, não é para você ficar espantada. Poderia acontecer com qualquer um.

Você está espantada.

Com a rapidez que isso aconteceu.

Cait! — A amiga riu. — Isso não tem graça. É uma coisa séria.

É verdade. Me desculpa. — Respirou fundo. — Amanhã, às nove, me encontre no meu consultório.

Ok. Isso vai ser nosso segredo, certo?

Prometo. — E mesmo ela não gostando de esconder aquilo dos outros, ela o faria. Primeiro porque elas eram amigas e segundo, porque agora, ela era sua paciente. Mesmo que fosse estranho.

**--**

Laurel — http://www.buylevard.com/img/blogger/add-a-red-coat-in-your-closet-trendy-taste_3472_1.jpg

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Caitlin — http://www.diskdicas.com/img/fotos/casaco%20vermelho%203.jpg

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Bom, refiz seus exames e agora pode ter certeza... Isso está acontecendo.

Não entendo... — Passou as mãos nos cabelos.

Você tem ainda seis meses. E definitivamente digo que precisa de repouso.

Por que?

Porque a sua pressão está alta e isso é preocupante. Todos os exames que fiz em você me diz que você não tem opção a não ser tirar licença do seu trabalho e ficar em casa... De repouso. Sabe o que isso significa?

Que eu vou perder muitos clientes.

Laurel! — A repreendeu. — Não. Não é isso. Quer dizer que você tem que contar para o Barry. E para o Tommy, vocês são amigos.

Eu não posso agora. Não consigo...

Sei que isso não era algo que você esperava, a maioria não espera por isso..., mas preciso que fale com eles. Barry precisa saber o que está te acontecendo.

E ele vai saber, mas na hora que eu achar conveniente. — Cait bufou.

Você é mais teimosa que uma mula.

É assim que trata seus pacientes?

Normalmente eu trato de crianças. Olhando por esse lado, você está parecendo uma agora. — Foi a vez de Laurel bufar. — Você vai contar para mais alguém?

Já disse, não quero ninguém... — Se interrompeu ao ver o olhar da amiga. — Ah, você está dizendo da Felicity, certo?

Ela está melhorando. As gêmeas tem ajudado, ela não tem faltado às sessões com a psicóloga... E não tem mais afastado o Oliver.

Bom, eu estava mesmo pensando se contava ou não. Mas pensando pelo lado de que precisarei de ajuda... Então sim. Eu vou dizer a ela.

Ela vai ficar chateada por você estar escondendo isso dos outros.

Eu não estou fazendo isso por maldade. Estou assustada, Cait.

Eu sei. Você não contava com isso.

Não. Não contava com isso. Eu tenho um filho de seis anos. Como vou fazer?

Vai dar tudo certo. Você tem a mim e a Felicity, mesmo que ela ainda esteja sentindo a dor da perda da mãe.

Mais uma coisa para ela se preocupar. Meu desespero em relação a isso.

Felicity vai querer saber. Ela vai querer ajudar... Mesmo presa na própria dor, ela não daria as costas a você, que está nessa situação.

Obrigada, Cait. — A médica sorriu e pegou na mão da outra.

Somos amigas. Pode contar comigo sempre. — Laurel agradeceu sorrindo.

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Felicity — https://look.tm/statics/web/blogs/content/4224IMG_8332.jpg

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Laurel — http://s3cdn-lookbooknu.netdna-ssl.com/files/looks/large/2013/03/22/2919310_lookbook1.jpg?1363972845

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Caitlin — http://s3cdn-lookbooknu.netdna-ssl.com/files/looks/medium/2013/04/13/2967219_lookbook.jpg?1365874275

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Meu Deus! — Laurel revirou os olhos.

Será que todos vai fazer essa cara e dizer a mesma coisa quando eu contar? — Se pronunciou olhando para as duas amigas.

Você ainda não contou? — Cait negou pela outra. — Mas por que?

Porque eu não quero ninguém me dizendo o que fazer.

É a sua vida. Ninguém vai dizer o que fazer.

Barry precisa saber disso. Ele é seu namorado, Laurel.

Eu sei disso.

Eu não vou dizer o que você deve fazer e muito menos quando contar.

Por que? — Cait perguntou, confusa. Felicity estremeceu.

Porque eu também tenho escondido algo do Oliver, esqueceu?

Ah, é verdade. Tinha me esquecido.

Quando vai contar?

Eu quero contar, mas não sei quando é o momento certo.

O momento certo é não deixar que passe muito tempo. — Cait deu sua opinião. — Você, já faz mais de três meses e você... Vai deixar passar quantos meses para contar sobre isso? — A pontou para os papeis nas mãos da amiga.

Você não vai me deixar em paz até eu contar, não é?

Pelo menos para o Barry. Ele tem o direito de saber. — Laurel suspirou.

Tudo bem, ok? Eu conto com uma condição.

Qual? — Cait e Felicity perguntam juntas.

Você vai contar ao Oliver.

Já passou da hora, Lis. Você não precisa guardar isso para você.

Eu sei que eu deveria ter contado á muito tempo, mas... Nem eu entendi o que tinha acontecido. E agora... — Se interrompeu.

Vai ficar tudo bem. — Cait pegou nas mãos das duas. — Isso serve para as duas.

Obrigada, Cait. — Elas sorriram.

E como está indo com a psicóloga? — Felicity suspirou.

Está indo bem. Eu não estou faltando á nenhuma consulta, não se preocupem. E aquilo nunca mais aconteceu também.

Você nos assustou. Quando Oliver nos contou o que você tinha feito...

Eu sei. Me desculpem. Eu só queria sentir alguma coisa, entende?

