Kupidon
61 Capítulo Quarenta - Lua-de-Mel Parte 2
Notas iniciais

Felicity abriu os olhos, piscando algumas vezes. O marido ainda dormia. Ela olhou no relógio ao lado e viu que passava das 9h. Ela estava com fome. Uma fome que nem ela estava compreendendo, mas não se importou tanto. Caminhou até o telefone e pediu algumas coisas. Oliver parecia não acordar tão cedo. Disseram que poderia demorar pelo menos meia hora, e ela não se importou. Sorriu e voltou para o quarto. Sentou-se na cama e começou a passar a mão nos cabelos do marido. Ele não mexeu um músculo, continuou dormindo pesado. Ela continuou com as caricias, passando a mão no rosto dele, vez ou outra, voltando para os cabelos. Ela ouviu um suspirar alto, e soube que ele estava acordando. Ele sentiu a mão da esposa em seus cabelos, e por continuou com os olhos fechados. Era tão bom. E ele sentia que poderia ficar sentindo aquele carinho por horas. Oliver sentiu o beijo dela em seu rosto, ainda com a mão em seus cabelos.
Não vai acordar, amor? – Sussurra em seu ouvido
Se você continuar com o cafuné, provavelmente não. – Ela riu. O marido não tinha se mexido, e nem mesmo aberto os olhos, para lhe responder.
Então..., o que acha de eu fazer outro tipo de carinho em você? – Oliver não processou de imediato o que a esposa queria dizer, o cafuné estava gostoso demais. Quando a mão que estava nos cabelos, desceu pelo rosto, pescoço e peito, ele entendeu a frase dela. A mão dela parou no cós da calça, e Oliver, ainda de olhos fechados, mordeu o lábio. Aproveitando que ele estava sem blusa, a outra mão o arranhou de leve, fazendo com que o corpo inteiro dele estremecesse.
Ah, Felicity... – Murmura.
Sente, meu amor. – A mão desce novamente até o cós da bermuda estampada que ele vestia. Ele sentiu um arrepio gostoso quando ela beijou seu peito levemente. Oliver teria aberto os olhos, se não tivesse sentido a mão dela em seu membro. Ele reprimiu um gemido. Ela sorriu, descendo um pouco a bermuda, sem a ajuda do marido. Ele ouviu um som, e soube que ela se mexia. Ele sentiu as mãos dela em suas pernas, e entendeu que ela estava de frente para ele. Oliver gemeu rouco quando sentiu a mão dela bombeando seu membro. Sentiu a mão em contato direto com seu membro, e gemeu mais uma vez, mordendo o lábio em seguida. Ela fez o mesmo, por ver a expressão do marido. Ela bombeava lentamente, sem parar ou aumentar o ritmo. Os gemidos e suspiros vindo de Oliver fazia Felicity sentir seu íntimo esquentar. Ele abriu os olhos de imediato quando sentiu a respiração dela em cima de seu membro, e então ele gemeu bem alto quando sentiu a boca dela se fechando sobre seu membro. Seus lábios descendo até a base, sua língua circulando a glande. A sensação quente e úmida estava deixando-o louco.
Felicity. – Geme rouco. Ele não tirou os olhos dela. Vê-la o chupando era mais gostoso ainda. Ele não segurava os gemidos, e ela não parava de mover a boca. Sua mão começou a acompanhar os movimentos e a sua língua trabalha em conjunto. Oliver mordeu o lábio, apertou uma das mãos nos cabelos da esposa, e a outra segurava firme os lençóis.
Pode gozar. – Ela diz, quando ele puxa os cabelos dela com força.
Felicity. – Geme alto. – Eu...
Eu sei. – Ela sussurra rapidamente, voltando aos movimentos, dessa vez, mais rápidos. Oliver fecha os olhos, sentindo que estava quase lá. Felicity passa a língua propositalmente na glande, e ouve o marido gemer em seguida.
Que língua gostosa. – Ele diz, puxando os cabelos dela vez ou outra. Felicity sente o gozo dele e se fasta, engolindo tudo. Passa a mão suja nos lençóis e então sente ser puxada para um beijo urgente. Oliver chupava a língua dela com ferocidade, enquanto sentia o próprio gosto. Ele não se importava. Apertou a bunda dela com força e Felicity gemeu.
Oliver. – Ela mordeu o lábio dele.
Vou te recompensar. – Ela sorriu.
Eu adoraria... – Ouviu a campainha. – Mas sabe..., eu posso esperar. – Ele franziu o cenho. – Eu pedi comida.
Vai mesmo escolher a comida ao invés da minha língua? – Ela riu.
Dessa vez eu vou. – O beijou rapidamente. – Apesar de estar muito molhada, e louca para ter sua língua me chupando... – Ela sorriu e se afastou, descendo da cama. – Eu vou escolher o meu café da manhã. – Ela caminhou para fora do quarto, só de camisola. – Você não vem? – Oliver se perguntava se tinha mesmo acontecido aquilo, e então ele se lembra de como a esposa estava vestida. Se levanta rapidamente, vestindo a bermuda na mesma rapidez, e corre para fora do quarto.
De jeito nenhum. – Ele diz, parando a mão dela, que já se encontrava pronta para abrir a porta. – Minha mulher não vai atender a porta vestida assim. – Ela riu. – Pode ir para a sala.
Tão ciumento. – Se virou e ele deu um tapa na bunda dela. Ela se vira. – Oliver. – Ele riu.
É minha, não é? – Felicity revirou os olhos e caminhou para a sala, enquanto o ouvia rir. Ela não se importava com o tapa, até gostava. Além disso, ela era realmente inteiramente dele.
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Comer é tão bom. — Ele sorriu ao ouvi-la. — Tem coisa melhor?
