Kupidon

40 Capítulo Vinte e Quatro


Notas iniciais
Aqui estou eu com mais um capítulo de Kupidon Eu quase não consigo postar hoje. Não estava conseguindo fazer o "banner temporário". Graças a Deus deu tudo certo. Esse capítulo está cheio de hot, mas também está cheio de... Acho que posso dizer que é "tensão". A maioria das cenas, é Olicity. É como dizem: Nunca é sempre flores. - Acho que é assim kkkk Não vou ficar falando demais. Vou deixar que leiam. Espero que gostem Boa Leitura

Felicity parou no batente da porta do escritório. Seu namorado estava tão concentrado, que ela achava que ele nem mesmo tinha percebido ela parada ali. Sorriu. Ele ficava lindo até quando estava lendo aqueles documentos da empresa. Ela se lembrou das várias vezes que quase foi flagrada por ele, na empresa, observando-o. Bom, ela achava que ele não percebia os seus olhares, mas ele tinha dito a ela uma vez que sabia. Bom, ele não era o único, ela também percebia os olhares dele. A sala deles tinha penas um vidro separando-os.

O que está fazendo aí, parada? – Felicity estava tão pensativa que nem mesmo tinha percebido que ele estava olhando-a, com um sorriso.

Estava me lembrando da época que eu era sua assistente. – Se aproximou.

Me lembro de tentar não me apaixonar por você. – Ela sorriu.

Eu tentava o mesmo. – Inclinou a cabeça. – Já percebeu o quanto mudamos desde aquela época?

E como. Eu não me deixava “sentir”.

Nem tanto, não é? – Ele arqueou as sobrancelhas. – Ora, Oliver, eu sabia das... outras mulheres.

Não ficava com ninguém á dois meses quando nos conhecemos. Não estava adiantando... – Desviou os olhos para os documentos.

Ah, eu não me importo com isso. – Ele a olhou. – Eu fico feliz por ter deixado você se aproximar de mim. – Ele voltou a sorrir. – Era só eu, Barry, Cait e Helena, antes de você e sua família aparecer.

Você que me salvou primeiro. Eu e minhas filhas, principalmente elas.

Então nós salvamos um ao outro. – Ela abraçou Oliver por trás, passando os braços pelos ombros dele, colocando ambas as mãos no peito dele.

Eu te amo, sabe disso, né?

Eu sei. Eu te amo também. – Beijou a bochecha dele. Oliver largou os papeis em cima da mesa, e pegou uma das mãos dela, beijando-a. – Sabe, seu aniversário está chegando. – Oliver fez com que a namorada se afastasse de suas costas, e a trouxe para se sentar no seu colo.

Era sobre isso que eu queria falar com você. – Ela assentiu. – Minha mãe vai fazer um almoço lá na mansão para comemorar.

Eu acho ótimo. – Beijou a bochecha dele mais uma vez.

Vou falar com Tommy quando eu for buscar as gêmeas na escola. Elas vão chegar do passeio às 18h, certo? – Ela assentiu. – Bom, vai ser no sábado, a “festa”. – Ela voltou a assentir. – Não vai ter ninguém importante, até porque, eu não gosto. Prefiro algo mais... Intimo.

É. Eu me lembro disso. – Ele sorriu.

Você sabe o que eu quero dizer, então? – Ela mordeu o lábio.

Eu comprei uma lingerie nova. – Ele afundou o rosto na curva do pescoço dela. – Mas eu só vou usa-la no dia do seu aniversário.

Está me deixando tentado. – Soprou no ouvido dela.

Essa é minha intensão, amor. – Ele mordiscou o pescoço dela, fazendo-a gemer.

Eu amo você.

Eu amo você. – Ela diz, puxando os cabelos dele. – Oliver. – Gemeu.

Oh... – Ele diz, voltando a olhar nos olhos dela. – Você está sem sutiã. – Ela mordeu o lábio.

Estamos em casa. – Explicou, direta.

Sabe no que estou pensando? – Ele ouviu um “hum”. – Em te fazer minha aqui. – Sussurrou. Felicity estremeceu, e ele sorriu ao sentir isso.

Aqui? No seu escritório?

Por que, não? – Felicity não respondeu, se levantou apenas para colocar uma das penas para o outro lado da cintura dele.

O que você está esperando? – Em resposta, ele beijou. Apertou as mãos na cintura dela, sentindo seu membro pulsar. Felicity se afastou e retirou a blusa. Oliver passou a língua nos lábios.

Você é muito linda. – Ela sorriu, antes de ser beijada novamente. Sentiu as mãos dele acariciar seus seios. Ele gemeu quando sentiu o sexo dela passar no dele, provocante. Oliver mordeu o lábio dela e se levantou carregando-a até o sofá, deitando-a e se colocando por cima.

Oliver. – Gemeu. Sentiu a língua dele brincar com um dos seus seios, lambendo, mordiscando, chupando. – Oh. – Sentiu a mão dele por dentro da calcinha.

Você está tão molhada. – Sussurrou, voltando a dar atenção ao seio dela. – Felicity. – gemeu, mordendo o seio dela, quando sentiu a mão dela adentrar sua bermuda. Oliver apertou uma das mãos na cintura dela, e a outra desceu entre eles, colocando-a sobre a dela que bombeava seu membro. – Não para. – Ele sentiu a respiração ofegante da namorada, o peito dela subia e descia, e ela gemia baixo, contida. Ele adorava vê-la daquele jeito. Pressionou seu dedo no sexo dela e ela gemeu mais alto. – Não contenha. Nossas filhas não estão. – Diz antes de dar atenção para o outro seio dela. Felicity afundou as mãos nos cabelos loiros dele, puxando vez ou outra. Oliver sentiu a namorada estremecer, e logo seus dedos estavam molhados pelo prazer dela.

Oliver. – Ela reclamou quando o dedo dele parou de brincar com seu sexo. Ele não respondeu, apenas retirou a mão dela de seu membro.

Quero você. – Diz, antes de rasgar a calcinha. Felicity o olhou indignada.

Ela era nova, Oliver. – Ele quase riu. – E eu gostava dela.

Eu dou outras iguais a ela pra você. – E antes que ela pudesse responder, Oliver adentrou nela sem avisar. Fazendo com que ambos gemessem alto.

**--**

Felicity sorriu para a amiga. Elas estavam em uma loja de noivas, e sua melhor amiga estava tendo a primeira prova do vestido naquele dia. Laurel, Thea e Helena tamém estavam acompanhando a noiva, elas estavam sentadas, ao contrário de Felicity que estava ao lado da amiga. A costureira colocou a ponta da agulha na boca, vendo se precisava apertar em mais algum lugar.

Você quer que eu o deixe mais “princesa”? – Cait se olhou no espelho.

Não. Acho que assim está bom. – Sorriu.

Bom, então vou fazer os últimos ajustes, e nos vemos no próximo mês para a prova final. Lembre-se, tente não engordar. – Thea riu.

Ela, engordar? Não sei como, mas minha cunhada tem o metabolismo mais rápido do mundo. – As amigas reviraram os olhos. – Ela come pra caramba e não engorda.

Ei. – Cait reclamou.

Ah, Cait. Qual o problema? Eu também como pra caramba, e graças a Deus não tenho tendência a engordar. – Helena diz, sorrindo. – E posso dizer? – Elas se olharam. – Você está tão linda nesse vestido de noiva.

Obrigada.

Por que você não trouxe os sapatos? – Laurel, que comia o segundo salgado do dia, se pronunciou.

Ah, eu nem mesmo me lembrei disso. – Se virou para o espelho. – Trago na próxima vez que eu vier.

Laurel, você não vai parar de comer? – Felicity bateu no braço da irmã. – O que?

Seja cuidadosa com as palavras, irmãzinha.

Eu estou com fome, Thea.

Mas você comeu um pastel, dois churros, dois salgados enormes, tomou um suco de laranja de quase um litro. Você vai acabar passando mal.

Você quer me deixar? – Cruzou os braços depois de limpar as mãos.

Ela está grávida, deixe ela comer o que quiser.

Obrigada, Lena. – Ela fez um biquinho. Felicity riu.

Barry está sofrendo, não é?

É melhor eu estar comendo do que estar surtando, vai por mim.

Sério? – Caitlin riu.

Ontem ela chorou porque eu não deixei que ela tomasse mais sorvete. – As outras riram – E olha que ela tomou dois copos com quatro bolas.

Você tem que se controlar, amiga. Você está grávida, mas é perigoso.

Mas eu não entendo essa fome absurda que eu tenho sentido, Lis. Eu não estava tão... Desesperada, na gravidez do Lyon. – As amigas sorriram. – A gente pode achar um lugar que vende suco?

Mais?

É. Eu estou com vontade, Thea.

Haja fruta, minha amiga. – Laurel revirou os olhos.

A senhora já terminou comigo?

