Kupidon

60 Capítulo Trinta e Nove - Lua-de-Mel Parte 1


Notas iniciais
AQUI ESTOU EU. * Para quem não sabia, ou não se lembra, ou não está no grupo do zap: Eu avisei que estaria bastante ocupada, pois minha sobrinha vai nascer. E ela nasce amanhã EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE Estou tão ansios, que vocês nem sabem. Estou entrando em desespero, na verdade. kkkkkkkkkkkkk Bom, o fato é que minha demora é porque estava preparando a casa para ela e os visitantes que virão vê-la. PS: Não deixem de ler as notas finais. É importante. Bom, já me expliquei, agora deixarei vocês com a leitura. Boa Leitura

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Felicity olhou para o lado, encontrando o, agora, marido, dormindo. Respirou fundo, enquanto se espreguiçava. Oliver havia feito a surpresa de levá-la para conhecer a praia de Aruba. Ela nunca tinha conhecido a praia. Por todos esses anos ela esteve apenas em Las Vegas, Central City e Starling, então conhecer Aruba seria uma experiência muito legal. Mordeu o lábio ao encontrar seu vestido ainda no chão do quarto, junto de suas peças íntimas e as roupas de Oliver. Ela se lembrava de tudo, mesmo estando um pouco alterada, por causa do tanto de champanhe que havia tomado.

Felicity ainda estava surpresa. Oliver tinha deixado para contar, só depois que o jatinho pousou. Ela ficou toda animada em poder conhecer aquele lugar incrível. Já tinha ouvido falado muito bem do lugar. Oliver tinha dito que ele já tinha visitado aquele lugar com a família, mas nunca sozinho com alguma mulher, nem mesmo com Sara. Ela não era fã de praias. Era um lugar que formaria uma memória só deles. Eles chegaram ao hotel, de luxo, claro, afinal, ele era Oliver Queen. E ela agora também. Felicity Megan MerlynSmoak—Queen. Ela fez questão de ter seus sobrenomes junto do sobrenome do marido. Deixaram as malas no meio da sala gigante e saíram, deixando o casal sozinhos. Felicity pôde ver pela sacada, o mar. Era lindo. Ela ouviu passos, e sentiu ser abraçada por trás.

Bonito, não é?

É lindo, Oliver. – Ela inclinou a cabeça, e ele pôde pousar o rosto na curva do pescoço dela.

Vai ver como é de dia. Com o sol ou pôr do sol completando a paisagem. É mais lindo ainda.

Posso imaginar. – Bateram na porta e Oliver se afastou.

Já volto. – Felicity não respondeu. Ela queria conhecer mais do lugar onde estava. Passou pelo corredor, encontrando um quarto no fim dele. Parou no meio dele. Tinha uma cama enorme no meio dela, um enorme guarda-roupa e um banheiro. Tudo com detalhes simples, mas sofisticados. Felicity abriu a cortina cinza que tampava a sacada, e olhou mais uma vez para o oceano. Estava tão maravilhada com a paisagem, que não percebeu que o Marido entrava no quarto, e que em seguida ele a abraçava por trás. – Você está tão perfeita. – Ela sorriu.

Você já disse isso.

E eu digo de novo: você está perfeita. – Beijou o pescoço dela. – Mas sabe o que eu pensei desde a nossa festa?

Em que?

Em tirar esse vestido de você. – Ela riu. – Em fazê-la minha. – Ela arfou ao sentir a mão direita dele subir por dentro do vestido, apertando certos lugares vez ou outra. – E é isso que eu vou fazer agora, amor. – Felicity não se mexeu nem por um momento.

Não estou te impedindo. – Ele sorriu, se afastando um pouco. Lentamente, ele abriu o zíper que se encontrava nas costas do vestido. No mesmo ritmo, ele retirou as alças, uma de cada vez. Felicity se sentia ansiosa. Ela fechou os olhos, sentindo os lábios dele beijar e mordiscar seu pescoço. Mordeu o lábio, sentindo a mão esquerda em sua barriga, alisando carinhosamente. Ele sorriu quando ela gemeu, ao sentir sua mão livre entre as pernas dela. Ela estava sem sutiã o que o deixava mais louco do que já estava. A única peça que se encontrava no corpo de sua, enfim, esposa, era a calcinha branca. Ele a virou e ela percebeu que o marido estava apenas de boxer, mas não se concentrou nisso, e sim nos olhos azuis.

Vou te fazer minha, pela primeira, sendo você minha esposa. – Ela mordeu o lábio.

Sempre vou ser só sua.

Minha. – Ele repete. – Só minha. E finalmente... – Ele a trouxe mais junto de seu corpo. – Esposa.

Me beija. – Ela não precisou pedir duas vezes. Ele a beijou de forma carinhosa. Sem pressa, sem urgência. Caminhou com ela até a cama, deitando-a lentamente, e se colocando por cima, no mesmo ritmo, sem parar de beijá-la. Felicity apertou as mãos nos ombros, sentindo as mãos dele percorrer por suas pernas, levemente, fazendo-a suspirar entre o beijo.

Eu te amo. – Ele diz, beijando seu rosto em seguida. – Eu te amo tanto...

Eu também te amo. – Os olhos se encontraram. Ele passou a mão no rosto dela.

Vou fazer diferente, amor.

Como assim? – Pergunta sem tirar o sorriso do rosto.

Vou te fazer minha, sem pressa. – Ela passou a mão no rosto, onde podia sentir a barba bem-feita. Ele fechou os olhos, sentindo o carinho.

Você é tão lindo. – Ela comenta alguns minutos depois do carinho, e ele sorri, abrindo os olhos. – Eu não consigo mais viver sem você.

E eu muito menos, meu amor. – Ele passou o polegar no rosto dela. – Você é a melhor coisa que me aconteceu, desde que Sara morreu. Você salvou minha vida e das minhas filhas. – Sorriu. – Nossas filhas. – Se corrigiu. – Minha vida sem você..., não faz sentido algum.

Você, sempre me dizendo essas coisas românticas.

Você merece. E é a verdade. – Beijou a ponta do nariz dela. – Toda perfeitinha, feita para mim sobre medida. – Ela deu uma risada fofa.

Tão fofo. – Ele fez uma careta que a fez gargalhar. – Qualquer mulher iria gostar de ter um homem romântico como você. Ganhei na loteria. – Ele quem riu dessa vez.