Realmente comer é muito bom. – Ele beijou a mão dela. – Mas eu não estou me referindo à comida. – Ela riu.
Pervertido. — Pegou um muffin e colocou na boca.
O que você acha em irmos conhecer outra praia hoje?
Pode ser. — Ela diz, comendo outro muffin em seguida. — Já terminou? — Pegou o copo de suco, e olhou para o marido.
Sim, só estou esperando por você.
Você pode ir se trocar se quiser.
Quanto mais você vai comer?
Está me negando comida? — Brincou e ele riu. — Como você está acabando com as minhas energias, eu tenho que me manter alimentada.
Eu não ouvi você reclamar. — Ela inclinou a cabeça.
Nunca vou reclamar de ter você dentro de mim. — Ele gemeu antes de puxá-la pelo pescoço, de forma carinhosa, e tomar seus lábios lentamente.
Você me deixa louco. — Ela sorriu.
Eu sinto o mesmo em relação a você. — Colocou um pedaço de panqueca doce na boca. — Esse de chocolate está melhor que o de mel.
Como ele acabou primeiro, eu posso concordar com você. – Ela riu. – Amanhã só pedimos dela. – E ela concordou. A campainha tocou, e Oliver olhou para o caminho estava a porta.
Eu vou. — Ela diz enquanto mastigava o pedaço da panqueca.
Não quer que eu vá? – Ela não respondeu, continuou caminhando para fora do quarto. Oliver pegou metade da goiaba cortada e comeu. Oliver ouviu um grito fino, que indicava ser de sua esposa e correu até a sala, encontrando-a sentada no chão com os olhos em uma caixa roxa, que estava aberta diante dela. – Felicity. – Ela não se mexeu, e ele se aproximou rapidamente. Percebendo o que havia dentro da caixa grande, ele abraçou a esposa e trincou os dentes. Como aquilo havia ido parar ali, era o que ele se perguntava. – Meu amor. – Sussurrou, beijando os cabelos loiros. Ele a sentiu tremer, e ouviu alguns soluços saírem de sua boca.
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Oliver olhou para a esposa que estava deitada sobre ele. Agarrada a ele, completamente assustada. Ele sentiu um ódio enorme. Depois de alguns minutos abraçado a esposa, no chão da sala, ele decidiu carrega-la até o quarto, onde a deitou na cama, e se colocou ao lado dela. Ela não disse uma palavra desde então, totalmente em choque. A caixa estava naquele mesmo lugar, ele não a tocou. Ela dormia naquele momento, mas como não queria que ela se sentisse sozinha quando acordasse, continuou ao lado dela, apesar de querer muito pegar aquela caixa e jogar no lixo. Ele nunca pensou que veria o que viu. Ver várias fotografias em porta-retratos. Fotografias de conteúdo abusivo entre Felicity e aquele homem. Aquele maldito. Nas fotos não dava para ver o rosto dele, mas dava para ver sua esposa neles. Chorosa, machucada, desesperada, e isso o fazia tremer de raiva. Seus olhos demonstravam muito coisa, em especial medo. Só tinha visto quatro, mas havia muito mais dentro da caixa. Cooper havia mandado aquelas fotografias. Ele havia feito aquilo para deixar sua esposa vulnerável, ele sabia o que elas fariam a Felicity. Oliver ouviu a respiração da esposa mudar, e então a olhou.
Está melhor, amor? — Sussurrou.
Não. — Responde no mesmo tom. — Não entendo..., como? Como ele conseguiu...?
Não importa no momento. – Beijou os cabelos loiros.
Ele sabe que estamos aqui, Oliver. — Ele a ouviu chorar.
Estamos seguros, baby. — A apertou em seus braços. — Eu juro. Prometo que nada vai nos acontecer. Ele não vai chegar perto de você... — Beijou os cabelos dela mais uma vez.
Mas aquela caixa...
Esqueça a caixa. — A interrompeu. — Esqueça o que ele mandou. Eu prometo que vou descobrir como ele conseguiu mandar isso, mas até lá... — Ele fez com que ela o olhasse. — Vamos aproveitar nossa lua-de-mel. Sem preocupações. Sem medo.
Eu quero isso..., eu quero, Oliver, mas... — Ela soluçou, escondendo o rosto no peito do marido em seguida. — Foi horrível. Ver aquelas fotos..., ele..., tirou aquelas fotos. — O olhou desesperada. — Como ele fez isso? Como? Não entendo... — Balança a cabeça várias vezes.
Ei, esqueça isso. Não importa como ele fez. Não importa. Você está comigo. Está segura comigo. Os seguranças também estão por aqui, disfarçados, você sabe. — Ela soluça, mas assente. — Eles estarão em alerta, okay?
Prometa. Prometa que ficaremos bem. Que não há perigo.
Eu prometo que nada vai nos acontecer. — Ele limpou as lágrimas que desciam pelo rosto pálido. — Estamos bem, meu amor. E você..., nunca mais vai ver ou passar por aquelas coisas. — Ela volta a chorar. — Por favor, baby. — Ele sentia seu peito apertar por ver a esposa daquela forma. — Shiii..., não chore. — Pede, abraçando-a mais forte, beijando vez ou outra os cabelos loiros. — Eu estou aqui.
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Eu pedi seu sorvete favorito. — Entrou no quarto com pote médio. Havia e passado algumas horas desde que tudo aconteceu. Eles haviam decidido ficar no quarto, por causa do que houve. Felicity ainda estava assustada demais.
Você falou com eles? — Oliver tinha deixado a esposa por alguns minutos para falar com os seguranças, e aproveitou para pedir o sorvete que ela mais gostava.