Sim. Você já pode tirar o vestido. – Ela ajudou a noiva a tirar o vestido branco. – Os vestidos das madrinhas também estão quase prontos, mas eu tenho certeza de que vou precisar que a Senhorita Smoak experimente mais uma vez.

De novo? – Ela pergunta, afinal a moça tinha feito as madrinhas experimentarem antes da noiva.

Sim. Eu errei a medida da saia. – Felicity assentiu.

Eu te ajudo a vestir, Lis. – Helena se prontificou.

Só ela, né? – A costureira assente à pergunta de Thea. – Então enquanto isso, para mostrar que eu sou uma ótima amiga, eu vou buscar seu suco.

De morango. – Ela diz animada, e Thea riu, enquanto saia da loja.

Esse vestido ficou tão lindo. Eu amei, Cait. – Helena comenta.

Que bom que todas vocês gostaram. – Diz terminando de vestir a blusa de mangas longas. – Laurel, a Nice vai fazer o seu vestido depois que você tiver a Natty. Já está tudo acertado com ela, certo? – Se virou para a mulher.

Claro. Depois que sua filha nascer, você me liga que eu irei até sua casa.

Ah, eu agradeço muito. Não sei se vou poder sair de casa. – A moça sorriu, e Felicity subiu no “palco” que a amiga estava antes.

Ah, aqui está. – Diz mexendo na barra.

Voltei – Todas olham para Thea.

Foi rápido.

Tinha uma lanchonete aqui na frente e me disseram que era muito bom. – Laurel sorriu agradecendo e pegou o suco da mãe da amiga.

Você vai fazer xixi pra caramba. – Helena diz, fazendo as outras rirem.

Ai. – Felicity reclama. – Sabe, eu não estou afim de tirar sangue hoje. – As outras riram. Nice a olhou, se desculpando. – Tudo bem. – Murmurou.

Agora quem está com fome sou eu. – Cait diz.

Ah, não diz, não, amiga. Eu também estou.

Então somos três. Juro que comeria dois Belly Burger.

Que isso, maninha, vai com calma. – Felicity revirou os olhos. – Sabe o que imaginei agora? – Thea diz enquanto corria para onde havia vários vestidos de noiva. – Felicity, experimenta? – Pede quando Nice diz para a irmã tirar o vestido.

O que?

Ah, eu quero ver também. – Helena diz, dando pulinhos animados.

Não. – Ela diz, enquanto colocava o short. – Eu nem mesmo vou me casar.

Ah, Lis, por favor, experimenta. – Ela olha para Laurel.

Vai, qual o problema?

Até você, Cait? – Revira os olhos.

Por mim? Você não pode fazer isso pela sua amiga grávida?

Poxa, Laurel, pegou pesado. – As amigas continuavam com os olhos brilhando. – Vocês não estavam com fome?

Ah, a gente tem que esperar o Barry chegar, mesmo. – Laurel se levanta e pega o vestido das mãos de Thea. – Veste, por favor?

Ninguém merece. – Tirou o vestido das mãos da amiga bruscamente, e então viu todas elas sorrirem animadas. – Eu nem vou me casar. – Murmurou, enquanto tirava o short mais uma vez.

Mas um dia você vai. – Helena retrucou.

Eu já até imagino, sabia? – Thea diz.

Viu, Lis? Está todo mundo querendo te ver de noiva. – Helena comentou. – Eu principalmente, você merece mais que tudo ser feliz.

Eu sou feliz. – Retrucou.

Mais feliz, amiga. Não finja que não entendeu. – Cait retruca. Laurel se aproximou para fechar o zíper, e então se afastou sorrindo.

Vestido de Noiva

Você está tão linda. – Todas dizem juntas. Felicity passa a mão no tecido do vestido.

É um vestido muito bonito.

Não só o vestido, amiga. – Felicity sorri para Cait. – Você está perfeita.

Eu concordo.

Oliver. – Todas dizem juntas, surpresas por vê-lo.

O que você está fazendo aqui?

Barry não pôde vir, e por isso pediu para eu vir buscar vocês.

Por isso que eu disse ao meu querido noivo que eu podia dirigir. – Revirou os olhos.

Por que está vestida assim? – Se aproximou com um sorriso.

As meninas fizeram chantagem emocional para eu experimentar. – Diz, se virando para ele com cuidado.

O Ollie chegar aqui nesse momento é “destino”. – As amigas riram. – Você já devia escolher seu vestido, Lis.

Thea, menos, tá? – Revirou os olhos.

Você está perfeita. – Ela sorriu.

Obrigada. – Como as outras não queriam interromper o momento “fofo” do casal, elas ficaram caladas. – Bom... Eu vou tirar isso e a gente já pode ir.

O Oliver te ajuda. – Helena diz, fazendo as amigas rirem baixo. – Você sabe como tirar um vestido de noiva, não é, Ollie? – Ele a olhou.

Vai ser como uma “experiência”, para quando vocês se casarem. – Laurel comenta, enquanto acompanha Helena para fora.

Estaremos esperando vocês lá fora. – Cait saiu.

Juízo. – Thea diz, rindo.

Abre o zíper para mim? – Se virou de costas para ele, lentamente. Oliver subiu no “palco”, para fazer como a namorada pediu.

Te ver assim, de noiva, me animou. – Ela mordeu o lábio. – Só fez com que eu quisesse ainda mais me casar com você. – Ele abriu o zíper lentamente, e ela se virou para ele.

Quem sabe um dia? – Piscou para ele.

Quem sabe... Logo?

Logo? – Ela parou de tirar o vestido. – Logo... Tipo... Logo? – Ele sorriu.

Quando você quiser. – Ela sorriu.

Você é muito fofo. – Ele arqueou as sobrancelhas.

Fofo?

É. Fofo. – O beijou lentamente, mordendo o lábio inferior logo em seguida. – Eu não acho que seja o momento, Oliver.

E quando vai ser?

Podemos conversar sobre isso... Depois? – Ele suspirou. – Eu te amo. E eu quero ser sua... Mulher, mas... Acho que agora não é o momento. Não com Cooper...

Lis, se formos pensar em Cooper... – Ela assentiu, interrompendo-o.

Eu sei. – Suspirou mais uma vez. – Eu te amo. – Repete.

Eu também te amo.

Então... Podemos conversar sobre “casamento” quando tivermos... “longe dessa loucura que é nossa vida?”. – Ele se aproximou, enlaçando a cintura dela.

Claro. – Beijou os lábios dela rapidamente.

Agora... Me ajuda? – Ele riu quando percebeu que o vestido ficou preso da barriga para baixo.

Sabe, te ver seminua é uma tentação. – Ela quem riu dessa vez. – Isso é sério.

Eu recompenso você mais tarde por isso. – Ela o beijou, antes de se afastar para deixar que ele a ajudasse a tirar o vestido de noiva.

Eu vou cobrar. – Diz quando a viu só de lingerie.

**--**

Felicity revirou os olhos pela milésima vez quando ouviu Mike dizer, mais uma vez, que deveria atender as ligações de Oliver. Ela já tinha explicado porque não o faria, então por que ele insistia no assunto? Ela não respondeu ao segurança que bufou e a chamou de teimosa. Ela riu, mas continuou não responder ao garoto. Felicity já deveria estar indo para casa, mas ela estava faminta e resolveu parar para comer, e foi aí que Mike reclamou ainda mais. Ela o obrigou a comer também, pois eles ainda tinham que comprar o que ela queria. Mike suspirou quando ouviu o celular de Felicity tocar mais uma vez. Ele não sabia como convencer ela a atender seu “chefe”. Os dois saíam da praça de alimentação quando ouviram uma voz.

Felicity. – Ela olhou para trás encontrando Laurel.

Barry deixou que saísse sozinha? – Arqueou as sobrancelhas.

Claro que não. – Revirou os olhos. – Ele está estacionando o carro. Disse que precisava ir ao toalete e que o esperaria perto da praça de alimentação. – Elas estavam no shopping, Mike estava com Felicity, fazendo seu trabalho de protegê-la. – Só o Mike está com você hoje?

É. Eu... – Se interrompeu. – Estava pensando em um presente para o Oliver, então vim ao shopping.

Oh, o aniversário dele está chegando.

É. A mãe dele vai fazer um almoço na casa dela, depois de amanhã.

Ah, sim, me lembro de vocês falarem sobre isso. – Felicity assentiu. – Então, o que vai dar para ele?

Bom, como eu sei que ele coleciona relógios, pensei em dar algum que ele não tem.

Oliver e essa mania.

Bom, ele gosta. – Deu de ombros. – Eu já até pesquisei qual vou dar.

Ele vai adorar. – Sorriu. – Então, eu estava pensando em fazer uma festa do pijama para as crianças, eu ainda não sei o dia, mas... Barry concordou em ser no nosso apartamento.

Você é corajosa. Quantas crianças?

São só seis. Não. Oito, contando com as gêmeas. Posso contar com elas, né?

