Kupidon

63 Capítulo Quarenta e Dois


Notas iniciais
Eu estou aqui com um novo capítulo de Kupidon. Eu queria ter postado antes... Mas a minha sobrinha precisou de mim, então... Mas o que importa é que eu estou aproveitando que ela está mamando, para vir postar para vocês. Eu espero que gostem. Já aviso que o capítulo vai ser bastante tenso. Se preparem! Boa Leitura

Oliver sentia a esposa lhe beijar o pescoço, enquanto tentava se concentrar naqueles documentos infernais. Ele tinha algo importante para fazer no dia seguinte, além de que teria uma reunião na Merlyn Global no fim da semana, e por conta de tantos afazeres e reuniões, ele e a esposa não tinham mais tanto tempo para eles. Já fazia quase 10 dias que não a tinha em seus braços, e isso era demais para ele. Imagina para ela. As mãos dela brincavam com seu peito por debaixo da camisa polo vermelha. Ele tentou se concentrar nos papeis que estavam em suas mãos, apoiadas à mesa, mas estava complicado, ainda mais por sentir seu membro pulsar só de sentir ela lhe beijar, chupar, mordiscar. Ele soltou o que estava em suas mãos em cima da mesa.

Pare, Lis. – Ele pede, mesmo que esse não fosse seu desejo.

Quer mesmo que eu pare, amor? – Diz em meio aos beijos que dava em seu pescoço e lóbulo, onde mordiscava de forma provocante.

Sim. – Ele geme em resposta.

Não é o que... – Morde seu lóbulo e arranha seu peito. – Está parecendo.

Eu..., preciso mesmo terminar isso. – Felicity se afasta bruscamente e sai de trás da cadeira preta, emburrada. A passos decididos, ela se direciona até a porta. – Ei..., não mandei sair.

Ah, Oliver, decide o que quer. – Diz irritada. Ele quase riu. Quase. Mas conseguiu controlar. Ela estava bastante irritada aqueles dias, às vezes por coisas sem importância.

Eu sei que não temos tido muito tempo, e eu sinto muito. Mas a culpa não é minha, querida. – Explica.

Claro que não. É culpa do inferno pessoal. – Dessa vez ele riu. – A empresa está te levando a loucura, e para o meu desespero, está me levando junto.

Fica calma, amor.

Não me peça calma, não, Oliver. Isso está sendo mais difícil para mim do que para você.

Eu duvido. – Ah, ele com certeza estava sofrendo mais que ela, ele tinha certeza disso. Ela bufou e se virou. – Ei. Não faz assim. – Ela volta a se virar.

Você que pediu para te deixar trabalhar, ora. É isso que estou fazendo. – E ele a achou fofa quando ela cruzou os braços e fez um bico. Ele se levantou e se aproximou devagar.

Você está brava?

Estou.

E se eu te der um beijo, você melhora?

Não. Não melhoro não. – Ele sorriu, antes de tomar os lábios da esposa. Ela não conseguiu deixar de retribuir. Oliver geme em seus lábios.

Eu também te quero, Lis. – Empurra a esposa na parede ao lado da porta e leva as mãos dela acima de sua cabeça. Com a mão direita, ele prende ambas, e com a outra, ele começa a explorar o corpo de sua amada, mesmo por cima do short curto azul de renda e a blusinha de alça em crochê. Ele alcança um dos seios e apalpa delicadamente ao mesmo tempo em que descia os beijos por seu pescoço.

Oliver. – Ela geme.

Isso meu amor..., geme pra mim. – Pede em meio ao que fazia. Felicity arfou ao sentir os beijos dele descerem até seu seio, e ainda por cima da blusa, ele começa a mordiscá-lo. Ele aperta a cintura dela com uma certa força. – Eu quero tanto, tanto você..., estou com saudades.

Eu também. – Ele a olha nos olhos.

Tire a blusa. – Ela o faz imediatamente, enquanto ele retirava a própria. Sem demora, ele desce o short da esposa até seus pés, passando as mãos delicadamente pelas coxas, sem deixar os olhos dela. – Vou te fazer minha..., em cima da minha mesa. – Ela solta um gritinho de surpresa quando ele a pega pelas pernas e a leva até a mesa, onde a coloca sentada. Felicity retira o sinto que prendia a calça jeans, enquanto ele mordiscava seu lóbulo. – Tão gostosa. – Diz olhando para o corpo completamente nu da esposa.

Tira isso. – Ele quase riu com o desespero dela, e faz o que ela "ordena". Ela estava mais fogosa desde a lua-de-mel. Mas isso não era um problema para ele, na verdade o deixava mais louco ainda por ela. Ele a deita e se coloca por cima dela.

Oh... – Ela dá um gritinho fino ao sentir o membro dele contra seu sexo.

Sente, amor... – Morde os lábios dela de forma provocante. – Sente o quanto... – Rosna. – Eu estou duro por você. – Ele a ouve gemer e seu membro pulsa. Devagar ele se coloca dentro dela, sentindo as paredes internas espremer seu membro, fazendo-o gemer rouco. – Tão linda... – Beija seus lábios. – Tão perfeita, tão gostosa... – A beija novamente. – E tão..., apertada. – Felicity gemia alto enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas.

Mais..., amor... – Ela praticamente implora em gemido. Oliver segura as pernas dela com ambas as mãos, fazendo-a abraçar sua cintura, facilitando as estocadas. Ia fundo e rápido, enquanto a beijava possessivo. Os gemidos eram abafados pelo beijo urgente.

Oh, amor..., tão gostoso..., estar dentro de você. – Geme em meio ao beijo.

Oliver, eu vou... – Ele desce os lábios ao seio direito, o tomando com vontade.

Vem pra mim. – Diz ao mesmo tempo em que aumentava o ritmo das estocadas, ganhando como prêmio o orgasmo quente da esposa. Mais algumas estocadas, e ele se derramou dentro dela, rosnando em gemido em seguida. Oliver apoiou o rosto no colo dela, respirando ofegante. Felicity não estava tão diferente dele. Suados, ofegantes, e saciados, era sim que ambos estavam. – Mais calma? – Pergunta maliciosamente.

Um pouco. – Ele franziu o cenho, mas não deixou o sorriso sair dos lábios dele.

Vai melhorar completamente mais tarde. – Ela sorriu, e ele se sentou na mesa. Felicity pulou para o chão.

Te vejo em uma hora no nosso quarto. – Diz depois de se vestir, lhe dando um selinho. – Nenhum minuto a mais. – Completa antes de se virar para a porta, lhe deu uma piscada e lhe mandou um beijo. Oliver riu balançando a cabeça.

Que se dane a papelada! – Diz antes de puxá-la de volta para seus braços, tomando-lhe os lábios de forma urgente enquanto a levava até o sofá que continha naquele cômodo.