Então nós dois ganhamos, meu amor. – Ele a beijou, no mesmo ritmo de antes. Ela o correspondeu, colocando uma das mãos nos cabelos loiros, puxando vez ou outra, sem força. Apertando a cintura da esposa com uma das mãos, Oliver desceu os beijos para bochecha, pescoço, colo, barriga, dando leves mordidas vez ou outra. Felicity se sentiu nervosa quando ele colocou as mãos nas laterais da calcinha. Ele estava deixando-a louca, com aquele ritmo. Fazia aquilo de propósito. Ela mordeu o lábio, sentindo a respiração dele em seu sexo. Apertou as mãos nos lençóis ao sentir a língua dele brincar com o clítoris. Arfou ao sentir a leve mordida no lugar. Abriu a boca em um perfeito "o" quando ele sugou seu sexo com vontade, fazendo um ritmo prazeroso. Ele se deliciou ao ouvir o gemido que saiu da boca da esposa, tanto, que seu membro pulsou. Ele continuou com os movimentos, sem toca-la com os dedos; algo que estava querendo muito. Ele adentrou com a língua e a ouviu gemer mais alto. Aumentou os ritmos, apenas usando a língua e sentiu o íntimo dela se contrair. Ela gemeu um pouco mais alto e ele sentiu o gosto do prazer dela. Passou a língua nos lábios, enquanto a observava toda entregue. Ela abriu os olhos, soltando um pouco os lençóis. – Tão gostosa.

Você..., não seria você, se não dissesse isso, não é? – Ele riu, subindo de vagar até a boca dela.

Mas você é..., muito gostosa. – Morde o lábio de forma provocante. Ele a ouviu gemer quando seus dedos entraram dentro dela. – Quero ouvir você gemer meu nome.

Oliver. – Seu membro pulsou. Aquele som era como música para seus ouvidos. – Oliver. Oh... – Ela apertou as unhas em seus ombros.

Esse é o som... – Mordeu o lábio dela mais uma vez. – Mais gostoso que já ouvi na minha vida. – Felicity o puxa para um beijo, enquanto os dedos dele aumentavam o ritmo dentro dela. Ela mexia o quadril para acompanhá-lo, gemia, apertava as mãos em várias partes do corpo acima do seu, e sentia um prazer gostoso invadir seu corpo. Oliver sorriu ao sentir seus dedos serem comprimidos. Respirando ofegante, Felicity parou de beijá-lo. Ele retirou os dedos, no mesmo momento em que passava a beijar o pescoço dela.

Eu quero você, meu amor. – Ele sorri em meio aos beijos molhados.

Eu também. – Olhou nos olhos verdes, antes de se afastar para retirar a única peça que vestia. Felicity não tirou os olhos dele nem por um segundo. Ele se voltou para cima dela, e ela abriu as pernas, deixando-o se colocar entre elas. Ela gemeu ao sentir seus sexos se encontrarem. – Toda..., minha. – Ele diz, ao mesmo tempo em que, com delicadeza, ele adentrava ela.

Oliver. – Geme baixo, mordendo o ombro direito, ao mesmo tempo em que suas unhas fincaram nas costas largas.

Tão apertada. – Geme em um rosnado.

Felicity tinha os olhos fechados enquanto se lembrava de cada beijo dele. Uma das mãos estava sobre o peito e a outra, dois de seus dedos tocavam sua boca. Ela nem mesmo percebeu que o marido a observava. Ele se virou na cama, e mesmo assim ela não abriu os olhos. Estava perdida nas memórias daquela noite. Ele também se lembrava, mas ao contrário dela, os pensamentos dele não estavam na noite anterior, estava no que ele queria fazer com ela naquela manhã. Felicity sentiu seu pescoço ser beijado. Ela mordeu o lábio, sentindo uma das mãos dele na cintura. Ele fez um leve carinho ali, antes de subir até a barriga lisa. Felicity arfou ao sentir a mão chegar em seu seio esquerdo. Ela sentiu uma das pernas dele, se colocar por cima de uma das dela.

Bom..., dia..., meu amor. – Diz pausadamente, enquanto continuava a beijar o pescoço exposto.

Bom dia. – Consegue dizer, apesar de estar concentrada nos beijos dele. Oliver desceu a mão que estava no seio até o meio das pernas dela. Felicity gemeu baixo.

Já está completamente pronta para mim.

Estou sempre pronta para você. – Os olhos azuis e verdes se encontraram.

Não me canso de olhar para esses seus olhos lindos. – Ela sorriu. – Eu quero te fazer minha novamente, esposa. – Sussurrou em seu ouvido. Ela estremeceu.

Então me faça sua novamente, marido. – Ele gostou de ouvi-la falar daquele jeito. Se colocou por cima dela, tomando os lábios em seguida. Diferente da outra noite, ele estava dispensando as preliminares. Mordeu o lábio de forma provocante.

Sente isso? – Ela gemeu ao senti-lo esfregar seu membro em seu sexo. – Sente o quanto estou duro por você.

Oliver. – Geme, enquanto apertava as mãos nas costas do marido. – Eu quero...

Eu sei, amor. – Ele geme. – Eu também quero. Agora. Não sabe o quanto você me deixa louco. – Ele passa uma das mãos em suas costas, levantando-a levemente, antes de adentrá-la de uma vez. Felicity deixa escapar um gemido alto, ao contrário de Oliver que soltou um gemido baixo e rouco. – Geme mais alto pra mim. – Ele pede, enquanto se movimentava dentro dela, em um ritmo mais rápido e fundo. Oliver mordeu o lábio da namorada, apertando as pernas dela com força, antes de tomar os lábios dela de forma urgente.

Oliver. – Geme. Ele não deixava os lábios dela nem por um segundo. Queria que sua língua estivesse dentro da boca dela, enquanto seu membro estava dentro dela. – Não pare. – Ela praticamente implora, enquanto remexia o quadril.