Com certeza. Elas vão adorar. É só dizer o dia. – Ela assentiu. – Oi, Bar. – Sorriu, e o abraçou quando ele chegou até elas.

Olá. Lis. – Ele pegou na mão da noiva.

Não sairia tão certo, se tivéssemos marcado. – Ela riu.

Você está só com o Mike? – O segurança olhou para Felicity.

É. Eu precisava que só ele estivesse comigo.

Até parece que não confiam em mim. – A voz dele se fez presente.

Ah, não. Com certeza confiamos em você. – Laurel diz, tendo o noivo de apoio. – Só acho estranho porque Oliver... Oliver não deixaria.

Ele não sabe. – O casal olha para Felicity surpresos. – Ele poderia suspeitar. Por isso eu vim só com Mike.

Pior coisa que você fez. Ele vai ficar ainda mais desconfiado. Além de preocupado.

Eu logo vou estar em casa. Vai dar tudo certo. – O casal se olhou, preocupados. Felicity fingiu não ver. – Então, o que vieram fazer aqui? – Decide mudar de assunto.

Viemos comprar algumas coisas para a sua afilhada.

O berço você já deu, que a propósito... Eu amei. – Felicity sorriu. – É lindo. Obrigada.

Ora, eu dei o da Kitty, tinha que dar para a Natty também. – Laurel quem sorriu dessa vez. – Eu sou a madrinha das duas filhas do Barry, nem dá para acreditar.

Você é minha melhor amiga, claro que seria você.

A Cait também é sua melhor amiga. – Barry concordou.

É, ela também é minha melhor amiga. Ela disse que se no próximo ela não for a madrinha, ela vai me matar. – Eles riram. – Bom, eu não sei se tenho mais medo dela ou da minha noiva.

Como assim?

Eu tenho explodido por causa de qualquer coisa, Lis. Estou chorando por causa de nada... – Felicity riu.

Você está grávida, dá para relevar. – Barry beijou a bochecha da noiva.

Ela está tentando se controlar. Principalmente depois de ter assustado Lyon.

Não quero que aquilo aconteça novamente.

Ele é um garotinho inteligente, vai saber lidar com a mamãe cheia de hormônios.

Acredita que eu falei isso para um garotinho de seis anos? – Elas riram. – Eu não sabia como explicar.

É normal, Bar. Normalmente quem faz isso é a mãe.

E eu estava nervosa demais para fazer isso. E arrependida.

Bom, eu vou comprar o relógio logo, antes que o Oliver... – O celular tocou. – Me ligue preocupado. – Ela completou. – Droga.

Eu acho que deveria atender, senhora. – Eles olham para Mike.

Já disse, Mike. É só “Felicity”. – Ele assentiu, cruzando os braços, um pouco envergonhado. Barry e Laurel reprimiram uma risada.

Concordo com ele. – Barry resolve voltar ao assunto anterior.

Não dá. Ele vai desconfiar. E eu não quero mentir.

O que está tramando?

Ela está comprando o presente de aniversário do Ollie, Bar.

Oh. Agora eu entendi. Então é melhor você fazer isso logo. – Ela assentiu, beijou o rosto do casal e saiu.

**--** **--**

Você precisa se acalmar, cara.

Ela não me atende. – Bufou, se jogando no sofá.

Ela está bem, Ollie. Ela deve estar na aula de tiros.

Já era para ela ter voltado á... – Olhou no relógio. – Seis horas atrás.

Então ela foi comer alguma coisa fora, ou...

Tommy, ela está sumida a mais de seis horas e não atende a porra do celular. – O cortou. – E para piorar meu humor, ela saiu só com Mike.

Okay. Não fique colocando caraminholas na sua cabeça.

Eu só... – Suspirou. – Por que ela sairia só com ele? Por que?

Ollie, não faça isso, cara.

Eu nem sei por que eu estou com tanta raiva.

Por que você está sentindo uma coisinha que muitas pessoas sentem, em especial, os homens: Ciúmes. Ela saiu, não te avisou, não atende suas ligações... E isso te deixa possesso.

Eu não entendo. Por que ela não poderia sair com os outros também? Por que só com Mike? – Passou as mãos nos cabelos, irritado. – E por que não me atende?

Talvez ela precisasse fazer alguma coisa que só ele conseguiria resolver. — Oliver arqueou as sobrancelhas.

Que ótimo, Tommy. Agora você me ajudou, viu, infeliz.

O que eu quero dizer, é que... Você tem que confiar nela, Ollie.

Eu confio.

Nesse momento você não está confiando. Você está achando que ela está traindo você, e sinceramente, isso me faz querer quebrar sua cara. — Oliver não respondeu. — Você é meu melhor amigo, mas ela é minha irmã, Oliver.

Eu sei disso. E eu sei que ela não me trairia, mas... – Se interrompeu. – Por que ela não atende a porra do celular? – Rosnou. – É só isso que eu preciso, ouvir a voz dela. Já são 18h, e ela ainda não chegou em casa.

Ela deve estar quase chegando em casa. Fique calmo.

Eu vou precisar de algo para me acalmar. – Se levantou.

Não vai beber, isso só vai piorar quando ela chegar. — Oliver olhou para a garrafa de vinho aberta em cima da mesa de centro. Só tinha metade do vinho.

Acho que é tarde demais para me pedir isso.

Porra, Oliver. — Oliver afasta o celular da orelha ao ouvir o amigo gritar. — Quantos anos você tem, cara? Que merda. Não termine de beber esse vinho.

Como sabe que é vinho?

Pelo simples fato de que você tem uma adega cheia deles. — Tommy revirou os olhos. — Vai tomar um banho e esfriar essa cabeça. E nada de beber vinho.

Tá. – Bufou, soltando a garrafa de volta para a mesa de centro. – Boa noite.

Boa noite. – Oliver ia desligar, mas o amigo o interrompeu. – Ah, e quando ela chegar, me avisa. Também fiquei preocupado. – Oliver assentiu e desligou o celular. Se jogou de volta no sofá. Não estava com cabeça para tomar outro banho, ele só queria que sua namorada chegasse logo.

**--** **--**

Onde você estava? – Ele praticamente gritou quando a vê passar pela porta. – Eu estou esperando por você á horas, e você não atende a porra do celular. – Felicity arqueou as sobrancelhas, estranhando seu namorado ser tão grosso.

Eu estava com o Mike, Oliver.

E fazendo o que, até essa hora? – Praticamente rosnou, depois de olhar no relógio novamente, que marcava 20 para as 20h. Mike, nervoso, olhou para Felicity e ela fez o mesmo.

Oliver... – Ela ficou sem saber o que dizer, de tão surpresa que havia ficado.

Eu não entendo por que só ele. O que vocês estavam fazendo sozinhos até a uma hora dessa? – Felicity o olhou decepcionada.

Mike, obrigada por hoje. – Lhe sorriu.

De nada. Com licença. – Saiu, deixando o casal sozinho.

Não acredito no que acabei de ouvi. – Ela cruzou os braços, chateada. Ele se arrependeu no momento em que viu o olhar magoado dela.

Não foi isso que eu quis dizer.

Não? Então eu entendi errado?

Felicity... – Ele tentou, mas ela o interrompeu.

Oliver, você está desconfiando de mim?

Não. Eu só achei estranho que você saiu e não me disse. E porque só o Mike?

Não acredito que está com ciúmes do Mike.

Eu não estou.

Ah, não? – Sua risada saiu anasalada. – Então o que foi isso agora a pouco? – Oliver suspirou, ele tinha passado dos limites, sabia. E Tommy tinha mandado ele não beber mais.

Amor... – Ele não desviou os olhos dos verdes e magoados dela, ao contrário dela, que desviou os olhos para a garrafa que estava em cima da mesa de centro. Ela fechou a mão livre em punho.

Você bebeu? – A voz dela ficou exaltada, olhando-o ainda mais irritada. Oliver fechou os olhos, se recriminando por ter bebido o maldito vinho.

Um pouco.

Um pouco o caramba. – Gritou. – A garrafa está vazia. – Oliver passou as mãos nos cabelos. – Você bebeu toda uma garrafa de vinho.

Eu estava preocupado. Ficando louco, aqui. E você não atendia o celular.

Além de achar que eu e Mike... – Ela não conseguiu terminar a frase, de tão magoada que estava. – E você acha que se embebedar iria ajudar em alguma coisa? – Ela volta a gritar.

Meu amor...

Você é um idiota. – O cortou mais uma vez. – Eu pedi só para o Mike me acompanhar porque eu queria te fazer uma surpresa. – Jogou um pacote no peito dele. – Mas agora percebo que foi um erro. – Ela correu pelas escadas até chegar ao quarto que dividia com o namorado. Oliver abriu o pacote médio, se surpreendendo. Dentro da caixinha, tinha um relógio “invicta”. Ele era colecionador, adorava relógios, e aquele ele ainda não tinha. Se sentiu um idiota, e por isso correu para as escadas.

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Felicity... – Ela o olhou quando ele parou na porta do quarto. – Amor...