Falei. Estão em alerta. E tentarão descobrir como aquele maldito conseguiu descobrir que estamos aqui. — Ela desvia os olhos. — Amor..., não se preocupe com isso. — Se sentou ao lado dela e lhe deu o pote e uma colher.
Não consigo. A imagem..., a imagem daquelas fotografias não sai da minha cabeça. — Oliver suspirou. — Não consigo.
Eu sei. Eu entendo. – Beijou seus cabelos. – Ao invés de jantarmos fora, comeremos aqui, okay? Vai te fazer se sentir melhor?
Uhum. — Ela abre o pote de sorvete.
Vamos assistir a um filme. — Pegou o controle, colocando no canal fechado. — Você escolhe.
Oliver? — Ele a olha. — Mesmo depois de ver aquelas fotos... — Ele franziu o cenho. — De ver todo aquele horror..., você não me vê diferente? — Oliver ficou surpreso pela pergunta, e por isso ficou alguns segundos em silêncio.
Felicity. – Ele a chama, sério, e ela volta a olhá-lo. – Nunca mais repita isso.
Eu só...
Nunca. — Ele a interrompe. — Eu já sabia das coisas que havia passado, não vai ser fotos desgraçadas que vai me fazer te amar menos. Ou me fazer..., te ver diferente. Você é a mesma mulher com quem eu me apaixonei, que eu namorei, que eu pedi em casamento..., e a mesma que eu estou casado agora. — Os olhos dela lacrimejaram. — Eu te amo. E isso nunca vai mudar. Nada do que aquele maldito fizer, vai mudar isso. — Ela assentiu. — Sabe o que me faz amar ainda mais você? Sua força. — Lágrimas começam a descer pelo rosto dela. — Mesmo passando por tudo o que passou..., você continua sendo você. Continua tendo esse coração enorme. Eu te amo demais.
Eu também te amo.
Então se esqueça de que esse dia macabro aconteceu. Esqueça que aquelas fotografias chegaram a você. Esse maldito presente não chegou até você, okay? Vamos continuar apreciando nossa lua-de-mel.
Tudo bem. — Sussurra.
Agora..., eu vou querer um pouco desse sorvete. — Ela não pôde deixar de rir, e isso o fez sorrir.
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Fazia quase uma semana que estavam naquele lugar espetacular. Cada dia ela amava mais aquela ilha. Era linda. Maravilhosa. E ela pensava em voltar outras vezes. Tinha sido uma lua-de-mel incrível, em especial os momentos que teve com o marido. Depois daquele presente enviado por Cooper, Felicity se obrigou a esquecer sobre ele, e continuar aproveitando aqueles dias com Oliver. Ela teve pesadelos, mesmo assim, se esforçou para que não se abalasse mais do que já estava abalada. Ela chorou tudo que tinha que chorar, naquele dia. Ela se negou a chorar novamente. Mesmo com os pesadelos, mesmo com medo de ver tudo acontecer em câmera lenta em seus pensamentos, ela se negou a chorar. Ela sentiu medo, mas não chorou. Não deixou que nenhuma lágrima caísse, mesmo que sentisse vontade. O marido esteve acordado com ela em cada um dos pesadelos. A tranquilizou, lhe apoiou, e isso a fazia amá-lo mais ainda. Felicity sentiu o braço do marido em volta de si, e por isso se aconchegou mais a ele. Ela respirou fundo, mas mais se mexeu, ou abriu os olhos. Pela respiração dele, ela tinha certeza de que ele estava acordado. Levantou a cabeça apenas para olhá-lo rapidamente, e logo voltou a colocar a cabeça no peito dele. Ele estava de olhos fechados, mas ela tinha certeza absoluta que ele tinha percebido que ela já estava desperta. Ela se mexeu em cima dele, e sentia a mão apertar mais sua cintura.
Bom dia, senhora Queen. – Ouviu a voz rouca e sorriu.
Bom dia, senhor Queen. – Murmurou com a voz sonolenta.
Dormiu bem, amor?
Dormi mais que bem. – Responde. – O que quer fazer hoje? – Oliver abriu os olhos lentamente, depois de respirar fundo.
Ficar o dia todo na cama com você. – Ela apoiou o queixo no peito dele.
Você quer passar o dia na cama?
Com você. – Reforçou.
Você está falando sério?
Por que não? Está tão bom aqui.
Isso é preguiça? – Ele quase riu.
Só quero ficar sozinho com você. – A beijou rapidamente, abraçando-a mais forte, não deixando que ela se afastasse. Ela mordeu o lábio e aproximou seu rosto do dele.
E o que mais pretende com isso?
Adivinha, meu amor? – Ela geme ao sentir ele apertando sua bunda.
Minha imaginação é fértil. – Ele sorriu.
A minha também.
Vai ter que me compensar e muito por eu aceitar não ir ao mar hoje.
Está combinado, então. – A beijou e ela correspondeu, sentindo a língua dele enroscar na sua. Ela aperta as mãos nos ombros do marido, antes de se afastar.
Vamos levantar. – Ele arqueou as sobrancelhas.
Para quê? Não íamos ficar o dia na cama?
E vamos, amor. Mas agora eu estou com fome.
Ainda está cedo. – Diz, olhando no relógio em cima da mesa de cabeceira. – São 07h da manhã.
Mas eu quero comer, Oliver. – Ela se afastou, se levantando. – Anda, se levante. – Ele bufou e se virou na cama, soltando um gemido antes de afundar o rosto no travesseiro. Ela riu, balançando a cabeça.
Você está parecendo uma criança. – Ela caminhou até o telefone e pediu o café da manhã no quarto. – Oliver, eles chegam em 15 minutos, não vai se levantar?