**--** **--**

Felicity tomava banho sozinha já que o marido tinha que revisar aqueles "malditos" documentos, como ela mesma disse. Como queria relaxar, optou pela banheira. Ela passa a mão no braço esquerdo, com água de espuma. Pensativa, era assim que estava enquanto ficava naquela brincadeira, de um braço para o outro, várias vezes. Estava estranhando aquela irritação, aquela fome absurda e mais, aquele sono extremamente insuportável. Ela não conseguia compreender. Ela nunca tinha sentido aquilo antes. Nunca. Se perguntava se deveria ir ao médico verificar isso. Oliver, que entrava no cômodo sem fazer barulho, se encosta no batente para observá-la. Cansado, era assim que estava. Assim que terminou de revisar aqueles documentos "infernais", como ele mesmo disse, o primeiro lugar que passou antes de ir atrás de sua adorável esposa, foi ver como as filhas estavam; dormindo tranquilas, era como estavam. Deu um beijo em cada uma delas, e então seguiu para o quarto que dividia com sua esposa. Oliver não se cansava de observá-la. Ela era tão linda. Cauteloso, para não a assustar, e lento, para que a pegasse de surpresa, Oliver se aproximou por trás dela, curvando o corpo, e colocando ambas as mãos apoiadas de cada lado da banheira.

Oi, meu amor. – Sussurrou em seu ouvido. Felicity se arrepiou por inteira.

Meu amor..., você já ter terminou?

Sim, revisei todos eles.

Gott sei Dank(Graças a Deus) – Fala em alemão. Oliver franziu o cenho ao mesmo tempo em que ela o olhava. – Eu aprendi. – Sorriu, ao explicar.

Você é incrível, sabia disso?

Obrigada. Você também é. – Ele beijou o pescoço molhado.

Preciso de um banho... – Felicity morde o lábio. – Posso me juntar a você, meine Liebe?(meu amor?)

Não precisa nem perguntar, mein Schatz(meu querido) – Oliver se despiu completamente e entrou na banheira, sentando-se do outro lado da esposa, ficando de frente para ela. Felicity morde o lábio, e se aproxima, sentando-se no colo do marido, beijando-o em seguida. Oliver correspondeu à altura. Com uma das mãos nos cabelos loiros e a outra na cintura fina, ele a puxou mais para perto, fazendo os sexos se chocarem. O gemido de ambos foi abafado pelo beijo.

Você anda fogosa. – Comenta, descendo os lábios para o pescoço molhado.

Você..., não gosta? – Diz entre um arfar.

Oh, eu gosto sim. Na verdade... – Mordiscou o lóbulo. – Eu amo. – Passou os lábios pela bochecha, pescoço, colo e então tomou um dos seios com vontade, fazendo-a gemer baixinho e se contorcer em seu colo. Oliver morde o bico do seio dela, apertando a cintura com certa força. – Fique quieta. – Ordena antes de se voltar ao seio.

Isso é tão..., gostoso.

Gostosa é você. – Felicity geme alto ao sentir um dos dedos dele dentro dela. – Você gosta disso, amor? Gosta de sentir meus dedos dentro de você? – Ela não consegue responder, pois ele começa a mexer o dedo, entrando e saindo de dentro dela. – Responde pra mim, gostosa. – Ela arfa.

Gosto. – Responde em gemido. Oliver sentiu os seios dela encostar em seu peito, e sentiu seu membro pulsar. Eles estavam durinhos, deliciosamente durinhos, como ele amava. Mesmo com a água morna, Oliver sentiu o gozo da esposa assim que a sentiu estremecer.

Eu quero entrar em você. – Morde seu pescoço. – Me enterrar por inteiro. – Mordeu o lábio da esposa de forma provocante. – Forte, fundo e gostoso. – Ela gemeu apenas com aquelas palavras.

Oh, eu quero isso. – Ele sorriu. Ela tinha os olhos fechados, enquanto sentia o dedo dele em seu clítoris. – Oliver. Eu...

Eu sei, baby. Sente o quanto estou duro, sente. – Ela geme alto, ao contrário dele, que deixa um gemido baixo e rouco sair. Ele tira o dedo e sobe a mão até o outro lado da cintura, sentindo a maciez da pele dela.

Me faça sua. – Praticamente implora, abrindo os olhos.

Eu farei. – Beijou os lábios carnudos rapidamente. – Vira-se. – Ela franziu o cenho, mas não retrucou. De forma carinhosa, ele a ajudou descer sobre seu membro, o que faz ambos gemerem um pouco alto demais. Oliver segura a cintura dela com uma das mãos, e a outra, desce até o clitóris, enquanto começava a ajudá-la com as investidas.

Oh..., tão bom. – Ele a ouve gemer. Enquanto ela subia e descia, ele beijava toda a área de seu pescoço e costas.

Tão..., apertada. – Rosna. – E tão gostosa.

Oliver... – Ela gruda a mão direita nos cabelos do marido, quando ele começa a beijar e mordiscar seu pescoço. – Eu estou...

Eu sei, baby. – Diz com a voz arrastada. – Eu..., quero ir mais fundo em você. – Felicity geme quando sente a investida de Oliver. De baixo para cima. – Vou te fazer gemer, pedir por mais...

Oh, Oliver..., não pare. – Ela implora. De repente o marido a afasta, e a coloca de frente para ele, encostada na banheira. Antes que pudesse retrucar, ele toma seus lábios, e se coloca dentro dela novamente. Oliver segurava ambas as pernas acima de sua própria cintura, podendo ir mais fundo. – Oh, amor, mais..., rápido. – Geme em seus lábios.

Geme meu nome, amor. – E ela gemeu, várias vezes. – Tão gostosa. Você está... – Não consegue terminar, pois ela o puxa para um beijo possessivo. Enquanto a mão direita estava nos cabelos, a outra estava nas costas, onde arranhava com vontade, mas o marido não parecia se importar.

Oliver, eu vou...

Pode vir, baby. Vamos juntos. – Ele diz, entre o beijo. – Juntos. Goza em mim, goza. – Ele a sente estremecer, e então sente o gozo dela, mesmo com a água que já esfriava. Ao mesmo tempo, ele se derramava dentro dela. Ofegantes, eles tentavam se recuperar. Felicity sentia suas pernas bambas mesmo estando sentada. Oliver olha nos olhos verdes. – Vamos para a cama?

Só se enterrar em mim novamente. – Ele deu um sorriso malicioso.

Oh, baby, essa é a minha intenção.

**--**

Felicity terminou de se arrumar e desceu as escadas. Ela sabia onde ele se encontrava, e sabia que ele deveria estar exausto. Passou na cozinha, pegou alguns biscoitos que ele gostava e uma xícara de café, colocou na bandeja pequena e seguiu para onde o marido estava. A porta do escritório estava aberta. Ela se aproximou devagar, não queria chamar atenção. Ele estava pensativo, olhando para um documento em cima da mesa. Imaginava que era sobre a reunião que teria na empresa de seu pai no dia seguinte. Ela se encostou no batente e continuou a observá-lo. Ele fica lindo até mesmo quando estava pensativo. Ela sorriu, vendo-o balançar a cabeça, e começar a falar sozinho, e por isso ela resolveu se pronunciar.

Falando sozinho, meu amor? – A voz da esposa lhe chamou atenção. Ele a olhou, sorrindo, e apoiou os cotovelos na mesa.

Está me observando a muito tempo?

Um tempinho. Gosto de vê-lo todo preocupado e pensativo. – Ele sorriu. – Algum problema?

Não. Eu estou revisando esse documento porque amanhã me encontrarei com Bruce Wayne.

Ah, eu soube que ele estará aqui. Meu pai contou. – Ela se aproximou, deixou a bandeja em cima da mesa e se encostou na mesa, ao lado onde o marido se sentava. – Ele é um homem importante, ouvi maravilhas sobre ele. – Oliver franziu o cenho.