Não me chame de amor. – Rosnou. – Você é um imbecil. – Jogou o travesseiro dele em sua direção. – Pode dormir no sofá. – Gritou, batendo a porta na cara do namorado. Oliver suspirou, pegando o travesseiro. Ele tinha pisado na bola e agora seria complicado conseguir o perdão dela. Mas não desistiria.

**--** **--**

Felicity se levantou. Sentia seu corpo doer. Ela tinha passado boa parte da noite chorando. Ela até tentou ligar para Caitlin, mas a amiga não atendeu. Passou as mãos nos cabelos e olhou para o lado. Ela sentia saudades do namorado, mas ele a magoou demais. Como ele pôde pensar que eu e Mike..., Ela pensou. Ela não conseguia compreender. Nunca tinha feito nada que pudesse fazer o namorado desconfiar. Sim, ela mentiu sobre o aborto, escondeu sobre as aulas de tiro, mas ela nunca, nunca trairia ele. E ele pensar isso dela, doía na alma. Felicity passou as mãos no rosto e andou vagarosamente até o banheiro. Ela ainda estava com tanta raiva... Não conseguia segurar a raiva que ainda irradiava dentro dela, ela não conseguiria olhar na cara dele. Não sairia daquele quarto naquele dia, mesmo que morresse de fome. Terminou de tomar banho, tampou seu corpo com uma toalha roxa, e caminhou para o quarto. Ela iria vestir roupa, mas então viu a cama desarrumada, e por algum motivo, ela decidiu arruma-la antes de se vestir. Assim que terminou, começou a colocar os ursos que havia ganhado... dele. Não conseguiu olhar para aqueles ursinhos de pelúcia, sem se lembrar do que o namorado fez. Olhou para a aporta quando ouviu o barulho da fechadura. Ela sabia que era Oliver. E então ela sentiu a raiva crescer. Fechou as mãos em punhos, e logo em seguida, ele entrou. Eles se olharam por incontáveis minutos, antes de Oliver se pronunciar.

Eu sei que está magoada. E eu sei que é culpa minha... – Felicity balançou a cabeça. – Amor...

Magoada? – Ela o cortou. – Eu estou furiosa. – Rosnou. Ele percebeu que ela não tinha se acalmado, mesmo depois de dormirem separados. – Como você pôde, Oliver? – Gritou, pegando um dos vários ursos que estavam na cama de casal e jogou no namorado. – Vai embora daqui. – Voltou a gritar, jogando outro urso. Oliver pegou o segundo depois que ele bateu em seu rosto.

Vamos conversar.

Eu não quero conversar. – Gritou mais uma vez, jogando mais um urso, seguido de mais um. – Estou com raiva e querendo te bater.

Por que você está gritando comigo? – Passou as mãos pelos cabelos.

Eu vou gritar o quanto eu quiser. – Jogou mais um urso, seguido de mais dois, enquanto voltava a se pronunciar. – Você desconfia de mim, e ainda tem a cara de pau de perguntar: Por que você está gritando comigo?

Tudo bem. – Ele diz, quando o último urso, o maior deles, é jogado no peito dele. – Pode gritar... – Oliver se sentou na cama, ficando de frente para a namorada, que estava a dois passos dele. – Eu sei que te magoei, e é por isso que eu vou deixar você falar tudo que quiser... Porque eu amo você demais para deixar que... Algo estupido que eu fiz, tire você de mim. – Os olhos dela lacrimejaram, e ela odiou isso.

Eu vou fingir que não ouvi esse comentário “fofo”. – Se virou de costas, e Oliver não pôde deixar de olhar para a bunda dela, ela estava com uma toalha minúscula, na opinião dele.

O que você quer que eu faça? – Perguntou com a voz baixa, ainda olhando para a bunda dela.

Levanta daí e grita também. – Felicity grita, se virando para ele, gesticulando intensamente, prestes a voar no pescoço do namorado. Oliver suspirou e se levantou lentamente.

Felicity, eu não vou brigar. Eu sei que disse... – Se interrompeu. – Que te magoei com o que eu disse. – Preferiu não dizer com “todas” as letras. – Eu fui um idiota. Não devia ter desconfiado de você. Foi... Burrice.

Só o que disse? – Ele ouviu a voz dela.

Eu não devia ter bebido todo aquele vinho. Me desculpe, meu amor. – ela não respondeu. – Eu... Felicity, eu não queria ter dito aquelas coisas, eu só... Estava um pouco alterado, e irritado, e preocupado. E você não chegava... – Ela mordeu o lábio.

Eu nunca, nunca desconfiei de você. Mesmo sabendo que... Você era um galinha. – Ele arqueou as sobrancelhas. – Porque eu ouvia alguns comentários, Oliver, e mesmo assim, eu confiei em você. Confiei em você quando me entreguei totalmente. Eu sabia das suas “escapadas”, e eu compreendi que você fazia aquilo, porque estava sofrendo... Porque depois da Sarah... – Ela decidiu não terminar a frase. – Eu nunca questionei você sobre as outras, Oliver. Nunca. Nunca desconfiei de você, nem por um segundo.

Me desculpe.

Vai ter que fazer mais do que isso. – Ele passou as mãos nos cabelos. – Você desconfiou de mim, e do Mike. Do Mike, Oliver. – Ela balança a cabeça. – Ele arrisca a própria vida por mim, todos os dias.

Eu sei. – Sussurrou. Estava arrependido.

Eu nunca pensei que você pudesse desconfiar de mim. – Os olhos dela lacrimejaram. – E isso me faz perguntar se... – Soluçou. – Se você confia em mim de verdade. Se me ama de verdade.

Amor, eu te amo. – Se aproximou. – E eu confio em você. Me perdoa, Felicity. Eu fui irracional. – Colocou ambas as mãos no rosto dela. – Por favor, eu faço o que quiser, para fazer você me perdoar, meu amor. O que quiser.

Você não devia ter dito o que disse. Mesmo que não tenha dito com todas as letras... Eu soube interpretar muito bem. E Mike também.

Eu sei. – Voltou a sussurrar. – Eu sei, amor.

Foi humilhante. – Sussurrou. E ele sentiu seu peito apertar ao vê-la daquele jeito.

Desculpa. Eu nunca quis humilhar você. Eu nunca quis... – Suspirou, decepcionado consigo mesmo. Ele tinha sido um idiota com “I” maiúsculo. Ele viu nos olhos dela, a mágoa, mas também a dor de ver o homem que ela ama, desconfiar dela. – Eu não devia ter feito aquela cena. Eu estava irritado, e preocupado. Você não atendia o celular e eu...

Eu sabia que se atendesse, eu não conseguiria mentir.

Me desculpa. – Repete mais uma vez naquele dia. – Você estava querendo me dar um presente de aniversário, e eu... Obrigado pelo relógio, eu amei. – Ela não sorriu, e ele se sentiu mal, ele adorava o sorriso dela. – Eu vou me desculpar com Mike também. – E isso a fez se interessar mais pelo que ele estava dizendo. Não que ela estivesse ignorando antes, mas ela ficou mais “interessada” quando chegou “naquele assunto”. Porque, para ela, definitivamente, Mike também merecia um pedido de desculpas. – Eu prometo. Eu vou pedir desculpas, e nunca mais vou desconfiar de vocês. Nunca mais. Okay? – Ela apenas assentiu, pois sentiu um nó na garganta. – Me desculpa, amor. – Repetiu mais uma vez ao perceber que ela chorava. – Eu não quero ficar brigado com você. Eu odeio ficar sem falar com você, ou sem tocar em você. – Beijou o rosto dela. – Eu te amo, Lis. Muito.

Eu também te amo. – Sussurrou, e ele sorriu.

Eu sei. E sei que por isso que ficou tão magoada com o que eu disse. E por isso você me fez dormir no quarto de hóspedes.

Era pra ser no sofá. – Ela retrucou, mordendo a parte interna da bochecha. Oliver quase riu. Quase. Sabia que ela ficaria chateada se risse.

Nunca mais vamos dormir em quartos separados, okay? – Ela olhou nos olhos azuis. – Se tivermos algum problema, vamos resolver no mesmo dia. Combinado?

Combinado. – Ela passou os braços pelo tronco dele. – Eu não gosto de dormir sem ter você do meu lado.

Então somos dois, amor. – Ele a beijou, calmo, e Felicity o correspondeu no mesmo “ritmo”. Ele apertou uma das mãos na cintura fina, descendo a outra mão para as coxas fartas, subindo por baixo da toalha. Ele sentiu ela estremecer, pelo contado da mão fria com a pele morna, por causa do banho recém tomado. – Eu te amo. – Disse descendo os beijos para o pescoço. Felicity subiu ambas as mãos, uma tocando o braço forte e a outra, afundando nos cabelos loiros. – Eu te amo. – Repetiu. Felicity arfou quando sentiu um dos dedos dele tocar seu clitóris. – Amo de mais. – Ele mordiscou o colo, e quando percebeu que não poderia mais descer seus lábios, retirou a toalha do corpo dela lentamente, com a mão livre. – Você é tão linda. – Olhou no rosto dela.