Você é tão apertada... – Ele rosna baixo no ouvido dela, passando a mordiscar o pescoço macio. O sexo dela se apertou ao redor do dele, e ele gemeu mais uma vez. Era impossível não sentir desejo quando ela tinha os olhos nublados de luxúria, os lábios inchados por causa dos beijos e os seios firmes roçando em seu tórax enquanto entrava e saia de dentro dela. Felicity puxou os cabelos loiros, enquanto gemia, ela sentiu as mãos de Oliver ficarem mais firmes em sua cintura. Ela não reclamou quando de forma selvagem a língua dele buscou pela sua. Mesmo que quisesse continuar a olhar nos olhos dele; aqueles olhos azuis, que lhe causava um arrepio tão bom, que fazia o seu desejo por ele aumentar; ela fechou os olhos, retribuindo o beijo selvagem. Uma das mãos de Oliver desceu entre eles, e tocando com um dos dedos no clitóris, pressionando-o, ele a ouviu gemer mais e mais alto. Isso fazia com que um arrepio gostoso passasse por cada músculo de seu corpo. O som dela gemendo, mesmo com sua língua abafando-o, era tão gostoso quanto estar dentro dela. Felicity o deixava louco. As mãos dela em seu corpo, o deixava louco. Eles gemeram um na boca do outro, sentindo o prazer aumentar. Oliver mordeu o lábio levemente, para logo voltar a busca-los novamente, enroscando sua língua na dela, enquanto deixava seu prazer jorrar para dentro dela. E ele sabia que logo seria a vez dela. Aumentou o ritmo, ouvindo-a pedir que não pare, pedir por mais. Ele sentiu as paredes internas dela apertarem seu membro, e então moveu-se mais fundo. Ela gemeu alto. Ele a sentiu estremecer, e logo em seguida gozar sobre seu membro. Respirando ofegante, os dois, eles ficaram naquela posição por poucos minutos, até Oliver se jogar ao lado dela, ainda ofegante. Felicity deitou-se com a cabeça apoiada no peito dele, e ele envolveu sua cintura com um dos braços, beijando os cabelos loiros em seguida.

Eu preciso de um banho. – Ele sorriu.

Eu também preciso. – Ela a poia o queixo no peito dele. – Me acompanhar, esposa?

Só se esse banho for de banheira, marido.

Então nós temos um acordo, meu amor.

**--** **--**

As mãos de Felicity estavam firmemente agarradas aos cabelos loiros do marido, enquanto correspondia ao beijo urgente. Apesar de a água estar fria, entre as suas pernas, a sensação térmica era de intenso calor. Descendo os lábios para o pescoço, dando leves mordiscadas, ele a ouvia arfar. Ele a trouxe para seu colo, fazendo-a sentar-se com as pernas em volta de sua cintura, e então ele abocanhou um dos seios. Ela gemeu alto, com as mãos apertando seus ombros. Ele abriu os olhos, querendo observar o rosto da esposa. Ele adorava vê-la toda entregue para ele. Os olhos se encontraram, azuis e verdes. Felicity não conseguiu quebrar o contato visual, só conseguia pensar no quanto aquilo era gostoso. A língua macia, causando-lhe espasmos em outras partes de seu corpo. Ela o puxou pelos cabelos, tomando os lábios dele em um beijo intenso, que ele correspondeu prontamente. Enquanto o beijava, deslizou as mãos pelo corpo dele, arranhando-o vez ou outra quando ele lhe dava leves mordidas ou chupava sua língua com gosto. Oliver mordeu o lábio dela com certa força ao sentir uma das mãos dela em seu membro.

Felicity. – Não conseguiu segurar o gemido baixo, ao sentir o bombear que a mão dela fez em seu membro. As mãos dele, que estavam na bunda dela, apertaram com mais força, juntando mais — se é que era possível — seu corpo do dele. Uma de suas mãos deslizou para o meio das pernas dela. Deslizou os dedos com delicadeza, ouvindo em seguida, o gemido baixo de sua esposa em seu ouvido. Ele a sentiu parar com os movimentos, e mordeu o pescoço dela, levemente, antes de pedir para que ela continuasse. Felicity olhou nos olhos azuis, fazendo como ele pediu, ouvindo-o gemer. Ela mordeu o lábio, segurando um gemido quando ele encontrou o ponto sensível, fazendo pressão e começando os movimentos circulares. Ela gemeu alto, e ele sorriu; mesmo que ela tenha parado novamente com os movimentos. Ela o abraçou pelos ombros, enquanto arfava e gemia baixinho em seu ouvido. – Tão linda... – Sussurrou. – Minha gatinha. – Mordeu o lábio dela em forma de provocação. – Minha. Só..., minha. – Ele diz, sentindo seu membro pulsar cada vez mais, ouvindo os gemidos baixos da esposa. – Tão gostosa... – Os gemidos dela se tornaram mais altos quando Oliver aumentou a velocidade de seus dedos.

Oliver... – Gemeu alto. – Oh. – O membro dele pulsou mais uma vez e com mais força quando ouviu ela gemer seu nome com tanto desejo. Ele sentiu, com os dedos, que os lábios de seu íntimo estavam inchados, e com isso ele soube que ela estava pronta para ele. O tremor de seu corpo pequeno, clamando por mais. Seu membro pedia por ela, ele estava pronto para entrar dentro dela mais uma vez. O gemido mais alto de sua esposa e o tremer de seu corpo, foi o que fez ele saber de que ela tinha chegado ao prazer indescritível. Ela mordeu o lábio, sentindo seu corpo amolecer nos braços do marido. Ele beijou sua bochecha, retirando a mão de seu íntimo.

Te amo. – Beija seu pescoço. – Te amo. – Repete antes de tomar os lábios dela de forma calma, mas não menos prazerosa.

Eu também te amo. – Diz em meio ao beijo. Oliver colocou ambas as mãos na cintura da esposa, ajudando-a descer sobre si. O gemido em conjunto sairia alto de suas bocas, se elas não estivessem ocupadas com a boca um do outro. Ele deixou que ela fizesse os movimentos sozinha, enquanto apertava com certa força, sua cintura, sentindo a maciez da pele dela. Com a mão livre ele desceu até as coxas, apertando vez ou outra, sem deixar os lábios carnudos. Felicity se surpreendeu quando, de repente, o marido mudou as posições, prensando-a entre ele e a banheira, aumentando o ritmo das estocadas. Felicity cravou as unhas no ombro e costas, gemendo alto. – Tão apertada... – Ele rosna em gemido.

Oh... – Ela praticamente grita. Oliver segura a cintura dela com uma das mãos, e com a outra, ele coloca entre eles, pressionando o clítoris. – Oliver. – Ela geme alto.

Goza pra mim, amor. – Ele pede, enquanto aumentava as estocadas, fazendo a água fazer um barulho alto. Oliver morde os lábios dela, antes de tomá-los novamente, de forma urgente. Ele geme entre o beijo, quando sente as paredes internas dela pressionarem seu membro. Ele sabia que ela logo chegaria ao seu ápice. Ela morde o lábio dele com certa força, mas ele não se importa. Ao mesmo tempo em que Felicity sente seu corpo estremecer, e em seguida amolecer, Oliver se derrama dentro dela. Ele deixa os lábios dela, apoiando o rosto na curva do pescoço, tentando se recuperar. Ambos com a respiração ofegante. – Foi...