Ele é só um empresário normal de Gotham. – Felicity mordeu o lábio, divertida.

Você está com ciúmes, meu amor?

Eu? Com ciúmes? – Bufou e Felicity riu.

Não negue, que eu sei que está. – Oliver revirou os olhos. – Ah, que fofo. Querido, eu me casei com você. Posso dizer que acho o trabalho do Wayne incrível, mas eu acho o seu melhor ainda. – Ele a olhou. – Te amo, sabe disso.

Eu também te amo. – Diz sorrindo, antes de pegar um biscoito e colocar na boca. Ele gemeu em forma de agrado. – Isso está delicioso.

Eu sei, afinal fui eu quem fiz.

Nada modesta você. – Ela sorriu.

Eu achei que você precisasse comer, afinal, faz tempo que não come.

Nem me fale. – Diz malicioso.

Eu não estou falando de mim, Oliver. – Felicity cora. – Deixa de ser pervertido, eu estou falando de comida.

Mas como você me tens. – Se faz de inocente. – Eu aqui todo inocente, e você pensando em coisas pervertidas. – Felicity o fuzila.

Ah, não se faz não. Eu te conheço bem. – Ele segura uma risada. – Deixa de ser cínico.

Eu? Você me magoa falando assim, meu amor. – Oliver aperta a bunda dela com uma das mãos, enquanto mordia o lábio.

Oliver.

Vai dizer que não gosta? – A puxou para seu colo. – Hein? – Ele cheira o pescoço exposto da esposa. – Tão cheirosa.

Você..., é um pervertido. – Seu corpo se arrepiou inteiro.

Quando se trada da minha linda esposa..., eu sou sim. – Admiti, mordiscando o lóbulo da orelha dela, enquanto que sentia as mãos delicadas adentrarem sua camisa e acariciar seu peito. – Você me tira o juízo da forma mais louca e deliciosa possível.

É? – Ele olha nos olhos verdes, antes de responder.

É. – Toma os lábios dela de forma urgente, enquanto adentrava a mão direita nos cabelos loiros. – Boca deliciosa. – Diz entre o beijo. As mãos de Felicity vão até o cinto da calça, e Oliver arfa, só de imaginar a mão dela em seu membro que já estava duro de desejo. Ainda o beijando, Felicity se arruma no colo do marido, colocando a perna direita do outro lado da cintura dele. Ela esperava que as gêmeas não os interrompessem; ela havia fechado a porta antes de se aproximar do marido, mas não havia trancado. – Tão gostosa, meu Deus. – Oliver geme baixinho ao sentir a mão de sua esposa em seu membro, por dentro da cueca boxer. – Que mão deliciosa. – Diz entredente. – Não pare. – Diz ofegante, descendo os beijos até o pescoço dela.

Você gosta assim? – Sussurra em seu ouvido.

Ô se gosto. – Responde em gemido. Levando a mão livre até a onde a mão dela estava, ele aumenta as investidas, gemendo. Oliver passa um dedo propositalmente no sexo dela, por cima do short jeans que ela usava, e a ouve gemer. – Você já está pronta pra mim, baby? – Ela geme um pouco mais alto. Ele riu. – Ainda bem..., que esse cômodo é a prova de som, né?

Amém. – Ele volta a rir no ouvido dela, mordendo de leve o lóbulo, antes de descer os lábios para o pescoço, colo e seio, onde mordiscou por cima da blusa de manga curta. – Delicioso. – Ela geme. – Eu..., quero sentir seu dedo em mim. – Ele deu um sorriso de lado, mas ela não viu.

Oh, eu vou dar isso a você, baby. – Felicity arfou ao sentir a mão dele adentrar seu short jeans, e tocar seu sexo por cima da calcinha. – Amor, você já está molhadinha. – Morde seu seio. – Prontinha pra mim. – Felicity fazia sons que eram músicas para os ouvidos de Oliver, enquanto seu dedo massageava o clítoris ainda por cima da calcinha. – Não pare. – Ele ordena, quando a mão dela pare de mover seu membro. – Tô quase... – Ele se interrompe quando ela dá duas bombeadas lá embaixo. – Assim mesmo... – Diz em sussurro, levantando a blusa dela. – Me deixe tirar isso. – Felicity retirou a mão de onde estava e levantou os braços, deixando que o marido retirasse e jogasse sua blusa em algum canto daquela sala. – Oh, céus..., você está sem sutiã. – A olhou nos olhos; que mostravam desejo, puro desejo. – Amo você, sabia disso? – Diz, enquanto tirava seu membro de dentro da boxer e da calça jeans. – Me toca bem gostoso. – E ela o faz, sentindo os dedos dele voltarem seu trabalho entre as pernas dela, dessa vez, por dentro da calcinha azul. – De-li-ci–o-sa. – Rosna.

Eu...

Eu sei, amor. Pode gozar nos meus dedos. – Ela geme, ao mesmo tempo em que estremece. Oliver retira a mão e leva seus dedos a boca da esposa.

Eu quero você... – Felicity se interrompe para se levantar um pouco e abaixar a calça do marido até os pés, que a afasta assim que chega ao chão. – Dentro de mim. – Morde o lábio dele.

Como? – Puxa os cabelos loiros com certa força. – Como você quer?

Rápido..., fundo e gostoso. – Ele sorriu, antes de tomar os lábios dela de forma selvagem, enquanto fazia com que ela descesse sobre ele. – Oh. – Ela geme nos lábios dele.

Tão apertadinha, baby. – Rosnou. Ele deixou os lábios dela, e tomou um dos seios, sentindo–a subir e descer. Aquela cena o deixava louco. Vendo–a cavalgando sobre ele, era delicioso demais. Ela gemia sem se preocupar com o som alto que saia de seus lábios, e ele gostava de ouvir. Em um momento ela estava descendo sobre ele, e no outro ele estava jogando-a sobre o sofá que havia ali, colocando-a debaixo dele, segurando as pernas com certa força, e fazendo com que ela abraçasse sua cintura com elas, enquanto ia mais fundo e mais rápido dentro dela. Oliver gemia tanto quanto a esposa, mas eram abafados pelo beijo selvagem.

Oliver... – Ele ouve em meio ao beijo. Não uma, mas várias vezes. – Eu vou...

Eu sei, baby. Eu..., sei. – Rosnou em gemido. – Eu também vou. – Ela arranhou as costas do marido, forte, sentindo o corpo estremecer. – Vem pra mim. – Ele deu mais algumas estocadas e ambos gozam juntos, gemendo alto, respirando de forma ofegante em seguida. – É gostoso demais..., estar dentro de você. – Sussurra em seu ouvido. – Não concorda? – Ela assente, não conseguindo responder. Oliver leva um dos dedos ao clítoris, fazendo-a gemer baixinho. – Isso é bom?

É sim. – Sussurra.

Muito ou pouco? – Ela não consegue responder. – Fe-li-ci–ty. – Ela arfa antes de responder.

M-Muito. – Ela o olhou nos olhos de repente. – Por que parou?