Está tudo bem. Não precisa se desculpar, só... Quando precisar conversar ou querer sentir alguma coisa... Você tem a nós duas. — Cait concordou.

Obrigada. — Sorriu. — Vocês duas são muito importantes para mim.

Sentimos o mesmo, Lis.

**--**

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Laurel olhava mais uma vez para aquele papel. Suspirou. Como contaria? Ela disse que falaria, mas não estava pronta. Era muito para sua cabeça. Se ela se achava uma hipócrita? Sim. Porque ela disse para Felicity que ela não devia esconder coisas do Oliver e agora, ali estava ela, escondendo aquilo do Barry. O que ele diria? Como ele reagiria aquilo? Não sabia mais o que fazer, tudo que passava pela sua mente, era o resultado que via naquele papel. Ouviu um barulho e guardou, rapidamente, em sua pasta de documentos da empresa.

Laurel? — Ela saiu do closet, encontrando o namorado ali. Ela tinha lhe dado uma chave, para o caso de alguma coisa acontecer. E ele passava a maior parte da semana ali mesmo.

Ei. Pensei que não viria para cá hoje.

Meus pais desmarcaram o jantar em família. — Deus de ombros. — E Lyon?

Está dormindo. — Ele assentiu.

Você está bem?

Sim, por que?

Porque você está estranha. — Ela sabia que ele perceberia. — Não sei, mas alguma coisa me diz que não está bem, como diz estar.

Desculpa, eu... — O que diria? — Eu sei que ando estranha esses dias... — Ele se aproximou, pegando em sua mão.

Aconteceu alguma coisa? — Ela não queria mentir para ele, mas também não estava pronta para dizer sobre seus exames.

Eu sei que vai achar estranho o que vou te pedir... — Ele arqueou as sobrancelhas, mas não disse nada, esperou ela terminar a frase. — Eu tenho uma coisa para contar..., mas não estou pronta.

Laurel, se está acontecendo alguma coisa, eu quero saber.

Eu sei. E você tem direito..., mas eu ainda estou digerindo, entende? — Ele suspirou. — Eu sei que é pedir muito, mas... Por favor. Por favor, Bar... — E ele não conseguiu negar quando nos olhos dela.

Tudo bem. — Ela passou os braços em volta do seu pescoço. — Só não demore, por favor. Não sei por quanto tempo posso conseguir esperar.

Não vou deixar você no escuro por muito tempo. Prometo. — Era uma promessa que ela cumpriria. Só mais alguns dias... E então contaria a ele. Esperava que ele não surtasse.

Então, vamos mudar de assunto. — Ele lhe deu um selinho. — Quero te fazer um pedido. — Ela sorriu, tombando a cabeça para o lado esquerdo.

Não está escondendo algo de mim, está? — Brincou. Ele sorriu.

Não. — Ela assentiu, pedindo para ele continuar. — Quero que conheça meus pais. — Ela ficou surpresa. — Você e Lyon.

Tem certeza que é o momento?

Por que não seria? — A beijou rapidamente. — Você é importante para mim. — Ela ficou emocionada. — Por isso, no final de semana que vem, você conseguiria trocar com o Tommy para ficarmos com Lyon?

Claro. — Sorriu, grudando seu corpo ao dele. — Eu explicarei tudo ao Tommy.

Combinado então. — Ela sorriu animada, não imaginava que ele pensava em apresenta-la aos pais. Ela o beijou, dessa vez longo e foi ela quem pediu passagem com a língua, no qual ele permitiu de imediato, apertando sua cintura. Ela gemeu em meio ao beijo. — Eu te amo, Laurel.

Também te amo. — Barry a puxou para outro beijo, enquanto andava com ela para a cama, onde a deitou com ele por cima, passando as mãos em certos lugares, subindo a blusa, conseguindo retira-la logo em seguida. Ela fez o mesmo com sua camisa, com sua ajuda. Laurel o empurrou fazendo-o ficar de costas para a cama, ficando por cima, sem separar os lábios, ela queria estar no controle. As mãos dele foram para a cintura dela, apertando. Os gemidos se misturaram, quando Laurel esfregou seu sexo no dele, ainda com a calcinha atrapalhando, mas não demorou muito para ele rasga-la. O ato foi feito minutos depois. Os gemidos eram ouvidos, a sorte que tinham, era o quarto ser a prova de som, Lyon não acordaria com os gemidos deles. Naquele momento, Laurel não mais pensava no resultado dentro da pasta dos documentos de advocacia, por enquanto, seria um problema para outro dia.

Notas finais
O que acharam desse extra? Capítulo pequeno, eu sei, mas o próximo vai ser enorme. Vai recompensar. Vocês devem imaginar o que Laurel está escondendo, certo? Sei que poucos gostam de BarLance, mas espero que não desistam da história por causa deles. O próximo é um capítulo "normal". #Olicity E enquanto o capítulo não chega... Data de Lançamento: 15/06 Prévia Está tudo bem? - Elas assentiram. - Então o que houve? A mamãe não canta mais. - Felicity sentiu seus olhos lacrimejarem. Ela nunca quis magoa-las, não era para sua dor afetar suas filhas. Bateu a mão esquerda no colchão e as garotinhas subiram, deitando perto da mãe. Me desculpem. - Passou seu braço em volta da cintura de ambas. - Não queria deixa-las assim... Você está triste porque a vovó Donna foi pro céu? - Ela apertou seu braço em volta das meninas. Isso mesmo. Mamãe, não fica triste, mais não. - Amy pediu. - A vovó Donna está bem. É. A mamãe Sarah está cuidando dela. - Felicity não pode deixar de sorrir. Pela primeira vez em semanas estava sorrindo e foram suas filhas quem trouxe esse sentimento de volta dentro dela.