Intenso. – Ela completa, e os olhos se encontram.

Vamos sair? – Ela assente, vendo o marido se afastar de si.

Nós ainda nem tomamos café da manhã.

Vou pedindo enquanto você se arruma, okay? – A ajudou a sair da banheira. – E então nós vamos sair.

É o que eu mais quero. – Diz animada, e ele sorri. – Eu já vou colocar o biquíni. – Ele gemeu. – O que?

Imaginar você só de biquíni... – Ele para de falar. – Isso quer dizer que os outros também vão ver. – Ela gargalhou. – Isso não é bom.

Pense bem, meu amor... – Ela colou seu corpo ao dele. – Só você vai poder tocar. – Ele sorriu, vendo-a morder o lábio. – Sou só sua.

Minha.

Sua. – Repete, antes de beijar os lábios rapidamente. – Vou me vestir. – Ela se virou e Oliver lhe deu um tapa na bunda, fazendo-a dar um pulinho e um gritinho por ter sido inesperado.

Vou pedir nosso café da manhã. – Avisa, saindo do banheiro com um sorriso.

**--** **--**

Era a primeira vez que Felicity sentia a areia quente nos pés. A água indo e vindo, batendo em seus pés, fazendo-a estremecer de leve. Estava gelada, por isso ela não teve coragem de entrar, ao contrário do marido, que estava dando um mergulho. Ela caminhou para mais perto do mar e o tocou com uma das mãos. Quando percebeu, a água batia quase em sua cintura. Era gostoso. E era muito bonito. A água estava tão azul quanto os olhos de seu marido. Ela estremeceu todinha quando sentiu o corpo molhado do marido em suas costas.

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Está frio. – Reclama.

Você estaria quentinha, se tivesse entrado comigo.

Eu duvido. – Ele riu.

Você sempre quis conhecer o mar, e não vai entrar nem um pouquinho? – Ela se virou nos braços dele.

Isso é chantagem. – Ele volta a rir, e ela sorriu. – Mas está certo. – Passou os braços em volta do pescoço dele. – Tudo bem. Vou entrar, mas devagar.

Por mim tudo bem. – A beijou, enquanto andava com ela. Os braços a apertaram junto ao seu corpo, colocando uma das mãos na bunda dela, que estava tampada apenas pela calcinha do biquini. Felicity estremeceu, mas não deixou de beijar o marido, quando sentiu a água bater na altura de seu seio. Ela puxou os cabelos com certa força, quando ele apertou sua bunda. De repente ela se lembrou de onde estavam.

Oliver. – Ela se afastou. – Estamos em público.

Ninguém está nos olhando, meu amor. – Beijou a bochecha da esposa e a soltou. Felicity emergiu, com o cabelo molhado, e passando as mãos no rosto.

Oliver. – Ele ria. – Vou te matar. – Ele beijou novamente sua bochecha.

Eu sei que não. Eu sei que o que você quer..., é outra coisa. – Aperta a bunda da esposa mais uma vez, ouvindo o gemido baixo. – Mas vamos deixar para isso quando voltarmos para o hotel.

Pervertido. – Ele gargalhou. – Aqui não tem perigo, não é?

De que?

Tubarão? – Ele riu. – Não ria. Eu tenho medo sim. Você não lê ou assiste jornais? – Ele ri ainda mais.

Meu amor, aqui é completamente seguro. Prometo.

Vou confiar, hein. Você não vai querer sua esposa em pedaços, né? – Ele gargalhou e ela sorriu. – Você está rindo, mas eu tenho medo.

Não se preocupe, senhora Queen. Eu realizei o maior sonho de me casar com você, acha que eu arriscaria te perder? – Felicity enrolou as pernas em volta da cintura do marido, quando ele a abraçou.

Você é tão fofo.

Lá vem você de novo com isso. – Foi a vez dela em gargalhar.

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Eles tinham decidido almoçar perto da praia e então voltar para o hotel, descansar um pouco. A ideia de descansar era apenas de Felicity. Oliver tinha outros planos. Felicity não desconfiava de nada, só se deu conta do que o marido tinha em mente, quando, ao passar pela porta, sentir seu braço ser puxado e seu corpo ser colado ao dele. Ela nem mesmo teve tempo de reagir, pois seus lábios foram tomados pelos dele. Os braços dele apertaram mais a cintura fina e girando-os, ele a prensou na parede ao lado da porta. Felicity subiu as mãos até os cabelos loiros, puxando-os, enquanto correspondia ao beijo urgente. A levantou do chão, e a esposa enrolou as penas em volta de sua cintura. Oliver desamarrou o laço da saia branca, de um dos lados da cintura, que caiu no chão. Uma de suas mãos apertava a cintura, sentindo a pele macia, subindo e descendo, e a outra, subiu lentamente até um dos seios, apertando gentilmente. Felicity suspirou entre os lábios do marido. Aproveitando que o marido estava sem camisa, ela arranhou os ombros dele, apertando vez ou outra. Oliver desceu os lábios para o pescoço exposto, mordiscando, chupando e beijando, enquanto sentia as mãos dela passarem por todo o corpo musculoso; braços, ombros, peito. Subiu os lábios até sua orelha, onde mordiscou, antes de sussurrar.

Quero me enterrar em você.

Oliver... – Geme baixo, mordendo o lábio. Oliver sentiu seu membro pulsar, e mordeu o lábio, reprimindo um gemido. Puxou o laço que estava nas costas e na nuca, e deixou que a parte de cima do biquíni caísse no chão, junto da saia de saída de banho. Ele gemeu ao pousar os olhos nos seios dela. Felicity arfou quando sentiu a boca gostosa do marido tomar um de seus seios.

Tão.gos.to.sa. – Diz, pausadamente, ainda chupando um dos seios.

Quero mais. – Ela geme em seu ouvido.

Eu vou te dar mais. – Soltou as pernas dela, colocando as mãos nas laterais da calcinha. – Não feche seus olhos. – Ele pede, enquanto descia a calcinha até seus pés, lentamente. Com os joelhos no chão, e as mãos na bunda dela, ele aproximou o rosto do sexo dela.

Oh... – Arfou alto. Ele sorriu, antes de passar a língua no clítoris que já estava inchado. – Oliver...