Porque, meu amor... – Se afastou do corpo da esposa, e a virou, fazendo-a se surpreender. – Te quero assim, dessa vez. – Sussurra em seu ouvido, tirando os cabelos do pescoço e costas. Ele a ouve gemer. – Sente? Já estou..., duro por você novamente. É o que me faz. – Mordisca as costas do começo até o cóccix.

Oliver... – O gemido sai abafado por seu rosto estar todo no estofado do sofá.

Tão perfeita. – Chupou com vontade o cóccix. – E tão gostosa. – Felicity deu um gritinho fino, de surpresa, ao sentir o tapa que o marido lhe deu na bunda. – E toda..., minha.

Sou sua.

Minha. – Rosna, adentrando dentro dela, depois de passar um dos braços por debaixo do corpo de sua esposa. Eles gemem juntos. – Quero sentir seu gozo novamente.

Oh... – Ele ouve. – Não me tortura. – Ela pede quando ele adentra, mas não começa os movimentos.

Oh, não, baby. Essa não é minha intenção. – A puxa pelos cabelos com a mão livre e a beija, começando com os movimentos, dessa vez lentos, mas não menos fundos. Um dos dedos da mão que estava por baixo dela, tocava o clítoris, massageando em círculos, aumentando o sentimento gostoso que ela sentia.

Mais rápido, Oliver. – Ela pede entre o beijo.

Assim? – Ele aumenta as estocadas, e os sons dos gemidos dela também. – Oh..., é tão bom ouvir esse som.

Não pare. – Ela pede, antes de sentir seus lábios serem tomados mais uma vez.

Tão apertada. – Diz entre o beijo, mordendo-o vez ou outra. – Goza, baby. Eu sei que está perto. – Ele sussurra depois de morder seu lábio, ouvindo seu gemido abafado. – Nós dois..., estamos. Isso... Isso...

Oliver. – Ela geme alto, praticamente gritando.

Felicity. – Rosna em gemido. Ela estremece, e então seu corpo fica mole. Ele sente seu gozo, e com um urro gostoso, ele se derrama dentro dela. Respirando ofegante, ele a deixa se virar, para olhá-lo.

Eu..., preciso de outro banho. – Sussurra alguns minutos depois, ainda ofegante.

Eu te acompanho, baby. – Diz antes de beijar os lábios dela lentamente, sentindo as mãos dela brincarem com seus cabelos.

**--** **--**

Felicity saiu do banho só de toalha. Ela inclinou a cabeça e observou o marido vestir a camisa grafite de manga longa com botões pretos. Ele combinou de sair com os homens para se divertirem um pouco. Ele mal tinha tempo para a esposa, por causa da empresa, imagina para os amigos. Por isso, quando Barry ligou para marcar, Felicity o convenceu a ir, dizendo que ela convidaria as amigas para ficarem com ela. Elas fariam uma cessão de filmes e as crianças ficariam fazendo o que mais gostam, jogando videogame. Felicity mordeu o lábio quando ele se abaixou para pegar os sapatos; os olhos dela estavam fixos em sua bunda. A camisa ainda não estava fechada, e por isso que ela olhou para o peito dele, assim que ele se virou. Ele percebeu os olhares e a olhou, sorrindo.

O que está fazendo aí?

Te olhando, posso?

Deve. – Ela sorriu. – Não deveria vestir uma roupa? Logo os nossos amigos chegarão.

Ah, ainda falta meia hora. – Ela caminhou até ele, que estava sentado na cama, e o beijou. – Está tão lindo.

E você muito gostosa. – Apertou a cintura da esposa e se levantou, ainda descalço. – Mas eu preciso terminar de me arrumar. – Felicity não se importou com a fala e o beijou novamente, provocante. – Fe-li-ci-ty. – Ela sorriu em meio ao beijo.

Você não gosta de mim assim? – Mordeu o lábio de forma provocante.

Felicity, eu vou me atrasar.

Vai me deixar..., assim? – Sexy e provocante, era assim que ela estava quando deixou a toalha cair. Oliver gemeu baixinho.

Isso é jogo sujo. – Ela riu.

Quero você. – Ela pulou no colo dele, e enlaçou as penas na cintura do amado.

Porra. – Não conseguiu deixar de soltar aquele xingamento ao sentir o sexo dela encostar no dele, que estava coberto pela calça.

Que coisa, feia, meu amor. – Balança a cabeça.

Não devia me provocar desse jeito. – Ele a jogou na cama, sem delicadeza alguma e era gargalhou. – Vou te castigar.

Oh, me castigue. – Diz em gemido, enquanto o via se despir. Ela morde o lábio. – Gostoso como sempre.

Tão fogosa, céus. – Diz subindo na cama e ficando por cima dela.

Você gosta. – Ele mordiscou o seio direito.

Gosto não, eu amo. – Colocou um dedo dentro dela e ela gemeu alto. – Eu mal toquei na minha esposa..., e ela já está... – Mordeu o lábio provocantemente. – Molhadinha pra mim.

É o que me faz. – Diz ofegante.

Eu vou me atrasar. – Felicity sente o membro dele ir contra seu sexo.

Que se dane. – Ele riu contra o pescoço exposto.

Mesmo, baby? Isso tudo..., é vontade de me ter por inteiro dentro de você? – A provoca mais um pouco, passando o membro no sexo dela. Isso também o deixava louco, mas ele queria fazê-la implorar.

Sim, sim. – Responde desesperadamente. – Oh. Está me torturando.

Estou. – Sussurra no ouvido dela. – Mas eu não tenho muito tempo para isso, baby.

Oliver.

Me peça. – Ela franziu o cenho.

Não.

Não? – Adentrou o dedo dentro dela novamente e ela gemeu. – Tem certeza?

Não..., vou pedir. – Diz ofegante, mesmo que estivesse desesperada para ter ele dentro dela.

Baby..., sente isso. – Sussurra no ouvido dela, colocando a ponta de seu membro na entrada e saindo. Felicity gemeu baixinho.

Não é justo.

Me peça, baby... – Mordeu o lábio dela. – E eu te dou. – Felicity aperta os ombros do marido com as unhas.

Me faça sua. – Ele sorriu. – Me faça sua de uma vez, Oliver. – O gemido alto da esposa foi abafado por seus lábios quando ele se afundou dentro dela de uma vez. Segurando a cintura com certa força, e chupando a língua dela de forma selvagem, enquanto aumentava o ritmo das estocadas, sentindo o membro ser pressionado pelas paredes internas dela de forma gostosa. Ela o deixava louco, e ele fazia o mesmo com ela.

**--** **--**

Oliver suspirou alto e se virou na cama. A mão esquerda bateu onde a esposa deveria estar. Ao não sentir o corpo dela, ele abriu os olhos vagarosamente, estranhou. Olhou no relógio que estava em cima da mesa de cabeceira, e percebeu que era pouco mais das três horas da manhã. Voltou a se virar na cama, e depois de se sentar, olhou em volta. A porta do banheiro estava aberta, e o cômodo estava com a luz apagada, o que indicava que ela não estava ali. Franziu o cenho e desceu da cama. Sem camisa e descalço, ele saiu do quarto, e a primeira coisa que faz é ver se ela estava com as filhas. Não a encontrando com as gêmeas, ele desceu as escadas, encontrando a luz do hall e da cozinha acesa. Isso o deixou intrigado. Felicity não era de se levantar de madrugada para beber água. Se aproximou lentamente, sem fazer barulho, e então a viu; sentada em cima da bancada, com um pote de sorvete em mãos. Inacreditável, era o que ele estava pensando. Ele viu quando ela colocou um dos dedos na boca, e voltou a pegar na colher, colocando um pouco do sorvete, que ele pôde ver, era sensation, na boca. Suspirou alto pela terceira vez em poucos minutos e se fez ouvir quando a chamou. Felicity deu um pulo, demonstrando que tinha se assustado.