Oliver... – Ela foi interrompida.

Eu amo você. É tudo que você tem que saber. – As mãos dele estavam de volta na cintura dela. – Você acredita em mim?

Acredito. – Sussurra, sem tirar seus olhos verdes dos olhos azuis dele.

E confia em mim?

Confio. – Sussurra mais uma vez.

E eu confio em você. – Beijou os lábios, lentamente. – Prometo. – Ele toma os lábios dela em mais um beijo, como o primeiro, calmo. Felicity suspira entre o beijo. Oliver caminha com ela até a cama, deitando-a lentamente, sem deixar de beijá-la. Oliver se afasta apenas para retirar a camisa e a bermuda que usava, voltando a beijá-la. Felicity afundou uma das mãos nos cabelos do namorado, arfando logo em seguida, ao sentiu os lábios de seu marido descerem para um dos seus seios, sugando e mordiscando. Oliver apertou a coxa esquerda, e então, começou a subir lentamente, arranhando de leve a parte inferior da coxa dela, fazendo com que Felicity sentisse um arrepio bom, ele só parou quando alcançou o sexo dela. Felicity gemeu quando ele pressionou o seu ponto mais sensível. Sakura o abraçou com o braço livre, apertando as unhas nas costas dele, puxando-o mais de encontro ao corpo dela. Oliver mordeu o lábio inferior da namorada, antes de puxá-la para um novo beijo. Mais possessivo, mas não menos calmo.

Oliver... – Ela gemeu entre o beijo, e Oliver sorriu.

Eu te amo. – Ele voltou a repetir. Felicity quase brigou com o namorado quando ele tirou o dedo de seu sexo, mas foi interrompida pelo seu próprio gemido alto quando o sentiu entrar de uma vez, fundo. Oliver gemeu junto dela, rouco e baixo. Ela puxou os cabelos dele, abraçando a cintura dele com as pernas, sem parar de corresponder ao beijo urgente do namorado. Oliver usou uma das mãos para apertar uma das pernas dela com força, enquanto aumentava o ritmo dos movimentos. Oliver sentiu a esposa estremecer, e as paredes internas dela apertaram seu membro. Ele rosnou um gemido, antes de derramar todo seu prazer dentro dela.

**--**

Feliz aniversário, Ollie. – Tommy o abraça.

Obrigado.

Pelo menos no seu aniversário você chegou cedo. – Barry apareceu, fazendo o comentário que fez Tommy rir.

Eu vou fingir que não ouvi você. – Bufou.

Tio Ollie. – Oliver sorriu e pegou a pequena do colo de Barry.

Oi, pequena. Você está linda. – Beijou a bochecha de Kitty. – Oi, Cait, Laurel.

Feliz aniversário, Oliver. / Feliz aniversário, Ollie. – Elas dizem juntas.

“Palaben”. – Ela bateu palmas, fazendo os adultos sorrirem.

Cadê o Lyon? – Laurel perguntou.

Ele me abraçou e correu para a sala onde Felicity está. – Ela assentiu. – Vamos para a sala, o almoço vai ser servido logo.

Ah, você não me disse como foi a conversa com a Felicity. – Oliver estremeceu, e os amigos, percebendo, arquearam as sobrancelhas. – O que foi?

Bom... Lembra quando você disse para eu não terminar de beber do vinho?

Porra, Oliver. – Tommy levou um combo de socos vindo de Cait e Laurel. A sorte era que Kitty estava concentrada no colar do padrinho. – Foi mal, mas... O que... – Reprimiu o “merda”. – O que você fez?

Eu estava um pouco... Alterado.

O que foi que eu perdi? – Tommy contou para Barry e Laurel.

Ela foi comprar seu presente, seu neandertal. – Laurel diz, fazendo Tommy e Barry segurarem uma risada. – Ela foi uma fofa. O que fez com ela?

Não acho que eu deva contar para você.

Isso quer dizer que ele fez... Merda. – Tommy sussurra a última palavra.

Cara, o que você fez? – Oliver suspirou, e começou a contar.

Não acredito. – Laurel e Cait falam juntas.

Você... – Tommy passou as mãos no rosto. – Você consegue ser tão imbecil as vezes.

Ela deve ter ficado irada. – Barry comentou.

Ela jogou vários ursos de pelúcia na minha cara.

Merecia apanhar. – Laurel o socou. – E muito. E você deveria ter dormido no sofá mesmo, como penitência. – Oliver olhou para Barry que balançou a cabeça como se dissesse: Não responda, deixe-a falar. — Sabe o que eu faria se tivesse no lugar dela? Eu teria dado na sua cara. – Tommy segurou uma risada. – Meu Deus. Que vontade de te bater, Oliver.

Mas você já não está batendo? – Oliver sussurra, não deixando que a amiga o ouça.

Por isso ela me ligou. Eu só vi no dia seguinte, mas ela me ligou depois das 22h. – Cait comentou. – Ela deve ter ficado magoada com você.

Mais que isso. – Suspirou. – Não vai me bater também?

Não. Eu vou deixar a Laurel fazer isso por mim.

Você tem muita sorte de estar com Kitty agora, minha vontade é de te estapear.

Não seja por isso, meu amor. – Barry pegou Kitty que reclamou um pouco.

De que lado você está? – Oliver levou dois tapas no braço, e sinceramente, ele sentiu arder. – Laurel.

Você merece isso e muito mais. – Bateu mais quatro vezes. – Minha vontade é de te bater de chinela, mas eu estou de salto. Essa.é.a.sua.sorte. – A cada palavra, um tapa dolorido no peito. Oliver se afastou dela, e ela cruzou os braços.

Ela já me perdoou.

Isso porque ela te ama, seu imbecil. – Gritou.

“Tia Lari tá bava”. – A garotinha diz, fazendo os pais rirem.

Sim, amor, sua tia está muito brava. – Tommy diz para ela.

“Puque?”

Seu tio fez uma coisa muito feia, Princesa. – A pequena inclinou a cabeça, olhando para Barry. Os outros que estavam na sala, se aproximaram.

O que houve?

Nada, Thea. – Cait resolveu dizer.

Laurel gritou.

Ela tá bava, tia.

E com o que, princesa? – A menina fez um biquinho, gesticulando que não sabia.

O que você fez, Oliver? – Moira pergunta.

Será que podemos não falar sobre isso? – Laurel bufou, revirou os olhos e saiu andando. – Ótimo. Ela está irritada.

Também, pudera, né, Oliver. – Caitlin a seguiu.

Oliver, o que você fez para irritar todas as mulheres? – Roy perguntou.

Vamos almoçar? – Ele olhou para a mãe.

Claro, querido. – Se virou para a sala de jantar.

Me devolve ela. Kitty é minha segurança.

Minha filha não é segurança de ninguém. – Barry rebateu.

Eu estou ficando curiosa.

Eu já estou, meu amor. – Roy diz. – Você fez alguma coisa bem ruim. E posso apostar que... Foi com a loirinha.

O que... – Oliver se interrompeu, surpreso.

Ora, eu acertei? – Ele riu. – Nossa, vou pra Vegas, pra ver se ganho uma grana. – Os outros riram, até mesmo os adultos.

Dinda. – A garotinha atrapalhou qualquer outra conversa, quando viu a madrinha.

Oi, meu amorzinho. – A pegou do colo do namorado. – Você está parecendo uma princesa.

“Dinda tamém”. – Felicity sorriu.

Não mais que você. – Beijou a bochecha dela duas vezes.

“Dinda, tia Lari tá bava”. – Ninguém comentou nada.

Ah, é? – A menina assentiu. – Por que? – E o mesmo gesto que ela fez para a tia Thea, ela fez para a madrinha.

É o que eu e Roy também queremos saber. – O namorado assentiu.

Hummm. – Felicity não disse mais nada, imaginando o que poderia ser, ao olhar para a cara do namorado. – Então, Moira chamou para irmos almoçar. – Se virou com a menina nos braços e caminhou para onde a sogra tinha pedido.

**--** **--**

Laurel. – Ela olhou e viu o amigo. – Você vai me bater mais um pouco ou podemos conversar? – Ela desviou os olhos, e ele soube que podia se aproximar. – Okay. Você ficou irritada, e eu realmente entendo, mas...

Oliver... – Ela o interrompeu, fechando os olhos. – Você desconfiou dela. E eu não sei como... Ela te perdoou. Eu teria dado na sua cara. – Respirou fundo. – Um pouco antes de eu e Tommy nos separarmos, nós tivemos uma discussão parecida, a diferença foi que eu estava no seu lugar. E eu errei e muito ao acusar o Tommy, mas nós... Nós estávamos em uma situação muito complicada... – Ela olhou para ele. – A Cait disse para mim que a Felicity só esteve com você. Depois de tudo o que houve com ela... Ela esteve só com você. E você desconfiou da mulher que te ama.