Geme pra mim. – Pede antes de chupar o sexo dela com gosto. Felicity gemeu alto, colocando a mão direita nos cabelos claros. Pedindo cada vez por mais. Oliver apertava a bunda dela vez ou outra, com ambas as mãos, estimulando-a ainda mais. Os gemidos altos eram músicas para os ouvidos dele. Ele adentrou um dos dedos, por trás e ela gemeu mais alto. – Você quer mais? – Ele entrou com o dedo e logo o tirou.

Sim. – Responde baixo, por conta do prazer.

Você me quer por inteiro?

Oh. Oliver. – Ela sentiu o dedo dele entrar e sair de dentro de si várias vezes. Oliver sentiu seu dedo ser pressionado, o corpo dela estremecer e em seguida o gozo dela em sua boca. Passou a língua nos lábios.

Gostosa como sempre. – Ele sorriu, enquanto se levantava e juntava seu corpo do dela. – Agora..., vou fazer o que eu queria... – Ele diz, mordendo o lábio dela de forma provocante. – Desde que estávamos no mar. – A campainha o atrapalhou e ele gemeu em desgosto.

Não. – Ela reclamou, e Oliver apoiou o rosto na curva do pescoço dela. – Não atenda. – A campainha tocou mais uma vez.

Saco.

Não. – Implora. – Oliver, ignora. – Implora, apertando seus ombros. Ele apertou sua cintura quando a campainha tocou mais uma vez.

Inferno. – Rosnou. – Vá para o quarto. – Ela bufou e saiu. – Vontade de matar esse infeliz. – Sussurra antes de abrir a porta.

Boa tarde. Acabou de chegar para vocês. – Oliver olhou para a caixa média e pegou das mãos do homem.

Obrigado. – Oliver fechou a porta quando o outro se afastou. Ouviu passos e encontrou a esposa já vestida de volta com o biquíni. – Você se vestiu. – Ela riu do tom desgostoso. – Tudo culpa do infeliz que nos mandou isso.

O que é isso?

Não faço a menor ideia. – Pegou o cartãozinho, enquanto a esposa pegava a caixa. – "Aproveitem meu presente, sei que vão gostar". – Leu. Oliver virou o cartãozinho.

Oh Deus. – Ouve a esposa e a olha.

O que foi? – Felicity tira de dentro da caixa uma algema de couro, preta com delicadas rendas na mesma cor. – O que...

E tem também... – Ela corou e mostrou para o marido o resto que tinha na caixa: uma venda e um chicote na mesma cor e detalhe rendado das algemas.

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Vou matar a Thea. – Rosnou. Felicity não se surpreendeu ao ouvir aquela frase. Ela já tinha certeza de que tinha sido mandado pela irmã. Ela era a única com mente poluída a ponto de mandar aquele tipo de kit.

**--**

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Oliver e Felicity haviam acordado cedo, para poderem aproveitar a praia. Eles tomaram café da manhã no refeitório do hotel, e seguiram para o mar. Naquele momento, estavam os dois, deitados na areia clara. Felicity com metade do corpo por cima da do marido, ambos molhados. Oliver vestia apenas a bermuda branca, e Felicity uma saia como saída de banho, por cima do biquíni. Oliver tinha um dos braços em volta da cintura, e acariciava aquela área vez ou outra. O outro braço, estava debaixo da própria cabeça. Ele pensava que ela estava dormindo, quando sentiu uma das mãos dela, que estava em seu peito, se mover para baixo, acariciando sua barriga, desenhando os músculos de seu abdômen, subindo e descendo mais algumas vezes. Ele continuou de olhos fechados, sentindo aquela carícia, com gosto. Felicity sabia que o marido estava de olhos fechados. Mordeu o lábio, com um pensamento que diriam que era insano, mas ela não se importava. Eles estavam sozinhos naquela área, e provavelmente, por causa da hora, ninguém apareceria por ali. Oliver, surpreso, suspirou ao sentir a mão dela no cós de sua bermuda, brincando com o elástico. Ele abriu os olhos imediatamente. A esposa estava querendo o enlouquecer, ele pensa. Ele a vê se mexer, e então os olhos azuis e verdes se encontram. Agora, ambas as mãos dela se encontravam no cós de sua bermuda.

Felicity.

Não diz nada, okay? – Ela pede, com um sorriso nos lábios. Oliver ofegou ao sentir uma das mãos dela em seu membro, por cima da bermuda. Ela moveu a mão para cima e para baixo, e Oliver mordeu o lábio, reprimindo um gemido. Oliver pegou nos cabelos loiros com uma das mãos, e a puxou para um beijo, que ela correspondeu prontamente, sem deixar de mover a mão. Ele gemeu contra os lábios dela. Ele estremeceu por inteiro quando a mão entrou por dentro da bermuda. Ela apertou o membro por cima da sunga.

Felicity. – Ele gemeu baixo.

Não quero que reprima seus gemidos, amor. – Sussurra, ao mesmo tempo em que a mão entra por dentro da sunga e segura o membro, antes de começar a mover a mão. Oliver deixa um gemido rouco escapar. Ele beija o pescoço exposto, enquanto sente a mão dela fazer os movimentos. Ele mordeu a área com certa força, mas Felicity não se incomodou, continuou a mover a mão. Oliver puxou os cabelos da esposa com certa força, reprimindo outro gemido, mordiscando e chupando o pescoço dela. Um novo gemido escapou dos lábios de Oliver conforme os movimentos ganhavam um ritmo. Ela passou a língua no pescoço, na bochecha e então tomou os lábios dele. Oliver desceu a mão livre que estava na cintura, até a bunda, onde apertou. Felicity gemeu entre os lábios do marido, ao mesmo tempo em que ele gemia também, sentindo a mão gostosa dela em seu membro.

Felicity..., eu vou... – Ela sabia, mas mesmo assim, não retirou a mão. Ela mordiscou o pescoço do marido.

Pode gozar. – Sussurra, sem parar os movimentos, mais e mais rápido. Oliver apertou a bunda dela com ambas as mãos, deixando um gemido rouco escapar de seus lábios. Felicity retirou a mão, mas não teve tempo de fazer algo para limpá-la. Oliver a virou, colocando-a deitada em seu lugar, para a sua surpresa.

Oliver. – Gemeu ao sentir a mão dele entre suas pernas, por cima da calcinha do biquini. Ele mexeu um dos dedos, e ela gemeu mais uma vez.

Sua vez de gozar, amor. – Sussurra. – Mas... – Morde o pescoço exposto. – Com você vai ser diferente. – Ele pressiona o clítoris, e ela geme mais alto. – Tente se controlar. – Pede sorrindo.