Não. Não quero comer... – Tirou o rosto do travesseiro, olhando nos olhos da esposa. – Comida pelo menos. – Ela gargalhou.
Então eu vou abrir a porta. – Ele nem mesmo se mexeu. Ela sorriu, provocativa, pensando na ideia que teve. – Não se importaria de eu fazer isso..., vestida assim, se importa? – Oliver se sentou imediatamente.
Nem por cima do meu cadáver. – Ela volta a gargalhar. – Eu vou vestir uma bermuda para abrir a porta. – Ele murmura.
Em compensação... – Ela apoiou as mãos na cama, aproximando seu rosto do dele. – Te deixo me acompanhar no chuveiro. – Oliver mordeu o lábio, e ela sorriu provocante. – Acha que é uma boa compensação?
Melhor impossível. – Ela riu. – Você está gostosa nessa camisola minúscula. – Felicity se olhou. Ela vestia uma camisola roxa que batia á dois palmos do joelho, com uma calcinha da mesma cor e estava sem sutiã.
Te deixo tirá-la quando formos tomar banho. – Diz antes de beijar os lábios do marido. Antes que ela pudesse se afastar, Oliver aprofundou o beijo, pegando nos cabelos loiros com uma das mãos. Ainda com as mãos em cima da cama, ela apoiou o joelho direito em cima da cama, fazendo com que seu corpo colasse ao do marido. Felicity mordeu o lábio do marido em provocação e se afastou sorrindo. – A campainha. – Se pronuncia quando ouve a mesma.
Inferno. – Ela riu, enquanto observava ele descer da cama. Oliver vestiu a bermuda branca que havia vestido na noite anterior, e caminhou para fora do quarto.
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Oliver colocava as coisas em cima da mesa, quando a esposa saiu do banheiro. Os cabelos, antes soltos, estavam presos com pauzinhos chineses. Ela viu as frutas, as panquecas doces, quatro sabores de iogurtes, dois sabores de suco, dois sabores de gelatina, waffles de sal e de doce, muffins e torradas. Antes que ela fosse ajudar o marido, ela se voltou para o banheiro, ouvindo seu celular vibrar. Era uma mensagem de Thea, perguntando sobre o presente. Oliver ouviu a esposa dizer "que filha da mãe", e quando levantou a cabeça, encontrou os olhos da esposa.
Acredita que Thea acabou de me perguntar, se gostamos do presente?
Inconveniente. Deixa–nos voltarmos... – Felicity se sentou. – Inacreditável.
Como ela teve coragem nos mandar aquelas coisas?
É da Thea que estamos falando, meu amor. – Felicity revirou os olhos.
Pior é que é verdade. Mais inconveniente que ela, só o Tommy. – Oliver riu.
Verdade. Mas ele não mandaria aquilo para nós..., afinal, você é a irmã dele. – Felicity quem riu dessa vez, concordando com o marido. – Ela mandou mais alguma coisa? – Pergunta antes de tomar um gole do café.
Não. – Pegou um muffin e mordeu um pedaço. – Só sobre o presente mesmo. – Oliver balança a cabeça. – Mas a Laurel mandou uma mensagem dizendo que queria saber que presente é esse. – O celular vibrou novamente.
Thea?
É do grupo. – Ligou a tela, enquanto comia. Felicity arregalou os olhos. – Eu vou matar a Thea.
O que foi que ela fez? – Pela feição da esposa, ele pôde perceber que não era boa coisa.
Ela mandou..., mandou a imagem daquelas coisas no grupo.
O que? – Franziu o cenho.
E não foi no grupo só das mulheres, mas no grupo em que todos nós estamos. – Ela corou, e Oliver segurou uma risada. – Eu vou matar ela. – Volta a dizer.
Fica calma.
Calma? Eu imagino os comentários.
Eu imagino os do Tommy. – Deu de ombros, terminando o café a torrada que estava em suas mãos.
Eu não quero nem ver as mensagens que virão. – Oliver não segurou, e começou a rir. – Não é engraçado, é vergonhoso. – Diz, corada.
Deixe que falem. Thea faz isso porque sabe que você se importa. Ela gosta de ver você envergonhada... – Sorriu. – Assim como eu. – Ela fez um bico fofo, antes de pegar um waffles e morder um pedaço, tomando em seguida, o suco de morango. – Agradeça por nossos pais não saberem desse grupo.
Amém. – Ele riu. – Meu pai ia querer matar ela.
Provavelmente. – Diz ainda rindo.
Você está adorando isso, não é?
Eu adoro ver você toda envergonhada, meu amor, eu já disse isso. – Ela não pôde deixar de sorrir. – Como você sempre diz para mim..., você fica tão fofa. – Ela lhe mandou um beijo, já que estava um pouco longe dele, e voltou a comer. – Mudando de assunto..., você quer almoçar aqui no hotel mesmo ou quer sair?
Já que o senhor quer ficar no hotel o dia todo..., vamos comer por aqui mesmo. Descemos para o refeitório. – Ele assentiu. – Não me deixe esquecer de tirarmos mais fotos? Thea pediu. Eu mandei as que tiramos nos primeiros dias.
O Tommy também quer. Ele pediu inclusive, que eu mandasse fotos do que estamos comendo. – Ele franziu o cenho. – Comentei sobre a fome absurda que você anda tendo e ele fez esse pedido.
Provavelmente para fazer as piadinhas dele. – Murmurou, fazendo um bico. Oliver riu. – E você vai mesmo fazer isso?
Claro que não. Eu não faria isso com o amor da minha vida. – Ela sorriu.
Eu também te amo. – Diz, colocando um pequeno muffin na boca. – Isso está bom.
Está sim. Tudo isso está bom, pelo modo como geme deliciada.