Eu estava um pouco bêbado.

Mais um motivo para ela te bater. – Revirou os olhos. – Ela te perdoou, Oliver. Você não vê que quase destruiu algo... Algo maravilhoso? Você sempre esteve naquela... Sombra obscura. Você sofreu tanto com a morte da minha irmã, que achou que pudesse esconder sua dor debaixo de um rabo de saia. E percebeu, que isso não estava adiantando. Você encontrou alguém especial. E ia jogar tudo para o inferno, por pura estupidez.

Eu entendi, Laurel.

Eu me irritei porque Felicity já passou por coisas demais para você acusa-la... – Olhou para os lados. – De estar te traindo. – Sussurrou. – Oliver, ela não sofreu o suficiente?

Não era bem isso que eu queria ter dito, eu só estava irritado demais. Preocupado demais... Bebi mais do que devia. Eu nunca quis magoá-la. Acusa-la do que eu acusei. E foi por isso que eu deixei ela jogar todos os ursos na minha cara. Por isso eu deixei que ela gritasse. – Laurel suspirou. – Eu fui um imbecil.

É. você foi. Agora que percebeu isso, eu espero que não faça isso nunca mais na sua vida.

Eu não vou. – Balançou a cabeça. – Eu me arrependi no momento em que eu percebi o que eu tinha falado.

Vai ter que fazer mais do que pedir desculpas, depois do que fez.

Eu vou recompensa-la por isso pelo resto da minha vida, Laurel. – Ela assentiu. – Você pareceu estar defendendo Sarah. – Sorriu.

Acho que... Eu não sei, mas eu vejo Felicity como uma irmã. Eu perdi Sarah, mas... É como se tivessem me mandado uma “nova” irmã. A gente se deu bem desde o começo. – Sorriu, olhando-o. – E ela tem algumas coisas que eu vejo... Eu vejo a Sarah nela, algumas vezes. Me acha louca?

A primeira coisa que me assustou quando eu vi Felicity... Sabe, pela primeira vez... Foi o jeito de ela gesticular, como Sarah fazia. Mas, eu não vejo Sarah nela, como nas primeiras vezes que eu a vi.

Isso porque você ama a Felicity. E por mais que não tenha esquecido da minha irmã... Você não sente mais o que sentia por ela.

Não. Eu não sinto. E isso já faz um tempo. Antes mesmo de eu e Felicity começarmos a namorar.

Você conseguiu novamente, Ollie. Conseguiu se apaixonar de novo, não desperdice essa “segunda chance” que você está tendo. – Oliver apenas assentiu.

**--** **--**

Você foi falar com a Laurel? – Perguntou quando o namorado se sentou ao seu lado. Eles observavam as crianças brincarem no jardim. Estavam sentados em um banco de madeira clara.

Fui. Eu percebei que precisava. – Ela assentiu. – Eu sei que... Nós conversamos, mas eu quero saber se você ainda está com raiva de mim.

Não. – O olhou. – Mas eu ainda não esqueci, Oliver.

Eu sei.

Eu perdoei você. De verdade, Oliver, mas... – Suspirou. – Você vai ter que fazer muito mais do que pedir perdão. – Ele assentiu.

Eu sei que já disse, mas eu nunca mais vou desconfiar de você. Eu falei o que não devia, e quase perdi você pra sempre. Eu não consigo viver sem você. – Ela inclinou a cabeça, sorrindo fraco. – Eu vou me lembrar do que eu fiz pelo resto da vida.

É bom que se lembre.

Eu vou recompensar você pelo que eu disse. Prometo. – Ela assentiu. – Eu te amo.

Eu também te amo. – Ele beijou os lábios dela, lentamente.

Você mudou minha vida, sabe disso, né? – Oliver colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha dela. – Eu agradeço todos os dias por ter você na minha vida. – Oliver beijou a bochecha dela, trazendo-a para seu colo. Felicity o abraçou, escondendo o rosto na curva do pescoço dele. Oliver passou as mãos nas costas dela levemente, sabia que ela ainda estava magoada, mesmo depois deles terem tido se “reconciliado”. Depois de “amar” ela, eles ficaram estranhos um com o outro, mais por Felicity estar pensativa, parecendo ignora-lo. Mas ela só queria pensar, ele sabia disso. E abraçando-a, ele novamente prometeu a si mesmo que nunca mais a magoaria.

**--**

Felicity desligou o fogo do arroz quando verificou que estava pronto. Ela esperava por Oliver, que estava no trabalho. Naquele dia, seria apenas ela e o namorado no apartamento, e por mais que eles ainda não estivessem voltando a se relacionar como antes, ela estava com saudades dos momentos deles sozinhos. Suas filhas estavam em uma festa do pijama no apartamento de Laurel e Barry. Sorriu, se lembrando da animação das filhas. Lyon tinham convidado alguns amiguinhos da escola, e os pais dele foram buscar as gêmeas mais cedo. Felicity se lembrou de como até mesmo Laurel estava animada. Achava que a amiga precisava de uma gravidez calma, mas seria animador para ela ter oito crianças com ela e Barry. Seria bom para ela. Ela ficava no apartamento a maior parte do dia, todos os dias da semana, deveria ser frustrante. Eu mesma, preciso de distrações, Felicity pensou. Ela e Oliver estavam sem ter um momento íntimo a uma semana, desde o dia seguinte da “reconciliação”. E ela sentia saudades. Ela o perdoou, de verdade, mas não é por isso que ela tinha se esquecido do que ele disse. Não é por isso, que a mágoa foi embora. Felicity estava se sentindo mais leve desde o dia anterior, não sentia aquela vontade de chorar, que sentia nos primeiros dias. Ela amava Oliver, e estava disposta a esquecer tudo o que aconteceu. Ela pegou uma frigideira, colocando no fogão, ligando a chama. Ela esperava que o namorado não demorasse, o almoço estava quase pronto. Olhou para a mesa que já estava com os pratos e as taças. Se voltou para a frigideira e despejou uma xícara cheia de caldo de galinha em uma frigideira, dissolvendo as pelotinhas em seguida. Temperou com sal e pimenta, não deixando que o gosto da pimenta se sobressaísse muito. Pegou a xícara que continha o suco de limão, despejando na frigideira, mexendo-o. Ela ouviu o barulho do elevador, mas não parou o que estava fazendo. Adicionou o frango cozido em uma outra frigideira, e pegando um prato pequeno que continha fatias de limão, cobriu o frango. Ela sabia que Oliver estava atrás dela. Felicity ouviu passos e soube que ele se aproximava.

Oi, meu amor. – Sussurrou em seu ouvido fazendo-a sorrir.

Você chegou mais cedo, hoje.

Cadê nossas filhas? – Disse, passando a beijar seu pescoço. Felicity se virou nos braços dele.

Estão com Laurel. Festa do pijama. – Oliver a olhou, surpreso.

Sério? Coitada dela e do Barry. – Felicity riu.

Estava pensando em fazer aqui da próxima vez.

É? – Ele ouviu ela murmurar um uhum. – Você quem sabe. – Ele trouxe o corpo dela para mais junto do dele. – Que cheiro bom.

Eu estou quase terminando o almoço. – Ela o viu balançar a cabeça lentamente.

Ah, claro, o almoço... – Ele comentou, dando a entender que só tinha sentido o cheiro naquele momento. – Está realmente delicioso, mas eu estava me referindo a alguém em especial. – Diz, afundando o rosto na curva do pescoço da namorada, distribuindo beijos naquela região.

É? – Ele não respondeu, apenas assentiu. – Cuidado, eu posso me sentir tentada a desistir do nosso almoço e atirar nossas roupas para longe a qualquer momento. – Ele a olhou com um sorriso malicioso.

Eu não iria reclamar. – Ela sentiu uma das mãos nas coxas. – Na verdade, era isso mesmo que eu estava pensando quando a vi de costas para mim, com esse short curto. – Felicity gemeu quando ele apertou a bunda dela, e ele sorriu. – Tão linda, tão cheirosa, tão gostosa. – Felicity apertou os braços fortes, sentindo os beijos do namorado descerem para seu colo.

Então você está afim de pular o almoço?

Com certeza. – Sussurrou no ouvido dela. Felicity afundou uma das mãos nos cabelos loiros do namorado, enquanto que a mão livre dele ainda apertava a bunda dela. Oliver tomou os lábios dela em um beijo selvagem e ela gemeu dentro da boca dele. A mão que estava na cintura, subiu lentamente até um dos seios, apertando-o, sem deixar de beijá-la nem por um instante. – Você quer almoçar?

Oliver... Se você parar agora, vou te bater. – Ele quase riu, quase. Felicity abraçou a cintura do namorado com as pernas, quando foi levantada.

Vamos para a sala.

No sofá? – Pergunta quando ele se senta com ela por cima.