Oliver... – Ela morde o lábio, reprimindo um gemido alto. Ela o olhou quando os dedos pararam de se mover. – O que você... – Ofegante, ela tenta perguntar, mas se interrompe, quando sente as mãos nas laterais da calcinha. – Oliver. – Ela realmente estava surpresa.

Vou te fazer minha, nessas areias do mar. – Ela geme só de ouvi-lo falar. Sentiu seu sexo ficar quente e mais molhado de repente. Oliver retira a calcinha, mas a deixa com a saia branca. – Tão linda. – Sussurra, enquanto se coloca por cima da esposa. – Sente o quanto estou duro. – Ela geme, tentando controlar o som, ao sentir o membro dele encostar em seu sexo. Oliver reprimi um gemido, mordendo o seio dela por cima do biquini. – Gostosa. – Oliver beija a esposa, ao mesmo tempo em que se colocava dentro dela. Gemeram juntos, na boca um do outro. Oliver segurou as coxas fartas, enquanto chupava a língua dela com gosto, e começava com os movimentos. Felicity perfurou com as unhas, os ombros largos, mas isso não incomodou o marido de jeito nenhum, na verdade, o agradou e muito.

Mais..., mais. – Ela pede entre o beijo, e Oliver aumenta a rapidez das estocadas. Ele começou a sentir as paredes internas espremerem seu membro, o que o fez gemer na boca da esposa. Ele a sentiu estremecer. Oliver não parou com as estocadas, mesmo depois de ela ter gozado. Felicity levou o quadril em direção ao membro dele, e ele gemeu, mordendo o lábio inferior dela em seguida.

Tão..., gostosa. – Ele rosna, pouco antes de se derramar dentro dela. Ofegante ele apoiou o rosto nos seios da esposa. Ela colocou uma das mãos nos cabelos loiros, respirando tão ofegante quanto ele. Pouco depois, ele se deitou ao lado dela. – Quer ir para o nosso quarto? – Ela se virou sorrindo.

Eu preciso de um banho. – Ele riu.

Nós batizamos a Ilha de Aruba. – Foi a vez de ela rir, e ele a acompanhou.

**--** **--**

Oliver enxugou os cabelos depois de sair do box. Ele observava a esposa, com uma toalha branca enrolada em seu corpo, passar o creme em suas pernas. Abaixou o olhar, vendo-a descer e subir as mãos. Passou o creme só onde a toalha não atrapalhava. Em cima da bancada da pia, ela pegou dois pauzinhos chineses e prendeu os cabelos. Deixou a toalha de lado e se encostou no vidro do box para observá-la. Felicity tinha percebido os olhares, mas não se importou, ela na verdade, gostava. Pegou mais um pouco de creme, e passou no pescoço e colo, de forma lenta. Sorriu ao perceber que ele passou as mãos uma na outra. Mordeu o lábio, e para provocar, ela deixou a toalha cair no chão quando se levantou.

Ops. – Deu uma olhadinha para o marido, com um sorriso provocante. Ele balançou a cabeça, se desencostando do vidro para se aproximar dela.

Não devia ter feito isso, meu amor.

Mas o que eu fiz? – Inclinou a cabeça, fingindo desentendimento. – Caiu. – Ele sorriu.

Caiu? – Ela assentiu, antes de dizer um "uhum". – Eu não acho que isso seja verdade.

Não acredita em mim? – Se fez de inocente e ele quase riu.

Está querendo me provocar, senhora Queen? – A puxou pela cintura.

Eu não sei do que está falando, senhor Queen. – Passou as mãos nos braços musculosos. – Eu apenas deixei a toalha cair.

Vai se arrepender por essa mentira. – Ela arfou ao sentir a mão dele descer pela sua bunda, e um dos dedos tocar seu sexo. – Vai ser castigada.

Castigada? – Ela diz com dificuldade.

Sim. E você vai gostar. – Ela gemeu alto ao sentir o dedo dele adentrar seu íntimo. – O que você acha?

Eu..., acho que eu quero ser castigada por você. – Ele riu e a pegou pelas coxas, fazendo-a enrolar as pernas em sua cintura, enquanto caminhava até a cama, onde a jogou sem delicadeza alguma. Respirando ofegante, ela se arrumou na cama, enquanto observava o marido se aproximar, de forma lenta, tocando suas pernas levemente, aproximando seu rosto da parte interna da sua coxa, onde beijou e mordiscou, subindo lentamente.

Eu vou recompensá-la pelo que fez por mim mais cedo. – Ela não consegue responder ou pensar sobre o que ele acaba de dizer.

Oliver. – Ela geme alto mais uma vez, ao sentir a língua dele pressionar o clítoris. Colocou uma das mãos nos cabelos loiros.

Geme pra mim. – Pede antes de chupar o sexo da esposa com gosto. Ela não segurou nenhum gemido. Seu corpo se remexia na cama. Seu quadril ia de encontro a boca gostosa dele, sem nem perceber, com os olhos fechados, pedindo cada vez por mais. Ele não parou até que ela gozou em sua boca. Felicity não pode se recuperar, pois ele tomou os lábios dela de forma urgente.

O-Oliver. – Geme entre o beijo. Apertou as unhas com força nos ombros largos, sentindo os dedos dele brincar com clítoris.

Sabe o que eu quero?

Hum? – Ela abre os olhos, ofegante, arfando e gemendo, ainda sentindo os dedos dele lá embaixo.

Se vira. – Ela franziu o cenho. – Não confia em mim? – Ele se afastou, quando ela fez menção em fazer como ele pediu. Ela o sentiu se colar por cima de si, beijando de leve sua nuca, descendo pelas costas, até chegar a sua bunda. Ela gritou de surpresa, quando o sentiu dar um tapa. – Se entrega pra mim. – Gemeram juntos, quando Oliver entrou nela de uma vez. – Tão apertada. – Rosnou, enquanto fazia movimentos rápidos e fundos. – Vai ser intenso, meu amor. – Ela não tinha dúvida. Ela sentiu um dos braços dela passar por debaixo, e um dos dedos pressionar o clítoris, o que a fez gemer alto, pedindo para que ele não parasse. E ele não pararia. Com a mão livre, ele segurou os cabelos loiros, puxando-os, fazendo com que a esposa virasse o rosto, para que finalmente tomasse os lábios carnudos. Felicity segurou os cabelos loiros do marido, enquanto correspondia ao beijo feroz. Eles gemiam entre os lábios um do outro, sentindo o gozo chegar.