Você é melhor. – Ele sorriu. – Mas isso está mesmo muito bom. – Ela jogou a calda de chocolate em cima da panqueca.
Tem certeza disso? – Pergunta ao ver ela jogar a calda de morango por cima, além do leite ninho e o kiwi.
Tenho. – Cortou um pedaço e colocou na boca. Oliver fez uma careta, e ela gemeu, deliciada. – Muito bom. Experimenta. – Levou o garfo com um pedaço da panqueca em direção ao marido.
Não, obrigado. Eu estou satisfeito com as torradas e os muffins. – Ela deu de ombros. – Isso deve ser nojento.
Não é nada. Agente molha o morango no chocolate, que diferença faz? – Come mais um pedaço.
Muita diferença, tenho certeza disso. – Faz outra careta, enquanto comia da gelatina verde. – Eu vi uma pessoa fazendo isso uma vez, mas faz muito tempo.
Quem?
Laurel. Ela estava grávida do Lyon. – Felicity para o garfo no meio do caminho. – Não estou dizendo...
Eu sei. – Ela o interrompe. – Afinal, não tem como isso acontecer. Isso não vai acontecer. – Sussurra, mas Oliver a ouve.
Não vamos falar sobre isso. – Ela o olha. – Enquanto você termina de comer, eu vou ligar para saber das gêmeas.
Tudo bem. – Ele se levanta, mas não deixa de observá-la voltar a comer, enquanto se sentava na cama, discando o número de Tommy.
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Oliver abaixou as alças da camisola roxa, lentamente, deixando-a cair sobre os pés da esposa. Ela estava sem sutiã, e ele pôde se deliciar, com os olhos, seus seios, barriga e a calcinha roxa de renda que ela estava usando. O membro dele pulsou, e ele reprimiu um gemido. Felicity virou de costas para ele, para poder abrir o registro, e então a água morna começou a tocar na pele de ambos. Ele admirou a pele da esposa, em contraste com a peça roxa, até ela se virar para ele. Oliver subiu os olhos, encontrando os verdes dela.
Vai ficar só olhando? – Provocou, mordendo o lábio.
Tire a calcinha. – Ele ordena, sem tirar os olhos dela. Felicity faz como ele ordenou, lentamente, de forma provocativa, e joga a peça para fora do box, antes de se colocar debaixo do chuveiro, molhando seu corpo e cabelo. Oliver retirou a única peça que vestia, a cueca boxer preta, e se coloca junto á ela, pegando em sua cintura com ambas as mãos. – Agora eu vou fazer o que eu queria fazer, desde que retirei sua camisola. – Sussurra em seu ouvido, baixinho, fazendo-a arrepiar todinha. Ela tocou a barriga sarada do marido, subindo e descendo dois de seus dedos da mão direita, acariciando, levemente. Ele se arrepiou, e fechou os olhos, sentindo mais daquela sensação tão gostosa. Ela sorriu, mordendo o lábio.
Você é tão lindo. – Ela diz, enquanto continuava com as carícias. A outra mão segurava o braço dele, acariciando vez ou outra.
Você é mais. – Diz com os olhos já abertos. Ele acariciava a cinturava com ambas as mãos, e só depois de alguns segundos, ele desceu uma delas até a bunda, apertando-a, ouvindo-a gemer baixinho em seu ouvindo. Ele ouvia a respiração da esposa, e observava os seios dela se mexerem por causa da respiração. As mãos dela passaram a correr pelas costas largas, arranhando vez ou outra.
Eu quero você. – Oliver sentiu seu membro pulsar mais uma vez. Ele pressionou o corpo pequeno contra o dele, e sentiu seu membro ir contra o ventre dela, fazendo com que ambos gemessem baixinho no ouvido um do outro. Oliver passou a língua no pescoço exposto, sentindo a textura da pele dela, junto da água morna que caía sobre os dois. Subindo os beijos, sem pressa, ele chegou a boca da esposa, e a tomou para si, sugando a língua dela de forma lenta e prazerosa. Uma das mãos de Felicity subiram até os cabelos loiros, e a embrenhou neles. Lentamente, eles se afastaram quando sentiram a falta do ar. Oliver desceu os lábios, passando pela bochecha e parando no pescoço dela. Foi quando sentiu a mão da esposa em seu membro, e ele arfou, fechando os olhos. Ela começou os movimentos com lentidão, mas que com certeza não era menos prazeroso. Ele gemeu no primeiro movimento, e conforme ela continuava, ele gemia, suspirava e arfava, com a cabeça a poiada na curva do pescoço dela. Seus seios se encostaram ainda mais em seu peito, e aquilo lhe dava mais prazer do que já sentia.
Ah, Felicity. – Ele gemeu, apoiando ambas as mãos na parede, dos dois lados da cabeça dela. – Não pare, amor. – Ele consegue dizer, ofegante. Sua respiração aumentou, junto da velocidade com que ela o masturbava. Ela o beijava no pescoço, bochecha, mordiscava sua orelha, sem parar com os movimentos de sua mão. – Oh, eu vou...