Oliver. — Ela o olhou. — Você me assustou. — Ela colocou a mão que antes segurava a colher, em direção ao peito.

Não era a minha intenção. —Murmurou, enquanto se aproximava de onde ela estava sentada. — Você está tomando sorvete a essa hora da madrugada?

Não consigo dormir.

E por isso veio se empanturrar de doce? —Ela revirou os olhos. — Como se fosse te ajudar.

Eu fiquei com vontade, ora. – Bufou, antes de voltar a colocar a colher com o gelato na boca.

Percebe-se. — Olhou para o pote de Mint Chocolat que estava vazio. — Tomou esse também?

Estava acabando mesmo. — Deu de ombros.

Isso aí é lombriga.

Lombriga é sua... — Ela se interrompeu e ele segurou uma risada. — Esquece. Por que está acordado?

Eu senti falta da minha esposa ao meu lado. — Ela lhe sorriu.

Eu também te amo.

Vamos dormir?

Mas eu não acabei. — Ele franziu o cenho.

Felicity, por acaso esse pote estava fechado? — Ela lhe sorriu e ele percebeu que a resposta era “sim”. Ele revirou os olhos. — Depois não quer que eu diga que está com lombriga. — Ela fechou a cara.

Agora é que eu não saio daqui. — Coloca uma colher cheia de sorvete na boca. — Pode dormir sozinho. — Diz com a boca cheia.

De jeito nenhum. — Ele tomou o pote das mãos dela, e ela reclamou alto. — Shiiii. Nossas filhas estão dormindo.

Me devolve. — Ele arqueou as sobrancelhas ao ouvi-la rosnar.

Felicity...

Eu quero acabar isso, Oliver. Não vou conseguir dormir. — A voz dela muda de tom, e os olhos dela lacrimejam.

Você vai chorar? — Pergunta surpreso.

Não. — Murmura, fazendo um biquinho, segurando as lágrimas.

Não é o que parece. — Ela mordeu a parte interna da bochecha. — Você pode terminar isso amanhã. — Colocou o sorvete no congelador.

Mas, Oliver...

Nada de “mas”. — A pegou no colo. — Vamos dormir, lombriguenta.

Não me chama assim. — Reclama. — Eu queria meu sorvete.

Amanhã você toma seu tão amado sorvete. – Ela faz um muxoxo. – Desse jeito vou começar a ficar com ciúmes desse seu amor pelo sorvete.

Ah, larga de ser exagerado. — Ele sorriu. Entrou no quarto e a colocou na cama. — Vou escovar os dentes antes. — Ele se afastou e ela se levantou, caminhando até o cômodo à frente. — Que injustiça.

Pare de reclamar, que você tomou quase dois potes de sorvete.

E desde quando tomar sorvete é crime?

Crime não é, mas faz mal se consumido com exagero. – Retruca.

Agora virou médico? — Pergunta depois de cuspir na pia. Oliver franziu o cenho.

Está irritada porque eu te impedi de tomar o resto do sorvete, é isso? — Pergunta, incrédulo.

Sim. — O olhou. — Eu estou. — Ele bufou e se aproximou.

Você está muito estranha, sabia disso?

Tônem aí. Eu quero meu sorvete. — Ele revira os olhos. Felicity dá um gritinho fino quando o marido a joga nos ombros. — Me coloca no chão.

Não mesmo. Vamos dormir, e você vai deixar de manha, e frescura.

Como é? — Ela rosna e ele a joga na cama.

Isso mesmo que ouviu. Reclamando e se irritando atoa, nunca vi isso. — Se jogou na cama ao lado dela.

Não sou uma criança para você ficar me dando esporro. — O humor dela voltou ao mudar. Ela estava emburrada. Ele quase riu da forma como a esposa estava; braços cruzados e com um bico nos lábios.

Agora que pareceu mesmo uma criança. — Ela o olhou. — Deixa disso e vamos dormir? Eu estou com sono... — Ele passou o braço direito na cintura dela. — E você sabe que não consigo dormir sem você ao meu lado. — Ela não pôde deixar de sorrir.

Vai ter que me recompensar por me tirar meu sorvete.

Te dou o que quiser..., mas só depois das 9h da manhã. — Ela riu, vendo-o fechar os olhos, e deixar um sorriso aparecer em seus lábios.

Combinado então. — Se virou de frente para ele, aproximando seu corpo do dele.

Boa noite, baby.

Boa noite, meu amor. — Ela lhe beijou os lábios rapidamente e fechou os olhos, esperando que o sono chegasse para ela assim como chegou para o marido.

**--**

Oliver, Tommy e Malcom conversavam um pouco longe dela. Eles não estavam sozinhos. Bruce Wayne estava entre eles. Ela não queria atrapalhar e por isso ficou ali, na entrada da sala de reunião, observando-os. Eles tinham chego a meia hora, e a reunião ainda não havia começado. Ela não se importava, só tinha ido com o marido porque não queria ficar sem nada a fazer em casa, além disso era a assistente pessoal de Oliver. Talvez ele precisasse dela, então decidiu ir. Ela tinha passado para falar com a assistente pessoal de seu irmão, que ela não via á muito tempo, e por isso não conheceu Bruce Wayne. Não demorou muito para que o marido percebesse sua presença, fazendo com que os outros também a olhasse. Bruce era um homem um pouco calado demais, mas muito educado. Oliver os apresentou, Malcom disse que era sua filha, o que deixou o outro muito surpreso. Ele não sabia daquela história. Na realidade, eram poucos quem sabia daquela história, claro que isso conta Starling City, pois assim que Malcom a reconheceu, toda a cidade ficou sabendo.

Apesar dos ciúmes do marido á alguns dias, Oliver não demostrou o mesmo quando eles foram apresentados. Bruce a olhava com respeito, e isso não só foi percebido por Felicity, como também por seu marido, pai e irmão. Assim como seu marido, o homem de Gotham era muito sério. Imaginava se ele sabia sorrir. Sorriu ao pensar assim. Era raro Oliver demonstrar sorrisos para alguém que não fosse sua família, ao contrário de Tommy. Ele brincava, fazia piadas, e mesmo sabendo quem estava a sua frente, ele não conseguia não ser ele mesmo. O outro não parecia se importar. Na verdade, Felicity viu alguns puxar de lábios, demonstrando um sorriso de lado, quase impossível de ver.

Então, vamos começar? — Oliver se pronuncia.

Claro. — Bruce responde. — Eu trouxe a pasta com os projetos.

Nós também o temos. — Oliver apontou para a pasta preta em cima da mesa de vidro.

Eu deixarei que os três cuidem disso. Tenho um outro compromisso.

Está indo embora?

Não. Estarei na sua sala, filho. — Ele assente.

Foi um prazer, senhor Merlyn.

O prazer foi meu senhor, Wayne. — Apertaram as mãos. — Espero que venha mais vezes.