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Nós perdemos o horário do almoço e vamos perder o do jantar, se continuarmos aqui.

Nós perdemos o horário do almoço, por sua culpa, meu amor. – Felicity apoiou o queixo no peito do marido.

Eu não ouvi você reclamar. – Ele sorriu. – Além do mais..., você aproveitou bastante.

Verdade. – Diz depois de um suspiro prazeroso. – Podemos pedir para trazerem algo para comermos aqui.

Eu prefiro sair.

O que quer comer? – Ela mordeu o lábio.

Algo diferente. O que você sugere?

Porções de peixe frito? – Ela gemeu só de imaginar.

Me deu água na boca agora. – Ele sorriu. – Vou me arrumar. – Ela se sentou, mas ele a trouxe de volta para cima dele.

Vamos juntos.

Se formos juntos, não vamos jantar hoje.

Eu ficaria muito feliz só com a sobremesa. – Ela gargalhou e ele sorriu novamente. Ele amava ouvir as risadas dela.

Você não vai me alimentar? Isso é errado, Queen. – Ele riu.

Okay. Então você vai primeiro que eu vou pesquisar um lugar legal para irmos comer. – Ela o beijou rapidamente, e mesmo estando nua, ela correu para o banheiro. Oliver ficou observando-a até ela entrar no cômodo, e só então se levantou, do jeito que estava, para pegar o telefone.

**--** **--**

Oliver estava realmente assustado. Ele não esperava que a esposa fosse conseguir comer uma porção sozinha, quem dirá três. Realmente, era muita coisa. Ele mal conseguiu comer duas. Ela estava com um copo grande de milk-shake em uma mão e na outra, ela tinha uma lata de Coca-Cola. Ele se perguntava se ela conseguiria tomar todo aquele milk-shake. Estava realmente duvidando. Quando ela escolheu o maior, ele tentou dizer que talvez fosse melhor o menor, mas ela não quis saber. Ele estava pronto para dizer para ela que "o olho é maior que a barriga", assim que ela pedisse para ele terminar seu milk-shake. Estava errado. Completamente errado. Quando chegaram ao hotel, sua esposa já estava terminando de tomar o sorvete, e não parecia que se esqueceria da bebida na outra mão, já que ela tomava um gole ou outro dele.

Eu estou assustado. – Ela o olhou. – Eu não imaginei que fosse conseguir tomar isso, não depois de três porções de peixe frito.

Eu disse que conseguiria.

Não está com vontade de vomitar? – Ela franziu o cenho. – Eu estou preocupado, meu amor.

Eu estou bem, já disse. – Ele abriu a porta e ela entrou, indo até a lata de lixo que estava perto do hall e jogou o copo de milk-shake. – Não é algo anormal. Eu sempre fui boa de apetite.

Verdade, mas nunca vi você comer tanto, quanto está comendo esses dias.

Está querendo dizer o que com isso? – Volta a franzir o cenho.

Que está estranhamente com uma fome absurda. – Ela revirou os olhos, colocando a boca no canudo que estava dentro da lata e chupando o conteúdo dentro dela. – Tem certeza de que está bem? – Ela volta a revirar os olhos. – Não revire os olhos para mim, eu estou preocupado de verdade. Eu nunca vi alguém comer do jeito que comeu.

Eu estou ótima. – Ela diz, terminando de tomar a coca. – Não se preocupe.

Se está dizendo... – A viu jogar a lata no lixo. – Quer assistir TV?

Na verdade, eu prefiro dormir.

Dormir? Agora? – Ele olhou no relógio. Ainda era cedo. – São 21h. E você acabou de comer muita fritura, acho que deveria fazer um quilo antes.

Tudo bem. – Deu de ombros. – O que quer assistir?

Qualquer coisa, menos romance, pelo amor da minha sanidade. – Ela gargalhou e ele a puxou para a sala, sorrindo.

**--**

O casal estava deitado. Oliver tinha um dos braços em volta da cintura da esposa, que tinha a cabeça apoiada em seu peito. Ele sorriu antes de abrir os olhos, sentindo o cheiro dela. O calor do corpo da esposa enroscado no seu. Amava acordar com ela enroscada nele, era uma sensação indescritível. Não poderia imaginar como seria ficar tantos dias longe do corpo da amada. Respirou fundo, sentindo com mais força o cheiro de seu perfume. Percebeu que ela estava acordada, quando sentiu a mão dela acariciar seus cabelos. Ele volta a sorrir e abre os olhos.

Bom dia, meu amor. – Ouve a voz delicada dela.

Bom dia, amor. – Beijou os cabelos loiros. – Está acordada á muito tempo?

Um pouco. – Apoiou o queixo no peito dele. – Mas você não me deixou levantar. – Ele franziu o cenho, confuso, e ela riu. – Eu tentei sair de seu abraço, mas você me apertou mais forte. – Ele sorriu. – Então eu desisti. Estar nos seus braços é tão bom. – Ela volta a deitar a cabeça no peito do marido, abraçando-o.

Eu sei como é. – A apertou forte, beijando os cabelos loiros mais uma vez. – Eu não poderia estar em um lugar melhor. Ter você nos braços..., é uma sensação tão gostosa. – Ela concordou dizendo um "uhum". – Ainda está cedo. – Olhou no relógio que estava em cima da mesa de cabeceira. – Quer dormir mais um pouco?

Não. – Olhou nos olhos azuis, pousando mais uma vez, o queixo em seu peito. – Estou morrendo de fome. Vamos pedir o café da manhã?

Está com tanta fome assim? – Pergunta, não querendo que a esposa saísse de seus braços.

Comeria por três. – Diz rindo.

Eu poderia estar surpreso com a sua resposta, mas depois de ontem... – Ele sorriu ao vê-la revirar os olhos.

Posso pedir? – Pergunta, sorrindo.

Claro, meu amor. – Ele deixou que ela saísse de seus braços.

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Está bom? – Ele pergunta vindo-a comer o quinto morango. Ela comia as frutas e os vários sabores de panqueca, deliciada. Eles estavam sentados um de frente para o outro, de frente para uma mesa pequena, de vidro.

Uhum. – Pega um pedaço da panqueca de chocolate com morando, enquanto mastigava o morango. – Mas..., eu prefiro a sua. – Ele riu.

Eu sei, eu cozinho muito bem.

Metido. – Ele volta a rir. – Eu também cozinho muito bem.