Eu sei, tudo bem. – Mordiscou seu pescoço. – Goze, amor. – Ele geme só de ouvir a voz dela. Ela apertou a glande e em seguida o marido gemeu alto, antes de gozar na mão dela. A água que caía sobre eles a lavou. Tentando controlar a respiração acelerada, Oliver volta a fechar os olhos, ainda com a cabeça apoiada na curva do pescoço da esposa. Abriu as mãos, que estavam fechadas em punhos, e levou ambas a cintura fina, descendo-as rapidamente as coxas fartas. Prensando-a na parede, ele segurou as coxas da esposa, fazendo-a enrolar ambas em sua cintura. Gemeram quando o contato de ambos os sexos aconteceu. Oliver tomou os lábios da esposa com urgência, e ela correspondeu no mesmo ritmo, puxando vez ou outra, os cabelos loiros, trazendo-o mais para ela. As mãos dele ajudavam a sustentar seu peso, e ele se aproveitava para apertar a carne macia. Felicity suspirava e arfava em meio ao beijo, sem deixar a mão direita sair dos cabelos do marido. Ele fez com que ela ficasse um pouco mais alta, quando soltou seus lábios, e ela entendeu o que ele queria, quando sentiu a boca dele em um de seus seios. Ela gemeu alto, enquanto ele mordiscava e chupava com gosto aquela área. A esposa se remexia em seu colo, fazendo o sexo dela roçar em seu membro, deixando-o louco, o que o fazia gemer mesmo que estivesse com a boca no seio gostoso da esposa. Felicity o puxou pelos cabelos, e tomou os lábios dele de forma urgente e possessiva. Ele sorriu em meio ao beijo, se deliciando com a forma como a esposa se remexia sobre seu membro. Queria estar dentro dela.
Oliver. – Ele ouviu quando apertou a bunda dela com uma das mãos. – Eu quero você. – Diz em gemido. – Agora..., amor. – Geme mais uma vez, sentindo um dos dedos dele ir de encontro ao seu sexo. Mesmo com a água morna, ele sentia o gozo dela em seus dedos.
Não precisa pedir duas vezes. – Toma os lábios dela ao mesmo tempo em que adentra a esposa de uma vez. Ambos gemeram alto, mesmo que o som tenha sido abafado pelo beijo. Oliver começou com os movimentos, rápidos e fundos, apertando com vontade as coxas fastas. Felicity arranhava as costas com uma das mãos e com a outra, ela puxava vez ou outra, os cabelos do marido, enquanto correspondia ao beijo selvagem.
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Oliver entrou no quarto e encontrou a esposa dormindo. Ele escorou na parede de frente para a cama para observá-la. Ela dormia tão tranquila, que ele agradecia aos céus pelos pesadelos não a atormentarem naquele momento. Esperava que continuasse assim. Ele sentia um aperto no peito todas as vezes em que ela acordava desesperada, gritando, por culpa de um maldito pesadelo, provocado por aquele homem. O ódio que sentia só crescia em seu peito. Vê-la tão vulnerável, se controlando para não chorar, lhe dava uma sensação de inutilidade. Queria poder tirar todos aqueles pesadelos da mente de sua mulher. A ouviu respirar fundo, mas não fez menção a acordar. Ele acompanhava cada movimento dela. O peito subia e descia em um ritmo lento, sua boca abria minimamente vez ou outra, os cabelos dela estavam espalhados pela cama, suas pernas estavam encostadas uma na outra. Novamente ela se mexeu e Oliver mordeu o lábio, quando a perna direita dobrou o bastante para ele poder ver a calcinha vermelha; a camisola azul bebê extremamente curta subiu por causa desse movimento. Dessa vez, ele percebeu que ela estava acordando; uma das mãos dela foi até os cabelos. Devagar ele se desencostou da parede e caminhou até a esposa. Ajoelhou na cama, e colocou uma das mãos na coxa direita, fazendo um carinho. Felicity nem mesmo se mexeu, continuou com os olhos fechados, e com um dos braços, por cima deles. Oliver sorriu e subiu a outra mão na outra coxa, com a outra acompanhando de forma lenta. Ele ouviu outro suspiro vindo da esposa. Subiu a camisola até a cintura dela, e mesmo assim ela não se mexeu. Ele não sabia se ela continuava a dormir, ou se fingia. Ele acreditava na primeira opção. Por cima da camisola, Oliver beijou e mordiscou a barriga lisa. Felicity se assustou de primeira, mas então arfou ao sentir uma das mãos do marido em seu seio. Abriu os olhos imediatamente.
Pensei que estava fingindo dormir. — Sussurra enquanto acariciava a barriga e a cintura da esposa.
Você me assustou.
Desculpa. — Ela lhe sorriu. — Estava tão tentadoramente gostosa que não consegui me conter. — Ela mordeu o lábio.
Vou usar mais camisolas nesse estilo, então.
Mais fácil usar minhas camisas. – Diz rindo quando a ouviu bufar. Mordeu o seio dela por cima da camisola e a ouviu arfar. – Gosta disso? – Ela não conseguiu responder, pois sentiu um dos dedos dele em seu sexo, por cima da calcinha.
Oliver. — Geme baixinho.
Tão linda assim, toda entregue. — Ela morde o lábio e coloca as mãos nos ombros do marido.
Está me torturando. — Ela diz entredente, sentindo os dedos fazerem movimentos circulares por cima da calcinha.
Essa é a minha intenção, meu amor. — Ela sorriu.
Mesmo? — Ele não respondeu, pois beijava seu pescoço. Em um movimento que Oliver não esperava, ele foi parar por baixo dela.
Felicity.
Eu fico por cima dessa vez. — Ele não retrucou ou reclamou. Colocou ambas as mãos na cintura dela e esperou pelo movimento que a esposa faria. Felicity tirou a blusa lentamente e Oliver mordeu o lábio, sentindo seu amigo pulsar. — O que você acha?
Você está sem sutiã. — Ele diz em um gemido, sentindo mais uma vez seu membro pulsar, mais forte dessa vez. Apertou a cintura dela com mais força, tentando se controlar. Felicity aproximou seu rosto do dele, parecendo que ia beijá-lo, mas não o fez. — Você já está duro. — Passou seu sexo por cima do membro dele de forma provocante e Oliver gemeu baixinho, fechando os olhos, e apertando as mãos na cintura fina. Ela riu.