Claro, farei isso. Não conheço muito Star City.

Eu posso ser seu guia. — Felicity riu.

Se fosse você eu pensava nisso com muita cautela. Tommy vai te levar para o mal caminho.

Ei. — Reclamou com o amigo, e os outros riram. — O Ollie está sempre sendo meu carrasco.

Menos, Tommy. — Revirou os olhos.

Bom, o deixarei em boas mãos. — Bruce agradece. — Querida, vem comigo?

Vai precisar de mim? — Ela olha para o marido.

Não. Eu estou com a pasta, e..., caso eu precise, eu chamo.

Okay. — Sorriu. — Vou com o senhor então, meu pai.

Não fique longe dos seguranças. — O marido avisa, sério.

Onde eles estão por falar nisso? — Tommy pergunta, curioso. Não havia visto nenhum deles, desde que os amigos chegaram.

Estão no primeiro andar.

Bom, foi um prazer, senhor Wayne.

O prazer foi meu, senhora Queen. — Ela queria dizer que não queria ser chamada daquela forma, mas achou melhor reprimir aquela vontade. — Tenha um bom dia.

Para vocês também. — Quebrando protocolo, Felicity deixou um beijo na bochecha do marido e seguiu o pai.

Até daqui a pouco, irmãzinha. — Ela olhou para trás, e lhe mandou um beijo.

**--** **--**

Fazia pouco mais de uma hora que o marido estava na sala de reuniões. O pai também estaria ocupado, e por isso decidiu se encontrar com os seguranças. Mike tinha ido descobrir quanto tempo mais Oliver estaria com Tommy e Bruce, pois as gêmeas estavam na escola, e eles precisavam buscá-las. Ela já tinha falado com Cait, Laurel, Helena, e até mesmo com sua irmãzinha. Era horrível não ter o que fazer. Ouviu a voz fina e infantil de Kitty, assim como as palavras embaralhadas e sem sentido de Natty. Havia passado na lanchonete, comido, sozinha, já que estavam todos ocupados, mas não se preocupou ou se importou. Não era tão bom quanto as coisas que Lola fazia, mas era gostoso, ela tinha que admitir. Estava no elevador, a caminho de onde seus seguranças estavam a esperando; primeiro andar.

Felicity. – Ela reconheceria aquela voz em qualquer lugar. Seus olhos, que estavam no celular, se desviaram para o dono daquela voz. O susto que ela levou ao ouvir aquela voz, foi tão grande quanto ver com seus próprios olhos, o dono dela. Como ele tinha a entrado ali? – Quase não te reconheci com esses cabelos loiros. – Ela sentiu o corpo inteiro tremer. – Faz muito tempo, não é? – Felicity se perguntava se aquilo era um sonho ou um terrível pesadelo. O pior deles. O que ela ouviu em seguida fez seu medo triplicar. – Sabe quem eu acabei de conhecer? Seu pai. Ele é um homem inteligente. Assim que ouviu minha proposta para nos tornarmos sócios... Ficou bastante animado. – Não. Seu subconsciente gritou. Seu pai não podia fazer isso. – Fiquei tão aliviado ao saber que não contou nada a ele sobre mim. Alguém poderia se machucar, entende? – Ela conhecia aquele sorriso maldoso muito bem. Ele estava ameaçando seu pai. Sua respiração estava ofegante. Estava tão assustada, tão surpresa, que não conseguia dizer uma só palavra. Seu coração batia tão rápido que parecia que ele sairia pela sua boca. – Será que têm um lugar mais reservado para colocarmos a conversa em dia? – Felicity sentiu um grande alívio quando ouviu a voz de Mike.

Felicity. – Ela o olhou, fazia pouco tempo que ele a chamava pelo nome. Ela começou a insistir quando as aulas de tiro começaram. – Está tudo bem? – Não confiando na própria voz, ela apenas assentiu. Não podia dizer nada, ou pessoas que amava poderiam sair feridas. – Sua irmã ligou dizendo que buscaria as gêmeas. – Ela mais uma vez assentiu, e Mike achou aquilo bem estranho. – O senhor Queen deve demorar mais meia hora, quer esperar em outro lugar?

Bem, não quero atrasa-la. – Ele olhou para o segurança, que pela primeira vez, desde que chegou, o olhou de volta. – Enzo Coldon, prazer. – Mike anuiu. – Nos vemos por aí. – Ele saiu e Felicity voltou a respirar. Sem conseguir continuar ali, ela correu. Preocupado, Mike a seguiu. Ela saiu do prédio, desesperada, sentia seu mundo ruir aos seus pés. Felicity apoiou uma das mãos em uma árvore, e então, deixou seu desespero sair, colocando uma das mãos no peito, segundos depois, chorando desesperadamente. Ela soluçava. Mike não entendia nada. Não sabia o que tinha acontecido para deixar a mulher naquele estado. Gostaria de poder ajudar, mas não sabia como, por isso, apenas deixou que ela chorasse.

**--** **--**

Malcom. – Oliver abriu a porta de vidro.

Entre, Oliver. – Diz, soltando os papeis em cima da mesa. – Onde está Tommy? – O outro sorriu.

Está com o Wayne. Disse que sempre quis conhecer Gotham, e que um dia apareceria por lá. – Malcom sorriu. – Bruce disse que seria um prazer apresentar-lhe a cidade. Ele ficou todo animado.

É a cara do Tommy.

Bruce pareceu gostar, porque engatou em uma conversa com Tommy sobre Gotham, falando sobre como é a cidade... Eu achei melhor deixá–los sozinhos. – Malcom assentiu. – Então, por que me chamou?

Tenho uma notícia e alguém para apresentar, mas meu filho tem que estar presente. – Mal acabou de falar e o Merlyn mais novo apareceu, abrindo a porta. – Que bom que chegou.

Estava marcando uma visita à mansão Wayne.

Você não tem vergonha na cara? – Oliver pergunta, incrédulo.

Ele me convidou. – Retrucou.

Eu acho que isso é muito bom. Bruce Wayne é CEO a mais tempo que vocês dois, vocês podem aprender várias coisas com ele, trocar conhecimentos. – Tommy revirou os olhos, e Oliver segurou um riso.

Pai, se eu for á Gotham, é para me divertir.

Bom, mudando de assunto... – Oliver decidi se pronunciar antes que aqueles dois discutissem. – O que queria nos dizer, mesmo?

Gostaria que soubessem que assinarei um acordo com o senhor “Coldon”.

De onde é a empresa dele mesmo, pai?

Da mesma cidade que minha filha nasceu.

Las Vegas. – Dizem juntos. Oliver, surpreso, e Tommy, incrédulo.

Por que alguém de Las Vegas iria querer um acordo com a gente? – Oliver se fazia a mesma pergunta.

Eles são de uma empresa de tecnologia muito conhecida por lá. Já tinha ouvido falar neles, mas não imaginei que eles iriam querer uma parceria. – Oliver e Tommy se olharam. – Quero que conheçam o CEO, e claro, que estejam aqui quando o acordo fosse assinado. – Malcom pegou o telefone ao lado dele e ligou para a secretária. – Peça para que o senhor Coldon entre, por favor. – Segundos depois, a porta se abriu. – Obrigado por esperar. Como disse: Meus filhos estavam em uma reunião importante. – Oliver não se surpreendeu por ser chamado de filho, era modo de dizer, seu pai fazia o mesmo com Tommy.