Ainda bem, não é? Ou o que seria da sua mãe? – Ela riu.

Verdade. Teríamos vivido de fast-food.

Mas vocês viviam de fast-food. Sua mãe disse que até os seus 12 anos vocês viviam comendo besteira.

Eu era pequena, e não sabia cozinhar ainda. Aprendi pela internet, sozinha. – Ele sorriu. – Minha mãe agradeceu a Deus.

Imagino. – Riu. – Você é tão inteligente.

Obrigada, meu amor. Mas você também é. – Colocou outro pedaço da panqueca doce na boca.

Você vai querer ir ao mar hoje, ou quer visitar outros lugares?

Eu quero visitar alguns lugares. Quero visitar em especial a praça central de Palm Beach. Disseram que é muito bonito á noite.

Podemos jantar por lá. Mas agora de manhã..., tenho um lugar que vai gostar. E provavelmente estaremos sozinhos. – Ela sorriu ao ver o sorriso malicioso do marido.

Onde?

Coloque um biquíni. – A beijou rapidamente, enquanto se levantava, e se afastava.

Vai me deixar curiosa? – Ele riu, e ela fez um bico antes de comer o último pedaço da panqueca doce.

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Felicity subiu nas pedras, com cuidado e com a ajuda do marido. Eram pedras grandes, e as chances de levar um tombo, por estarem molhadas, era grande. Ela parou em uma das pedras, e sorriu ao ver o lugar onde estavam. Era lindo. E como o marido disse, estavam sozinhos. Era um lugar escondido, e ela se perguntava se alguém sabia daquele lugar. Oliver a ajudou a descer de cima da pedra em que estava, e então ela pôde sentir a água fria em seus pés; as rasteirinhas estavam em suas mãos.

Aqui é muito lindo. – Oliver sorriu. – Olha a cor dessas águas.

Eu já conhecia esse lugar. Muita pouca gente conhece aqui, por ser escondido. – Ela olhou para o marido.

E é claro que você conheceria esse lugar escondido. – Ele riu. – Oliver Queen, você é um pervertido. – Ele a abraçou, chupando o pescoço exposto.

Mas você gosta desse pervertido, não é? – Diz depois de ouvir o gemido da esposa. Se afastou um pouco. – Deixe suas coisas aí. – Felicity coloca a bolsa, a rasteirinha e os óculos em cima da pedra, ao lado dos óculos e a chinela do marido. Oliver mergulhou e foi até a pequena cachoeira. Felicity retirou a saída de banho, colocando–a em cima da bolsa, e fez como o marido. Ela estremeceu ao chegar até ele e ele riu.

Você não está acostumada com água tão fria.

Não. Eu prefiro água quente. – Ele volta a rir, enquanto a abraçava. – Mas eu não deixaria de aproveitar esse lugar tão perfeito, e essas águas gostosas.

Não mais gostosa que você. – Ela riu. – Eu já disse que eu te amo?

Hoje não.

Oh, que erro meu. – Beijou sua bochecha. – Eu te amo, meu amor.

Eu também te amo. – Beijou seus lábios rapidamente. – E eu já agradeci por ter me trago a esse lugar perfeito?

Não precisa. Eu faria o que fosse para te ver feliz. E te trazer a esse lugar é uma das formas de eu te fazer feliz. – Ela sorriu, passando as mãos no rosto do marido, de leve. Tão lindo, ela pensou. Ela mordeu o lábio.

Está pensando em que? – Ela abriu ainda mais o sorriso.

Você me conhece tão bem...

Claro. Você é a pessoa mais preciosa para mim. Você e as gêmeas. E eu te observo o bastante para saber tudo sobre você.

Tão...

Não diga, por favor. – Ela gargalhou. – Você já disse algumas vezes, e eu já sei disso. – Revirou os olhos. Ela volta a gargalhar. – Amo suas gargalhadas. – A beijou rapidamente. – Então..., sobre o que estava pensando?

Sobre o quanto você é lindo. – Ele sorriu. – E o quanto eu estou feliz estando com você. Não poderia ser feliz sem você. Nunca.

Muito menos eu. – Oliver passa as unhas nas costas do marido e ele se arrepia. Oliver aperta a bunda da esposa por cima do biquíni, com uma das mãos. Felicity geme. – Amo ouvir esse som. – Sussurra em seu ouvido.

Então me faça fazer mais sons assim. – Ele tomou os lábios dela imediatamente de forma urgente. Felicity passou as pernas em volta da cintura do marido, correspondendo ao beijo, arranhando os ombros largos vez ou outra.

Vou te fazer minha novamente. – Diz, passando a beijar o pescoço exposto. – Nessas águas. – Ela gemeu ao sentir o membro do marido contra seu sexo. – Sinta o quanto eu quero você..., agora. – Ela volta a gemer, mas dessa vez, ele gemeu junto dela.

Oliver. – Puxou os cabelos loiros com certa força quando ele abocanhou seu seio direito. – Eu também te quero..., agora. – Geme ao mesmo tempo em que termina a frase. Arfa ao sentir um dos dedos dele no meio de suas pernas.

Tão gostosa. – Sussurra, enquanto retirava seu membro de dentro da sunga.

Oh. – Arfa. – Isso é gostoso. – Ela sussurra em gemido, sentindo os dedos dele brincar com seu sexo.

Oh, é mesmo? Vou te fazer sentir algo mais gostoso. – Empurra a calcinha para longe do corpo dela.

Eu quero. – Geme, enquanto o puxava pelos cabelos, tomando os lábios do marido de forma selvagem. Oliver a preencheu por completo e os dois gemeram na boca um do outro.

Notas finais
URUBA Quem se lembra? Felicity fala sobre ir para Uruba com Oliver. Será que isso nunca vai acontecer na série? O bom é que pelo menos na minha história tem URUBA, e muitas cenas hot. Quem gostou dessas cenas quentes, românticas, e completamente Olicity? Eu escrevi com todo meu amor, e a minha devoção. Amei escrever cada cena. E espero que vocês tenham gostado de todas elas. Bom espero por seus comentários, hein? Quero saber de tudo. Então, eu disse que tinha algo importante para avisar: Como minha sobrinha nasce amanhã, e eu ajudarei minha irmã com ela, eu não sei se volto na próxima semana com a atualização. Estarei bastante ocupada. Cuidar de recém-nascido não é fácil. Mas eu farei um esforço para não demorar muito. E claro, eu mandarei a prévia pelo Zap. Bom, é isso. Eu espero voltar logo, então... Até mais. Kissus.