Por que, não? – Sorriu malicioso. E antes que ela pudesse responder, voltou a beija-la. Felicity puxou os cabelos dele, mas ele não se incomodou. As mãos dele subiram por baixo da blusa que a namorada usava, sentindo a textura de sua pele. Ele a ouviu arfar quando sua mão apertou um dos seios. Ele apertou sua cintura e ela se moveu no colo dele, levantando-se e se ajoelhando no sofá, com uma perna de cada lado de sua cintura. Felicity se afastou e retirou a camisa do namorado, ele fez o mesmo em seguida, jogando-a em algum lugar da sala. Enquanto as mãos dela tocavam o peito dele, as dele tocavam a cintura e um dos seios. Felicity se pressionou contra o membro de Oliver, fazendo-o gemer em sua boca. Quando a boca dele desceu para o seio que estava livre de sua mão, ela apertou firme e forte os cabelos loiros dele. A outra mão dela desceu até chegar entre os dois. – Felicity. – Ele diz quando sente ela abrir o zíper de sua calça, colocando a mão em seu membro, fazendo os movimentos. Ele beijava e mordia o pescoço da namorada, enquanto gemidos baixos e roucos saiam de sua boca. Ela sorriu e se afastou. Oliver a olhou confuso. Ela se ajoelhou à frente do namorado e ele soube o que ela faria. – Oh, você não vai fazer isso?! – E ela fez. Sua língua passou por toda a extensão do membro dele, lentamente, olhando nos olhos azuis, antes de colocá-lo todo na boca. Oliver gemeu, enquanto segurava com uma das mãos, os cabelos loiros. Oliver não tirava os olhos dela. Ela fazendo os movimentos de vai e vem, abaixada entre suas pernas e com os cabelos um pouco bagunçados, estavam deixando-o louco. Ela aumentou os movimentos e Oliver jogou a cabeça para trás, soltando um gemido um pouco mais alto, enquanto fechava os olhos. Ela alternava os ritmos, lambia e bombeava com uma das mãos. Oliver percebeu que se ela não parasse, gozaria, por isso ele a puxou para cima de si novamente. Ela o olhou confusa.

O que... – Ele não a deixou terminar, e a beijou. Jogando-a no sofá, subindo por cima, sem colocar todo seu peso. – Oliver. – Gemeu quando sentiu um dos dedos tocar seu sexo por cima do short.

Eu vou retribuir o que fez. – Sussurrou, beijando o pescoço da namorada em seguida. Oliver puxou o short com a calcinha para fora do corpo da namorada, jogando em qualquer canto da sala. Fazendo uma trilha de beijos começando pelo pescoço, descendo lentamente até a barriga lisa, ele ouviu o suspiro e o arfar da namorada. Ela gemeu mais uma vez quando Oliver afundou dois dedos para dentro dela.

Oliver. – Gemeu alto.

Vem pra mim, amor... – Diz antes de tirar os dedos, e colocando a língua logo em seguida. A ouviu gemer mais alto. Oliver segurou as coxas com uma certa força, mas Felicity não se incomodou, e então o sentiu chupa-la.

Oli... ver. – Gemeu, dessa vez mais baixo. Segurou com força os cabelos do namorado, sentindo a língua adentra-la, ao mesmo tempo em que um dos dedos pressionava o clitóris, fazendo movimentos circulares. – Oliver. – Ele a sentiu estremecer e chupou todo o gozo dela. A respiração de ambos estava irregular. – Isso foi bom.

Muito bom. – Ele diz sorrindo, voltando a ficar por cima dela. – Te amo. – Beijou uma das bochechas. – Te amo. – Beijou o outro lado. – Eu te amo.

Eu também te amo. – E ele tomou os lábios dela mais uma vez. Felicity sentiu seu gosto, mas não se incomodou, continuou sugando a língua do namorado. Oliver mordeu o lábio interno de Felicity, apertando as pernas dela com força. Felicity gemeu alto quando Oliver entrou nela de uma vez, deixando de beija-lo, abraçando as pernas na cintura dele, fazendo com que os movimentos dele fossem mais fundo. Oliver gemeu no ouvido dela, ao mesmo tempo em que ela gemia no ouvido dele. – Oliver. – Gemeu quando Oliver aumentou os movimentos.

Amor... – Gemeu. Ele sentiu as paredes internas dela apertarem seu membro, e então moveu-se mais fundo. – Felicity. – Gemeu em um rosnado. Ela estremeceu, e ambos gozaram, juntos. Oliver se jogou do lado dela no sofá, e se remexendo, Felicity colocou metade de seu corpo por cima do dele, sentindo um dos braços dele rodar sua cintura, fazendo carícias de leve.

**--**

Felicity parou em frente ao espelho para colocar os brincos. Estava quase pronta. Ela, Oliver e os amigos decidiram fazer algo diferente naquele dia. Combinaram de se encontrarem no shopping para se divertirem um pouco, as crianças, em especial, adoraram. Eles assistiriam um filme, comeriam e depois andariam um pouco pelo shopping enquanto as crianças iriam brincar nos brinquedos. Naquele momento ela pensava em como convencer o namorado a irem sem os seguranças. Era só até o shopping, ficaria tudo bem, ela pensou. Ela sabia que seria complicado convencer Oliver, mas ela não desistiria. Ouviu passos e então, pelo espelho, ela viu o namorado entrar no quarto.

Você está tão linda..., mas tão linda... Que estou tentado em te jogar naquela cama, e não sair de casa hoje. – Ela riu.

Não mesmo. Eu quero sair. – Se virou para ele. – Você também está um gato. – Ele sorriu. – Mas eu não vou desistir do shopping.

Que pena. – Ela riu novamente. – Vamos indo então? As gêmeas estão esperando na sala. – Felicity tinha arrumado as pequenas antes de ir se vestir.

Tenho uma coisa para te pedir antes.

O que?

Vamos sem os seguranças?

Não. – Ele responde rapidamente, antes mesmo de ela terminar a frase.

Oliver... – Ele balançou a cabeça. – Ficaremos bem, amor. – Se aproximou, abraçando-o pela cintura. – Cooper não faz nada á semanas, nós vamos ao shopping, e voltamos para casa. Em segurança. Vai ficar tudo bem.

Não, Felicity. É perigoso.

Por favor... – Ela grudou mais os corpos. – Por favor, por favor, por mim... – Ele estava quase cedendo, ela sabia. – Só hoje. Eu prometo, nunca mais peço isso pra você. Só hoje, amor. – Oliver bagunçou os cabelos.

Tudo bem. – Ela abriu um sorriso enorme. – O que eu não faço por você?!

Obrigada. – Beijou os lábios dele rapidamente.

Só hoje, lembre-se. – Ela assentiu. – Não acredito que me convenceu dessa loucura.

Vai ser ótimo. – Ela o beijou novamente e se afastou. – Agora vamos. Devem estar nos esperando no shopping.

Vou avisar Mike que ele e os outros estão dispensados por hoje.

**--** **--**

Como você conseguiu fazê-lo aceitar isso? – Caitlin pergunta, curiosa.

Eu pedi, ora. E disse que não pediria outra vez.

Oliver tem um ponto fraco. Você. – Laurel diz. – Eu ainda estou surpresa por estarmos sem os seguranças.

Eu estou amando. – Thea diz animada. – É tão bom ser livre. – Os homens que estavam um pouco atrás, ouviram a frase de Thea.

Essa liberdade termina amanhã. – Ela bufou.

Poxa, Ollie, você acabou com a minha animação. – Os outros riram.

A gente quer ir nos brinquedos. – As gêmeas dizem juntas.

Mas e o filme? – Caitlin pergunta.

Ah, é. – Os adultos sorriram. – O que vamos assistir? – April pergunta.

O que vocês quiserem. – Eles ficaram em silêncio por alguns minutos, pensando.

Os Incríveis. – Os três dizem juntos.

Bom, os incríveis então.

Pelo menos não é algo que vá me fazer dormir. – Tommy comenta, fazendo os amigos rirem. – Cara, fui assistir o tal de... Hotel Transilvânia com Lyon. Eu dormi antes da metade do filme. – E novamente os amigos riram. – Filme ruim do caramba.

Pelo jeito nem ele gostou, porque não pediu para eu assistir com ele. – Barry comenta.

Foi por isso que eu apresentei os filmes da “Márvel” para os três. – Roy diz. – Tenha santa paciência com esses filmes retardados.

Eu gosto de “Os Incríveis”, é uma animação muito legal. E engraçada.

Por isso que eu não vou dormir. – Tommy concorda com a irmã loira.

Kitty não vai estranhar? É a primeira vez dela em um cinema, não é?

É, sim. – Cait respondeu a amiga. – Mas ela adora assistir filmes com Lyon, por isso eu acho que ela vai ficar bem, Lis.

Ela vai adorar. Vai ser uma sensação nova para ela.

Bom, eu e Barry pegamos os ingressos. – Tommy diz, puxando o amigo.