Está me provocando. – Ele abre os olhos. – E você sabe o que acontece quando faz isso, não sabe? – Ela volta a rir, não se importando com a ameaça. Felicity levantou a camisa dele até o peito. Ele rosnou, sentindo a língua dela passar pelo seu pescoço, queixo e descendo do peito até a barriga, voltando com a mesma lentidão com que começou. Oliver a puxou para um beijo selvagem quando ela aproximou os rostos. Pegando nos cabelos loiros com uma das mãos, ele sentiu a língua dela contra a dele. Felicity se remexeu em cima dele, e ele gemeu dentro dos lábios dela. Ela se afastou e ele franziu o cenho, confuso.
Tira a camisa. – Ordenou, e sorrindo ele a retirou, lentamente. Felicity mordeu o lábio, passando a mão em seu peito, para cima e para baixo de forma lenta. Voltou a aproximar seu rosto do dele, e o beijou, pedindo passagem para sua língua que foi prontamente atendida. Oliver pegou nos cabelos loros com força, aumentando o ritmo do beijo para uma forma mais selvagem. Ela estava o deixando louco com aquela lentidão toda. Gemeu dentro da boca dela ao senti-la se mexer em cima de seu membro. Ele sentia seu membro pulsar cada vez que sentia o sexo dela contra ele.
Tão gostosa. Céus. — Ele diz, sentindo os seios dela passar em seu peito. Sua mão apertou a bunda dela com força e ela gemeu em sua boca. De repente, para a surpresa da esposa, ele a jogou na cama, deitando-se por cima, levando ambas as mãos dela para cima da cabeça, ainda beijando-a possessivo. Felicity gemeu, remexendo a cintura, sentindo os sexos deles se encontrarem. — Não suporto mais.
Oliver... – Ele ouviu e sentiu seu membro pulsar mais uma vez. Ela sentiu a língua dele passar pelo pescoço, colo e seios, mordiscando o bico dos dois, antes de continuar o trajeto até a barriga. Ele a olhou. Felicity arfou, em ansiedade. Oliver sorriu, e voltou com a língua por onde passou antes, fazendo o mesmo trajeto. – Oli...ver... Oh... – Ela tentou soltar as mãos, mas ele não deixou.
Fica quietinha, e não mexa os braços. — Ordenou. Ela esperou pelo que viria, mas diferente do que imaginava, ele não desceu a língua até seu sexo. A língua dele passava pela sua coxa externa de forma lenta e prazerosa. Ela rafava a cada beijo ou mordida que ele lhe dava. Oliver sentiu a mão dela em seus cabelos, e então parou o que fazia para colocar ambos os braços dela de volta onde estava. — Não.desca.eles. — Ela mordeu o lábio. — Ou eu vou amarrar.
Você não teria coragem. — Oliver franziu o cenho.
Você acha? — Ele tinha um sorriso presunçoso, e ela acreditou que estava errada. Ele faria sem pensar duas vezes.
Eu pago pra ver. — Ela resolve responder. Oliver se levanta da cama e caminha até o guarda-roupa, pegando as algemas que Thea havia lhes mandado.
Isso vai servir.
Vai usar isso? — Ela se sentou e ele riu ao ver a surpresa no rosto dela.
Você duvidou de mim. — A jogou na cama, fazendo-a se deitar novamente e ela deixou que ele prendesse seus pulsos. — Agra você não vai se mexer.
Isso é injusto. — Reclamou, e ele riu, enquanto retirava bermuda e a boxer que usava. Ela mordeu o lábio, olhando-o de cima a baixo.
Gosta do que ver?
Você nem imagina. — Ela passa uma perna na outra, sentindo um incomodo em seu sexo.
Logo você vai sentir. — Sussurra em seu ouvido, depois de se colocar por cima dela. Felicity geme ao sentir o encontro de seu sexo com o membro do marido.
Oliver.
Me diz o que você quer. — Sobe os beijos pelas pernas, lentamente.
Sua língua. — Ele sorriu ao ouvir a voz dela sair de forma baixa. Sem dizer nada, ele coloca a língua no sexo dela, ouvindo-a arfar.
Geme pra mim. — Pede, antes de chupar com gosto. Felicity não segura nenhum gemido. Ela fechava os olhos, se deliciando. Ela tenta mexer as mãos, mas não consegue. — Deliciosa. — Diz quando ela goza em sua boca.
Tira isso. — Ele riu.
Eu vou tirar, meu amor... — Mordiscou seu pescoço e tomou seus lábios enquanto tirava as algemas. Felicity não teve tempo de reagir ao se ver livre, pois o marido a virou de costas.
Oliver. — Ela estava confusa, sua voz lhe dizia isso. — O que está fazendo?
Te dando prazer, baby. — Responde Ele ouviu o gemido baixo dela. Felicity apertou ambas as mãos nos travesseiros, esperando, pelo que ele faria a seguir. Oliver segurou a cintura dela com ambas as mãos e então ouviu o gemido dela quando tocou o sexo dela com a lingua. Oliver passou um dos braços por debaixo da barriga dela, levantando apenas a cintura, e chupou o sexo dela com gosto. Felicity gemeu alto, mas foi abafado pelo travesseiro, no qual ela mordia. Um dos dedos dele tocava a intimidade dela, e junto da língua, estimulando-a. Oliver apertou a nádega dela, com força, e a mão que estava na barriga, subiu para o seio, apertando-o enquanto estimulava o clitóris com a língua.