Tudo bem. – Se aproximou.

Filhos, esse é Enzo Coldon. – Apontou para o homem atrás deles. – Senhor Coldon, quero que conheça, Thommas Merlyn e Oliver Queen, CEO da Queen Consolidated. – Tommy se virou primeiro que Oliver, pegando na mão do homem. Quando Oliver se virou, tomou o maior susto de sua vida. Sabia quem era aquele homem, e seu nome não era qual ele dizia ser. Fechou as mãos em punhos, o susto tinha passado, e agora, o que sentia, era raiva. O que aquele infeliz fazia ali? O que ele queria com aquele show? Os três homens tinham percebido o quão sério Oliver tinha ficado, ele não conseguiu fingir, era impossível, aquele homem fez a vida da mulher que amava em um inferno. Não, ele ainda está fazendo. E, então, se lembrou que sua esposa se encontrava no prédio. Seu coração bateu mais rápido, desenfreado, se preocupando com ela. Se lembrou de como soube quem era o desgraçado que atormentava sua esposa.

Ele observava a esposa retirar coisas de dentro de uma caixa, colocando em outras. Ele não compreendia porque ela queria fazer aquilo. As coisas que estavam na caixa era de Donna. Ela não tinha tido coragem de abri-las antes, mas agora, agora sua sala estava com pelo menos seis caixas cheias de “tralhas”. Não que ele se importasse, mas não entendia o que ela queria com aquilo.

O que está fazendo?

Já disse, estou vendo algumas coisas da minha mãe.

Para que? – Arqueou as sobrancelhas.

Minha mãe tem roupas e sapatos novos, eu posso doar. – Oliver então compreendeu. – Para que eu vou ficar guardando essas coisas? Podem servir para outras pessoas. E o que não tiver jeito de doar, eu jogo fora. – Oliver se aproximou da esposa.

Quer ajuda?

Não têm nada para fazer? – Oliver não respondeu, apenas se ajoelhou perto de umas das caixas, abrindo-a. – Okay. Essa caixa vazia é para colocar roupas para doações. E o saco preto é para colocar o “lixo”.

Como vou saber o que é “lixo”? – Ela sorriu.

Pergunte para mim. – Ele assentiu e se voltou para a caixa. Ficou uns vinte minutos ajudando-a naquilo, até ouvir um arfar vindo dela.

Felicity? – A olhou. Percebeu que ela estava parada com uma foto em mãos, seus olhos estavam arregalados, demonstrando surpresa. Ele ficou preocupado e se aproximou. – Amor. – Tocou seu braço e ela olhou para ele. – O que foi?

Achei... Achei uma foto. – Sussurrou. – Eu não a via á um tempo. Muito tempo, para falar a verdade.

Da sua mãe? – Ela negou. – Então de quem?

De alguém que eu queria poder esquecer. – Oliver arqueou as sobrancelhas, curioso. Percebeu a esposa tremer.

Está me assustando. Me deixa ver. – Ela entregou a foto. Nela, estava Felicity com cabelos longos e negros e ao seu lado um homem, cabelos castanhos escuros. Ele olhou para a noiva. – Felicity... Esse cara... – Ele soube quem era quando viu dor naqueles olhos verdes que ele tanto amava. Ela mordeu o lábio.

É o Cooper. – Oliver soltou a foto e a abraçou. – Eu nem sabia que isso ainda existia.

Está tudo bem. – Olhou para a foto, que estava em cima de uma das caixas. – Vou ficar com ela, está bem?

Para quê? – Se afastou do noivo.

Para que os seguranças saibam com quem estão lidando. Agora temos um rosto. – Ela assentiu e novamente se deixou ser abraçada. Oliver era o único que lhe dava segurança. Era nos braços dele, que ela sentia aquele medo gritante, ir embora, mesmo que por alguns minutos.

Com licença. – Disse assim que voltou a si. Saiu antes que fizesse uma besteira. A vontade que tinha era de socar aquele homem muitas vezes, mas isso poderia ser uma armadilha. Ele podia não estar sozinho, o que Oliver tinha quase certeza. Será que ele sabia que estaria ali com a esposa? Mas como? Bagunçou os cabelos, quando estava fora daquela sala que pareceu sufoca-lo.

Me desculpe por isso. – Malcom e Tommy não tinham entendido nada. Eles tinham as sobrancelhas arqueadas quando o Queen saiu. O mais novo não conseguia compreender por que o amigo ficou tão sério e tão... Estranho. Nem ele, nem Malcom entendiam a atitude de Oliver.

Oliver não é assim. – Tommy olhou para o “Coldon”. – Só com pessoas que ele não gosta. – Malcom olhou para o filho quando o mesmo começou a falar. – Você fez alguma coisa com ele? – Brincou. Malcom o repreendeu com os olhos, quando o filho o olhou, e ele parou de rir. – Okay, eu vou busca-lo.

**--** **--**

Oliver pegou o celular do bolso assim que saiu da sala. Só no que ele pensava era em Felicity. Ele já tinha ligado para Collin, mas para seu desespero, ela não estava com ele e os outros. Quando Collin atendeu o celular, perguntou imediatamente pela esposa, ele respondeu que não estava com ela. Por não ter tempo de explicar o que estava acontecendo, os mandou para onde Mike estava com sua esposa. Pensou, então, depois que desligou o celular, que para seu desespero, ela já tinha se encontrado com Cooper. Ela não poderia ficar apenas com Mike, se Cooper estivesse em companhia, o segurança não conseguiria evitar uma tragédia. Oliver ainda não acreditava que era “ele” ali. Só o reconheceu por causa da foto que Felicity tinha encontrado nas coisas da mãe, alguns dias atrás. Trincou os dentes. Mike atendeu no segundo toque.

Senhor Queen. – Ouviu.

Mike, está com Felicity, certo?

Estou sim. – Ele olhou para a loira que começava a se acalmar. Oliver suspirou aliviado.

Ela está bem?

Na verdade... – Oliver arqueou as sobrancelhas. – Eu não sei. Ela estava desesperada a pouco. Chorava muito, senhor. – Oliver sentiu seu peito apertar, e o ódio de antes, só cresceu. – Está mais calma agora, mas...

Me escute... Não tire os olhos dela. – Mike quem arqueou as sobrancelhas, dessa vez. Seu patrão não precisava lhe pedir isso, era seu trabalho, afinal de contas. – Não a deixe sozinha nem por um segundo. Collin está chegando com os outros para dar suporte. – O segurança sentiu a preocupação na voz do Queen.

Senhor, está acontecendo alguma coisa?

O Sheldon está no prédio.

Como? – Ele se exaltou um pouco, surpreso pelo que ouviu.

Acabei de vê-lo. Se apresentou com outro nome... – Bufou. – Enzo Coldon.

Que desgraçado. – Rosnou. – Esse filho da puta..., eu o vi. Estava com... – Olhou para a loira. Por isso ela estava tão desesperada, ele pensou. – A senhora Queen. – Quase que ele diz o nome dela. A loira tinha pedido tanto que o fizesse que as vezes se esquecia quem era ela. Não poderia chama-la pelo nome na frente do marido dela. – Por isso ela estava tão desesperada.