Deixa eu entregar Kitty para o Oliver, antes, animal. – Os outros riram. Tommy o largou, e Barry entregou a filha para o padrinho dela.

Então, quem vai querer pipoca?

Eu acho que todo mundo vai querer pipoca. – Thea diz. – Eu vou com você pegar, amor. Nos esperem na fila de entrada.

Mas a gente nem sabe o horário.

Vai começar em meia hora. – Eles olham para Felicity. – Está escrito lá em cima. – Ela responde aos olhares questionadores, apontando para o telão.

Beleza, a gente já volta.

Thea, é muita pipoca, eu e Cait vamos com você. – Elas seguem o casal.

Vamos para a fila. – Oliver pega na mão da namorada.

Kitty gosta mesmo desse colar, sempre quando ela está com você, ela não olha pra mais nada. – Oliver riu.

O tio Ollie me deu um igual, sabia, tia Lissy?

Sabia. Ele me disse.

É o meu preferido. – O casal sorri.

Mamãe, posso tomar refrigerante? – Amily pergunta.

Bom, isso não acontece sempre, então, sim.

Vou avisar a tia Thea.

Querida, cuidado. – A menina correu até a tia. De onde o casal estava, dava para ver a filha. – Tommy e Barry estão voltando.

Começa em vinte e cinco minutos. – Barry avisa.

Cadê as mulheres? – Felicity, Oliver e Lyon apontam para onde elas estavam. – É melhor eu ir ajudar. – Poucos minutos depois as mulheres voltam com Tommy e Amily com os “combos”.

Vamos entrar? – Thea pergunta, pegando uma pipoca e colocando na boca de Kitty.

Thea, você está doida? Ela pode engasgar.

Fica de boa, é bem pequeno, e não tinha a “semente”. – Cait suspirou aliviada.

Mesmo assim, é melhor não dar. – Thea assentiu.

Vamos entrar. – Tommy chama. – Nós estamos na letra “H”, do número 4 ao 15.

**--** **--**

Vocês vão ficar duas horas aí, e depois vamos embora. – As três crianças assentem.

E a Kitty?

Ela é muito pequena, por isso vai ficar comigo. – Caitlin respondeu para o enteado.

Nós vamos dar uma volta, e já voltamos. – Eles assentem e correm para os brinquedos.

Podemos achar algum lugar para ela ficar, Cait. Eu sei que aqui tem... Só não me lembro onde. – Laurel diz.

Não precisa. Ela está bem onde está. – Olhou para a pequena que estava no colo de Oliver.

Parece que sim. – Laurel sorriu. – Vamos.

E então?

Eles ficarão duas horas lá.

Duas horas? – Tommy pergunta, surpreso. – E nós vamos ficar fazendo o quê por essas duas horas? Sinceramente eu não quero ficar andando por aí.

Você parece um velho, sabia?

Olha, eu odeio ter que dizer isso, mas eu concordo com meu cunhado. – Tommy e Roy bateram as mãos. – Não dá para ficar andando para lá e para cá, nós somos homens, pelo amor, nos livra disso. – As garotas riram. – Sério. Mulheres que gostam de fazer isso.

Desculpa, mas eu estou com eles. – Barry concordou. – Vamos nos sentar em algum lugar, jogar conversa fora.

Eu estou a fim de tomar um “Ovomaltine” agora. – Os homens apoiaram Oliver.

Tudo bem. Vamos nos sentar na praça de alimentação.

Até eu fiquei com vontade de tomar “Ovomaltine”. Deu até água na boca.

Ih, desejo de grávida. – Roy diz. – É melhor conseguirmos isso logo. – Os homens riram. – Eu já vi ela com desejo uma vez, e eu fiquei horrorizado. Essa é a primeira coisa “normal” que ela pede.

Isso é verdade. – Barry concorda.

**--** **--**

Matou sua vontade? – Roy pergunta, se afastando da grávida. – Por favor, me diz que não quer vomitar. – Os outros riram.

Não. Eu estou ótima, Roy.

O que? – Até mesmo Barry perguntou junto de Roy, Oliver e Tommy. – Sério? Você não está enjoada? – Barry continua. – Tem certeza?

Tenho. – Fez um biquinho e cruzou os braços. – Eu estou bem.

Inacreditável. – Tommy riu. – Laurel eu acho que você tem que parar de comer essas coisas nojentas. Esse está sendo o problema. – Ela não respondeu.

Mas isso deve estar uma delícia, não é, querida? – Felicity pergunta para a afilhada que estava no colo do namorado.

Do jeito que ela está lambendo os dedinhos... – Thea diz, rindo.

Ela adora sorvete. – Cait comenta. – Ela se lambuzou toda.

Ah, cait, criança é assim mesmo. – Laurel sorriu para a pequena. – Não é, amor? É muito mais gostoso assim, não é?

“Gotoso”. – Os outros riram. – “Qué, Dinda?”

Não, amor, é todo seu. – Ela pegou na colher com a mãozinha melada, e pegou mais um pouquinho do sorvete colocando na boca, sujando ainda mais os cantos.

Eu vou até tirar uma foto. – Thea diz.

Só você, Thea.

Ah, e eu vou revelar. – Riu.

Eu quero uma cópia. – Thea concordou.

Vou tirar uma cópia para todos nós. – Diz sorrindo, guardando o celular, depois de tirado a foto.

Vamos indo? – Roy pergunta quando a pequena termina de tomar o sorvete.

Ela precisa se lavar.

Ela precisa de um banho. – Os amigos riram novamente. – Quando chegar em casa, vou ter que dar um banho nela.

Eu vou com ela até o toalete. – Felicity se levantou. – Vem, princesinha.

Felicity, nós vamos com você. – As mulheres se levantam.

Por que as mulheres sempre vão ao toalete, juntas? Por que não podem ser separadas. – Os amigos deram de ombros. – Nunca vou entender isso.

Você não é o único a se perguntar isso. – Oliver diz, olhando para o cunhado.

É impressionante. E estranho. – Tommy concordou com Barry.

Voltamos.

Nossa, foi rápido. – Eles olham para elas.

Era bem ali. – Apontaram juntas.

Então vamos. – Barry se aproximou para pegar a filha, quando ela se inclinou para ele. – Estamos nos esquecendo de alguma coisa?

Temos que pegar as crianças.

Não isso. Não tínhamos que pagar o sorvete da Kitty?

Oliver já fez isso. – Felicity diz, e antes que um dos pais da garota se propusesse a pagar, Oliver se afastou.

Você está fugindo? – Thea perguntou, rindo.

Nem tentem pagar, não vai adiantar. – Felicity diz para os amigos, e caminha para perto do namorado.

Por onde mesmo que as crianças estão? – Oliver pergunta.

É por aqui. – Felicity pega na mão dele, e começa a andar, os outros a seguem.

Vocês mulheres tem uma memória, que só Deus, hein?

Elas conseguem faze tudo ao mesmo tempo, já perceberam?

É por isso que nós somos tão inteligentes, querido. – Cait diz. – Barry, eu não acho que você deva fazer isso. – Avisa, quando vê o amigo balançando e rodado a filha.

Por que? Ela está gostando.

Você é que não vai gostar daqui a pouco. – Tommy retruca.

Isso não vai dar coisa boa, Bar. Pare. / Barry, você deveria parar. – Laurel e Felicity dizem ao mesmo tempo.

Eu tô dizendo, Bar, não faz... – E antes que ela terminasse de falar, a filha já tinha vomitado no pai.

Eu avisei. – Thea e Roy se afastaram, um com cara de nojo e a outra gargalhando. A menina chorava.

Eca. – Laurel teve ânsia e se afastou do noivo. – Que nojo.

Parabéns, Barry. – Felicity pegou a afilhada no colo. – Vou ao toalete de novo. – Avisou para o namorado, que assentiu, olhando para a pequena que ainda chorava.

Acho que eu vou precisar também. – E então as mulheres começaram a rir. Ele olhou para todas elas, indignado, e elas começaram a tentar parar de rir.

Eu disse para não fazer, não disse? – Cait diz, minutos depois, parando de rir junto das amigas. Oliver, Tommy e Roy ao contrário das garotas começaram a rir da cara de nojo do amigo.

CONTINUE...

Notas finais
Sim. Oliver e Felicity tiveram uma DR. Quem ficou com raiva do Oliver? Quem quis bater nele igual a Laurel fez? A cena dos ursinhos, eu gostei. E vocês? Eu quero saber do que acharam desse capítulo. Tudo que quiserem comentar, ou perguntar... Estou aqui aqui para "ouvi-los" Gente, quero fazer um pedido: Estou com problemas para escrever. O próximo eu estou bloqueada, não sei porque. Então, rezem. Ou semana que vem não tem capítulo. Ah. Caso eu não apareça, essa é a explicação. Mas se Deus quiser, estarei aqui. Por causa do meu bloqueio, essa semana não tem prévia. Por favor, não me matem. Até a próxima