Oliver... – Gemeu, se remexendo na cama. – Oh... – Ele sabia que ela estava quase pronta, e por isso não parou de estimulá-la. Ela estremeceu e Oliver engoliu todo o prazer dela. Oliver colocou um dos travesseiros debaixo da barriga dela, antes de voltar a colar seu corpo no dela, beijando o pescoço. Oliver fez um rabo de cavalo frouxo, segurando-o com a mãos e a outra mão desceu até o clitóris, enquanto beijava o pescoço, lambendo e mordiscando-o.
Quero ouvir..., geme meu nome. – Ela o faz em seguida.
Oh... – Ouviu quando ela virou o rosto de lado, e Oliver a beijou antes de adentrar todo seu membro no sexo dela. Os dois gemeram na boca um do outro, enquanto que Oliver aumentava o ritmo dos movimentos. — O-Oliver. — Geme alto.
Fe-li-ci–ty... – Gemeu, mordendo o lábio dela, desviando para o pescoço, mordendo de leve. — Tão gostosa. — Rosna.
Não pare. — Ele não só fez como foi pedido, como também aumentou os ritmos das estocadas, ao mesmo tempo em que voltava a adentrar a língua na boca dela.
Oh, amor..., tão gostosa. — Ele diz lentamente, sentindo-a levar o quadril em direção ao seu membro.
Estou quase lá. — Ela diz, entre o beijo selvagem.
Eu também, baby. Eu também. — Sentiu seu membro ser comprimido e então a sentiu estremecer mais uma vez. Ela gozou quase ao mesmo tempo que ele. Oliver deu mais algumas estocadas e então, ele gemeu sentindo derramar todo seu prazer dentro dela.
**--**
Último dia. Felicity observava o mar da sacada. As malas estavam sedo levadas para o carro. Passar uma semana naquele lugar magnifico foi um sonho. Para ela, alguém que tinha medo e que não conheceu muitos lugares por causa desse medo, era um paraíso. Além disso, ela tinha gostado de passar uma semana só ela e Oliver. Uma semana sem ninguém para atrapalhar os dois. Mas isso não queria dizer que ela não estava com saudades dos amigos e das filhas; em especial as filhas. Oh, como sentia falta delas. Ela falou com as meninas toda noite, e cantou para dormirem, mas não era a mesma coisa. Ela sentia falta de observá-las dormir, sentia falta de suas risadas, de suas conversas. Sentia falta das brincadeiras. Mas ela e Oliver precisavam daqueles dias para eles. Quando voltassem, eles não ficariam tanto tempo juntos, e não teriam tanto tempo sozinhos. Oliver parou pouco atrás dela, para observá-la. Ela era linda, e ele não cansava de observar a esposa. Depois de Sara, ele não pensou que amaria tanto alguém. Não pensou que sentiria um amor tão forte, que poderia quebrá-lo por dentro, se tirado de si. Ele evitava pensar naquelas coisas, mesmo que fosse complicado, por causa da situação em que sua esposa estava metida. Ele balançou a cabeça, se impedindo de pensar sobre aquilo e se aproximou da esposa, abraçando-a por trás. Felicity encolheu os ombros e colocou a mão direita sobre as deles.
Vou sentir falta daqui.
Nós voltamos. — Prometeu. — E da próxima vez, traremos nossas filhas. — Ela sorriu.
Elas vão amar esse lugar.
É capaz de elas não quererem voltar para casa. — Felicity riu. — Esse cheiro é novo. — Ele comenta de repente, ao cheirar bem fundo seu pescoço.
É o meu perfume novo. — Respondeu. — Rebecca me deu.
Boa escolha a dela.
Gostou mesmo? — Ele sorriu.
Gostei. — Beijou seu pescoço. — Queria ficar assim para sempre. — Felicity sorriu e se virou nos braços dele.
Eu também queria. — Acariciou os braços tampados pela camisa azul marinho de manga comprida. — Em pensar que quando voltarmos..., a empresa vai ficar no meu caminho. — Ele riu.
Não vou deixar que a empresa me tire de você, eu prometo.
É bom mesmo, porque eu seu brigar. — Ela o acompanha na risada. — Apesar de tudo, eu estou sentindo falta das nossas filhas. E dos nossos amigos.
Eu também estou. Em especial das nossas filhas. — Ela assentiu.
Obrigada, meu amor. — Ela agradece de repente, e ele a olha confuso, mas sem tirar o sorriso dos lábios.
Pelo o que?
Por ter me trago para esse lugar perfeito. — Responde sorrindo.
O que você quiser conhecer..., farei isso acontecer. Por que você merece tudo, Felicity. Da coisa mais banal a coisa mais especial. — Ela mordeu o lábio. — Ele passou a mão no rosto dela. — Você é meu bem mais precioso, a pessoa que me fez enxergar a luz novamente. Que me..., trouxe a felicidade. — Ele riu e inclinou a cabeça. — Quem poderia imaginar que quem me traria felicidade, tinha exatamente esse nome? — Ela riu.
É, eu não tinha percebido isso. — Inclinou a cabeça para o outro lado. — Isso quer dizer que eu sou duplamente especial?
Pode ter certeza, meu amor. — Diz sorrindo. — Eu agradeço a Deus, todos os dias, por ter separado você para mim. Ele definitivamente escolheu a melhor. Minha vida seria..., sombria, até hoje, se você não tivesse aparecida na minha vida. — Ela sorriu. — Eu te amo, Felicity Megan Smoak–Queen.
Eu também te amo Oliver Jonas Queen. — E então ele a beija, de forma calma, apreciando aquele gosto dos lábios dela. Apreciando aquele momento a sós, e pedindo a Deus que cuidasse daquela mulher que fazia seu coração bater desenfreadamente toda vez que ele a olhava nos olhos verdes brilhosos. A perfeição que foi feita sobre medida, só para ele.
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