Kraus Rostova No 02
15 O perdão tarda, mas não falha
Notas iniciais
Reddington ficou por alguns segundos ainda de costas, sentindo-se mal pelas palavras de Elizabeth Keen. Porém, não faria com a agente o mesmo que ela havia feito durante aquelas semanas. Enquanto isso, Lizzie observava o homem que ainda mantinha-se de costas para ela. Red estava com sua pistola beretta na cintura, e vestia uma blusa branca e um colete de cor acinzentado.
A agente enxugou rapidamente as lágrimas do seu rosto, e pegou o casaco que estava sobre o sofá. Tinha a intenção de ir embora, já que Reddington não lhe dava ouvidos. Naquele momento, ela sentiu-se envolvida fortemente pela cintura. Assustou-se e se deparou com Red diante dela, seus corpos colados como há muito tempo não ficavam.
— Red, eu...
Naquele momento, Reddington não permitiu que a agente continuasse. Ele a beijou de uma forma altamente voraz. Um beijo repentino, apaixonado e cheio do desejo que Ray sempre sentira por Elizabeth. A mulher retribuiu, enquanto o homem a apertava forte pela cintura.
Liz cravava as unhas na nuca de Red, enquanto beijava-lhe com os lábios molhados de lágrimas. Os dois agora se encaravam, as mãos da mulher migraram da nuca, para o rosto do homem; que fechou os olhos ao sentir o toque de sua amada.
— Liz, existe uma guerra sendo travada nesse instante, que já me provocou muita dor e cansaço. Mas nada...nada se compara ao que eu tenho passado longe de você.
Liz não conseguiu dizer uma palavra sequer. Apenas puxou o homem novamente e deu-lhe um beijo. A língua do homem invadiu-lhe a boca, e Liz a chupou com força, demonstrando o tamanho que era o seu desejo naquele momento. As mãos de Keen começaram a deslizar pelo peito de Red e foi desabotoando-lhe o colete. Naquele momento, ele parou o beijo, mas seus rostos se mantiveram encostados e ambos de olhos fechados.
— Lizzie...Sussurrou
— Red, faz amor comigo. Interrompeu Keen. – Só isso que eu te peço nesse momento.
Naquele instante, Lizzie guiou Red até o sofá. O homem sentou-se e a mulher ficou em seu colo, remexendo em seu membro que já estava rígido e denunciava o tesão do momento. De um jeito bem devagar, Red tirou a blusa vermelha de Liz. No momento que a peça de roupa passou pela cabeça da agente, os belos cabelos da mulher caíram por seus ombros. O cheiro deles excitou ainda mais Raymond, que há tempos não sentia o aroma de sua mulher. Eles voltaram a se beijar, e Liz de uma forma altamente provocante, mordia levemente os lábios de seu amado, enquanto desabotoava-lhe a camisa.
Os beijos de Liz foram descendo pelo pescoço de Red, que suspirava a cada toque. Ela roçava-lhe os lábios e dava-lhe pequenas mordiscadas, o que deixava Ray louco e com vontade de saciar aquela fome que já duravam quatro anos. Ela saiu calmamente de cima do colo de Reddington, e seus beijos migraram por todo o corpo dele. Até que finalmente ela havia chegando diante da braguilha, já notoriamente apertada do homem. Naquele momento, ela passou as mãos no membro de Red, ainda por cima das calças e o homem estremeceu. Liz olhava de um jeito provocante enquanto Raymond implorava por aquilo em seus olhos.
Elizabeth abriu as calças do homem e tirou seu mastro. De um jeito medonhamente excitante, ela deslizou a ponta de sua língua no pênis de Red, que fechou os olhos e pendeu a cabeça no sofá.
— Para de me torturar, Lizzie. Sussurrou ele.
A agente sorriu e abocanhou-lhe de um jeito calmo, sugando suavemente toda a extensão do membro, fazendo o homem soltar gemidos baixos de prazer. Já com o pênis úmido, Liz começou a fazer movimentos masturbando Red, que segurou-lhe a mão, impedindo que continuasse com o movimento. Foi nesse momento que Liz foi puxada. Red havia se levantado e a mulher agora estava de pé diante dele. Os dois voltaram a se beijar, e o homem começou a tirar a calça de tecido preto, da agente. Naquele momento, ele a puxou pela cintura e Liz sentiu o membro duro de Red pressiona-lhe a barriga.
Em movimento repentino, Red sentou a agente no sofá e tirou-lhe a calcinha. Não demorou muito até que ele chegasse à boceta da agente, e a lambesse lentamente, saboreando cada centímetro de sua amada. Ela gemia alto. Sabia que ali poderia fazer barulho o quanto quisesse. A mulher foi à loucura quando Reddington enfiou a língua úmida dentro da sua boceta. Com uma tapa na lateral das nádegas de Liz, Red a fez remexer em sua língua.
Naquele momento, a mulher se contorcia de prazer e Red a segurava pela cintura para que ela não se afastasse. Depois disso, Red se ergueu e penetrou Elizabeth de uma vez só, que gemia alto sob os movimentos de vai e vem do homem. Enquanto ele fazia movimentos fortes e rápidos, Liz cravava-lhe as unhas em sua nuca. Os dois se encaravam, ambos com cara de muito prazer e demonstrado quão grande era o fogo que percorria os dois naquele momento. Liz segurou-se na nuca de Red, e deu-lhe um beijo. Ela mordeu os lábios inferiores do homem, que não parava de penetrá-la forte. Sob aquele movimento, não demorou muito para que ambos chegassem aos seus clímaces.
...
Ofegante, Red deixou-se cair no enorme e confortável tapete da sala. Depois puxou Elizabeth para cair sobre ele. A mulher sorria, enquanto ajeitava-se sobre o corpo de seu amado. Ela ficou de bruços, com os braços sobre o peito do homem e com um sorriso apaixonado encarando Red, que estava visivelmente exausto e de olhos fechados. A mulher deu-lhe um beijo, até que ele abriu somente um olho e sorriu.
— Eu amo você, Red.
Reddington acariciou o rosto de Lizzie
— Eu amo você também, Lizzie. Amo muito.
As feições meigas de Red se desfaleceram por alguns instantes e deram lugar a um jeito levemente sério.
— Lizzie, a gente precisa conversar.
— Precisamos, Red. Precisamos muito. Mas antes, eu quero apenas alguns minutos sentindo você... Sentindo você bem aqui comigo. Vamos esquecer tudo isso, por enquanto.
Disse ela, deitando a cabeça do peito de Red e fechando os olhos. O homem apenas acariciou-lhe os cabelos e ambos deixaram-se adormecer.
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