Eu preciso voltar para a sala do Tommy, mas por favor, cuide dela.

Pode deixar, senhor.

E não façam nada. Ele pode não estar sozinho, e pior, não sabemos o que ele veio fazer aqui. – Mike concordou, e o tranquilizou logo em seguida.

Não se preocupe. Não tiraremos os olhos dela. – Oliver agradeceu e desligou. Quando se virou, deu de cara com Tommy.

Eu ouvi direito? Aquele desgraçado é o homem que está na sala com meu pai? – Oliver apenas assentiu. – Filho da puta. – Rosnou.

Eu compartilho do mesmo sentimento.

O que ele quer com isso?

Vai saber. A única coisa que eu sei, é que ele quer a minha noiva.

Vou acabar com isso agora. – Oliver o segurou pelo cotovelo.

Não. – Tommy arqueou as sobrancelhas, não entendendo o amigo. – Não sabemos se ele está sozinho, Tommy. Todos nesse prédio pode correr perigo. – Oliver o soltou e Tommy bagunçou os cabelos, desesperado, com raiva. – Eu sinto o mesmo que você. Mas vamos pensar direito. – Eles pensavam em um jeito de avisar Malcom sem que o sujeito desconfiasse. Oliver passou as mãos nos cabelos, agoniado. Sua vontade era de entrar naquela sala e quebrar o desgraçado no meio. Tommy pensava o mesmo, com a diferença de que andava de um lado para o outro. E então, Oliver viu o amigo parar de andar, e olhar para o melhor amigo.

Eu tenho uma ideia.

**--** **--**

Malcom entrou na sala de reuniões e arqueou as sobrancelhas, ficando mais confuso do que já estava. Quando a secretária do seu filho avisou que Robert lhe queria falar na sala de reuniões, estranhou, e muito, mesmo assim, pediu para que o Coldon o esperasse. Agora, ao entrar na sala, não encontrou seu amigo, e sim seu filho e o filho de seu melhor amigo. Oliver e Tommy estavam sentados com os braços apoiados na mesa, assim que entrou quem eles esperavam, viram o olhar confuso. Eles se olharam e então, se levantaram.

O que está acontecendo? – Malcom se pronunciou. – Mikaela me disse que Robert me esperava aqui.

Pedi para que ela lhe dissesse isso, pai. – Malcom arqueou as sobrancelhas, se perguntando: por que seu filho lhe mentiria? – Foi o único jeito de tirar o senhor daquela sala...

Sem levantar suspeitas. – Oliver completou.

Okay, mas qual é a razão?

O senhor não pode assinar o contrato com aquele homem. – Seu pai se aproximou.

Por que? – Não estava entendendo a razão para aquilo tudo.

Ele não é quem diz ser, Malcom. – O outro, mais uma vez, arqueou as sobrancelhas. – Ele é Cooper Sheldon. – O susto que o outro tomou, foi visto pelos dois homens à frente. Olhou para o filho, e soube que não era uma brincadeira; apesar de saber que Oliver jamais brincaria com esse tipo de coisa.

Filho da puta. – Rosnou. Era a terceira vez que Oliver ouvia aquilo, por pessoas diferentes. – Não dá para acreditar! – Bagunçou os cabelos, nervoso. Irritado.

Eu não sei qual o motivo de ele estar aqui, mas é muito suspeito... Ele apareceu com outro nome, querendo ser sócio da Q.C e da M.G.

Felicity. – Malcom diz, preocupado.

Ela está bem. – O tranquilizou. – Apesar de já ter se encontrado com ele. – Contou o que Mike havia lhe contado. – Os seguranças estão com ela.

Eu não vou ficar aqui parado, esperando esse lunático machucar minha filha de novo.

Pai, é perigoso fazer algo contra ele. Não sabemos se ele está sozinho. Pessoas podem se machucar. Pessoas desse prédio. – Malcom suspirou.

E o que eu faço? Fico de braços cruzados?

Não. – Oliver respondeu. – Ele mentiu sobre o nome dele. Além de que a polícia de Gotham sabe o que houve com Felicity...

O que está pensando, Oliver? – Malcom cruzou os braços.

Podemos enfim, falar sobre ele para a polícia. O que eu queria mesmo era matar esse desgraçado, mas... Colocando a polícia no meio, pode ter um jeito de fazê-lo passar o resto da vida dele na cadeia.

Não sei se é isso que eu quero. – Murmurou.

Essa ideia não foi minha. – Bufou. – Foi do meu pai. Ele acha que não deveríamos sujar nossas mãos, então... – Malcom respirou fundo, ele estava se segurando.

Pai, o senhor prometeu á Felicity que não faria nada que pudesse prejudicá-lo. Que deixaria isso nas mãos da polícia, e... Oliver está certo. Está na hora de fazer isso. Ele acabou de aparecer aqui, dando um nome falso...

Eu não acho que a “polícia” vai conseguir pará-lo, mas... Nós sempre falamos para a Helena entregar o pai à polícia, mesmo ela querendo mata-lo com as próprias mãos... – Olhou para o amigo. – Seria hipocrisia, não?

Nós temos provas o suficiente para fazê-lo pagar pelo que fez, na justiça. – Malcom apoiou as mãos na mesa.

Como soube que era ele?

Felicity. Ela estava abrindo as caixas com as coisas da Donna e... E encontrou uma foto. Deles dois, juntos. – Bufou.

Okay. – Disse minutos depois. – Vamos contar tudo à polícia. – Oliver e Tommy assentiram. – Mas antes... Antes eu vou socar aquele desgraçado. – Antes que ele pudesse sair da sala, Mikaela entrou.

Senhor? – Tommy a olhou, assim como os outros dois.

Sim, Mika?

Bom... – Ela estava nervosa. – O senhor Coldon foi embora. – Os três se olharam, e então, voltaram os olhos para a moça.

Como é? – Perguntam, os três, juntos.

Eu não sei para onde. – Sua voz tremeu um pouco. – Ele não avisou nada, só... Foi embora.

Que desgraçado. – Tommy foi o primeiro a se exaltar.

Ele fugiu. – Oliver rosnou. – Deve ter suspeitado da sua demora, Malcom.

Eu vou ligar para a polícia agora mesmo. – Malcom diz. Saiu da sala inconformado. Oliver e Tommy se olharam.

Melhor irmos atrás do meu pai. – Oliver assentiu, e ambos caminharam para fora da sala, com Mikaela atrás. Malcom já tinha entrado no elevador, por isso eles tiveram que esperar outro chegar, assim que aconteceu, os três entraram. Malcom andava a passos pesados até a sala que agora, era de seu filho. A raiva que sentia, era tão grande, mal conseguia se conter. Entrou em sua antiga sala, pegando o telefone e discando o número da polícia. Oliver, Tommy e Mika saem do elevador. A mulher, estando nervosa, se encostou na parede, pensando ter feito algo errado. Os outros dois caminhavam em direção a sala do CEO. Poucos passos antes de entrarem, eles ouvem um barulho alto e então são jogados longe, cada um para um lado.

Notas finais
Quando eu disse, no zap, que aconteceria algo bombástico... Era "literalmente" mesmo. Não surtem. Por favor, não surtem, e nem queiram me matar. Eu não sei quando vou voltar. Mas eu volto, hein! Prometo. Até o próximo Kissus